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Mesut Ozil

NBA Época 2024

Publicações recomendadas

Citação de andriy pereplyotkin, há 21 horas:

O Matrix é boa aposta @Kendrick Lmao, fiquei feliz por ter ganho lá o título. Mas não sei, dos Mavs gosto de vários. Dos Lakers é que tem que ser o Nash, não só é o maior como os foi sabotar para fechar a carreira. Inside job mfers 😎 

mas o Nash é um anjinho, ele não seria capaz.

 

O zezé do Kyrie Irving a tentar "sabotar" o regresso da NBA. Tsk tsk

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Os Clippers dos meados dos anos noventa e da primeira década do novo milénio eram maus. Assustadoramente maus. Entre a época de 1993/94 e a época 2010/11, foram 18 anos com apenas duas idas aos playoffs (numa delas saindo sem vencer qualquer jogo) e derrotas acumuladas a um ritmo incrível, pela outra equipa de LA.

No mesmo período de tempo, os San Antonio Spurs nunca tiveram menos de 50 vitórias numa época, exceção feita à época de 98/99, reduzida devido a lockout (e onde, mesmo assim, venceram 37 dos 50 jogos), e à época em que David Robinson se lesionou, levando à escolha de Tim Duncan no Draft. Esta foi uma série super-dominadora dos Spurs que ainda continua a perdurar até aos dias de hoje. ainda que a série de 50-win seasons já tenha sido quebrada e a ida aos playoffs este ano tenho um asterisco ao lado. Nessas 18 épocas, de 93 a 2011, San Antonio conseguiu acumular 976 vitórias, ou uma média de 54 vitórias por ano. No mesmo período de tempo, os Clippers perderam a uma média de 52 jogos por temporada. Só com a chegada de um point guard de elite isto iria mudar (e não, infelizmente não estou a falar do Sam Cassell). Parte integrante deste bando de inúteis foi o senhor que se segue.

O MEU FAVORITO DE CADA EQUIPA E14: LOS ANGELES CLIPPERS - COREY MAGGETTE, SG/SF (2000-2008)

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Honorable Mentions: JJ Redick, SG (2013-2017) | Keyon Dooling, PG/SG (2000-2004)

Corey Maggette era a típica estrela dos Clippers da época - bons números numa equipa péssima, à lá Elton Brand ou, do lado defensivo da coisa, Chris Kaman. Ainda assim, e das poucas vezes que apanhava os Clippers a jogar porque a) eram horríveis e b) jogos a começar às 3:30 não obrigado, parece que o Maggette estava sempre on fire. E a verdade é que não raras vezes o homem fazia aquilo pelo que era conhecido: marcar pontos!

Em 14  épocas na NBA, mais de metade nos Clippers (8), ultrapassou por 3 vezes os 20 pontos por jogo e noutras 6 ficou acima dos 15, com  percentagens de lançamento que, não sendo espetaculares, eram absolutamente aceitáveis para um wing (45% de FG durante a carreira, embora com uns mauzinhos 32% de três pontos).

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A parte mais incrível da carreira de Maggete é que, mesmo tendo jogando catorze épocas e passado por 6 equipas distintas, fez tantos jogos ao longo da carreira nos playoffs, como teve épocas a marcar em double digits (12). Só por curiosidade fui ver que outros nomes poderiam aparecer em tão selecto grupo de heróis estatísticos. Procurei jogadores ativos desde 2000 e com pelo menos 7 épocas (o número de jogos de uma série completa nos playoffs) com 10 ou mais pontos por jogo (porque não sou masoquista e, mesmo assim, andei à pesca no perfil de mais de 150 jogadores) e eis a maravilhosa lista que vos quero apresentar:

  • Corey Maggette - 12 épocas com 10+PGG | 12 jogos nos playoffs;
  • Tyreke Evans - 10 épocas com 10+PPG | 8 jogos nos playoffs;
  • Nikola Vučević - 8 épocas com 10+PPG | 6 jogos nos playoffs;
  • Steve Francis - 8 épocas com 10+PPG | 5 jogos nos playoffs;
  • Emeka Okafor - 7 épocas com 10+PPG | 7 jogos nos playoffs;
  • Shareef Abdur-Rahim - 7 épocas com 10+PPG | 6 jogos nos playoffs;

Que bela lista! Cheira a mediocridade daqui até ao Bombarral (o Abdur-Rahim que me perdoe).

 

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Editado por Carson Wentz

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Sei que foi nos Warriors, mas quando me lembro do Maggette lembro-me sempre disto.

 

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eu associo o Maggette aos Warriors, talvez tenha sido em 08/09 que comecei a acompanhar.

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Ah, os Grit n' Grind Grizzlies, a equipa do quase (shoutout para o @SAS_Robben, que é especialista na matéria). A antítese do basquetebol espetáculo, numa altura em que a liga estava mais e mais a chegar à explosão dos três pontos que culminaria na dinastia de Golden State. Com um super-underrated Mike Conley, um par de defensores incríveis em Tony Allen e Marc Gasol, com este último a ser bem mais que isso e um Zach Randolph que ameaçava um 20-10 em cada noite que entrava na quadra, a peça que parecia faltar para fazer aquelas equipas de Memphis passarem de contenders a verdadeiros favoritos era um wing player que fosse primeiramente um scorer, capaz de esticar o campo, abrindo mais oportunidades para Gasol e Z-Bo no jogo interior. E, durante um par de épocas, parecia que esse jogador tinha sido encontrado. Apresento-vos:

O MEU FAVORITO DE CADA EQUIPA E15: MEMPHIS GRIZZLIES - O.J. MAYO, SG (2008-2012)

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Honorable Mentions: Mike Miller, SG/SF (2002-2008; 2013-2014) | Brian Cardinal, PF (2004-2008)

O.J. Mayo, SG da USC (South California e não South Carolina, já agora) foi a escolha dos Grizzlies com a terceira pick do draft de 2008, que viu Derrick Rose ser a primeira pick para os Chicago Bulls. Olhando agora, sabendo o que sabemos hoje, é óbvio que a escolha não foi a melhor. Mas na altura e até durante o primeiro par de épocas na NBA, tal seleção não parecia assim tão descabida. Mayo foi escolhido uma pick antes de Russell Westbrook, duas antes de Kevin Love, três antes de Danilo Gallinari, quatro antes de Eric Gordon e consideravelmente à frente de jogadores como Brook Lopez, Serge Ibaka, Nicolas Batum ou George Hill ou DeAndre Jordan, num draft bem interessante.

No meio dessa série de nomes, O.J. Mayo começou bem a carreira, sendo escolhido para a All-Rokie 1st Team e terminando em segundo lugar na votação para Rookie of the Year, atrás apenas de Derrick Rose, com médias de 18.5 PPG, 3.8 RPG, 3.1 APG e 1.1 SPG, lançando a 43.8% do campo, com 38.4% de três pontos. Desde 2000 até ao final da época passada, O.J. Mayo é um de apenas 13 jogadores a marcar pelo menos 18.5 pontos por jogo na sua rookie season, sendo, de entre eles, o 2º com melhor percentagem de 3 pontos, atrás apenas de Kyrie Irving (que curiosamente também marcou 18.5 pontos por jogo na sua rookie season). Fica aí a lista:

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Todos os jogadores da lista acima ganharam algum tipo de distinção individual na sua carreira, uma presença num All-Star Game que seja, até mesmo Luka Doncic ou Trae Young, apenas no segundo ano das suas carreiras. Todos menos um. Adivinham quem? O.J. Mayo, pois claro.

Na época seguinte, o bom momento continuou, inclusivamente com um excelente jogo frente aos Nuggets onde marcou 40 pontos, acertando 17 dos seus 25 lançamentos e Mayo parecia lançado na sua carreira enquanto sophomore, ainda que sem grande evolução estatística.

A partir daí foi quando começaram os problemas. Chegou atrasado a treinos, pegou-se à porrada com Tony Allen, foi suspenso por substâncias proibidas e começou a sair do banco, algo que Mayo não achou muita piada. Foi o princípio do fim de uma carreira que durou apenas oito anos na liga. Se ele tivesse cabeça aqueles Grizzlies podiam ter sido um caso (ainda mais) sério.

Amanhã é a vez de Miami, por muito que me custe.

 

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Citação de Carson Wentz, há 4 horas:

Ah, os Grit n' Grind Grizzlies, a equipa do quase (shoutout para o @SAS_Robben, que é especialista na matéria). A antítese do basquetebol espetáculo, numa altura em que a liga estava mais e mais a chegar à explosão dos três pontos que culminaria na dinastia de Golden State. Com um super-underrated Mike Conley, um par de defensores incríveis em Tony Allen e Marc Gasol, com este último a ser bem mais que isso e um Zach Randolph que ameaçava um 20-10 em cada noite que entrava na quadra, a peça que parecia faltar para fazer aquelas equipas de Memphis passarem de contenders a verdadeiros favoritos era um wing player que fosse primeiramente um scorer, capaz de esticar o campo, abrindo mais oportunidades para Gasol e Z-Bo no jogo interior. E, durante um par de épocas, parecia que esse jogador tinha sido encontrado. Apresento-vos:

O MEU FAVORITO DE CADA EQUIPA E15: MEMPHIS GRIZZLIES - O.J. MAYO, SG (2008-2012)

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Honorable Mentions: Mike Miller, SG/SF (2002-2008; 2013-2014) | Brian Cardinal, PF (2004-2008)

O.J. Mayo, SG da USC (South California e não South Carolina, já agora) foi a escolha dos Grizzlies com a terceira pick do draft de 2008, que viu Derrick Rose ser a primeira pick para os Chicago Bulls. Olhando agora, sabendo o que sabemos hoje, é óbvio que a escolha não foi a melhor. Mas na altura e até durante o primeiro par de épocas na NBA, tal seleção não parecia assim tão descabida. Mayo foi escolhido uma pick antes de Russell Westbrook, duas antes de Kevin Love, três antes de Danilo Gallinari, quatro antes de Eric Gordon e consideravelmente à frente de jogadores como Brook Lopez, Serge Ibaka, Nicolas Batum ou George Hill ou DeAndre Jordan, num draft bem interessante.

No meio dessa série de nomes, O.J. Mayo começou bem a carreira, sendo escolhido para a All-Rokie 1st Team e terminando em segundo lugar na votação para Rookie of the Year, atrás apenas de Derrick Rose, com médias de 18.5 PPG, 3.8 RPG, 3.1 APG e 1.1 SPG, lançando a 43.8% do campo, com 38.4% de três pontos. Desde 2000 até ao final da época passada, O.J. Mayo é um de apenas 13 jogadores a marcar pelo menos 18.5 pontos por jogo na sua rookie season, sendo, de entre eles, o 2º com melhor percentagem de 3 pontos, atrás apenas de Kyrie Irving (que curiosamente também marcou 18.5 pontos por jogo na sua rookie season). Fica aí a lista:

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Todos os jogadores da lista acima ganharam algum tipo de distinção individual na sua carreira, uma presença num All-Star Game que seja, até mesmo Luka Doncic ou Trae Young, apenas no segundo ano das suas carreiras. Todos menos um. Adivinham quem? O.J. Mayo, pois claro.

Na época seguinte, o bom momento continuou, inclusivamente com um excelente jogo frente aos Nuggets onde marcou 40 pontos, acertando 17 dos seus 25 lançamentos e Mayo parecia lançado na sua carreira enquanto sophomore, ainda que sem grande evolução estatística.

A partir daí foi quando começaram os problemas. Chegou atrasado a treinos, pegou-se à porrada com Tony Allen, foi suspenso por substâncias proibidas e começou a sair do banco, algo que Mayo não achou muita piada. Foi o princípio do fim de uma carreira que durou apenas oito anos na liga. Se ele tivesse cabeça aqueles Grizzlies podiam ter sido um caso (ainda mais) sério.

Amanhã é a vez de Miami, por muito que me custe.

 

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pff

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Citação de Lage_Effect, há 3 horas:

Tyreke Evans e o O. J. Mayo saíram dessa lista para passar umas linhas 412592370471796736.png

São completamente tiros ao lado nessa lista, são. O Mayo pelo menos ainda ganhou o Rookie of the Year, o que, ainda assim, é completamente ridículo, num ano com Blake Griffin (ok, que esteve lesionado o ano todo), Steph Curry e James Harden.

Citação de toze2, há 3 horas:

pff

Não precisavas de ter feito quote ao post todo... :senhorverde:

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O MEU FAVORITO DE CADA EQUIPA E16: MIAMI HEAT - UDONIS HASLEM, PF/C (2003-2020)

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Honorable Mentions: Jason Williams, PG (2005-2008) | Daequan Cook, SG/SF (2007-2010)

Lembram-se quando vos disse que o J.J. Barea era o único jogador ainda activo desta lista? Well, I lied. Pelo simples facto de que honestamente não me lembrava que ele ainda jogava. I mean, o homem tem 40 anos e, para além daqueles equipamentos Miami Vice fenomenais e assobiar o Jimmy Butler, que outro motivo teria eu para hoje em dia, com toda a escolha que existe, ver jogos de Miami na regular season? A verdade é que sim, ainda fez três jogos este ano, pelos Heat obviamente, como tem feito desde que se estreou, há dezassete anos atrás, mesmo não tendo sido escolhido no Draft.

É certamente impressionante, numa era em que cada vez mais jogadores saem dos franchises onde era suposto ficarem a carreira toda (ver Leonard, Kawhi; Westbrook, Russell), mas marcos de cada um dos franchises sempre aconteceram, desde os inícios da NBA com Bill Russell, ao boom da NBA com Magic e Bird, passando por Isiah Thomas e Reggie Miller, até exemplos mais recentes como Kobe, Duncan ou Dirk.

Mas todos estes tinham algo em comum, eram superstars, jogadores à volta dos quais qualquer franchise gostaria de se construir (menos o Isiah, fuck Isiah!), quando falamos de role players, como é o caso do Haslem que, sendo um bom ressaltador, nunca conseguiu mais de 12 pontos por jogo numa época, tendo apenas quatro temporadas em dezassete sequer acima dos 10 pontos nas dezassete que jogou, isso é ainda mais raro.

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Na verdade, decidi fazer outro deep dive esquisito no basketball reference e verificar: quantos jogadores que tenham jogado pelo menos dez temporadas na liga, sendo role players (e aqui defini como role player alguém que nunca tenha estado numa All-Star ou All-NBA Team), passaram toda a sua carreira na mesma equipa? A verdade é que, durante toda a história da NBA (e da ABA, já agora), não foram assim tantos.

Al Bianchi, nos Syracuse Nationals/Philadelphia 76'ers (mesma equipa, mas que mudou de cidade) foi o primeiro a fazê-lo, entre 1956 e 1966. Outros três jogadores imitaram o feito, com dez épocas na sua carreira, sempre na mesma equipa. A saber: Tom Boerwinkle pelos Chicago Bulls entre 68 e 78; Allen Leavell por Houston, entre 79 e 89 e ainda Darrell Griffith, que tecnicamente esteve onze anos nos Utah Jazz, mas apenas jogou em dez temporadas, perdendo a totalidade da época de 85/86 por lesão.

De seguida e não com dez mas sim com onze temporadas, temos Al Attles, divindindo o seu tempo entre Philadelphia e San Francisco, mas sempre com os Warriors, entre 1960 e 1971. De seguida, e com treze temporadas temos outros dois nomes, estes empatados no pódio desta estranha categoria. Tom Sanders, um dos nomes dos dominadores Celtics de Red Auerbach da décadas de 50/60, estando em Boston entre 1960 e 1973, mas nunca atingindo o patamar de estrela da equipa; e Jeff Foster, que jogou por Indiana entre 99 e 2012 e do qual, não sei bem como, não tenho a mais pequena recordação.

Chegamos por fim ao topo desta lista, com um conhecido vosso, Nick Collison, pois claro, que se retirou em 2018, depois de catorze épocas sempre ao serviço do mesmo franchise, mesmo tendo os Sonics fugido para OKC.

E depois temos Haslem que, com dezassete temporadas nos Heat, sempre sem atingir o estatuto de All-Star ou All-NBA, foi conseguindo manter um estatuto suficiente para se manter nos rosters, acumulando três anéis em quase duas décadas.

E isso, numa equipa que pouco de positivo me diz, é mais do que suficiente para garantir um lugar nesta lista! Amanhã cá estaremos, com os Bucks, para dar um aneurisma ao @Nuk.

 

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OG ❤️

Tecnicamente o UD jogou no estrangeiro antes de conseguir vir para a NBA, mas é um dos jogadores mais incónicos do franchise (a seguir ao Wade). De Miami, jogou na universidade da Florida e depois de um ano em França conseguiu entrar no roster de Miami em 2003, mesmo ano em que o Wade. Obviamente que nos últimos anos já praticamente não joga e é quase um treinador assistente, mas Miami devia continuar a pagar-lhe enquanto ele quiser (aceitou ficar nos anos dos big3 quando teve propostas bem superiores, assinou 20M/5y e segundo a imprensa da altura sacrificou 14M de propostas de Denver e Dallas).

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Citação de Victarion, Em 14/06/2020 at 21:37:

O zezé do Kyrie Irving a tentar "sabotar" o regresso da NBA. Tsk tsk

Por acaso acho legítimo e fico f*dido com a pressão da media, que lhe saltou logo em cima a fazer "mediasplaining" de como jogar dava mais voz. Game of Zones neles crl!

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O que o Kyrie diz é legítimo, mas vindo de quem vem perde logo metade do valor, e foi também por isso que lhe caíram os media em cima, principalmente quando o discurso era completamente diferente antes de se saber o formato de como a época iria regressar, e ver como mudou de tom mal se soube que afinal não era só playoffs mas iria existir o final da regular season e possível play in e, principalmente, quando o KD disse que não regressava este ano.

Nesse aspeto dou muito mais valor à posição do Dame.

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Citação de Carson Wentz, há 18 minutos:

O que o Kyrie diz é legítimo, mas vindo de quem vem perde logo metade do valor, e foi também por isso que lhe caíram os media em cima, principalmente quando o discurso era completamente diferente antes de se saber o formato de como a época iria regressar, e ver como mudou de tom mal se soube que afinal não era só playoffs mas iria existir o final da regular season e possível play in e, principalmente, quando o KD disse que não regressava este ano.

Nesse aspeto dou muito mais valor à posição do Dame.

O que é uma parvoíce. Acho que os media lhe caíram em cima porque precisam desesperadamente que o jogo volte. De Woj para Stein, passando pelos ex-jogadores, os ataques têm chegado a ser feios e desleais em alguns casos.

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Citação de Carson Wentz, há 5 minutos:

Obviamente.

Resumindo e concluindo:

 

Bev keeping it real.

Melhor só a ESPN a achar que isso é o Bev a concordar LOL

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O Kyrie efetivamente não está a ser o burro do costume neste assunto, é um ponto de vista razoável e válido.

Não vivo na realidade dos Estados Unidos mas no meu ponto de vista podem criar tanto ou mais impacto tendo qualquer gesto significativo durante os jogos, a fazer alguma homenagem, etc. Também não é positivo para a liga perder tanto dinheiro.

Os jogadores de relevo com hipótese de lutar pelo anel vão todos, acredito é que haja uns quantos role players a abdicarem de jogar. Para já sabe-se que o Ingles não vai mas ele é por causa do covid. E esses role players é que vão realmente sofrer com isto.

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Citação de toze2, há 14 minutos:

Melhor só a ESPN a achar que isso é o Bev a concordar LOL

Tipo, é a ESPN. Não se aproveita vivalma daquilo, exceção feita ao meu rico Zach Lowe.

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pega-se na questão do racismo e substitui-se pela da china e a diferença não é muita

o que interessa é o $$$

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Citação de andriy pereplyotkin, há 4 horas:

Por acaso acho legítimo e fico f*dido com a pressão da media, que lhe saltou logo em cima a fazer "mediasplaining" de como jogar dava mais voz. Game of Zones neles crl!

eu acho que ele não está totalmente correcto...nem totalmente errado. Este assunto é super delicado e difícil de ter um outcome produtivo. Tanto o lado pró-voltar como anti-voltar têm pontos relevantes.
Eu simplesmente acho que o Kyrie é um totó, mas isso é outra coisa.
 

Eu acho que a NBA voltar é bom porque os jogadores poderiam usar como plataforma para o BLM. Mas compreendo os pontos de não voltar. O que quer que aconteça, só se pode esperar que as coisas certas aconteçam.

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O MEU FAVORITO DE CADA EQUIPA E17: MILWAUKEE BUCKS - CHARLIE VILLANUEVA, PF (2006-2009)

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Honorable Mentions: Ramon Sessions, PG (2007-2009; 2013-2014) | Ersan Ilyasova, PF (2006-2015; 2018-2020)

Ah, os Bucks. Foram com eles as minhas primeiras memórias da NBA, nas Eastern Conference Finals de 2001 (sorry Nuk) e sempre tive um carinho especial (mais empatia que carinho) por eles e foi bom vê-los, ao fim de década e meia de mediocridade no pós Ray Allen, receber o Giannis.

Mas antes do grego, outro monstro emergia no Wisonsin: Charlie Villanueva, ou ET em esteroides, conforme preferirem (por oposição ao ET sem esteroides, Sam Cassell). Lottery pick em 2005 pelos Raptors, Charlie foi trocado para Milwaukee ao fim de apenas uma época relativamente produtiva enquanto rookie, com médias de 13 pontos e quase 6 ressaltos e meio por jogo.

Com os Bucks Villanueva teve a melhor fase da sua carreira, conquistando minutos até ao seu terceiro e último ano na equipa, em que começou mais de metade dos jogos como titular, conseguindo a sua melhor marca da carreira com 16.2 pontos por jogo e fazendo com Richard Jefferson e Michael Redd uma das mais conceituadas All-Mediocrity Teams de sempre. Infelizmente para mim, que o gostava de ver em Milwaukee, tal prestação fez com que Detroit o fosse roubar na free agency, com um contrato maluco de 40M$ de dólares ao longo de cinco anos e que foi, muito provavelmente, a machadada final naqueles Pistons que eram contenders e que cuja aura continuam até aos dias de hoje sem conseguir recuperar.

40 milhões em 5 anos, a uma média de 8 milhões por ano pode não parecer muito mas, à época, era um salário bem considerável para a altura, ocupando uma fatia significativa do cap. Ora vejamos o breakdown, e isto sem incluir os cerca de três milhões e meio que recebeu de signing bonus:

2009/10 - 6.5M$ | 11.26% do cap | equivalente a 13.18M$ atualmente | Salários Similares: Shawn Marion; David Lee; Andrea Bargnani

2010/11 - 7.02M$ | 12.09% do cap | equivalente a 14.15M$ atualmente | Salários Similares: Paul Millsap; Andre Miller; Kevin Durant

2011/12 - 7.54M$ | 12.85% do cap | equivalente a 15.03M$ atualmente | Salários Similares: Derrick Rose; Caron Butler; Mike Conley

2012/13 - 8.06M$ | 12.78% do cap | equivalente a 14.95M$ atualmente | Salários Similares: George Hill; Lamar Odom; Steve Nash

2013/14 - 8.58M$ | 12.26% do cap | equivalente a 14.34M$ atualmente | Salários Similares: Jeff Teague; Steph Curry; Thaddeus Young

Nada mau para um jogador que, durante esse período, começou uma média de 5.5 jogos por época a titular, com média de 9.5 pontos e 3.8 ressaltos em menos de 19 minutos e meio por jogo. Horrível? Nah, Villanueva era um incompreendido!

 

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Essa final de 2001 foi o maior roubo de sempre 😞

Amor ódio com o Charlie V, gosto bem mais das tuas menções honrosas do que dele, mas até à vinda do Giannis era mesmo complicado escolher alguém era tudo tão mediocre e mau, tirando o Redd, que percebo a escolha.

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Citação de Carson Wentz, há 23 minutos:

Lottery pick em 2005 pelos Raptors, Charlie foi trocado para Milwaukee ao fim de apenas uma época relativamente produtiva enquanto rookie, com médias de 13 pontos e quase 6 ressaltos e meio por jogo.

 

 

No meio dessa época com 13 ppg, teve um jogo em que marcou 48(!) pontos (que foi na altura a segunda melhor pontuação da história do franchise apenas atrás dos 51 do Vince Carter) contra os... Bucks!

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gostava de ver charlie villanueva a defender o ad, podia ser que batessem cabeça com cabeça e ficassem os dois com sobrancelhas de gente

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