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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de noikeee, há 3 horas:

Com o Adolfo o CDS pode sobreviver, com o Chicão parece-me mais difícil - porque um tem carisma pessoal, o outro ninguém o conhece, mesmo após de um ano à frente do partido - e acho que vais ter essa mudança do espaço político pela IL (e pelo Chega) muito mais rapidamente. 

Não tenho grande apreço, ou quase nenhum apreço pelo CDS, mas prefiro que sobrevivam a serem substituídos pela IL e pelo Chega. A IL por um lado em termos "morais" e de costumes é muito mais progressista (o que me agrada), mas por outro lado é mais radical do que o CDS em querer destruir o estado social e impor o capitalismo de mercado desregulado (ênfase no desregulado, que é a palavra que eu não gosto na IL) quase com um fervor religioso. Eu não quero Portugal transformado nos Estados Unidos em que, os pobres que se f*dam, fiquem a morrer na rua se não pagarem seguro de saúde, queremos é a bolsa a bombar. O CDS é de direita e aproxima-se desse ponto de vista, mas não chega ao ponto de defender isso tão abertamente. Já o Chega não tenho de explicar o porquê é mau que vá buscar votos à morte do CDS. 

Onde é que a IL defende um capitalismo de mercado desregulado, ou a destruição do Estado Social? Se vão tentar desvirtuar as ideias do partido para dar a entender que IL e Chega são farinha do mesmo saco e que a única alternativa está no Bloco ou PCP, tragam pelo menos um exemplo. Pode ser um mau exemplo até, eu só quero perceber finalmente se é por mal-entendido, ou se é pela câmara de ressonância formada por quem só lê o tópico, o esquerda.net e outros que tais no Insta.

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"Cumprimentos ao teu pai". Ignorando-se tudo o resto, só esta frase demonstra bem o quão rasteirinha é essa pessoa. Fds...

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Citação de Black Hawk, Agora:

"Cumprimentos ao teu pai". Ignorando-se tudo o resto, só esta frase demonstra bem o quão rasteirinha é essa pessoa. Fds...

Pior foi que ela editou o post para acrescentar isso. Inicialmente não tinha.

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Uma enfermeira a atacar pessoas usando os seus mortos é sempre um bom postal de visita.

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Citação de Puto Perdiz, há 3 minutos:

isso é de quando? no perfil dela não encontrei essa publicação.

De ontem, entretanto ela apagou.

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Ao anos que já ando a falar desse nojo de pessoa. 

Que má imagem para uma classe tão importante 

Editado por Jimpo

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Citação de Seferogol, há 23 minutos:

De ontem, entretanto ela apagou.

ok, mesmo que tivesse sido no tempo que o pai dele estava vivo era foleiro porque eles não se falavam.

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Citação de antifa, há 1 hora:

ghhbbhky01g61.png

 

Os enfermeiros vão demorar a correr com esta gaja?

São capazes de demorar um bocado, conheço vários que gostam dela. Um fenómeno parecido ao de muitos eleitores com o Chega, é aquela conversa do "Bate-se por nós, não tem medo de dizer as verdades" e por aí fora.

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Citação de ElliotReid13, há 2 horas:

Onde é que a IL defende um capitalismo de mercado desregulado, ou a destruição do Estado Social? Se vão tentar desvirtuar as ideias do partido para dar a entender que IL e Chega são farinha do mesmo saco e que a única alternativa está no Bloco ou PCP, tragam pelo menos um exemplo. Pode ser um mau exemplo até, eu só quero perceber finalmente se é por mal-entendido, ou se é pela câmera de ressonância formada por quem só lê o tópico, o esquerda.net e outros que tais no Insta.

Eu tou *muito* mais à direita que o esquerda.net lol. Deves tar a me confundir com o Mayday

Tava a exagerar um pouco, mas parece-me claro que a IL defende como raiz base das ideias do partido, ou como ideias absolutamente fundamentais, o emagrecimento do estado, a diminuição dos impostos, a redução da progressividade dos impostos, etc etc, duma forma mais clara que o CDS. E ao diminuir consideravelmente os impostos, como é óbvio o estado tem menos capital para conseguir garantir um estado social com as mesmas condições

Aliás aqui o jovem da IL nas últimas páginas não se calava que o que ele queria era a desregulação 

Editado por noikeee
  • Concordo! 1

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Citação de noikeee, há 22 minutos:

Eu tou *muito* mais à direita que o esquerda.net lol. Deves tar a me confundir com o Mayday

Tava a exagerar um pouco, mas parece-me claro que a IL defende como raiz base das ideias do partido, ou como ideias absolutamente fundamentais, o emagrecimento do estado, a diminuição dos impostos, a redução da progressividade dos impostos, etc etc, duma forma mais clara que o CDS. E ao diminuir consideravelmente os impostos, como é óbvio o estado tem menos capital para conseguir garantir um estado social com as mesmas condições

Aliás aqui o jovem da IL nas últimas páginas não se calava que o que ele queria era a desregulação 

Mas o jovem da IL está equivocado, e provavelmente nunca leu o programa do partido nem se deu ao trabalho de conhecer as pessoas.

A IL não defende o emagrecimento do Estado via prestações sociais, saúde ou ensino. Defende sim a limitação da intervenção no Estado, seja através da Caixa, do dinheiro enterrado nos bancos, na TAP, a falta de transparência nos contratos do Estado que trazem fardos financeiros adicionais, etc. As propostas para diminuição de impostos não são apresentadas também com o único pressuposto de que haveria sempre um corte equivalente na despesa do Estado - existe sempre o pressuposto de que a perda imediata da receita fiscal seria compensada, por um lado, com a coleta de outros impostos indiretos como o IVA (menos impostos, mais dinheiro para gastar, mais consumo) no curto-prazo e, por outro lado, por um crescimento na coleta de todos os impostos a médio/longo-prazo fruto do reinvestimento dessa poupança na economia, levando à criação de mais emprego, aumento de rendimentos, etc. Se isto funcionaria exatamente assim como eles pensam, é discutível. Mas a vontade de perceber a lógica das medidas é nenhuma, e de as discutir ainda menor. É muito mais fácil incorrer na mentira de que a IL quer cortar impostos e poupar nos serviços essenciais, e os pobres que se f*dam. 

Assim sendo, continuo a aguardar por um exemplo (por muito mau que seja), de que a IL quer desregular a economia e destruir o Estado Social.

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Citação de Sumudica by Night, há 10 minutos:

Aquilo que quer/queria fazer com o ensino superior conta?

Aquilo o quê?

Podes quotar, que eu não mordo. Senão vais-me obrigar a fazer refresh para ver as respostas.

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Citação de ElliotReid13, há 1 minuto:

Aquilo o quê?

Podes quotar, que eu não mordo. Senão vais-me obrigar a fazer refresh para ver as respostas.

Desculpa, paixão.

Lembro-me de um post no reddit que desmontava isso. Basicamente fazer como o ensino superior é no UK. Cursos mais caros, financiamento bancário para os alunos pagarem o curso ao longo da vida de trabalho. Não me recordo de pormenores.

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Citação de Sumudica by Night, há 4 minutos:

Desculpa, paixão.

Lembro-me de um post no reddit que desmontava isso. Basicamente fazer como o ensino superior é no UK. Cursos mais caros, financiamento bancário para os alunos pagarem o curso ao longo da vida de trabalho. Não me recordo de pormenores.

Estás perdoado ❤️

Mas não me recordo de ver nada do género, vou procurar informar-me 😉

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Citação de ElliotReid13, há 5 minutos:

Aquilo o quê?

Podes quotar, que eu não mordo. Senão vais-me obrigar a fazer refresh para ver as respostas.

Lembro-me de nas presidenciais o Mayan ter falado do ensino superior, mas só encontrei isto, não sei se é disso que o Sumudica está a falar em concreto. 

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1670444/mayan-contra-abolicao-da-propina-defende-acesso-universal-ao-ensino

https://iniciativaliberal.pt/iniciativa-liberal-quer-universidades-a-definir-criterios-de-admissao-de-alunos/

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Citação de scallywag, há 8 minutos:

Lembro-me de nas presidenciais o Mayan ter falado do ensino superior, mas só encontrei isto, não sei se é disso que o Sumudica está a falar em concreto. 

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1670444/mayan-contra-abolicao-da-propina-defende-acesso-universal-ao-ensino

https://iniciativaliberal.pt/iniciativa-liberal-quer-universidades-a-definir-criterios-de-admissao-de-alunos/

Não me parece que seja isso. Na primeira, o Mayan refere exatamente o que eu estou a dizer - o acesso ao Ensino Superior deve ser universal e não abolindo as propinas que já existem, estas não devem ser impeditivas a alunos com menos possibilidades (subentendido um financiamento ao aluno e não às universidades). Na segunda, o texto não é suficientemente claro, mas presumo que seja algo semelhante ao que existe nos mestrados na CLSBE ou Nova (a realidade que conheço): para além das notas, a candidatura leva em conta a motivação do aluno (uma entrevista com a malta dos serviços académicos), as atividades extra-curriculares, a proeficiência no inglês, etc. Não em parece que isso condicione financeiramente seja quem for...

Citação de Sumudica by Night, há 5 minutos:

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Não dá para ver

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Citação de ElliotReid13, há 2 minutos:

Não me parece que seja isso. Na primeira, o Mayan refere exatamente o que eu estou a dizer - o acesso ao Ensino Superior deve ser universal e não abolindo as propinas que já existem, estas não devem ser impeditivas a alunos com menos possibilidades (subentendido um financiamento ao aluno e não às universidades). Na segunda, o texto não é suficientemente claro, mas presumo que seja algo semelhante ao que existe nos mestrados na CLSBE ou Nova (a realidade que conheço): para além das notas, a candidatura leva em conta a motivação do aluno (uma entrevista com a malta dos serviços académicos), as atividades extra-curriculares, a proeficiência no inglês, etc. Não em parece que isso condicione financeiramente seja quem for...

image.thumb.png.c629530422058d75ae703c1f7d5189db.png

Não dá para ver

"O programa das legislativas da Iniciativa Liberal propõe que no prazo de 10 a 15 anos um aluno deva pagar na totalidade os custos de frequentar o ensino superior, à semelhança do "student finance" no Reino Unido e que "o juro a cobrar corresponderá ao custo do financiamento da República Portuguesa, acrescido de um spread de 3%".

Para além disso, o valor a ser abatido mensalmente será de 9% do ordenado acima do vencimento médio nacional do ano passado e se ao fim de 30 anos a dívida não estiver paga, a mesma será assumida pelo estado.

Quanto aos valores que necessitam de ser pedidos de empréstimo ao banco:

  • De acordo com o relatório da OCDE de 2018, o custo anual médio por estudante do ensino superior em Portugal é de €11.766. Adicionemos os 1000 euros das propinas e temos um custo de €12.766/ano.

  • Supondo que o aluno não vai chumbar nenhum ano, o custo de um mestrado integrado é de 5x o valor acima: €63.830

Quanto ao juro do empréstimo:

  • "O juro a cobrar corresponderá ao custo do financiamento da República Portuguesa". Eles com isso referem-se do aos cupões dos bilhetes de tesouro, mas não são específicos. Portugal financia-se com a emissão de dívida na forma de bilhetes e obrigações do tesouro, que vão de 1 a 50 anos mediante o apetite de risco dos investidores - quanto maior a duração do empréstimo, maior o risco, maiores os lucros que o estado paga. Para uma obrigação de tesouro a 30 anos, o tempo de financiamento do empréstimo, o cupão anual é de 4.1%.

  • Portanto temos 4.1% da OT 30 anos + 3% de Spread = 7.1% de juros sobre o empréstimo ao ano (TAN). O estado cobriria o resto das comissões iniciais e mensais, portanto a TAEG seria igual à TAN.

Com estes valores, um estudante teria de pagar €419/mês ao longo de 30 anos, num total de €151.014 por um empréstimo de €63.830. (nota: os valores do link estão em dólares mas as contas são igualmente válidas para qualquer moeda)

Claro que a IL faz uma ressalva que o aluno só teria de pagar 9% daquilo que recebe acima salário médio anual do ano passado. Em 2017 o ordenado base médio foi de €943 brutos (€729 líquidos), portanto para 9% acima disso ser igual aos €419, uma pessoa teria de receber um ordenado líquido de pelo menos €5.370/mês - e que eu saiba ordenados desses são uma raridade no país.

Voltando à proposta da IL, eles dizem que "se, ao fim de 30 anos a dívida não estiver paga, a mesma será assumida pelo Estado". Portanto teríamos uma situação em que os estudantes estariam agarrados durante 30 anos a um empréstimo que não seriam capazes de pagar e o estado teria de gastar ainda mais do que gasta nos dias de hoje.

Digam-me se eu estou errado, talvez eu tenha enganado nalguma conta ou hipótese, mas o que me parece é que a IL quer privatizar tudo pela sua cegueira ideológica e não faz as contas para certificarem-se de que aquilo que propõem é viável ou não."

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Citação de Sumudica by Night, há 6 minutos:

"O programa das legislativas da Iniciativa Liberal propõe que no prazo de 10 a 15 anos um aluno deva pagar na totalidade os custos de frequentar o ensino superior, à semelhança do "student finance" no Reino Unido e que "o juro a cobrar corresponderá ao custo do financiamento da República Portuguesa, acrescido de um spread de 3%".

Para além disso, o valor a ser abatido mensalmente será de 9% do ordenado acima do vencimento médio nacional do ano passado e se ao fim de 30 anos a dívida não estiver paga, a mesma será assumida pelo estado.

 

Obrigado Sumudica. Eu vou ler com mais atenção, e se for como está aí, dou o braço a torcer sem problema!

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Citação de Mayday, há 17 horas:

Estou pelo FRS porque o Mesquita claramente só quer o CDS para ligá-lo à IL e fingirem que são um só, não está preocupado com o partido, está preocupado com a ideologia. O que vai igualmente canibalizar o CDS, diga-se. CDS e IL convergem na forma como olham a economia e em como a sociedade deve funcionar em função desta, mas são (pelo menos em teoria) antagónicos noutras questões fundamentais. É-me indiferente, do ponto de vista ideológico, se no parlamento se sentam dois ou três do CDS e um da IL ou quatro ou cinco só da IL e o CDS a ver de fora, porque os votos são exactamente os mesmos e, no fundo, a representação também. O meu único problema com o desaparecimento do CDS é apenas este: a chamada democracia cristã, as suas relações e os seus círculos de influência vão ser desviados para o CH.

Aliás, e fazendo referência ao texto do Pacheco Pereira que alguém disse ser uma mão cheia de nada, veja-se esta despropositada relação entre um partido conservador (CDS) e outro liberal (IL) apenas pelo laço económico, sobrepondo-a a todas as divergências de fundo.

Se bem que muitos liberais de internet conseguem o contorcionismo necessário para se declararem liberais na economia e conservadores nos costumes, como se chegando ao final desta frase ainda fosse possível acharem-se liberais, e no fim gritam Liberdade.

E o FRS vai falhar por querer manter a identidade do partido como principio frente àqueles que querem canibalizá-lo para torná-lo ou numa IL com mais idade ou num CH com mais experiência.

Força FRS.

A vantagem do Mesquita é ser da ala portista (de Portas e não de Porto), cuja interferência é a única coisa que ainda pode salvar o CDS da morte.

Citação de Peplin, há 12 horas:

https://www.economist.com/china/2021/02/06/anti-capitalist-tirades-go-viral-in-china

Alguma alma caridosa consegue colocar o artigo completo?

 

Citação

Anti-capitalist tirades go viral in China

Marxist rhetoric is gaining currency among young, overworked netizens


 
Feb 6th 2021

SHANGHAI

In the booming realm of short-video apps in China, the most popular clips often feature silly gags or cute animals, or both. Recently, however, a different genre has climbed the charts: criticism of capitalism. In December a user going by the name Zeng Shike posted a video on Douyin, the inside-China version of TikTok. In it he lambasted Jack Ma, an e-commerce tycoon, for being a selfish capitalist. “These big shots are trampling on small merchants,” he said in the amateurish production: just a city scene with a voice-over. “It used to be about serving people and making life more convenient. Now they’re causing financial trouble and harming society.”

Listen to this story  

Enjoy more audio and podcasts on iOS or Android.

Mr Ma’s business has been in the government’s sights, too. On November 3rd Ant Group, a fintech company that he founded, was forced to halt what would have been the world’s biggest initial public offering because of new regulations that will up-end its business model. It was after this that he became a lightning rod for online rants against capitalism. (Mr Ma disappeared from public view for nearly three months, but re-emerged on January 20th to give an online speech to rural teachers.)

In recent weeks netizens’ anger has also surged against other private firms and their bosses. Jude Blanchette, whose book “China’s New Red Guards” describes a revival of Maoism among Chinese people since the 1990s, argues that opposition to big non-state businesses has long been evident in the margins of public sentiment. The government normally supports firms such as Mr Ma’s and tries to dampen neo-Maoist suggestions that China is capitulating to capitalism. But sometimes it gives Maoists more freedom to air their grievances. That appears to be happening now. Officials are targeting China’s big tech firms with new antitrust rules aimed at curbing their power. “It looks like they are using public frustration to help give tailwind to this campaign,” says Mr Blanchette. (Ant Group has agreed with regulators on a restructuring plan, Bloomberg reported on February 3rd).

Lately netizens have also been attacking Pinduoduo, a discount-shopping app that rivals Mr Ma’s Alibaba, of which Ant Group is an affiliate. On January 4th it was revealed that one of Pinduoduo’s employees, a 23-year-old woman, had collapsed while walking home after an overtime shift. She died later in hospital. A national debate ensued, focused mainly on the culture of overwork in China. Some pointed to what they saw as a more basic problem. “In China’s speed-obsessed tech world, the labour law is treated like a tablecloth or toilet paper. It is never respected,” said the narrator of one video about “Capitalist Pinduoduo”. It has been watched more than half a million times. In another video a young man in a black hoodie calls on consumers to stop spending money on the company’s app: “The capitalists are just squeezing us. They don’t see us as people.”

Even Huawei, a telecom giant much loved by the government, has not been immune. Specifically, critics have focused on Annabel Yao, the youngest daughter of Ren Zhengfei, the firm’s founder. On January 14th Ms Yao released a 17-minute documentary to announce the start of a hoped-for career as an entertainer. She was greeted with scorn. “Controlling our material life is not enough. Capitalists also want to control our cultural life,” read the most-liked comment on her account on Weibo, a microblog platform. A flood of short videos derided her claim to be self-made.

But the videos go beyond mockeries of this or that wealthy person. One piece about how capitalism works explains that dairy farmers, in order to keep prices high, would rather dump excess milk than give it to poor people. In another, a young presenter, hat on backwards, praises Mao for arguing in 1972 that turning China capitalist would allow global firms to take control and make the country a semi-colony. “This great man’s vision has carried through the ages,” he says, with a thumbs-up.

Many of the videos lack revolutionary punch. Renditions of the “Internationale”, a socialist anthem, garner many clicks but seem more like kitschy nostalgia or funny memes than calls to action. The young people drawn to them are nothing like the Red Guards of Mao’s day, who used horrific violence against those branded as “capitalist roaders”. Yet their resentment of the business elite appears genuine. A rough indicator is the torrent of comments overlaid on videos carried by Bilibili, another popular app. Videos showing Mr Ma once inspired both respect and humour, with some viewers praising his business acumen and others sarcastically asking for money. Recently the tone has darkened, with comments such as “down with Jack Ma” and “workers of the world, unite!”

Nothing to lose but your memes

The anger is easy to explain. Inequality has soared in China over the decades. The proliferation of social media has made people more aware of the obscene wealth of some of their compatriots. After Ms Yao, the daughter of Huawei’s founder, released her documentary, one short video analysed her backdrop to draw viewers’ attention to the value of her luxurious home.

Coupled with a sense of unfairness is bitterness about unreasonable work demands. Employees of tech firms complain about what they call the “996” culture: an expectation that they should be in the office from 9am to 9pm, six days a week. Migrant workers from rural areas have it worse, whether grinding it out in factory jobs or rushing around as food-delivery workers (see Chaguan). But overworked young professionals have started referring to themselves as dagongren, a term that used to describe those who do menial jobs. Yan Fei, a sociologist at Tsinghua University, describes an emerging class identity among people who are struggling to get ahead. It embraces both white-collar and blue-collar workers.

The attacks on capitalism are, in a narrow sense, consistent with official rhetoric that still describes China’s economy as “socialist” even though private business generates 80% of urban employment and 60% of gdp. But why let tech titans be described as money-grubbing capitalists when they are often also hailed as leaders of China’s drive to become more innovative?

In part this reflects the Communist Party’s ideological ambiguity. It sees big private firms as national champions, but it also regards the preservation of Mao’s sanctity as essential to its grip on power (de-Stalinisation was the start of a slide towards the Soviet Union’s ruin, say party historians). That gives a bit of leeway to people who wave the banner of Maoism, even if what they say is not entirely in line with the party’s current thinking. Having let the anti-capitalist fires burn brightly for a time, censors will douse the flames. 

 

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Citação de noikeee, há 1 hora:

Eu tou *muito* mais à direita que o esquerda.net lol. Deves tar a me confundir com o Mayday

Tava a exagerar um pouco, mas parece-me claro que a IL defende como raiz base das ideias do partido, ou como ideias absolutamente fundamentais, o emagrecimento do estado, a diminuição dos impostos, a redução da progressividade dos impostos, etc etc, duma forma mais clara que o CDS. E ao diminuir consideravelmente os impostos, como é óbvio o estado tem menos capital para conseguir garantir um estado social com as mesmas condições

Aliás aqui o jovem da IL nas últimas páginas não se calava que o que ele queria era a desregulação 

Não sei se te referias a mim. Mas o que eu quero é uma coisa e o programa da IL é outra. Eu não pertenço á IL.

 

Citação de Sumudica by Night, há 27 minutos:

"O programa das legislativas da Iniciativa Liberal propõe que no prazo de 10 a 15 anos um aluno deva pagar na totalidade os custos de frequentar o ensino superior, à semelhança do "student finance" no Reino Unido e que "o juro a cobrar corresponderá ao custo do financiamento da República Portuguesa, acrescido de um spread de 3%".

Para além disso, o valor a ser abatido mensalmente será de 9% do ordenado acima do vencimento médio nacional do ano passado e se ao fim de 30 anos a dívida não estiver paga, a mesma será assumida pelo estado.

Quanto aos valores que necessitam de ser pedidos de empréstimo ao banco:

  • De acordo com o relatório da OCDE de 2018, o custo anual médio por estudante do ensino superior em Portugal é de €11.766. Adicionemos os 1000 euros das propinas e temos um custo de €12.766/ano.

  • Supondo que o aluno não vai chumbar nenhum ano, o custo de um mestrado integrado é de 5x o valor acima: €63.830

Quanto ao juro do empréstimo:

  • "O juro a cobrar corresponderá ao custo do financiamento da República Portuguesa". Eles com isso referem-se do aos cupões dos bilhetes de tesouro, mas não são específicos. Portugal financia-se com a emissão de dívida na forma de bilhetes e obrigações do tesouro, que vão de 1 a 50 anos mediante o apetite de risco dos investidores - quanto maior a duração do empréstimo, maior o risco, maiores os lucros que o estado paga. Para uma obrigação de tesouro a 30 anos, o tempo de financiamento do empréstimo, o cupão anual é de 4.1%.

  • Portanto temos 4.1% da OT 30 anos + 3% de Spread = 7.1% de juros sobre o empréstimo ao ano (TAN). O estado cobriria o resto das comissões iniciais e mensais, portanto a TAEG seria igual à TAN.

Com estes valores, um estudante teria de pagar €419/mês ao longo de 30 anos, num total de €151.014 por um empréstimo de €63.830. (nota: os valores do link estão em dólares mas as contas são igualmente válidas para qualquer moeda)

Claro que a IL faz uma ressalva que o aluno só teria de pagar 9% daquilo que recebe acima salário médio anual do ano passado. Em 2017 o ordenado base médio foi de €943 brutos (€729 líquidos), portanto para 9% acima disso ser igual aos €419, uma pessoa teria de receber um ordenado líquido de pelo menos €5.370/mês - e que eu saiba ordenados desses são uma raridade no país.

Voltando à proposta da IL, eles dizem que "se, ao fim de 30 anos a dívida não estiver paga, a mesma será assumida pelo Estado". Portanto teríamos uma situação em que os estudantes estariam agarrados durante 30 anos a um empréstimo que não seriam capazes de pagar e o estado teria de gastar ainda mais do que gasta nos dias de hoje.

Digam-me se eu estou errado, talvez eu tenha enganado nalguma conta ou hipótese, mas o que me parece é que a IL quer privatizar tudo pela sua cegueira ideológica e não faz as contas para certificarem-se de que aquilo que propõem é viável ou não."

Essa contas estão um bocado mal feitas. São 9% de X sendo que esse X é igual ao que o aluno recebe acima do ordenado médio.

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