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Cartão amarelo aos clubes: Árbitros retiram pré-aviso de greve na Taça da Liga

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Fala de saco cheio. Tivesse tido outra sorte com o VA e veríamos o que dizia.

 

Correto.

 

O que não impede que eu concorde em absoluto com esta frase: O problema não está no videoárbitro, esta nas nossas interpretações, na nossa educação desportiva

Editado por Descartes

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Qual é a cultura desportiva que aguenta jogos como o Feirense vs Rio Ave por exemplo?

 

O que pode ser criticável é estar semanas a falar de um jogo do Benfica, Sporting ou Porto e não falar quase uma única vez sobre o jogo que mencionei acima que foi uma autêntica vergonha, com VAR passa a ser vergonha a dobrar.

 

O VAR já decidiu positivamente alguns lances que sem ele o árbitro tinha errado mas mais do que isso está a servir ou deveria servir para fazer quase uma triagem dos árbitros portugueses, pois quem não consegue arbitrar bem com VAR então não anda aqui a fazer nada e há muitos jovens árbitros para assumir esses lugares.

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Qual é a cultura desportiva que aguenta jogos como o Feirense vs Rio Ave por exemplo?

 

O que pode ser criticável é estar semanas a falar de um jogo do Benfica, Sporting ou Porto e não falar quase uma única vez sobre o jogo que mencionei acima que foi uma autêntica vergonha, com VAR passa a ser vergonha a dobrar.

 

O VAR já decidiu positivamente alguns lances que sem ele o árbitro tinha errado mas mais do que isso está a servir ou deveria servir para fazer quase uma triagem dos árbitros portugueses, pois quem não consegue arbitrar bem com VAR então não anda aqui a fazer nada e há muitos jovens árbitros para assumir esses lugares.

 

Isso é o problema do desporto português (principalmente no futebol), há 3 equipas e o resto é paisagem, não importam...

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O VAR já decidiu positivamente alguns lances que sem ele o árbitro tinha errado mas mais do que isso está a servir ou deveria servir para fazer quase uma triagem dos árbitros portugueses, pois quem não consegue arbitrar bem com VAR então não anda aqui a fazer nada e há muitos jovens árbitros para assumir esses lugares.

 

Então e que triagem já fizeste e que jovens árbitros já vislumbraste poder substituir os que falharam?

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O principal problema foi a falta de limpeza resultante do Apito Dourado, as coisas são conhecidas, foi tudo postos às claras, e os intervenientes pouco mudaram, as coisas aparentemente continuam a funcionar mais ou menos da mesma forma (mudem ou não as cores) e o futebol continua a ser um desporto que é jogado intensamente e de modo decisivo fora de campo.

Com isto, como querem que as mentalidades mudem? Deveriam ser os clubes a mudar de postura ou as Federações a impôr de uma vez por todas isso? Como é que o zé povinho pode acreditar na decisão de um árbitro quando a história está mais do que manchada e parece que não existem culpados ou a existirem as consequências foram nulas?

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Então e que triagem já fizeste e que jovens árbitros já vislumbraste poder substituir os que falharam?

 

Vou começar pelo fim, quando disse que "há árbitros jovens" é no sentido mais de esperança do que de outra coisa porque senão estamos tramados mas tu que estás por dentro disso poderás dizer mais sobre sobre isso.

 

Quanto à triagem, porque raio seria eu a fazer essa mesma triagem? Eu obviamente estava a falar dos altos quadros ou de quem avalia, se não o fizeram deviam ter feito.

 

Mas o que eu acho piada é que neste país é permitido dizer que os dirigentes são uma m*rda, alguns treinadores são uma m*rda, alguns jogadores são uma m*rda mas dizer que alguns árbitros são uma m*rda já cai o carmo e a trindade.

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O principal problema foi a falta de limpeza resultante do Apito Dourado, as coisas são conhecidas, foi tudo postos às claras, e os intervenientes pouco mudaram, as coisas aparentemente continuam a funcionar mais ou menos da mesma forma (mudem ou não as cores) e o futebol continua a ser um desporto que é jogado intensamente e de modo decisivo fora de campo.

Com isto, como querem que as mentalidades mudem? Deveriam ser os clubes a mudar de postura ou as Federações a impôr de uma vez por todas isso? Como é que o zé povinho pode acreditar na decisão de um árbitro quando a história está mais do que manchada e parece que não existem culpados ou a existirem as consequências foram nulas?

 

Já ouviste falar no caso "Jogo Duplo"? Continuas a confiar nas decisões tomadas pelos jogadores?

 

Vou começar pelo fim, quando disse que "há árbitros jovens" é no sentido mais de esperança do que de outra coisa porque senão estamos tramados mas tu que estás por dentro disso poderás dizer mais sobre sobre isso.

 

Quanto à triagem, porque raio seria eu a fazer essa mesma triagem? Eu obviamente estava a falar dos altos quadros ou de quem avalia, se não o fizeram deviam ter feito.

 

Mas o que eu acho piada é que neste país é permitido dizer que os dirigentes são uma m*rda, alguns treinadores são uma m*rda, alguns jogadores são uma m*rda mas dizer que alguns árbitros são uma m*rda já cai o carmo e a trindade.

 

Mas a triagem é feita com o VAR? O VAR pouco mudou porque na realidade o que há para mudar é a mentalidade como disse o Rui Vitória e bem. E isso nunca vai mudar. Porque dos 3 grandes só 1 pode ganhar e os outros 2 vão andar sempre a estrabuchar porque perdem.

 

O bold é uma piada, certo?

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Mas a triagem é feita com o VAR? O VAR pouco mudou porque na realidade o que há para mudar é a mentalidade como disse o Rui Vitória e bem. E isso nunca vai mudar. Porque dos 3 grandes só 1 pode ganhar e os outros 2 vão andar sempre a estrabuchar porque perdem.

 

O bold é uma piada, certo?

 

Claro que não é feita só com o VAR, mas se nem com o VAR alguns árbitros têm boas prestações o que raio andam esses aí a fazer na arbitragem a ganhar milhares de euros?

É como teres um avançado que não sabe chutar uma bola, falando na linguagem comum.

 

Piada não é, e aquela boca não era para ti como é óbvio porque já te vi aqui a criticar os árbitros algumas vezes é sim para quem normalmente os dirige.

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Já ouviste falar no caso "Jogo Duplo"? Continuas a confiar nas decisões tomadas pelos jogadores?

 

 

O jogador faz parte do jogo, mesmo sendo corrupto. Claro que desilude uma pessoa saber que o golo falhado não foi borrada mas sim de propósito, mas no momento é parte do jogo, pode ocorrer. Um árbitro falhar de propósito, muitas vezes em lances que até uma pessoa na outra ponta do estádio vislumbra, mancha ainda mais um jogo, pois o árbitro é a representação da Lei no jogo, é a garantia que as coisas são feitas de acordo com as normas, que a equipa A e B jogam com as mesma regras e quando se desvirtua isso, desvirtua-se tudo no exacto momento em que ocorre. O árbitro não faz parte do jogo, o árbitro apenas está lá para garantir que é justo. Quando inclina a balança dá cabo do desporto.

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Claro que não é feita só com o VAR, mas se nem com o VAR alguns árbitros têm boas prestações o que raio andam esses aí a fazer na arbitragem a ganhar milhares de euros?

É como teres um avançado que não sabe chutar uma bola, falando na linguagem comum.

 

Piada não é, e aquela boca não era para ti como é óbvio porque já te vi aqui a criticar os árbitros algumas vezes é sim para quem normalmente os dirige.

 

Não é por um árbitro ter um mau dia que passa a ser mau. Mas si, é um facto que existem alguns sem qualidade nos C1.

 

Claro que quem dirige não cruxifica publicamente. Também não vês o Rui Vitória a dizer publicamente que o Bruno Varela é uma m*rda, por exemplo. De que serve criticar publicamente o árbitro? Há uns anos o Duarte Gomes pediu desculpa por ter falhado e levou com tudo em cima. Não adianta o árbitro falar ou dizer o que quer que seja. Os adeptos e os dirigentes vão sempre cruxificar porque sim. "Preso por ter cão e por não ter"

 

O jogador faz parte do jogo, mesmo sendo corrupto. Claro que desilude uma pessoa saber que o golo falhado não foi borrada mas sim de propósito, mas no momento é parte do jogo, pode ocorrer. Um árbitro falhar de propósito, muitas vezes em lances que até uma pessoa na outra ponta do estádio vislumbra, mancha ainda mais um jogo, pois o árbitro é a representação da Lei no jogo, é a garantia que as coisas são feitas de acordo com as normas, que a equipa A e B jogam com as mesma regras e quando se desvirtua isso, desvirtua-se tudo no exacto momento em que ocorre. O árbitro não faz parte do jogo, o árbitro apenas está lá para garantir que é justo. Quando inclina a balança dá cabo do desporto.

 

Não concordo, nem acho que o teu argumento faça sequer sentido mas há discussões que não adianta ter. Diz-me só quantos dos culpados no Apito Dourado ainda estão em funções.

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Não concordo, nem acho que o teu argumento faça sequer sentido mas há discussões que não adianta ter. Diz-me só quantos dos culpados no Apito Dourado ainda estão em funções.

E eu disse que estavam lá os mesmos? Eu disse que nada se fez para desmontar o sistema instalado, manteve-se tudo na mesma. E mesmo os castigados acabaram por ver as coisas acabarem por correr bem para o seu lado. O crime claramente compensou pois os resultados desportivos obtidos nunca foram postos em causa.

 

E não percebo porque é que não é uma discussão que valha a pena ter, mas também não percebo como é que se pode estar a comparar jogadores a árbitros.

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Não é por um árbitro ter um mau dia que passa a ser mau. Mas si, é um facto que existem alguns sem qualidade nos C1.

 

Claro que quem dirige não cruxifica publicamente. Também não vês o Rui Vitória a dizer publicamente que o Bruno Varela é uma m*rda, por exemplo. De que serve criticar publicamente o árbitro? Há uns anos o Duarte Gomes pediu desculpa por ter falhado e levou com tudo em cima. Não adianta o árbitro falar ou dizer o que quer que seja. Os adeptos e os dirigentes vão sempre cruxificar porque sim. "Preso por ter cão e por não ter"

 

Uma coisa é ter um dia mau e isso pode acontecer a qualquer um, outra coisa é estar a olhar para uma TV ver um lance totalmente óbvio e não decidir bem, atenção que estou a falar daqueles lances em que pessoas como eu ou outro adepto normal qualquer vê e eles não, isso não pode ser admissível.

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E eu disse que estavam lá os mesmos? Eu disse que nada se fez para desmontar o sistema instalado, manteve-se tudo na mesma. E mesmo os castigados acabaram por ver as coisas acabarem por correr bem para o seu lado. O crime claramente compensou pois os resultados desportivos obtidos nunca foram postos em causa.

 

E não percebo porque é que não é uma discussão que valha a pena ter, mas também não percebo como é que se pode estar a comparar jogadores a árbitros.

 

Concordo completamente que continua um sistema montado. Mas não é o sistema que os adeptos e comentadores tanto gostam de falar. É o sistema que o Apito Dourado tentou combater e numa parte muito pequena conseguiu: a manipulação de classificações de árbitros e observadores. Esse foi o objetivo inicial do Apito Dourado. Mas como o nosso povo quer é circo, só se lembram do Pinto da Costa.

 

Não percebes porque se compara jogadores a árbitros? Porque é viciação de resultados. Simples

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Concordo completamente que continua um sistema montado. Mas não é o sistema que os adeptos e comentadores tanto gostam de falar. É o sistema que o Apito Dourado tentou combater e numa parte muito pequena conseguiu: a manipulação de classificações de árbitros e observadores. Esse foi o objetivo inicial do Apito Dourado. Mas como o nosso povo quer é circo, só se lembram do Pinto da Costa.

 

Não percebes porque se compara jogadores a árbitros? Porque é viciação de resultados. Simples

 

Como assim?

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Concordo completamente que continua um sistema montado. Mas não é o sistema que os adeptos e comentadores tanto gostam de falar. É o sistema que o Apito Dourado tentou combater e numa parte muito pequena conseguiu: a manipulação de classificações de árbitros e observadores. Esse foi o objetivo inicial do Apito Dourado. Mas como o nosso povo quer é circo, só se lembram do Pinto da Costa.

 

Não percebes porque se compara jogadores a árbitros? Porque é viciação de resultados. Simples

É viciação de resultados, óbvio, mas com magnitude diferente. Uma pessoa corromper um bancário para roubar um banco, é ladrão e crime. Uma pessoa corromper a polícia para roubar um banco, continua a ser ladrão e crime. Mas o impacto da pessoa que foi corrompida é bem diferente.

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Qual é a cultura desportiva que aguenta jogos como o Feirense vs Rio Ave por exemplo?

 

O que pode ser criticável é estar semanas a falar de um jogo do Benfica, Sporting ou Porto e não falar quase uma única vez sobre o jogo que mencionei acima que foi uma autêntica vergonha, com VAR passa a ser vergonha a dobrar.

 

O VAR já decidiu positivamente alguns lances que sem ele o árbitro tinha errado mas mais do que isso está a servir ou deveria servir para fazer quase uma triagem dos árbitros portugueses, pois quem não consegue arbitrar bem com VAR então não anda aqui a fazer nada e há muitos jovens árbitros para assumir esses lugares.

 

É aquela cultura desportiva que permite ver as coisas como elas são e não aproveita qualquer oportunidade para debitar disparates.

 

Imagina este cenário: uma equipa de funcionários tem como principal função redigir relatórios. Mas os coitados, tendo qualidades, dão vários erros ortográficos. Um dia o seu chefe, pretendendo melhorar a prestação da equipa, coloca-lhes ao dispor um programa munido de corretor ortográfico. Alguns desses funcionários utilizam a nova ferramenta com humildade e alteram o que escrevem para a forma correta. Outros não o fazem. Orgulhosos e arrogantes entendem que a forma como escrevem é a mais correta e não ligam nenhuma ao corretor, continuando com uma ortografia que deixa muito a desejar.

 

Alguém com cultura desportiva decente aponta o dedo aos funcionários orgulhosos e arrogantes. Os que não a têm culpam o corretor ortográfico porque, se não serve para corrigir os erros todos, então mais valia que não fosse utilizado. Outra coisa que distingue quem tem cultura desportiva surge naquelas situações em que a palavra ou frase pode ser escrita de várias maneiras, dependendo da interpretação de quem lê o texto. O detentor da dita cultura desportiva entende que deve ser dado o benefício da dúvida ao funcionário. Quem lhe falta cultura desportiva prefere vociferar contra o funcionário e o corretor porque ele não escreveu conforme a sua própria interpretação.

 

 

O principal problema foi a falta de limpeza resultante do Apito Dourado, as coisas são conhecidas, foi tudo postos às claras, e os intervenientes pouco mudaram, as coisas aparentemente continuam a funcionar mais ou menos da mesma forma (mudem ou não as cores) e o futebol continua a ser um desporto que é jogado intensamente e de modo decisivo fora de campo.

Com isto, como querem que as mentalidades mudem? Deveriam ser os clubes a mudar de postura ou as Federações a impôr de uma vez por todas isso? Como é que o zé povinho pode acreditar na decisão de um árbitro quando a história está mais do que manchada e parece que não existem culpados ou a existirem as consequências foram nulas?

 

 

E eu disse que estavam lá os mesmos? Eu disse que nada se fez para desmontar o sistema instalado, manteve-se tudo na mesma. E mesmo os castigados acabaram por ver as coisas acabarem por correr bem para o seu lado. O crime claramente compensou pois os resultados desportivos obtidos nunca foram postos em causa.

 

E não percebo porque é que não é uma discussão que valha a pena ter, mas também não percebo como é que se pode estar a comparar jogadores a árbitros.

 

Tanto disparate junto...

 

Houve limpeza no seguimento do Apito Dourado. Os intervenientes mudaram praticamente todos. As coisas não funcionam da mesma forma.

 

Fez-se tudo o que foi possível para mudar o sistema instalado e nada se manteve na mesma (o "caso dos e-mails", se tem uma virtude é essa mesma: ilustrar como tudo mudou no que respeita ao sistema vigente). Os castigados não viram as coisas correr bem para o seu lado. Os resultados desportivos foram postos em causa e houve efeitos bastante graves e visíveis (pergunta a qualquer adepto boavisteiro se não os sentiu).

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Não estava a falar de ti em concreto. Eu falei no geral. Quem quer que seja. Quando alguém se queixa que a atuação do VAR resultou em prejuízo para a sua equipa isso implica que resultou em benefício para o adversário. Logo, quando alguém afeto a esse dito adversário vier a público reconhecer que o VAR não favoreceu a Verdade Desportiva porque originou um benefício indevido à sua equipa, cá estarei eu para te apoiar nessa posição.

 

Até lá é mais do mesmo. As conversas do passado que se centravam exclusivamente nos árbitros foram agora, em parte, transferidas para o VAR. Exatamente nos mesmos termos. Quem se sente prejudicado reclama e quem é favorecido não viu, não soube, não tomou conhecimento, nunca falou sobre árbitros (ou VAR) e não é agora que vai começar a fazê-lo e por aí fora...

 

Nem de propósito, o golo do Bas Dost há pouco :mrgreen:

 

Fiquei com a ideia de ser fora-de-jogo. Há aqui um problema: fiquei com a ideia, não tenho a certeza. Haver um sistema que apoia os árbitros nas suas decisões e permite que algumas sejam alteradas, mas em simultâneo não permite ter certezas num lance de fora-de-jogo - que não é um lance susceptível de análise; ou é, ou não é - acaba por falsear a verdade desportiva.

 

Isto falando dos lances de fora-de-jogo, claro. A partir do momento em que o VAR serve para anular golos em fora-de-jogo, todos os lances de fora-de-jogo terão de ser anulados; não pode haver uns que o são e outros em que ficam dúvidas porque a câmara em alguns lances não permite ter uma visão clara do lance. Alguma coisa terá de ser feita para que todos os lances de fora-de-jogo sejam julgados por igual - isso é que é verdade desportiva.

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E já agora, para adicionar o resto da minha opinião sobre o VAR, tem de se decidir se o VAR é, ou não, um elemento da equipa de arbitragem. Ter um mecanismo que permite corrigir/confirmar decisões e a sua utilização ficar ao critério do árbitro só vai gerar confusão, diferença nos critérios e fomentar injustiça junto de quem vê um lance seu anulado enquanto noutros jogos isso não acontece.

 

Da forma como está a ser implementado, o VAR só parece ser utilizado quando o árbitro principal solicita a visualização de um lance. Não percebo porquê. É designado um árbitro para o VAR, o que em teoria significa que será alguém tão qualificado quanto o árbitro principal para analisar os lances e tomar decisões. Assim, este elemento deveria ter poder para ver os lances em tempo real e informar o árbitro principal de qualquer má decisão que tenha sido tomada.

 

Ficou um penalty por marcar que o árbitro principal considerou não ter sido e o jogo prosseguiu? O VAR que mande interromper o jogo e assinalar o penalty independentemente de o árbitro principal ter pedido revisão do lance ou não, assim como o fiscal-de-linha assinala fora-de-jogo sem que o árbitro lhe peça opinião. Se o árbitro tiver dúvidas pode rever o lance e tomar a sua decisão. No fundo, em vez de ser o árbitro a pedir a opinião do VAR, deveria ser este a informar o árbitro quando alguma decisão não foi correcta.

 

Isto permitiria maior verdade desportiva, pois todos os lances designados para intervenção do VAR - penalidades, expulsões, foras-de-jogo e golos - estariam sujeitos às mesmas regras. Deixaria de haver a injustiça de alguns lances serem alvo de análise e outros não. Seria equiparar a função do VAR à dos outros assistentes da equipa de arbitragem.

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Mas o VAR não pode assinalar penalty. Quanto muito pode informar o árbitro principal de que considera ter havido falta numa determinada jogada e que aconselha a este vá verificar as imagens. Embora nos jogos que eu tenha visto essa situação (árbitro marcar penalty devido a indicação do VAR) ainda não tenha acontecido.

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Isso são detalhes. Se o VAR manda o árbitro marcar penalty ou se o aconselha a rever o lance naqueles ecrãs que estão fora do campo, é uma situação a ser discutida e quem for responsável pelo assunto que tome a melhor decisão. O que eu queria ver era o VAR a ter poderes para analisar todos os lances designados e a dar indicações ao árbitro, não a ser remetido a um suporte conforme o árbitro queira uma segunda opinião ou decida não a pedir.

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Nem de propósito, o golo do Bas Dost há pouco :mrgreen:

 

Fiquei com a ideia de ser fora-de-jogo. Há aqui um problema: fiquei com a ideia, não tenho a certeza. Haver um sistema que apoia os árbitros nas suas decisões e permite que algumas sejam alteradas, mas em simultâneo não permite ter certezas num lance de fora-de-jogo - que não é um lance susceptível de análise; ou é, ou não é - acaba por falsear a verdade desportiva.

 

Isto falando dos lances de fora-de-jogo, claro. A partir do momento em que o VAR serve para anular golos em fora-de-jogo, todos os lances de fora-de-jogo terão de ser anulados; não pode haver uns que o são e outros em que ficam dúvidas porque a câmara em alguns lances não permite ter uma visão clara do lance. Alguma coisa terá de ser feita para que todos os lances de fora-de-jogo sejam julgados por igual - isso é que é verdade desportiva.

 

Essa tua opinião não vale. Estás a forçar demasiado. É claramente um lance em que o Bas Dost está em linha com o defesa. E mesmo que esteja uns milímetros adiantado não interessa para nada porque não existe tecnologia disponível para o detetar com rigor. Este é um daqueles lances clássicos que, com VAR ou sem ele, mandam as regras que em caso de dúvida deve prosseguir a jogada. Por isso o golo é bem validado. Com VAR ou sem VAR.

 

Outra coisa é a discussão sobre se o VAR deveria ser utilizado em lances de fora de jogo. Eu acho que não. Nem em lances em que há dúvidas se a bola ultrapassou a linha de golo ou não. Tu referiste isso no tópico do jogo: É mais uma das coisas em que o VAR não ajuda, para estes lances tem de haver uma tecnologia diferente que ajude os árbitros. E eu concordo em absoluto.

 

Há 2 tipos de lances que exigem a intervenção do árbitro. Os lances objetivos (foras de jogo e decidir se a bola ultrapassou completamente a linha de golo, de fundo, lateral...) e os lances subjetivos (as faltas e eventual punição disciplinar).

 

Nos lances objetivos acho que se devia investir numa tecnologia que permitisse identificar com rigor a ocorrência. Tipo Hawkeye com as necessárias adaptações às regras do futebol. E nesses casos o árbitro não tinha que decidir se era assim ou assado. Ou era ou não era.

 

Nos lances subjetivos, sim. O VAR pode ser uma ferramenta auxiliar importante para o árbitro. Dá-lhe a possibilidade de rever a jogada em vários ângulos e permite-lhe tomar uma decisão mais fundamentada. Se fosse eu a mandar o VAR só poderia ser utilizado nos lances de penalty e nas faltas passíveis de expulsão.

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É viciação de resultados, óbvio, mas com magnitude diferente. Uma pessoa corromper um bancário para roubar um banco, é ladrão e crime. Uma pessoa corromper a polícia para roubar um banco, continua a ser ladrão e crime. Mas o impacto da pessoa que foi corrompida é bem diferente.

 

Entendo o teu raciocinio mas não concordo com ele

 

Isto falando dos lances de fora-de-jogo, claro. A partir do momento em que o VAR serve para anular golos em fora-de-jogo, todos os lances de fora-de-jogo terão de ser anulados; não pode haver uns que o são e outros em que ficam dúvidas porque a câmara em alguns lances não permite ter uma visão clara do lance. Alguma coisa terá de ser feita para que todos os lances de fora-de-jogo sejam julgados por igual - isso é que é verdade desportiva.

 

É colocar um sensor com um grau de precisão extremamente elevado em todas as extremidades de todos os jogadores. Um lance como o Bas Dost por exemplo até podias ter a câmara em linha que ia ficar na duvida na mesma.

 

E já agora, para adicionar o resto da minha opinião sobre o VAR, tem de se decidir se o VAR é, ou não, um elemento da equipa de arbitragem. Ter um mecanismo que permite corrigir/confirmar decisões e a sua utilização ficar ao critério do árbitro só vai gerar confusão, diferença nos critérios e fomentar injustiça junto de quem vê um lance seu anulado enquanto noutros jogos isso não acontece.

 

Da forma como está a ser implementado, o VAR só parece ser utilizado quando o árbitro principal solicita a visualização de um lance. Não percebo porquê. É designado um árbitro para o VAR, o que em teoria significa que será alguém tão qualificado quanto o árbitro principal para analisar os lances e tomar decisões. Assim, este elemento deveria ter poder para ver os lances em tempo real e informar o árbitro principal de qualquer má decisão que tenha sido tomada.

 

Ficou um penalty por marcar que o árbitro principal considerou não ter sido e o jogo prosseguiu? O VAR que mande interromper o jogo e assinalar o penalty independentemente de o árbitro principal ter pedido revisão do lance ou não, assim como o fiscal-de-linha assinala fora-de-jogo sem que o árbitro lhe peça opinião. Se o árbitro tiver dúvidas pode rever o lance e tomar a sua decisão. No fundo, em vez de ser o árbitro a pedir a opinião do VAR, deveria ser este a informar o árbitro quando alguma decisão não foi correcta.

 

Isto permitiria maior verdade desportiva, pois todos os lances designados para intervenção do VAR - penalidades, expulsões, foras-de-jogo e golos - estariam sujeitos às mesmas regras. Deixaria de haver a injustiça de alguns lances serem alvo de análise e outros não. Seria equiparar a função do VAR à dos outros assistentes da equipa de arbitragem.

 

Parece-me que não percebeste o conceito do VAR. O VAR é composto por 2 elementos: um árbitro e um árbitro assistente, ambos no ativo e eles comunicam com a equipa de arbitragem quando detectam algum lance em que existe a possibilidade de o árbitro ter errado. E caso não concordem com a decisão tomada pelo árbitro reportam-lhe isso mesmo. A partir daí o árbitro tem 2 opções: ou confia e confirma a decisão do VAR ou então vai à TV e vê os lances no angulos que o VAR selecionou para ele ver o lance. Sendo que o VAR só intervém em lances especificos e que estão definidos no protocolo que o IFAB fez para esse efeito

É o VAR que comunica com o árbitro e não ao contrário. Por esse motivo os árbitros andam "menos tensos" nos jogos este ano. Porque sabem que têm uma ferramenta que vai ajudar a aumentar a sua percentagem de decisões acertadas

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É aquela cultura desportiva que permite ver as coisas como elas são e não aproveita qualquer oportunidade para debitar disparates.

 

Imagina este cenário: uma equipa de funcionários tem como principal função redigir relatórios. Mas os coitados, tendo qualidades, dão vários erros ortográficos. Um dia o seu chefe, pretendendo melhorar a prestação da equipa, coloca-lhes ao dispor um programa munido de corretor ortográfico. Alguns desses funcionários utilizam a nova ferramenta com humildade e alteram o que escrevem para a forma correta. Outros não o fazem. Orgulhosos e arrogantes entendem que a forma como escrevem é a mais correta e não ligam nenhuma ao corretor, continuando com uma ortografia que deixa muito a desejar.

 

Alguém com cultura desportiva decente aponta o dedo aos funcionários orgulhosos e arrogantes. Os que não a têm culpam o corretor ortográfico porque, se não serve para corrigir os erros todos, então mais valia que não fosse utilizado. Outra coisa que distingue quem tem cultura desportiva surge naquelas situações em que a palavra ou frase pode ser escrita de várias maneiras, dependendo da interpretação de quem lê o texto. O detentor da dita cultura desportiva entende que deve ser dado o benefício da dúvida ao funcionário. Quem lhe falta cultura desportiva prefere vociferar contra o funcionário e o corretor porque ele não escreveu conforme a sua própria interpretação.

 

Partindo do principio que o corrector ortográfico é o VAR estás a dizer que tenho cultura desportiva porque é exactamente assim que eu penso, mas acho que devo ter percebido mal o que disseste porque não é normal em ti concordares com algo que eu diga :mrgreen:

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Citação do jornal "Expresso" online

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Taça da Liga: árbitros retiram pré-aviso de greve

"Os árbitros aceitaram e foram sensíveis ao pedido da Liga em retirar o pré-aviso de greve", disse o presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) anunciaram esta segunda-feira a retirada do "pré-aviso de greve" dos árbitros à Taça da Liga. Em comunicado, a LPFP explica que os dois organismos se reuniram "à margem da Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)" e que os árbitros decidiram retirar "o pré-aviso de greve".

"Os árbitros aceitaram e foram sensíveis ao pedido da Liga em retirar o pré-aviso de greve", referiu o presidente da APAF, Luciano Gonçalves, que se congratulou pela posição da Liga, que "deu finalmente um sinal de que está com os árbitros e que não está de acordo com os métodos de comunicação que alguns clubes têm vindo a utilizar".

Em 23 de outubro, a APAF tinha anunciado a indisponibilidade de os juízes do principal escalão dirigirem jogos da Taça da Liga nos meses de novembro e dezembro, devido à contestação ao sector.

Em comunicado emitido na altura, a estrutura representativa dos árbitros tinha considerado que não existiam condições para continuar a arbitrar, atendendo a que o clima no futebol português se tem degradado cada vez mais nos últimos tempos.

Luciano Gonçalves, citado hoje no comunicado da LPFP, refere que os juízes pretendem deixar "um aviso ao presidente da Liga", o ex-árbitro Pedro Proença, quanto a uma eventual repetição das situações que levaram à possibilidade de 'greve'.

"Se voltarem a pôr em causa a honorabilidade dos árbitros, por parte de clubes e das suas máquinas de comunicação, iremos ser implacáveis e vamos fazer uma paragem nos campeonatos", frisou.

O líder da Liga mostrou-se "muito satisfeito com o entendimento e compreensão mútuos" e explicou que o organismo vai continuar a trabalhar com a APAF para "criar melhores condições para o desempenho da função dos árbitros em Portugal".

"Também nós reconhecemos, a determinada altura, e nas posições que temos tido com a APAF, que, aqui e acolá, o ambiente não tem sido o mais favorável em relação às equipas de arbitragem", acrescentou, citado no mesmo comunicado.

A reunião entre os dois organismos decorreu na Cidade do Futebol, em Oeiras, e o presidente da LPFP destacou a "colaboração da federação" para que imperasse "o bom senso", assente em "princípio de confiança e trabalho tripartido" entre os três órgãos para criar condições "que retirem alguma tensão e instabilidade que ainda vai acontecendo".

Segundo Proença, a Liga vai continuar a trabalhar "para que as equipas de arbitragem possam desempenhar o seu trabalho da melhor forma, e que as performances sejam as melhores possíveis".

Luciano Gonçalves destacou as "declarações do presidente da federação (Fernando Gomes) e do presidente da Liga" e disse acreditar que "com a boa vontade dos clubes possam estar criadas boas condições em torno do futebol e dos árbitros".

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