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Eden Hazard

As 8 ideias de Van Basten para revolucionar o futebol

Publicações recomendadas

 

11. O fim das compras e vendas de jogadores;

 

 

Podes desenvolver essa tua ideia?

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A mim faz-me mais confusões pessoas como o Van Basten terem este tipo de cargos, mas quem diz o Van Basten, diz maior parte dos elementos na UEFA e FIFA desde do presidente ao gajo que lava os cães dele. É que é tudo com ideias horripilantes.

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Antes até o presidente da instituição se punha com ideias malucas, quanto mais um director técnico. É esperar que seja só da boca para fora.

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Podes desenvolver essa tua ideia?

 

Acabar com as transferências. Os jogadores podem mudar de clube como qualquer profissional muda de empresa. A única compensação que o clube de origem teria direito seria uma indemnização calculada em função do seu salário e do tempo que falta até terminar o seu contrato.

 

Claro que esta medida só funcionaria associada à existência de um único período de inscrições (junho e julho, por exemplo) e à limitação do número de jogadores inscritos (que já existe).

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pá até acho que o que ele diz faz sentido, não é por haver fora de jogo que as equipas deixam de defender em bloco ali na zona da grande area, sem o fora de jogo ia ser diferente, ter 2 jogadores plantados na pequena area iria criar muitos mais espaços nas zonas mais avançadas do jogo, eu achei as ideias interessantes, e em relação à primeira ele próprio não tem a certeza de ser algo bom já que diz que gostava de ver como funcionaria, a 2,4,6,7 e 8 parecem-me ideias legitimas que provavelmente iam mudar o futebol para melhor e com mais estratégia

 

Sinceramente, julgas que isso aconteceria (em relação ao ponto 1)? Eu acho que não. A vantagem da regra do fora-de-jogo é precisamente permitir às equipas subirem a sua linha defensiva através de mecanismos colectivos que permitem manter os avançados longe da baliza. Retira-lhes isso, dá aos avançados 20, 30 ou 40 metros de espaço para explorar nas costas da defesa sem se preocuparem com o fora-de-jogo e a reacção natural será plantar os defesas junto à baliza.

 

Certo, isso levará a que os jogadores estejam mais distantes uns dos outros e dará maior espaço para se jogar à bola, mas quando se chegar às imediações da área deixas de ter espaço para jogar, que é aquilo precisamente que o Van Basten quer evitar ao mudar a regra do fora-de-jogo. Pelo menos seria essa a consequência que imagino com a abolição da regra.

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Para mim tirando a 1 e a 3 que não consigo ver vantagens nelas, as outras bem estudadas até poderiam ser interessantes.

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Acabar com as transferências. Os jogadores podem mudar de clube como qualquer profissional muda de empresa. A única compensação que o clube de origem teria direito seria uma indemnização calculada em função do seu salário e do tempo que falta até terminar o seu contrato.

 

Claro que esta medida só funcionaria associada à existência de um único período de inscrições (junho e julho, por exemplo) e à limitação do número de jogadores inscritos (que já existe).

Não achas que isso beneficiaria ainda mais os clubes com mais dinheiro?

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A única coisa que me aflige no futebol, falando do jogo em si, são os tempos mortos. Substituições, lesões do guarda-redes, marcação de um livre ou grande penalidade... tudo coisas que demoram demasiado tempo. Mas lá está, também diria o mesmo para os pontapés de canto mas o futebol não é o mesmo sem o romantismo de se esperar que os centrais subam à grande área adversária.

 

Relativamente às novas tecnologias, apoio todas que possam garantir a aplicação das regras de jogo de forma mais eficiente.

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Não achas que isso beneficiaria ainda mais os clubes com mais dinheiro?

 

Não. Nesse aspeto seria igual ao que temos hoje. Os clubes com mais dinheiro poderiam pagar maiores salários para ficar com os melhores jogadores tal como hoje são os que podem pagar os valores absurdos de transferências que custam os melhores jogadores. Quem ficaria a perder são os empresários, intermediários e comissionistas que deixavam de mamar as comissões legais (e as ilegais) que hoje estão previstas pela FIFA.

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Acabar com as transferências. Os jogadores podem mudar de clube como qualquer profissional muda de empresa. A única compensação que o clube de origem teria direito seria uma indemnização calculada em função do seu salário e do tempo que falta até terminar o seu contrato.

 

Claro que esta medida só funcionaria associada à existência de um único período de inscrições (junho e julho, por exemplo) e à limitação do número de jogadores inscritos (que já existe).

Isso é um bocado esquisito, mudaria mesmo o paradigma nas transferências do futebol. Por comparação, gostas do sistema da MLS?

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Isso é um bocado esquisito, mudaria mesmo o paradigma nas transferências do futebol. Por comparação, gostas do sistema da MLS?

 

Não conheço.

 

Pode ser esquisito mas não é nada que não esteja em cima da mesa. Faz parte das propostas apresentadas pela Associação Internacional de Jogadores de Futebol. Até já houve um tópico aqui sobre esse assunto.

Editado por Descartes

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Não. Nesse aspeto seria igual ao que temos hoje. Os clubes com mais dinheiro poderiam pagar maiores salários para ficar com os melhores jogadores tal como hoje são os que podem pagar os valores absurdos de transferências que custam os melhores jogadores. Quem ficaria a perder são os empresários, intermediários e comissionistas que deixavam de mamar as comissões legais (e as ilegais) que hoje estão previstas pela FIFA.

Verdade, mas não achas que mataria um bocado a "classe média" em termos de clubes, mesmo em paises como Portugal? Por exemplo, nesse sistema, o Benfica nunca teria pago 15M€ pelo Rafa, bastava pagar prai 1 ou 2 milhões.

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Mas também não iria receber tanto dinheiro em vendas. A balança poderia equilibrar, mas é uma medida muito complicada.

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Mas também não iria receber tanto dinheiro em vendas. A balança poderia equilibrar, mas é uma medida muito complicada.

Sim, isso também seria óbvio. Mas acho que, a longo prazo, seria uma medida que iria benificiar mais os clubes grandes

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Verdade, mas não achas que mataria um bocado a "classe média" em termos de clubes, mesmo em paises como Portugal? Por exemplo, nesse sistema, o Benfica nunca teria pago 15M€ pelo Rafa, bastava pagar prai 1 ou 2 milhões.

 

E qual é o problema disso? Se o Benfica só pudesse inscrever 30 ou 40 jogadores haveria muitos para jogar no Braga, recebendo o salário que o Braga tivesse condições para pagar. O que mata a "classe média" é o sistema que temos hoje em que os principais clubes contratam os jogadores que precisam e os que não precisam. Depois emprestam estes à classe média e recebem a totalidade das mais-valias.

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As melhores empresas também pagam melhores salários, têm melhores produtos e mais quota de mercado. Em metáfora, teriam melhores jogadores, jogariam melhor e teriam mais sucesso. Se o futebol é um negócio, mas vale ser como os outros...Nisto o Descartes tem um ponto válido.

 

E até seria mais justo porque, com as limitacoes de jogadores, talvez os clubes pequenos tivessem de deixar de se aliar a empersários e manhosos para ter jogadores de grande valor, usando o dinheiro de comissoes para pagar bons salários.

Editado por Pan

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Isso é bastante estranho, porque de um lado se protege os clubes de empresários, desprotege completamente a nível desportivo. Um clube que queira manter um jogador, está logo condicionado.

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Citação do jornal "A Bola" online

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«Van Basten pode criar outro desporto...» - Jurgen Klopp

Jurgen Klopp, treinador do Liverpool, mostrou-se, esta sexta feira, bastante crítico em relação às sugestões de Van Basten para revolucionar as regras do futebol.

«Na minha opinião, este jogo maravilhoso não precisa de mudar as regras. Com o Mundial de 48 seleções já estamos a colocar o jogo em perigo. Van Basten pode criar outro desporto, há tantos campos espalhados pelo mundo...», atirou o alemão em conferência de Imprensa


Mai nada.

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13. O fim da atribuição de pontos a quem não marcou golos (aos empates a zero seriam atribuídos zero pontos).

Isto sim, era de valor.

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O problema é que não se trata de uma opinião. O Van Basten é Diretor Técnico da FIFA e é o responsável máximo do Comité que estuda as alterações às leis do jogo. Se o Primeiro-Ministro português anunciasse que estava a ponderar a descida dos salários em Portugal porque isso seria positivo para a competitividade do país, seria idiota alguém menosprezar esse anúncio alegando que se tratava apenas de uma opinião. Aqui passa-se o mesmo.

 

O que me faz confusão é que a FIFA esteja a investir tempo em estudar alterações que, na minha opinião, não fazem qualquer sentido. Deixando de lado outras que são urgentes. Eu próprio tenho algumas ideias, algumas radicais, que, estou convencido muito contribuiriam para melhorar o Futebol.

 

Vamos lá dissecar as ideias transmitidas pelo Van Basten:

 

1 - Fim do fora de jogo: «Tenho muita curiosidade em perceber como funcionaria o futebol sem o fora de jogo. Muita gente vai estar contra mas, cada vez mais, o futebol parece-se com andebol, com equipas a erguerem muros à frente da baliza.»

 

Esta seria um retrocesso de 100 anos no Futebol. É verdade! Já houve um tempo em que não havia fora-de-jogo. E ele foi introduzido para resolver problemas. Não faz sentido recuperar esses problemas para resolver outros que entretanto surgiram. O fora de jogo foi fundamental na evolução tática do jogo e voltar atrás não me parece solução ajuizada.

 

2 - Penalizações de tempo em vez de cartões amarelos: «A ideia seria substituir o cartão amarelo por penalizações de cinco ou dez minutos. Reduziria o número de faltas, se já é difícil jogar 10 contra 11, imaginem 8 ou 9 contra 11...»

 

Não faz sentido. Aumentar o poder discricionário dos árbitros não pode ser o caminho. De qualquer forma esta medida só poderia ter algum impacto se lhe fosse associada outra que penalizasse o jogo passivo.

 

3 - Shootout em vez de grandes penalidades: «O jogador teria 25 metros para correr com a bola e apenas o guarda-redes pela frente, com 8 segundos para concluir o lance.»

 

Outro regresso ao passado. Já foi experimentada esta solução e os resultados não foram positivos. Está mais do que comprovado que a marcação de grandes penalidades é o método mais viável e justo para desempatar partidas que não possam terminar empatadas.

 

4 - Expulsão por acumulação de faltas: «No basquetebol, ao fim de seis faltas os jogadores são excluídos de jogo. Iria reduzir as paragens no jogo e punir os infratores.»

 

Os árbitros já têm o poder disciplinar de admoestar quem cometa faltas em número excessivo. No basquetebol a coisa funciona porque a equipa pode colocar outro elemento em campo. No futebol teria que acontecer algo semelhante.

 

5 - Últimos 10 minutos com o relógio a parar: «Como nos desportos de pavilhão, o relógio pararia cada vez que a bola saísse do campo ou houvesse faltas. É a melhor maneira de combater as sucessivas perdas de tempo.»

 

Se é para ter ideias mais vale tê-las como deve ser. A cronometragem do tempo útil de jogo é uma necessidade para ontem. Desde o apito inicial. Se é bom para os últimos 10 minutos porque não será bom para a totalidade do tempo?

 

6 - Calendário mais reduzido: «Devemos concentrar-nos na qualidade de jogo e devemos reduzir as temporadas a cerca de 50 jogos.»

 

Esta não percebi. Qual é a ideia? Acabar com competições? Limitar o número de clubes a números reduzidos nos campeonatos nacionais? Não será de certeza para diminuir o número de jogos das seleções porque neste caso as últimas decisões da FIFA vão em sentido diametralmente oposto.

 

Se é a abertura de caminho para a criação da SuperLiga europeia, concordo. Caso contrário não percebo a lógica.

 

7 - Só o capitão pode protestar com o árbitro: «Apenas o capitão deve falar com o árbitro», diz Van Basten exemplificando com o râguebi.

 

Mas isso não é já assim? Tinha a ideia que as regras do futebol puniam os protestos com os árbitros. Ou será que falamos apenas de uma mera recomendação para os árbitros serem intransigentes na aplicação desta regra?

 

8 - Mais substituições: «Sou a favor de uma ou duas substituições extra no prolongamento.»

 

Fica aquém do necessário, tal como aconteceu com a cronometragem.

 

As substituições deveriam ser ilimitadas e realizadas sem necessidade do jogo estar parado. Com a possibilidade dos jogadores substituídos poderem regressar ao jogo.

 

 

 

Outra área a necessitar de mudança que, aparentemente, não preocupa o Van Basten:

 

9. Introdução de meios tecnológicos para avaliar situações objetivas: a bola que ultrapassou, ou não, as linhas de baliza, de fundo e laterais; o último jogador que tocou na bola antes desta ter saído; o fora de jogo; a falta que foi cometida dentro ou fora da área; etc...

 

 

Outras medidas revolucionárias que defendo:

 

10. O fim dos empréstimos de jogadores;

 

11. O fim das compras e vendas de jogadores;

 

12. O fim do "mercado de inverno";

 

13. O fim da atribuição de pontos a quem não marcou golos (aos empates a zero seriam atribuídos zero pontos).

 

 

Há mais, mas por agora chega.

É uma opinião, na noticia está escrito na sua opinião, e não na opinião do comité ou lá o que é. Está no seu direito de as ter e de as expressar. Quanto à comparação politica, foi ao lado, o MVB ainda esta longe de ser o presidente da fifa (é capaz de ir lá parar com jeitinho). Fazendo uma comparação mais engraçada, é tipo o Jerónimo defender a saída da UE. Podemos ter ideias diferentes uns dos outros e não justifica retroceder nesse aspecto.

 

Vou só tocar num ponto que utilizaste para descartar (eheh) algumas delas. O fora de jogo também trouxe um aumento significativo do poder do arbitro, e não é por isso que tem sido uma medida negativa, portanto não podes ir só por aí. Eu também não concordo com quase nada, mas a verdade é que procura resolver alguns problemas do futebol, e deve ser esse o caminho, apesar das soluções ainda não serem aquelas.

 

Esse "está mais que comprovado" (no ponto dos penalties) nem sei como qualificar, espero que estejas a comparar apenas com alternativas passadas. Achar que "está mais que comprovado que é o melhor" é o primeiro passo para impedir qualquer tipo de evolução.

 

Das tuas medidas, só concordo com 9 e 10. Das do MVB, em termos de sumo (sim/nao), tenho uma opinião muito parecida com a tua, mas diferindo na mentalidade.

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Eu concordo com quase tudo o que o Descartes disse. Acabar com os valores ridículos que cada vez mais se praticam nas transferências, acabar com as comissões e as jogadas de empresários que só estragam o futebol e acabar com as perdas de tempo constantes da maioria das equipas. Ah, e o fim dos empréstimos era para ontem. Às vezes contrata-se só para dar comissões e depois empresta-se para onde calha. E o meu clube é um exemplo disso (Sami, Zé Manel e por aí fora...)

Editado por Flanders

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