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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Gostava de partilhar do optimismo de algumas pessoas que fui ouvindo ao longo do dia com isto.
O que vejo neste momento é que tínhamos/temos um governo de esquerda que de esquerda nada tinha cheio de casos nublosos, zero alternativas e uma justiça que dá show nas detenções para depois não resolver m*rda nenhuma.
Entretanto vamos viver em duodécimos até ter novo orçamento...um País meses parado. 
Pelo meio temos um Presidente Senil. 

Resumindo, só vejo nuvens negras.

 

Editado por Axadrezado
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Citação de antifa, há 44 minutos:

Este Paulo Raimundo é terrível.

Não consegue expor uma ideia do princípio ao fim

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Citação de Don Vito Corleone, há 6 minutos:

com o seu meio deputado?

Podes fazer uma super paf com estes 4 partidos. A ideologia é a mesma. 

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O Pedro Marques Lopes implantou-me a ideia de que isto pode ser uma conspiração caso não se prove nada, e estou a gostar do plot.

Editado por kareca

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Citação de kareca, há 1 minuto:

O Pedro Marques Lopes implantou-me a ideia de que se isto é uma conspiração para mandar o Costa fora e estou a gostar do plot.

Onde ouviste?

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Citação de antifa, há 3 minutos:

Onde ouviste?

Sic noticias, há uns 10 minutos. Entretanto editei, ele não deu a entender que é conspiração. Disse "caso se"

Editado por kareca

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Acho que já vi mais gente de direita a dizer que a esquerda atribui a culpa de tudo ao Passos Coelho do que pessoas de esquerda a de facto atribuir a culpa de tudo ao Passos Coelho. 

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Citação de kareca, há 11 minutos:

O Pedro Marques Lopes implantou-me a ideia de que se isto é uma conspiração para mandar o Costa fora e estou a gostar do plot.

Assumindo que o Costa de facto não está metido ao barulho, mas o Galamba e o Vitor Escária estão, so por si, para mim, já era suficiente para este desfecho. Quantos membros do governo/ministros estiveram envolvidos em polémica? Quantos já se demitiram/foram demitidos? O Primeiro Ministro também tem que ser culpabilizado por isso.

Eu honestamente não entendo como e que se fala tão levemente do Pedro Nuno Santos como natural, e merecer sucessor do Costa. Parece que a história da Alexandra Reis e dos contratos milionários da empresa do pai dele com o estado já foram num passado muito longínquo. Gostava de ver alguém mais integro a chegar-se à frente, que tenha estado distante desta confusão que tem sido os últimos anos.

Editado por Don Vito Corleone

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Tem de se generalizar a culpa, tem lógica. 

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Citação de Thierry Henry, há 6 minutos:

Acho que já vi mais gente de direita a dizer que a esquerda atribui a culpa de tudo ao Passos Coelho do que pessoas de esquerda a de facto atribuir a culpa de tudo ao Passos Coelho. 

Juro que estava agora mesmo a escrever um post neste sentido. É hilariante.

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Citação de jmopborba, há 32 minutos:

pode acontecer, sim

diria 50/50 nesta fase

Por causa do Orçamento?

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Citação de Don Vito Corleone, há 12 minutos:

Gostava de ver alguém mais integro a chegar-se à frente, que tenha estado distante desta confusão que tem sido os últimos anos.

Queres o dragão de que cor?

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Citação de Don Vito Corleone, há 4 minutos:

Não é generalizar, é responsabilizar.

Tens de responsabilizar o António Costa por crimes que não cometeu. Caso se prove que não os cometeu, claro. 

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Citação de Che, Agora:

Tens de responsabilizar o António Costa por crimes que não cometeu. Caso se prove que não os cometeu, claro. 

Responsabilizar por errar múltiplas vezes em quem escolhe para cargos de alta importância. Fazendo um paralelo com o nosso Benfica, é um pouco como responsabilizar o Schmidt por meter o Jurasek, o Chiquinho, o Aursnes fora de posição, mesmo não sendo ele que vai para dentro de campo jogar.

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Citação de Petar Musa, há 12 minutos:

Por causa do Orçamento?

Sim.

5/9 dos Conselhos de Ilha não deram parecer positivo e o que vou ouvindo não me dá segurança. A IL também já disse que vai votar contra ... e só aí já estão em xeque, sem a maioria necessária.

Editado por jmopborba
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Citação de Don Vito Corleone, há 2 minutos:

Responsabilizar por errar múltiplas vezes em quem escolhe para cargos de alta importância. Fazendo um paralelo com o nosso Benfica, é um pouco como responsabilizar o Schmidt por meter o Jurasek, o Chiquinho, o Aursnes fora de posição, mesmo não sendo ele que vai para dentro de campo jogar.

Não, é o mesmo que despedires o Pioli porque o tonali foi apanhado num escândalo de corrupção de combinação de apostas. 

Tem que se responsabilizar o Pioli. 

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Citação de Snytram97, há 4 horas:

Caso lítio e hidrogénio: porque é que o MP investiga o Governo? Que negócios são estes? E que suspeitas recaem sobre o data center de Sines?

As primeiras suspeitas sobre o lítio e o hidrogénio datam de 2019. Desde então os projetos de investimento foram avançando, mas devagar. O que está em causa afinal na investigação que já levou a várias detenções esta terça-feira?

Dezenas de buscas e várias detenções. A operação que esta terça-feira abalou o Governo radica numa investigação sobre os negócios do hidrogénio e do lítio, cujos primeiros factos remontam ao ano 2019. O que aconteceu desde então? De onde vêm as suspeitas? Quem está envolvido? Seis perguntas e respostas sobre o que se sabe de um dossiê que queima.

1

POR QUE ESTÁ O MINISTÉRIO PÚBLICO A INVESTIGAR O GOVERNO?

No início de janeiro deste ano a Procuradoria Geral da República (PGR) admitiu ter em curso um inquérito que investigava “matéria relacionada com os chamados negócios do lítio e do hidrogénio verde”, mas na altura o inquérito, sob segredo de justiça, não tinha arguidos constituídos. E até essa data João Galamba, que era ainda secretário de Estado da Energia, mas tinha acabado de ser nomeado ministro das Infraestruturas, não tinha ainda sido ouvido pelo Ministério Público nesta investigação. As suspeitas remontam ao ano 2019, tanto no dossiê do lítio como no do hidrogénio. No caso do lítio estará em causa a atribuição da concessão da exploração de lítio em Montalegre à empresa Lusorecursos. No hidrogénio o ponto central das suspeitas será o papel do Governo no desenvolvimento de um dos maiores projetos de hidrogénio do país, a desenvolver em Sines. Ao longo desta investigação já houve escutas (uma de quatro, realizadas em 2020, entre António Costa e João Pedro Matos Fernandes, foi considerada suspeita), e, esta terça-feira, buscas e detenções (incluindo o chefe de gabinete do primeiro-ministro, Vítor Escária).

2

COMO NASCEU A POLÉMICA DO LÍTIO?

A polémica do lítio data de 2019. Em março desse ano o então secretário de Estado da Energia, João Galamba, concedeu à Lusorecursos Portugal Lithium a autorização para a exploração de lítio em Montalegre. Acusado de ter aprovado o contrato de exploração a uma empresa constituída três dias antes, o governante desvalorizou a data de constituição da sociedade-veículo e lembrou que o Estado estava obrigado a autorizar a exploração, ao abrigo da legislação vigente, e de um contrato de concessão de 2012, que previa que a Lusorecursos, após o período de prospeção e pesquisa, pudesse requerer a concessão da exploração. Recorde-se que os trabalhos difundidos pela RTP no programa “Sexta às Nove” levaram Galamba a classificar o programa como “estrume” na rede social Twitter (atual X), da qual tem estado ausente desde que foi nomeado ministro das Infraestruturas.

3

E DE ONDE VÊM AS SUSPEITAS SOBRE O HIDROGÉNIO?

As suspeitas do hidrogénio também remontam a 2019. No verão daquele ano o empresário Marc Rechter (um holandês radicado há vários anos em Portugal) apresentou a João Galamba um projeto de produção de hidrogénio verde em larga escala, visando a exportação para a Holanda. Entusiasmado com a perspetiva de criação de uma nova fileira industrial na área da energia, Galamba deu especial atenção nos meses seguintes ao dossiê do hidrogénio, reunindo com diversas entidades.

Rechter levou também a ideia do projeto a algumas das maiores empresas portuguesas, incluindo Galp e EDP, e chegou a apresentar o consórcio à Comissão Europeia no início de 2020, no sentido de candidatar o projeto de Sines ao estatuto IPCEI (acrónimo para “Projeto Importante de Interesse Comum Europeu”), um “selo” que confere aos seus promotores uma espécie de “via verde” na avaliação da Comissão Europeia em matéria de ajudas de Estado em potenciais atribuições de subsídios. Só que em julho de 2020 as maiores empresas acabaram por decidir apresentar o seu próprio consórcio para o hidrogénio verde (designado H2Sines), excluindo Rechter. O empresário formou entretanto um consórcio concorrente (projeto Green Flamingo), no qual incluiu as empresas Tag Energy, Proton Ventures, Acciona, entre outras.


Em novembro de 2020, depois de a revista “Sábado” ter noticiado que estava em curso uma investigação do Ministério Público sobre o hidrogénio, suspeitando do favorecimento dos interesses de empresas como a EDP, Galp e REN, o gabinete de João Galamba divulgou publicamente uma lista de meia centena de reuniões que tinha tido sobre o tema do hidrogénio, no sentido de mostrar que o Governo teria analisado este dossiê com um leque alargado de entidades interessadas, e não apenas com as grandes empresas do mega-projeto de Sines.

4

O QUE ACONTECEU ENTRETANTO NOS NEGÓCIOS DO LÍTIO?

No lítio, a Lusorecursos teve em setembro deste ano uma declaração de impacto ambiental favorável, mas condicionada, por parte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para avançar com a exploração de lítio em Montalegre, depois de ter reformulado o projeto inicial, que havia sido “chumbado”. O investimento está estimado em 650 milhões de euros, numa exploração de 637 hectares, dos quais 30 a céu aberto e o restante em áreas subterrâneas. A extração de lítio deverá arrancar em 2027.

Mas há outros projetos de lítio a serem desenvolvidos em Portugal. Em maio deste ano a britânica Savannah Resources obteve também uma declaração favorável da APA para explorar lítio na mina do Barroso, no concelho de Boticas, estando neste momento à procura de um parceiro estratégico para desenvolver e financiar o investimento.

Há outros projetos que poderão ser desenvolvidos no país. No final de 2021 o Governo assinou mais de uma dezena de contratos de prospeção e pesquisa de vários minérios, incluindo um contrato de concessão para a exploração de lítio em Argemela (Covilhã), com a empresa Pannn. Em fevereiro de 2022 o Governo prometeu lançar um concurso para a prospeção de lítio em mais seis áreas no país. Mas esse procedimento ainda não avançou. Em setembro o Ministério do Ambiente indicou ao “Jornal de Negócios” que avançaria “nos próximos meses”.

O Governo tem defendido a importância e oportunidade da criação de uma cadeia de valor na área do lítio, que abranja não apenas a extração do recurso, mas também o seu processamento e aproveitamento, incluindo o fabrico de baterias em território nacional. A Galp e a sueca Northvolt criaram no final de 2021 uma empresa conjunta, a Aurora, para investir numa fábrica de processamento de lítio em Setúbal. As duas empresas pretendem tomar a decisão final sobre se investem ou não no próximo ano. Paralelamente, está em fase de licenciamento ambiental um projeto da chinesa CALB para instalar em Sines uma fábrica de baterias.

5

E O QUE ACONTECEU NO HIDROGÉNIO?

O mega-projeto na origem da polémica, o tal que separou Marc Rechter das gigantes Galp e EDP, ainda não saiu do papel, tal como grande parte de outros projetos de hidrogénio verde de menor escala, que têm enfrentado desafios ao nível do licenciamento e financiamento. No entanto, o projeto de Sines já deu os primeiros passos no licenciamento ambiental.

Em janeiro deste ano a APA indicou ao consórcio Hytlantic (que junta EDP, Galp, Bondalti, Engie, Martifer e Vestas) que a proposta preliminar de estudo de impacto ambiental cumpria os requisitos. Em causa está a instalação de uma unidade de produção de hidrogénio verde nos terrenos da antiga central a carvão de Sines, com 96 megawatts (MW) de capacidade de eletrólise, a arrancar em 2026. O projeto, designado “GreenH2Atlantic”, prevê produzir anualmente 9 mil toneladas de hidrogénio verde, perto de um terço para ser enviado para a refinaria da Galp em Sines, e o restante para ser injetado na rede de gás natural que é explorada pela REN.

Este investimento foi reconhecido pelo Governo como um projeto PIN (Potencial Interesse Nacional) e já obteve 30 milhões de euros de financiamento comunitário ao abrigo do programa Horizon 2020.

Paralelamente, têm sido lançados outros projetos de hidrogénio verde em Portugal, cujos promotores têm procurado, o mais possível, subsídios públicos, para apoiar investimentos numa tecnologia ainda pouco madura. O Fundo Ambiental, já aprovou subsídios de 102 milhões de euros ao hidrogénio verde e outros gases renováveis.

E a Galp já tomou a decisão de investir mais de 200 milhões de euros na produção própria de hidrogénio verde na sua refinaria de Sines (com um volume complementar ao que virá do consórcio que tem com a EDP), projeto que em junho deste ano teve declaração favorável da Agência do Ambiente.

Já em setembro último a empresa Ngreen Hydrogen iniciou o licenciamento ambiental de um projeto de combustível verde para navios, que implicará elevados volumes de hidrogénio verde, também em Sines, num investimento de até 1,5 mil milhões de euros.

Na verdade, Sines será o maior polo de atração de investimentos em hidrogénio verde e descarbonização da indústria, prevendo atrair investimentos de mais de 20 mil milhões de euros até 2030, como o Expresso contou neste trabalho. Grande parte dos projetos estão na área da energia, mas outro investimento emblemático é o centro de dados da Startcampus, cuja construção já arrancou. É um de vários empreendimentos que já levaram João Galamba a afirmar várias vezes que “temos atraído várias Autoeuropas para Portugal”.

6

POR QUE SURGE O DATA CENTER DE SINES NA INVESTIGAÇÃO?

Entre os detidos na operação desta terça-feira está o presidente executivo da Start Campus, a empresa promotora do centro de dados que está a ser construído em Sines. Afonso Salema é o rosto deste projeto financiado pela Davidson Kempner e Pioneer Point Partners, e cujas obras o Expresso visitou em março.

Mas além de Afonso Salema, também foram detidos o consultor Diogo Lacerda Machado (que além de amigo do primeiro-ministro, António Costa, foi em 2021 contratado para dar consultoria à Start Campus, segundo escreveu nesse ano o semanário “Novo”). Entre as detenções está ainda o presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas.

O facto de o centro de dados ter sido incluído numa investigação que arrancou com o hidrogénio e o lítio poderá indiciar que o inquérito se debruçará de forma mais abrangente sobre suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo alguns dos maiores projetos de investimento em curso no país e os decisores políticos que terão permitido ou de algum modo apoiado a sua concretização.

Ao final da manhã desta terça-feira a Procuradoria-Geral da República emitiu um comunicado indicando que "no decurso das investigações surgiu, além do mais, o conhecimento da invocação por suspeitos do nome e da autoridade do primeiro-ministro e da
sua intervenção para desbloquear procedimentos no contexto suprarreferido". “Tais referências serão autonomamente analisadas no âmbito de inquérito instaurado no Supremo Tribunal de Justiça, por ser esse o foro competente”, indicou a PGR.

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Citação de Ego Sum, há 2 horas:

Quase 2024 e eu ainda não conheço um único apoiante do Chega, nem proxys com esses soundbytes.

O mais perto que tenho é o pai de uma colega de trabalho, que mora no sul.

@Ticampos tens dados das últimas eleições em que dê para ver votos no Chega por distrito? Estou curioso para perceber se vivo numa bolha ou se o Porto é um bastião antifascimo

O Porto é uma bolha anti fascista. Mais o Porto Porto, mas o distrito também é pouco Chega.

Eu moro no distrito de Lisboa e conheço gente, sobretudo no emprego que vai votar Chega. Imensos mesmo. Gente que nunca pensei que fosse votar Chega, inclusive na família. 

Não ficava surpreendido se passassem os 15% com estes eventos. Mas vamos a ver.

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Citação de Thierry Henry, há 37 minutos:

Acho que já vi mais gente de direita a dizer que a esquerda atribui a culpa de tudo ao Passos Coelho do que pessoas de esquerda a de facto atribuir a culpa de tudo ao Passos Coelho. 

É apenas algo sempre mas sempre referido em todo e qualquer debate parlamentar desde que o PS assumiu a liderança do governo pós PPC.

Editado por zeca galhão

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

O Porto é uma bolha anti fascista. Mais o Porto Porto, mas o distrito também é pouco Chega.

Eu moro no distrito de Lisboa e conheço gente, sobretudo no emprego que vai votar Chega. Imensos mesmo. Gente que nunca pensei que fosse votar Chega, inclusive na família. 

Não ficava surpreendido se passassem os 15% com estes eventos. Mas vamos a ver.

Vão chegar aos 20%

leram aqui primeiro

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Citação de Ticampos, há 2 minutos:

O Porto é uma bolha anti fascista. Mais o Porto Porto, mas o distrito também é pouco Chega.

Eu moro no distrito de Lisboa e conheço gente, sobretudo no emprego que vai votar Chega. Imensos mesmo. Gente que nunca pensei que fosse votar Chega, inclusive na família. 

Não ficava surpreendido se passassem os 15% com estes eventos. Mas vamos a ver.

O Porto é uma bolha anti Benfica e o ventura andava na televisão naqueles programas de chalupas da bola. 

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Citação de Che, há 1 minuto:

Não, é o mesmo que despedires o Pioli porque o tonali foi apanhado num escândalo de corrupção de combinação de apostas. 

Tem que se responsabilizar o Pioli. 

Tenho alguma dificuldade em equiparar as situações. Se calhar atribuo demasiada responsabilidade ao PM....

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