antifa Publicado 28 Fevereiro 2024 (editado) Honestamente eu acho é que muito do circo eleitoral, os possíveis impactos seja do que for que aconteça, seja do aparecimento do PPC, etc, são brutalmente empolados e, aliás, apenas artificialmente criados pelos nerds da política nos espaços de comentários da tv. O grosso dos votantes não respira isto 24 horas por dia, nem ocupa a cabeça a tentar pensar em todas as conjecturas possíveis. Tentar-se fazer disto um jogo de xadrez baseado na opinião de gente que vive numa realidade paralela, como é a classe dos comentadores é idiota. Quem entendia isso bem aliás era o António Costa que várias vezes desvalorizou o impacto de momentos mediáticos aparentemente importantes. Pessoalmente, mais que tudo o resto, tacticismos, programas, etc, eu tenho a certeza que o grosso da motivação do voto se baseia basicamente em duas coisas, a questão de feeling sobre uma figura específica de um candidato e a rejeição por certas soluções de governo. Editado 28 Fevereiro 2024 por antifa 3 15 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de F_Tex, há 9 horas: https://expresso.pt/politica/eleicoes/legislativas-2024/grandes-temas/2024-02-27-Pagamos-impostos-a-mais-ou-estao-mal-distribuidos--dc516fdc caro @Lebohang consegues arranjar? Portugal tem uma carga fiscal menor do que a média europeia - embora os 38% em percentagem do produto interno bruto sejam o valor mais elevado numa década -, mas os salários baixos auferidos pelas famílias implicam um maior sacrifício para pagar impostos e as contribuições sociais do que na maioria dos Estados-membros O país suporta em impostos e contribuições para a Segurança Social o equivalente a 38% do Produto Interno Bruto (PIB): é o peso mais elevado de uma década, segundo dados do Eurostat, o gabinete de estatísticas europeu. E é igualmente verdade que Portugal tem uma carga fiscal abaixo da média da União Europeia (41%), e muito distante de países como França (48%), Bélgica (46%) e Áustria (44%), sinaliza, numa publicação recente no LinkedIn o Instituto Mais Liberdade, uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é “promover os principais pilares da democracia liberal e fomentar a literacia económica e financeira”. Tal não significa, porém, que os portugueses estejam em vantagem, já que o nosso país “é o quarto do espaço comunitário onde o esforço fiscal é maior”, atrás de Grécia, França e Croácia. O problema? Os baixos rendimentos e, por isso, explica o Mais Liberdade, é que a comparação de carga fiscal entre diferentes países, com níveis de rendimento e preços muito distintos pode gerar ideias longe da realidade. Usar o esforço fiscal como métrica é mais adequado, defende a organização, “porque relaciona os impostos cobrados com a capacidade económica do contribuinte”. Na União Europeia (UE), os países com maiores rendimentos e mais desenvolvidos têm uma carga fiscal mais alta, mas também é nessas economias que os contribuintes dispõem de maior margem financeira para cobrir os encargos fiscais. E isso não acontece em Portugal. Um estudo do instituto alemão Ifo confirmou que a classe média em Portugal suporta uma carga fiscal mais baixa do que a média europeia. Com base em dados de 2019, um casal de classe média, em que ambos declaram salários idênticos, com dois filhos, entrega ao Estado uma contribuição fiscal média de 10,5% do rendimento. Esta é a quarta carga fiscal mais baixa entre os 27 Estados-membros e também fica bastante abaixo da média da UE, que, naquele ano, se situou em torno dos 17%. O revés da medalha é que Portugal pontua entre os países onde se ganha pior, ficando em 11º lugar do ranking dos 27 com os rendimentos mais baixos. MAIS ECONOMIA... A solução é termos uma economia que permita pagar melhor aos trabalhadores, assinala Luís Leon, fiscalista e cofundador da consultora Ilya. “Estamos a ser chamados a pagar em impostos o resultado de défices sucessivos desde 1974”, faz notar, apesar de, em 2023, as contas públicas terem terminado com um saldo positivo de €4330 milhões, em contabilidade pública, segundo a Direção-Geral do Orçamento, e de a dívida pública se ter situado abaixo dos 100% do Produto Interno Bruto (o que já não acontecia desde 2009). Portugal pontua entre os países onde se ganha pior, ficando em 11º lugar do ranking dos 27 com os rendimentos mais baixos Na opinião do especialista em impostos, “só podemos fazer uma redução do valor que cada um paga de impostos se existirem mais pessoas ou mais empresas a pagar impostos ou se as pessoas e as empresas que cá estão ganharem mais (ou obviamente uma combinação de ambos)”. Sem se “discutir a sério a criação de riqueza e sem uma cultura favorável à criação de riqueza, nada vai mudar”, vaticina Luís Leon. Ou seja, ciclicamente iremos viver numa montanha-russa de subidas e de descidas de impostos. Na proposta de Orçamento do Estado para este ano, o Governo inscreveu um ‘desconto’ de €1,6 mil milhões no IRS, fruto da atualização dos escalões de rendimento coletável, da revisão do mínimo de existência e da redução nas taxas até ao 5º escalão do IRS (€27.146 de rendimento anual coletável). Será sol de pouca dura? Luís Leon não tem dúvidas de que assim será, caso não se resolva o nosso “problema económico”, em que os salários baixos “são uma consequência direta da lei da oferta e da procura de trabalhadores e da capacidade que as empresas têm em conseguir traduzir o trabalho produzido em lucros”. É que “quanto mais escassa é a competência de um trabalhador no mercado de trabalho e maior o valor que esse trabalho gera, maior será o salário”. A carga fiscal sobre as empresas contribui para a falta de competitividade nacional e para a manutenção de vencimentos reduzidos, conclui, por sua vez, o economista Carlos Alves, num estudo recente para a Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (Sedes), da qual é vice-presidente. Países como Portugal, com taxas de tributação elevadas, tendem a ter empresas menos competitivas, mais endividadas e com salários mais baixos, além das consequências ao nível da estrutura de capitais das empresas ou do tipo de investimento que o país consegue captar, diz o estudo “Reflexão sobre as implicações concorrenciais da elevada carga tributária sobre o rendimento das empresas”. É que, perante uma carga fiscal mais expressiva, as empresas para competirem nos mercados internacionais e nos bens transacionáveis compensam essa tributação com a redução de custos em áreas como os salários, para terem uma margem antes de impostos superior, assinala o professor. O nosso país “é o quarto do espaço comunitário onde o esforço fiscal é maior”, segundo o Instituto Mais Liberdade Carlos Alves traça o retrato da tributação das empresas notando que o Estado se pode “apropriar de 50,68% dos resultados gerados por uma empresa”. “Na realidade, se esta for tributada em sede de IRC à taxa máxima de 31,5% [taxa nominal de 21%, mais derramas] e distribuir 100% dos resultados líquidos, aplicando-se a taxa de tributação dos dividendos (28%), os acionistas apenas ficarão com 49,32%. Menos de metade”, segundo as suas contas. Não hesita em responder que não só pagamos impostos a mais, como estes estão mal distribuídos. “Em Portugal a carga fiscal e, sobretudo, o esforço fiscal são dos mais altos da UE”, reitera. No que respeita ao IRC, “40,6% das empresas portuguesas não pagam imposto, de acordo com as mais recentes estatísticas da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT)” e acrescenta que “há, também, uma elevada concentração da tributação do IRS numa reduzida parte dos contribuintes (cerca de 20% asseguram cerca de 80% da receita total)”. ...E ECONOMIA SUBTERRÂNEA Outro problema, assinala, é a atividade subterrânea que escapa à tributação, o que também é um entrave à descida do nível dos impostos. “Um estudo da Faculdade de Economia do Porto dá conta de que a economia não registada representa quase 35% do PIB. Isto é uma brutalidade”, afirma. Tal cenário é confirmado por Nuno Barroso, inspetor tributário e presidente da APIT — Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira: “Somos um país em que a fuga aos impostos continua a ser uma espécie de desporto nacional”, não obstante “o trabalho feito nas duas últimas décadas pela AT, que tem vindo a contribuir para que não seja uma realidade tão fácil de manter”, disse ao Expresso na iniciativa “Ministérios Sombra”, no âmbito da qual, a propósito das legislativas, têm sido ouvidos diversos especialistas sobre temas fundamentais para a sociedade portuguesa. Para o dirigente, tal postura perante o incumprimento só muda com investimento “em cidadania fiscal e isso não tem acontecido independentemente da cor dos governos”. Também Rogério Fernandes Ferreira, ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (durante o segundo Governo de António Guterres), assinala que “pagamos impostos a mais”, “estão mal distribuídos” e, além de “um problema de carga fiscal excessiva”, temos baixos rendimentos. “No IRS, as nossas taxas poderão estar alinhadas com a média europeia, mas a realidade dos escalões e dos salários reais não está” e isso “estrangula a progressão salarial, uma vez que um salário melhor não significa necessariamente uma melhoria efetiva na disponibilidade financeira”. Os escalões do IRS vigente persistem em aplicar taxas muito altas a rendimentos que são modestos, explica o advogado e fiscalista, “incentivando, ainda mais, a saída de pessoas e bens para o estrangeiro”. A solução? “É preciso reduzir a progressividade do IRS, quer nos escalões intermédios quer nos mais elevados, incluindo taxas adicionais.” Rogério Fernandes Ferreira defende que é preciso pôr a economia a crescer a sério e aumentar a produtividade, além de se “reduzir a dimensão do Estado”. O antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais realça ainda que “os salários não crescem por decreto, apenas se forem criados novos empregos e empresas mais eficientes e com capitais estrangeiros”. FRASES “[IRS alto sobre salários baixos] incentiva a saída de pessoas e bens para o estrangeiro” Rogério Fernandes Ferreira Ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais “Há uma elevada concentração da tributação do IRS numa reduzida parte dos contribuintes” Carlos Alves Economista “[Sem se] discutir a sério a criação de riqueza e sem uma cultura favorável à criação de riqueza, nada vai mudar” Luís Leon Fiscalista 1 Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 28 Fevereiro 2024 A Cancio não vai deixar de escrever à pita nunca? Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de kareca, Agora: A Cancio não vai deixar de escrever à pita nunca? tuiteira Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 28 Fevereiro 2024 Deixei de ler aqui: "publicação recente no LinkedIn o Instituto Mais Liberdade". A credibilidade que vão dando a isto é assustadora. 3 Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 28 Fevereiro 2024 O PPC tem das melhores get out of jail free card, nunca vai poder ser acusado de racismo por causa da falecida. E o Jonet está naquela intersecção muito particular, acho que se não fosse tão feio as pessoas percebiam mais depressa que é tão ou mais burro que muitos que andam a vender opiniões. 3 6 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de whatever, há 2 minutos: E o Jonet está naquela intersecção muito particular, acho que se não fosse tão feio as pessoas percebiam mais depressa que é tão ou mais burro que muitos que andam a vender opiniões. Porra 😂😂😂 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Ed, há 30 minutos: Deixei de ler aqui: "publicação recente no LinkedIn o Instituto Mais Liberdade". A credibilidade que vão dando a isto é assustadora. Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de whatever, há 3 minutos: E o Jonet está naquela intersecção muito particular, acho que se não fosse tão feio as pessoas percebiam mais depressa que é tão ou mais burro que muitos que andam a vender opiniões. f*da-se LOOOOOOOOL Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de HappyKing, há 1 hora: Paulo Núncio da AD defende um novo referendo ao aborto - Renascença (sapo.pt) Era a isto que me referia, @Hammerfall . De que adianta o poder de compra? Só falta o Gonçalo da Camara Pereira aparecer e enterrar mais Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 28 Fevereiro 2024 vinha cá por essa a AD foi uma jogada de mestre, particularmente, dos bacanos do psd que se esqueceram que já estamos 40 anos à frente. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 28 Fevereiro 2024 Muito bem o Paulo Núncio ao roubar o discurso do Chega para lhe retirar votos, como fez PPC na 2ª Feira. NÃO PASSARÃO! (as pessoas do Chega, as suas ideias sim) 1 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 28 Fevereiro 2024 @noikeee se quiseres uma alternativa centrona, sempre tens o VOLT: AMA que gostei muito Programa Eleitoral 1 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 28 Fevereiro 2024 E ao lado, o masturbador de cavalos Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 28 Fevereiro 2024 Esperem até mais logo o Bernardo Ferrão vos fazer ver que perceberam tudo mal sobre o que o Paulo Núncio disse. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Petar Musa, há 35 minutos: @noikeee se quiseres uma alternativa centrona, sempre tens o VOLT: AMA que gostei muito Programa Eleitoral Aquilo que define se é de esquerda ou direita económica faz do Volt, a meu ver, um partido de esquerda, tão ou mais que o PS. Não li o programa com grande profundidade mas na parte dos impostos não defendem reduções, por exemplo, apenas maior fiscalização (que é uma coisa que fica sempre bem dizer) e salários mais dignos para quem tem rendimentos mais baixos. Foi o partido mais lúcido daquele debate, mas isso infelizmente não quer dizer muito. Para o @noikeee o melhor mesmo era o caminho que o PSD aparentava querer seguir antes do PPC meter-se ao barulho. E talvez numa coligação com a IL onde as propostas mais progressistas poderiam ser implementadas. Compartilhar este post Link para o post
Liberblue Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Mica, há 15 horas: Isso é objetivamente falso e demonstra, quanto muito, que os media e/ou os partidos populistas conseguem manipular a percepção das pessoas sobre a sociedade. É só pesquisar algo do género "criminal rate europe per year" ou qualquer coisa do género. Depois podes juntar ao mix palavras como "immigrants" se quiseres resultados mais específicos. Sempre que alguém faz uma afirmação forte, o melhor a fazer é procurar provas que sustentem as suas afirmações e só depois vir dizer se tem razão ou não. edit: aparentemente o Polígrafo já fez a papinha para quem for preguiçoso: https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/passos-coelho-associa-imigracao-a-falta-de-seguranca-criminalidade-tem-crescido-com-aumento-de-imigrantes-em-portugal Não, porque os gráficos mostram apenas os dados até 2022 e a imigração descontrolada que está a ocorrer em Portugal e na Europa teve o seu início em 2023. Por isso sem os dados de 2023 não podemos tirar conclusões. No entanto, houve um aumento da criminalidade no último ano, para os niveis anteriores, certo que é devido ao fim das restrições do COVID-19, mas podemos analisar pelo gráfico que a tendência será para o aumento desta. Em relação ao número de reclusos, isso não quer dizer nada, porque normalmente a pequena criminalidade não conta para essa estatística. Além de que o número de reclusos traz o eco do passado e não é indicativo do presente. Mais ainda, tens que sempre contar que a pequena criminalidade é pautada por cifras negras e desconhecemos as estatísticas dos mesmos. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Mica, há 4 minutos: Aquilo que define se é de esquerda ou direita económica faz do Volt, a meu ver, um partido de esquerda, tão ou mais que o PS. Não li o programa com grande profundidade mas na parte dos impostos não defendem reduções, por exemplo, apenas maior fiscalização (que é uma coisa que fica sempre bem dizer) e salários mais dignos para quem tem rendimentos mais baixos. Foi o partido mais lúcido daquele debate, mas isso infelizmente não quer dizer muito. Para o @noikeee o melhor mesmo era o caminho que o PSD aparentava querer seguir antes do PPC meter-se ao barulho. E talvez numa coligação com a IL onde as propostas mais progressistas poderiam ser implementadas. Eu acho que o Volt, olhando para o programa, mais centro direita. Tem politicas centronas como maior aposta no investimento publico de infrastruturas mas, no pontos 2.3.1, vira a agulha para a direita defende uma reforma laboral com vista a uma maior circulação dos trabalhadores. Na educação foca o facto de se dever investir na Literacia financeira, por exemplo. No geral, gostei do que já li. 1 Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 28 Fevereiro 2024 (editado) Citação de Lebohang, há 19 minutos: Aliás, os States e Polónia são bons exemplos para ver que estas ideias da direita são só retórica e que o ataque a autonomia física feminina é feito puramente por motivos eleitoralistas e sem impacto real nas liberdades e saúde das mulheres Eu tinha vergonha de escrever uma m*rda daquelas Editado 28 Fevereiro 2024 por SAS_Robben 3 Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Liberblue, há 10 minutos: Não, porque os gráficos mostram apenas os dados até 2022 e a imigração descontrolada que está a ocorrer em Portugal e na Europa teve o seu início em 2023. Por isso sem os dados de 2023 não podemos tirar conclusões. No entanto, houve um aumento da criminalidade no último ano, para os niveis anteriores, certo que é devido ao fim das restrições do COVID-19, mas podemos analisar pelo gráfico que a tendência será para o aumento desta. Em relação ao número de reclusos, isso não quer dizer nada, porque normalmente a pequena criminalidade não conta para essa estatística. Além de que o número de reclusos traz o eco do passado e não é indicativo do presente. Mais ainda, tens que sempre contar que a pequena criminalidade é pautada por cifras negras e desconhecemos as estatísticas dos mesmos. Dizes que não podemos tirar conclusões (igualmente falso) mas tu tiraste na mesma. Não existem dados nenhuns que comprovem que houve "imigração descontrolada" em 2023. O número de imigrantes em Portugal no final de 2022 já era de 800000, o dobro em relação a 2012. Houve aumento de criminalidade com base em que provas? Tendência do gráfico? Recomendo-te a ler isto: https://thinkinsights.net/consulting/straight-line-instinct/ O resto é dito sem provas, mas para juntar ao mix a economia paralela também baixou nos últimos anos. Não tens nada a teu favor a não ser achismos, tal como o teu mentor. Citação de Petar Musa, há 8 minutos: Eu acho que o Volt, olhando para o programa, mais centro direita. Tem politicas centronas como maior aposta no investimento publico de infrastruturas mas, no pontos 2.3.1, vira a agulha para a direita defende uma reforma laboral com vista a uma maior circulação dos trabalhadores. Na educação foca o facto de se dever investir na Literacia financeira, por exemplo. No geral, gostei do que já li. Eu salto logo para a parte dos impostos para perceber o posicionamento, normalmente é sintomático. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Mica, há 1 minuto: Eu salto logo para a parte dos impostos para perceber o posicionamento, normalmente é sintomático. Até pode ser o meu wishful thinking porque a malta como eu está orfã de partidos que os representem minimamente 1 Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Petar Musa, há 9 minutos: Eu acho que o Volt, olhando para o programa, mais centro direita. Tem politicas centronas como maior aposta no investimento publico de infrastruturas mas, no pontos 2.3.1, vira a agulha para a direita defende uma reforma laboral com vista a uma maior circulação dos trabalhadores. Na educação foca o facto de se dever investir na Literacia financeira, por exemplo. No geral, gostei do que já li. Ui não pode, e depois queremos mais o quê? Aulas de como fazer um tacho de arroz?? pffff Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 28 Fevereiro 2024 Citação de Hammerfall, Agora: Ui não pode, e depois queremos mais o quê? Aulas de como fazer um tacho de arroz?? pffff Dava-me jeito aulas de como estrelar um ovo. 😞 1 Compartilhar este post Link para o post