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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Ghelthon, Agora:

Falaram do PCTP-MRPP, foi?

Não é esse o meu ponto, nem essa discussão me é particularmente interessante.

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Citação de ElliotReid13, há 49 minutos:

O ponto é: manifestas preocupação em que eles discutam a "extrema-esquerda" quando a porta da extrema-direita está escancarada. E eu pergunto se não é o equivalente a discutir "liberais" quando a porta da extrema-direita está escancarada. Não estou a falar em IL, estou simplesmente a extrapolar a tua visão para outra perspetiva. Porque se a tua ideia for fazer do Chega o bicho papão e tudo o resto estiver dentro dos limites da razoabilidade, então neste tópico a bota não bate com a perdigota. 

De qualquer forma, o excelso liberal e respetivo partido já se distanciaram do Chega e já fizeram questão de afirmar que nunca se irão meter em acordos com o Chega. Posto isso, porque é que não haverão de estar à vontade para se concentrar no partido que está no lado oposto em termos económicos (que parece ser sempre a perspetiva que interessa ao CGP)?

O que me parece que o Sumudica está a dizer é que o CGP como representante do liberalismo, e sendo uma figura em ascensão que se quer fazer ver como a proa de uma nova direita liberal, mete-se num podcast com co-apresentadores medíocres e uma temática (pelo menos em imagem, não ouvi nem tenciono ouvir) completamente anti-esquerda, quando uma ameaça maior para a democracia continua a crescer na extrema direita. Este tipo de demagogia anti-esquerda não é algo que faz a distinção entre a direita liberal (com a qual não concordo, mas respeito) e a extrema direita, mete-os no mesmo lado da luta contra a esquerda. E penso que o Sumudica acha (como eu) que é preciso agora mais que nunca que a democracia se junte contra a extrema direita, e não que a direita "decente" se junte ao Chega na luta contra o BE (por exemplo).

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Citação de Sumudica by Night, há 4 horas:

Ora, portanto. O nosso excelso liberal, a luz ao fundo do túnel para nos libertar das garras do malvado do quemunismo, o nosso sapiente e fundador do think-thank +Liberdade, que nos vai ensinar a pensar, quais primatas que nós somos, que ainda não vimos as virtudes do verdadeiro liberalismo, faz um podcast com um humorista falhado (Tiago Dores), e o reaça da pior espécie, normalizador de Venturas, Alberto Gonçalves. Não há absolutamente ninguém com um mínimo de decência neste país? Que sina.

É pá, vi uns 10 ou 20 minutos do 1° episódio e o CGP chama logo ao Ventura e ao Chega de m*rda. 

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Citação de ElliotReid13, há 1 minuto:

Não é esse o meu ponto, nem essa discussão me é particularmente interessante.

Mas olha que é, porque o ponto é precisamente esse. Quem desvia a conversa do posicionamento do Chega na extrema-direita com a suposta colagem do PCP e do BE à extrema-esquerda está claramente equivocado, porque quer um quer outro não são extremos de nada, como se tem visto.

No entanto, e sendo verdade que essa parte é subjectiva, achar que o Chega traz o mesmo nível de perigo que trazem BE ou PCP já me parece completamente errado, sem espaço de opinião aqui.

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Citação de ElliotReid13, há 54 minutos:

O ponto é: manifestas preocupação em que eles discutam a "extrema-esquerda" quando a porta da extrema-direita está escancarada. E eu pergunto se não é o equivalente a discutir "liberais" quando a porta da extrema-direita está escancarada. Não estou a falar em IL, estou simplesmente a extrapolar a tua visão para outra perspetiva. Porque se a tua ideia for fazer do Chega o bicho papão e tudo o resto estiver dentro dos limites da razoabilidade, então neste tópico a bota não bate com a perdigota. 

De qualquer forma, o excelso liberal e respetivo partido já se distanciaram do Chega e já fizeram questão de afirmar que nunca se irão meter em acordos com o Chega. Posto isso, porque é que não haverão de estar à vontade para se concentrar no partido que está no lado oposto em termos económicos (que parece ser sempre a perspetiva que interessa ao CGP)?

Eu distingo muito bem a IL do Chega. O meu problema com a IL é apenas de ideologia. Até fiquei contente que tenham um lugar no parlamento. Discordo mas aceito. Com o Chega é totalmente diferente. É um problema maior, de democracia.

Custa-me que uma pessoa que é tido tão em conta como o CGP, e que sabe muito mais que isto, seja um dos instigadores da bipolaridade que se sente. E que ajude a normalizar algo que é mau para todos. E também me custa que, em muitas das vezes que a IL fala da extrema-direita, sejam dirigentes ou apoiantes, seja sempre com a muleta da extrema-esquerda a ajudar a construir a frase.

No fundo, eu só acho que o CGP é melhor que isto. E se quer parecer uma pessoa séria na política, até por causa do +Liberdade, não se devia misturar com quem não é sério.

Citação de Puto Perdiz, há 3 minutos:

É pá, vi uns 10 ou 20 minutos do 1° episódio e o CGP chama logo ao Ventura e ao Chega de m*rda. 

Haha. Falha minha que não ouvi nada do podcast. Mas que comece a emendar a mão então. Ainda vai a tempo. E não tenho dúvidas que ele ache isso do Chega e do Ventura.

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Citação de Sumudica by Night, há 3 minutos:

Haha. Falha minha que não ouvi nada do podcast. 

Resultado de imagem para FACEPALM gif

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Citação de Sumudica by Night, há 2 minutos:

 

Haha. Falha minha que não ouvi nada do podcast. Mas que comece a emendar a mão então. Ainda vai a tempo. E não tenho dúvidas que ele ache isso do Chega e do Ventura.

O CGP é bastante crítico do Ventura nas redes sociais. Como só vi esse bocado e ele mandou essa bojarda ao Ventura penso que ele continue crítico no podcast. Depois ainda mandou a boca que apesar de chatear a esquerda ele não deixa de ser m*rda 

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Citação de Sumudica by Night, há 4 minutos:

Eu distingo muito bem a IL do Chega. O meu problema com a IL é apenas de ideologia. Até fiquei contente que tenham um lugar no parlamento. Discordo mas aceito. Com o Chega é totalmente diferente. É um problema maior, de democracia.

Custa-me que uma pessoa que é tido tão em conta como o CGP, e que sabe muito mais que isto, seja um dos instigadores da bipolaridade que se sente. E que ajude a normalizar algo que é mau para todos. E também me custa que, em muitas das vezes que a IL fala da extrema-direita, sejam dirigentes ou apoiantes, seja sempre com a muleta da extrema-esquerda a ajudar a construir a frase.

No fundo, eu só acho que o CGP é melhor que isto. E se quer parecer uma pessoa séria na política, até por causa do +Liberdade, não se devia misturar com quem não é sério.

Ok, percebo o teu ponto e concordo. Não me parece que a bipolaridade o incomode muito, aliás, acho que é mesmo esse o objetivo dele, o de procurar contrastar ao máximo o PS com a IL - colando os socialistas à esquerda e tê-los como principais responsáveis do Estado gordo, incompetente e pouco transparente, e afirmando a IL como a principal alternativa ideológica (assumindo que o PSD padece de muitos dos mesmos males). Se o PS for entendido como partido de esquerda (e não de centro-esquerda, como é na realidade), então o Bloco e o PCP têm logicamente de ser a extrema-esquerda.

Citação de Ghelthon, há 10 minutos:

Mas olha que é, porque o ponto é precisamente esse. Quem desvia a conversa do posicionamento do Chega na extrema-direita com a suposta colagem do PCP e do BE à extrema-esquerda está claramente equivocado, porque quer um quer outro não são extremos de nada, como se tem visto.

No entanto, e sendo verdade que essa parte é subjectiva, achar que o Chega traz o mesmo nível de perigo que trazem BE ou PCP já me parece completamente errado, sem espaço de opinião aqui.

Mas quem é que desvia a conversa do posicionamento do Chega na extrema-direita? Acho que nem eles próprios fazem isso. Nem o CGP me parece alguma vez ter dito que o BE/PCP e Chega apresentavam os mesmos riscos para a democracia... mas não tenho um livefeed com declarações dele, portanto até pode ter dito isso, não sei.

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Citação de ElliotReid13, há 3 minutos:

Ok, percebo o teu ponto e concordo. Não me parece que a bipolaridade o incomode muito, aliás, acho que é mesmo esse o objetivo dele, o de procurar contrastar ao máximo o PS com a IL - colando os socialistas à esquerda e tê-los como principais responsáveis do Estado gordo, incompetente e pouco transparente, e afirmando a IL como a principal alternativa ideológica (assumindo que o PSD padece de muitos dos mesmos males). Se o PS for entendido como partido de esquerda (e não de centro-esquerda, como é na realidade), então o Bloco e o PCP têm logicamente de ser a extrema-esquerda.

Pois, é exactamente isso. Esta polarização é irresponsável porque só faz a extrema direita crescer e ficar normalizada. E ele pode dizer que o Ventura é m*rda as vezes que quiser, está a normalizar o Chega na mesma. E não acredito que ele não saiba que está a fazer isso.

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Citação de Sandes., há 27 minutos:

O que me parece que o Sumudica está a dizer é que o CGP como representante do liberalismo, e sendo uma figura em ascensão que se quer fazer ver como a proa de uma nova direita liberal, mete-se num podcast com co-apresentadores medíocres e uma temática (pelo menos em imagem, não ouvi nem tenciono ouvir) completamente anti-esquerda, quando uma ameaça maior para a democracia continua a crescer na extrema direita. Este tipo de demagogia anti-esquerda não é algo que faz a distinção entre a direita liberal (com a qual não concordo, mas respeito) e a extrema direita, mete-os no mesmo lado da luta contra a esquerda. E penso que o Sumudica acha (como eu) que é preciso agora mais que nunca que a democracia se junte contra a extrema direita, e não que a direita "decente" se junte ao Chega na luta contra o BE (por exemplo).

É exatamente o mesmo que disse em cima, qual é a importância de ser um podcast, com apresentadores medíocres, e com um nome parvo?

Ele já descolou do Chega, porque é que há-de agora abdicar de lutar contra os partidos ideologicamente opostos, que ele vê como naturais adversários? Eu concordo contigo e com o Sumudica quando dizem que é uma linguagem irresponsável, mas não me parece que ele tenha muito mais responsabilidade do que a de se descolar do Chega e deixar claro que não há acordos com eles. Feita essa diferenciação, tudo o resto é política as usual, é a imagem que ele criou e à qual se mantém fiel apesar de tudo.

Não me parece mesmo que estar contra aquilo que o Bloco e o PCP defendem para o país seja equivalente a estar ao lado do Chega. E mais, achar que tudo o que o Chega diz e defende é necessariamente uma anormalidade, sem ter em conta as nuances que os colocam próximos de alguns dos partidos (CDS, IL, PSD, até BE e PCP), é marginalizar ainda mais potenciais eleitores e deitar lenha para a fogueira.

Editado por Visitante

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Citação de ElliotReid13, há 10 minutos:

É exatamente o mesmo que disse em cima, qual é a importância de ser um podcast, com apresentadores medíocres, e com um nome parvo?

Ele já descolou do Chega, porque é que há-de agora abdicar de lutar contra os partidos ideologicamente opostos, que ele vê como naturais adversários? Eu concordo contigo e com o Sumudica quando dizem que é uma linguagem irresponsável, mas não me parece que ele tenha muito mais responsabilidade do que a de se descolar do Chega e deixar claro que não há acordos com eles. Feita essa diferenciação, tudo o resto é política as usual, é a imagem que ele criou e à qual se mantém fiel apesar de tudo.

Não me parece mesmo que estar contra aquilo que o Bloco e o PCP defendem para o país seja equivalente a estar ao lado do Chega. E mais, achar que tudo o que Chega diz e defende é uma anormalidade sem ter em conta as nuances que os colocam próximos de alguns dos partidos (CDS, IL, PSD, até BE e PCP), é marginalizar mais potenciais eleitores e deitar lenha para a fogueira.

Eu não acho o nome parvo. Acho que a imagem do podcast anexada ao nome alimenta a máquina de "anti-esquerda" como tu próprio mencionas, que coloca o actual governo e o PS metaforicamente ao lado da União Soviética e da Venezuela. Acho que isso, por muito que ele se descole do Chega, continua a contribuir para a polarização esquerda-direita em Portugal (que obviamente é o que o CGP quer, nem julgo isso) numa altura que a extrema direita se alimenta dessa mesma polarização também.

Editado por Sandes.

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Já agora, o que acham do silêncio brutal do Ventura desde as eleições? Seria de esperar que tentasse capitalizar com o protagonismo que teve, não?

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Citação de antifa, há 1 minuto:

Já agora, o que acham do silêncio brutal do Ventura desde as eleições? Seria de esperar que tentasse capitalizar com o protagonismo que teve, não?

Não me tinha apercebido, mas agora que falas... Estará relacionado com a distrital do Porto?

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Citação de antifa, há 5 minutos:

Já agora, o que acham do silêncio brutal do Ventura desde as eleições? Seria de esperar que tentasse capitalizar com o protagonismo que teve, não?

Ele não tem estado calado. Falou do spam cartoon RTP, do gajo das vacinas, do Diogo Faro... A cena é que parece estar mais calado porque não há comícios e não está em campanha política 

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Citação de Sumudica by Night, há 30 minutos:

lol, não põe em causa absolutamente nada. Um podcast chamado Comité Central com o Alberto Gonçalves, fds.

Achei piada, só.

Parte do público do Ventura e de quem ouve este tipo de podcasts à Rogan tende a cruzar-se, por isso se eles conseguirem captar votantes do Chega para eles próprios, até acaba por ser produtivo, mesmo no meio da parvoíce da IL.

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Citação de Puto Perdiz, há 2 horas:

É pá, vi uns 10 ou 20 minutos do 1° episódio e o CGP chama logo ao Ventura e ao Chega de m*rda. 

E esta constantemente contra o Ventura e o Chega. A dizer que existe alternativa ao chega a direita ,criticar o PSD e o rio por estar de braços abertos para ao Ventura, rejeita uma aliança com o Chega.

Muitas das vezes a malta daqui de esquerda já está a sangrar dos olhos para criticar a IL

Já para não falar da descolagem brutal que a IL e o Mayan tiveram nas presidenciais com o Ventura e o Chega

 

Editado por Alonso.
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https://www.haaretz.com/middle-east-news/.premium-visiting-dubai-is-like-standing-on-the-sidelines-during-a-gang-rape-1.9335739

Visiting Dubai is like standing on the sidelines of a gang rape

Spoiler

 

Dubai is one of the toughest, most well-known centers of modern slavery and human trafficking. Beneath the glittering facade of a paradise in the desert lurks a cruel and lethal system of recruitment, transportation, transfer, kidnaping and defrauding of human beings – mostly women – by means of the threat of force, or the actual use of force, as well as other types of coercion. The purpose of the system is exploitation for the purpose of prostitution, other types of sexual exploitation, forced labor or employment in conditions of slavery.

From the moment they enter the country, they are in effect kidnapped and become slaves

In the United Arab Emirates there are over 8 million work migrants, constituting over 95 percent of the country’s private work force. They work for a very low wage in construction, or as servants. Most of these workers are victims of human trafficking or forced labor.

So a moment before you pack your bags, it’s important to know that the glittering hotels in Dubai, the eye-popping shopping malls and the perfect beaches are built and maintained by people whose basic human rights have been taken way by violent means. They come to the Emirates from countries where they are unable to earn a living (some of the women are fleeing from war-torn regions like Iraq), and in most cases pay high fees in exchange for the right to enter the country.

People wear face masks amid the spread of coronavirus at the Global Village in Dubai, United Arab Emirates November 17, 2020.
Denial of responsibility!
ALL RIGHTS OF THIS PICTURE RESERVED TO https://www.haaretz.com/
TO REMOVE THIS PHOTO WRITE US [email protected]

People wear face masks amid the spread of coronavirus at the Global Village in Dubai, United Arab Emirates November 17, 2020. Credit: AHMED JADALLAH/ REUTERS

But from the moment they enter, they are in effect kidnapped and actually become slaves: Their passports are taken away, their “employers” change the contracts unilaterally, they suffer physical and sexual abuse, and the salary promised to them as a lure is not paid. Many women are kidnapped for the sex industry.

Outwardly, the governments of the UAE cluck their tongues and occasionally expel a pimp who is caught, but in fact traffickers in women work under protection of the government, which sells itself as a consumers’ paradise, where human beings are also a consumer good. These widespread abuses are consistently documented. There’s a reason why since 2017 the U.S. State Department has once again acknowledged that the UAE does not meet minimal standards of the fight against human trafficking.

The European Parliament also announced this year – a few months before the festive peace agreement was signed and the festival of tourism and cooperative projects between Israel and the UAE began – that “many countries in the Middle East are not implementing the international standards to fight human trafficking. Countries such as Bahrain, Saudi Arabia, the United Arab Emirates (UAE) and Lebanon are considered to be the worst offenders … The most alarming development that we have witnessed is the trafficking of women for slavery.”

A woman walks past luggage pick-up for arrivals from Tel Aviv to the Dubai airport in the United Arab Emirates, on November 26, 2020.
Denial of responsibility!
ALL RIGHTS OF THIS PICTURE RESERVED TO https://www.haaretz.com/
TO REMOVE THIS PHOTO WRITE US [email protected]

A woman walks past luggage pick-up for arrivals from Tel Aviv to the Dubai airport in the United Arab Emirates, on November 26, 2020.Credit: KARIM SAHIB - AFP

An investigation conducted last year that was broadcast on Greek television exposed the violence and crime taking place with the knowledge of the authorities. Its editors estimated that in Dubai alone 45,000 women are trapped in the prostitution network. Not only women are traded there, but so are many teenage boys, who provide sexual services to clients of prostitution from all over the world, visitors to the “Las Vegas of the Middle East.”

In other words, one of the main cooperative projects involving Israel and the UAE that has recently begun is the provision of clients of prostitution on the part of Israel, and prostitution services on the part of Dubai. Apparently many of the Israeli men who are traveling to Dubai these days in the guise of businessmen are aware of that. But anyone who is unwilling to collaborate with the exploitation industry should be aware: A trip to Dubai, and certainly work “with Dubai,” is like standing on the sidelines during the course of a gang rape.

 

 

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Citação de Puto Perdiz, há 13 horas:

https://www.haaretz.com/middle-east-news/.premium-visiting-dubai-is-like-standing-on-the-sidelines-during-a-gang-rape-1.9335739

Visiting Dubai is like standing on the sidelines of a gang rape

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Dubai is one of the toughest, most well-known centers of modern slavery and human trafficking. Beneath the glittering facade of a paradise in the desert lurks a cruel and lethal system of recruitment, transportation, transfer, kidnaping and defrauding of human beings – mostly women – by means of the threat of force, or the actual use of force, as well as other types of coercion. The purpose of the system is exploitation for the purpose of prostitution, other types of sexual exploitation, forced labor or employment in conditions of slavery.

From the moment they enter the country, they are in effect kidnapped and become slaves

In the United Arab Emirates there are over 8 million work migrants, constituting over 95 percent of the country’s private work force. They work for a very low wage in construction, or as servants. Most of these workers are victims of human trafficking or forced labor.

So a moment before you pack your bags, it’s important to know that the glittering hotels in Dubai, the eye-popping shopping malls and the perfect beaches are built and maintained by people whose basic human rights have been taken way by violent means. They come to the Emirates from countries where they are unable to earn a living (some of the women are fleeing from war-torn regions like Iraq), and in most cases pay high fees in exchange for the right to enter the country.

People wear face masks amid the spread of coronavirus at the Global Village in Dubai, United Arab Emirates November 17, 2020.
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People wear face masks amid the spread of coronavirus at the Global Village in Dubai, United Arab Emirates November 17, 2020. Credit: AHMED JADALLAH/ REUTERS

But from the moment they enter, they are in effect kidnapped and actually become slaves: Their passports are taken away, their “employers” change the contracts unilaterally, they suffer physical and sexual abuse, and the salary promised to them as a lure is not paid. Many women are kidnapped for the sex industry.

Outwardly, the governments of the UAE cluck their tongues and occasionally expel a pimp who is caught, but in fact traffickers in women work under protection of the government, which sells itself as a consumers’ paradise, where human beings are also a consumer good. These widespread abuses are consistently documented. There’s a reason why since 2017 the U.S. State Department has once again acknowledged that the UAE does not meet minimal standards of the fight against human trafficking.

The European Parliament also announced this year – a few months before the festive peace agreement was signed and the festival of tourism and cooperative projects between Israel and the UAE began – that “many countries in the Middle East are not implementing the international standards to fight human trafficking. Countries such as Bahrain, Saudi Arabia, the United Arab Emirates (UAE) and Lebanon are considered to be the worst offenders … The most alarming development that we have witnessed is the trafficking of women for slavery.”

A woman walks past luggage pick-up for arrivals from Tel Aviv to the Dubai airport in the United Arab Emirates, on November 26, 2020.
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A woman walks past luggage pick-up for arrivals from Tel Aviv to the Dubai airport in the United Arab Emirates, on November 26, 2020.Credit: KARIM SAHIB - AFP

An investigation conducted last year that was broadcast on Greek television exposed the violence and crime taking place with the knowledge of the authorities. Its editors estimated that in Dubai alone 45,000 women are trapped in the prostitution network. Not only women are traded there, but so are many teenage boys, who provide sexual services to clients of prostitution from all over the world, visitors to the “Las Vegas of the Middle East.”

In other words, one of the main cooperative projects involving Israel and the UAE that has recently begun is the provision of clients of prostitution on the part of Israel, and prostitution services on the part of Dubai. Apparently many of the Israeli men who are traveling to Dubai these days in the guise of businessmen are aware of that. But anyone who is unwilling to collaborate with the exploitation industry should be aware: A trip to Dubai, and certainly work “with Dubai,” is like standing on the sidelines during the course of a gang rape.

 

 

Quando eu tive pensamento contemporaneo na faculdade, que já foi há uns anitos, tivemos uma aula sobre isto. No pasa nada.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 8 minutos:

E os primaços dos Açores, como estamos?

Não sei se o governo chega ao verão 😅

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2M, por ano, para um Governo Regional é um roubo autêntico lol.

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