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Politica Internacional

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Publicado (editado)
Citação de Faustino Asprilla, há 13 minutos:

Eu sugeria ir às p*tas mas essa lista tb me parece bem

Sai gráfico com o numero de bombadas, metros de pila que a Marilu viu e quantidade de esperma em litros.
Se possível por IA para gastar mais 2 colheres de água. 

Editado por Axadrezado
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Citação de Axadrezado, há 38 minutos:

Sai gráfico com o numero de bombadas, metros de pila que a Marilu viu e quantidade de esperma em litros.
Se possível por IA para gastar mais 2 colheres de água. 

E vai chegar outra vez o @Sandes. a dizer q mora na zona da casa de putas e os dados estão errados

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Citação de Su1, há 8 minutos:

E vai chegar outra vez o @Sandes. a dizer q mora na zona da casa de p*tas e os dados estão errados

Estás a chamar a minha mãe do que??? Reportado

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E gasta-se com isso muito mais água do que a Marilu na sua higiene diária.

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Entretanto vêm os betos da IL reclamar que se a Marilu engolir não tem direito a subsídio de alimentação, a entidade patronal forneceu cantina.

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vai ser hilariante* ver a Le Pen condenada a ganhar as eleições.

 

*hilariante se não fosse triste.

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Citação de Caokrodilo, há 27 minutos:

vai ser hilariante* ver a Le Pen condenada a ganhar as eleições.

 

*hilariante se não fosse triste.

Elle vole, mais elle fait les choses.

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Citação de RAG, há 8 minutos:

Por dentro da operação secreta de Israel para conquistar Ahmadinejad

O esforço de vários anos para recrutar o antigo Presidente iraniano como um ativo de informações culminou numa tentativa dramática para o levar para um esconderijo israelita nos primeiros dias da guerra. Mas o plano fracassou

 

Spoiler

 

No início de 2024, o reitor de uma universidade em Budapeste, na Hungria, recebeu um pedido surpreendente de um alto responsável do Governo húngaro. O responsável disse ao reitor, o professor Gergely Deli, que a Universidade de Serviço Público Ludovika deveria realizar uma conferência sobre alterações climáticas e alargar o convite a um convidado improvável: Mahmoud Ahmadinejad, o antigo Presidente do Irão, amplamente criticado.

Ainda mais chocante era o motivo. O responsável disse a Deli que a conferência era meramente uma fachada para que Ahmadinejad tivesse discussões secretas em Budapeste com operacionais de informações de Israel, o inimigo declarado de Ahmadinejad. Deli sabia que o convite poderia manchar tanto a sua própria reputação como a da universidade. Mas, afirmou numa entrevista, acreditava que poderia estar a desempenhar um papel para salvar vidas. “Temos dois inimigos, e se esses inimigos querem falar um com o outro, então é melhor fazermos o que pudermos para os pôr a falar”, disse.

A visita de Ahmadinejad à universidade em 2024 e uma segunda visita no ano seguinte faziam parte de um esforço israelita de vários anos para o preparar como um ativo de informações que, quando chegasse a altura, pudesse ser instalado como o novo líder do Irão, de acordo com responsáveis norte-americanos e iranianos familiarizados com a operação, que falaram sob a condição de anonimato para descrever informações sensíveis.

Recrutar Ahmadinejad era uma prioridade tal para Israel que o então chefe da espionagem do país, David Barnea, até viajou para a capital húngara em 2024 para se encontrar pessoalmente com Ahmadinejad, segundo antigos responsáveis dos Estados Unidos da América (EUA). Pouco depois, disseram, a Mossad, o serviço de informações externas de Israel, notificou a CIA de que tinha estado em contacto com Ahmadinejad.

A decisão de Israel de construir um plano de mudança de regime em torno de Ahmadinejad é uma reviravolta extraordinária na saga das relações do país com o ex-Presidente, que era conhecido por acelerar o programa nuclear do Irão, apelando regularmente à destruição de Israel e negando o Holocausto.

Nos últimos anos, de acordo com responsáveis dos EUA, Israel pagou secretamente dinheiro a Ahmadinejad para alojamento e viagens, e operacionais israelitas encontraram-se com ele no estrangeiro em várias ocasiões, incluindo durante as suas viagens a Budapeste.

O esforço culminou no final de fevereiro deste ano — durante os primeiros dias da guerra israelo-americana contra o Irão — com uma operação audaciosa para relocalizar o ex-líder, que vivia sob estrita vigilância em Teerão, a capital do Irão. O objetivo: colocar em marcha o plano para derrubar o regime atual e instalar Ahmadinejad. O plano falhou.

A 28 de fevereiro, um ataque aéreo israelita atingiu o complexo de Ahmadinejad, tendo como alvo o edifício dos seus guarda-costas e o seu veículo blindado. Após o ataque, de acordo com quatro altos responsáveis iranianos, um carro Peugeot preto chegou, apanhou Ahmadinejad e levou-o a alta velocidade, afastando-o do cenário caótico. Responsáveis dos EUA e do Irão com conhecimento da operação disseram que o carro fora conduzido por operacionais da Mossad, que levaram Ahmadinejad para um esconderijo secreto no Irão.

Mas o ex-líder iraniano ficou perturbado com a frenética operação de resgate e parecia desiludido com o plano israelita para o devolver ao poder, segundo pessoas com conhecimento do que ocorreu. Acabou por abandonar o esconderijo sob circunstâncias que ainda não são claras. Ahmadinejad não voltou a ser visto em público até 6 de julho, quando fez uma breve aparição no cortejo fúnebre do assassinado líder supremo, o aiatola Ali Khamenei.

O seu estado atual permanece incerto. Mas quatro altos responsáveis iranianos disseram que Ahmadinejad estava sob custódia da ala de informações da Guarda Revolucionária, em prisão domiciliária agora que o Irão tomou conhecimento de grande parte das suas interações com Israel.

Responsáveis israelitas não comentaram publicamente o plano para instalar Ahmadinejad como líder do Irão, que fazia parte de uma tentativa mais ampla de derrubar o Governo em Teerão. Outro elemento envolvia armar e treinar forças da oposição curda iraniana estabelecidas no norte do Iraque para atravessarem para o oeste do Irão, manterem território lá e, eventualmente, avançarem em direção a Teerão, um esforço que nunca se chegou a concretizar.

O plano de mudança de regime envolvia uma “sequência de operações especiais, muito, muito únicas, que supostamente iriam acontecer”, disse Tamir Hayman, um ex-chefe das informações dos militares israelitas, ao talk show da PBS “Firing Line” em maio, depois de o “The New York Times” ter revelado pela primeira vez detalhes do papel de Ahmadinejad no plano. “E Ahmadinejad fazia parte dessa sequência.”

Oficiais da Mossad não responderam aos pedidos de comentário. Ali Akbar Javanfekr, um porta-voz de Ahmadinejad, recusou-se a comentar.

Uma mudança pós-presidencial

Como Presidente do Irão entre 2005 e 2013, Ahmadinejad foi o político de linha dura mais proeminente do país. Falava em eliminar Israel, e sob o seu mandato o Irão reiniciou um programa de enriquecimento de urânio, levantando suspeitas de que estivesse a desenvolver um programa secreto de armas nucleares. Ahmadinejad ordenou repressões violentas a uma revolta nacional que contestava a sua reeleição em 2009 e, sob a sua liderança, o sistema judicial levou a cabo execuções em massa de dissidentes e deteve opositores e rivais.

Mas, nos anos após ter deixado a presidência, Ahmadinejad moderou as suas opiniões e atenuou a retórica anti-Israel que tinha marcado o seu tempo no cargo. Mostrava-se frequentemente ansioso por exibir o seu recém-criado lado moderado, concedendo entrevistas e proferindo discursos nos quais opinava sobre a cultura de música pop do Irão, criticava as forças de segurança do país pela repressão violenta e acusava a classe governante de corrupção financeira.

Abandonou o seu característico blusão caqui largo e começou a usar fatos à medida. Arranjou a sua barba desgrenhada, pareceu ter feito tratamentos com botox e começou a aprender inglês. No seu escritório em Teerão, realizava reuniões públicas de uma hora todas as manhãs para ouvir as queixas de pessoas comuns, algumas das quais o procuravam em busca de ajuda para lidar com a burocracia governamental. Ocasionalmente, escrevia cartas para ministérios do governo recomendando requerentes para empréstimos. Viajou regularmente pelo país, encontrando-se com apoiantes em cidades e províncias rurais.

A relação de Ahmadinejad com o governo iraniano era complicada. Altos líderes marginalizavam-no e restringiam os seus movimentos; contudo, permitiam-lhe um lugar ao lado de outros altos responsáveis num conselho de alto nível que aconselha o líder supremo. Assistiu à reunião do conselho em fevereiro, poucos dias antes do início da guerra.

Muitos no Irão viram motivos políticos cínicos na transformação de Ahmadinejad, que encararam como uma tentativa de polir as suas credenciais populistas e distanciar-se dos responsáveis governamentais. Manteve uma base de apoio entre os iranianos da classe trabalhadora, e os seus conselheiros tinham a certeza de que o seu objetivo era regressar um dia ao poder.

“Ahmadinejad não faria isto por dinheiro. Ele tem dinheiro, tem uma vasta rede económica. Fá-lo-ia pelo poder. Quer estar no leme do poder”, disse Abdolreza Davari, um antigo associado próximo e conselheiro sénior de Ahmadinejad, numa entrevista telefónica. Os dois homens desentenderam-se há vários anos.

Ahmadinejad falou a uma mão cheia dos seus associados e confidentes mais próximos sobre as suas ambições de se tornar o futuro líder do Irão com a ajuda de potências estrangeiras, segundo um associado do seu círculo íntimo, que falou sob condição de anonimato para descrever discussões privadas. Ahmadinejad desiludiu-se com o sistema da República Islâmica depois de ter sido desqualificado para se candidatar a Presidente por três vezes, disse o associado, e concluiu que não poderia ascender ao poder enquanto o sistema atual permanecesse em vigor.

Preocupava-o que, em caso de guerra e mudança de regime, os norte-americanos e israelitas escolhessem alguma figura da oposição fora do Irão que não conhecesse o país e o Irão ficasse desestabilizado, disse o associado. Descrevia-se aos que o rodeavam como alguém que poderia desempenhar o papel de um reformador, como o antigo Presidente russo Boris Ieltsin, e disse que, se chegasse ao poder, o Irão reconheceria Israel e normalizaria as relações como parte dos Acordos de Abraão do Presidente Donald Trump, afirmou o associado.

As agências de informações israelitas estavam a acompanhar de perto o fosso crescente entre Ahmadinejad e o regime iraniano durante este período, de acordo com dois responsáveis da defesa israelita familiarizados com as avaliações das informações daquela altura. De particular interesse, disseram os responsáveis, era o ressentimento crescente de Ahmadinejad para com Khamenei e outras figuras seniores que o tinham desqualificado de concorrer novamente à presidência.

As ações de Ahmadinejad começaram a suscitar suspeitas dentro do ramo de informações da Guarda Revolucionária do Irão, que é responsável por salvaguardar a República Islâmica contra interferências estrangeiras. Essa suspeita cresceu, de acordo com dois membros da Guarda e um responsável das informações familiarizado com o caso, depois de Ahmadinejad começar a enviar cartas públicas em 2017 a Trump e, mais tarde, ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman. Trump teceu rasgados elogios a ambos os homens.

Após o ataque israelita deste ano que inicialmente libertou Ahmadinejad da vigilância da Guarda, as agências de informações do Irão começaram a investigar e a juntar as peças da sua ligação a Israel, de acordo com os quatro responsáveis.
Reuniões no estrangeiro

Não é claro quando os operacionais israelitas tentaram recrutar Ahmadinejad pela primeira vez. Responsáveis iranianos disseram que houve pelo menos algum contacto durante uma viagem que Ahmadinejad fez em 2023 à Guatemala para participar numa conferência centrada no ambiente. O convite partiu do governo da Guatemala, um país que tem laços diplomáticos mais estreitos com Israel do que a maioria na América Latina.

Ahmadinejad quase não fez a viagem, pois foi parado no aeroporto de Teerão pelas forças de segurança, que se recusaram a emitir-lhe um cartão de embarque e a permitir que saísse do país. Protagonizou um protesto sentado, de várias horas, no aeroporto, que se tornou um espetáculo público, à medida que tirava fotografias com viajantes iranianos comuns e com funcionários do aeroporto e das companhias aéreas, publicando atualizações nas suas páginas nas redes sociais.

Por fim, as autoridades iranianas permitiram que Ahmadinejad embarcasse no avião e participasse na conferência. “Algumas pessoas disseram-me para não viajar para a Guatemala; eu disse-lhes que o meu irmão, o ministro do Ambiente, me convidou”, afirmou Ahmadinejad num dos vídeos da viagem. “Este é um país muito importante na América Latina.”

No ano seguinte, fez a sua primeira viagem à Hungria para participar na conferência da Universidade Ludovika, encontrando-se em Budapeste com Barnea, que liderou a Mossad durante cinco anos, até ao mês passado. A Hungria, que era liderada nessa altura pelo primeiro-ministro de direita Viktor Orbán, tinha talvez laços mais estreitos com Israel do que qualquer outra nação europeia, e Orbán e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fizeram viagens aos países um do outro. Netanyahu proferiu um discurso em abril de 2025 na Universidade Ludovika, que lhe entregou um prémio de serviço público.

Dois meses depois, Ahmadinejad regressou a Budapeste, poucos dias antes de Israel lançar uma guerra no Irão, uma visita que foi uma fachada para se encontrar com operacionais das informações israelitas. Os seus guarda-costas iranianos da unidade Ansar da Guarda, que acompanhavam Ahmadinejad em todas as suas viagens ao estrangeiro, relataram que, em pelo menos duas ocasiões, ele conseguiu despistar a sua equipa de segurança e desaparecer para longas reuniões durante a viagem de junho de 2025. Num relatório sobre a viagem, os guarda-costas disseram que confrontaram Ahmadinejad sobre os seus desaparecimentos e que este lhes disse que estivera reunido com professores universitários, segundo os dois membros da Guarda e um responsável das informações.

Na conferência universitária, o antigo Presidente iraniano proferiu uma palestra em inglês, surpreendendo os presentes ao abandonar o característico verso do Alcorão que outrora recitava no início de todos os discursos. Vestido com um fato azul-escuro feito à medida, falou sobre “humanidade partilhada” e uma “ordem mundial em mudança”, oferecendo as suas opiniões sobre como poderia emergir um novo mundo, de acordo com vídeos da viagem publicados na sua página nas redes sociais.

Presenteou Deli, o reitor da universidade, com um exemplar do Livro dos Reis, do antigo poeta iraniano Ferdowsi. Deli ofereceu a Ahmadinejad um emblema da universidade. Numa entrevista no mês passado, Deli disse que, ao alargar o convite a Ahmadinejad, tinha desempenhado o papel de um “strohmann” — que em alemão significa “testa-de-ferro” ou “fantoche”.

Até à semana passada, Ahmadinejad não era visto em público desde o final de fevereiro, quando foi levado apressadamente da sua casa em Teerão no Peugeot preto. A 6 de julho, fez uma breve e surpreendente aparição como parte do cortejo fúnebre de Khamenei. Vídeos do cortejo mostravam Ahmadinejad, vestindo um casaco pesado no calor de mais de 30 graus, com uma máscara cirúrgica puxada para baixo, até ao queixo. Os outros dois ex-Presidentes vivos do Irão, Hassan Rouhani e Mohammad Khatami, não foram convidados e não apareceram em nenhuma das cerimónias fúnebres. Ahmadinejad permaneceu de cabeça baixa, sem falar, ladeado por todos os lados pelo que pareciam ser guardas de segurança.

 

 

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Citação de Burkina2008, há 3 horas:

Imagem

Esta nao 'e do Ticampos

Terrível, mas zero surpresa e provavelmente já não dá para adiar mais.

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Citação de Descartes, há 15 horas:

Passo 1 - O Ticampos gasta um copo de água para produzir uma imagem que partilha no fórum;

Passo 2 - Alguém salienta que o Ticampos anda a gastar água sem necessidade;

Passo 3 - O Ticampos gasta um garrafão de água de 5 l para nos presentear com dados que comprovam que as imagens dele consomem menos água do que outras atividades humanas. Mas disso ninguém fala, queixa-se o Ticampos.

Passo 4 - Alguém olha com mais atenção e deteta erros na imagem que o Ticampos pediu que lhe produzissem com um copo de água;

Passo 5 - O Ticampos defende-se dizendo que isso não foi da lavra dele. Foi de uma entidade sobrenatural. Ele não tem culpa que a AI lhe devolva coisas com erros.

Passo 6 - E eu fico:

giphy.gif

Falando disto mais a sério, já assisti a uma palestra de um gajo cujo trabalho também se foca sobre como poupar recursos na internet. Coisas tão simples como evitar enviar a assinatura em todos os emails, pensar duas vezes antes de enviar uma foto ou um GIF, evitar ligar a câmera em reuniões a não que seja realmente necessário, etc.

Hoje em dia tudo isto está super enraizado porque é super fácil e estamos habituados a isso, mas de facto usamos todas estas coisas como se não consumissem recursos no "mundo real". Como se cada imagem que carregamos para a nuvem não estivesse a "ocupar espaço" num servidor algures.

Não estou a criticar, eu também o faço, naturalmente. Mas é algo relevante para reflexão.

Especialmente agora, com a AI, em que esse consumo é superior nalgumas ordens de magnitude, bem como o seu uso tende a ser desmesurado, e geralmente para coisas parvas como meter o Messi e o Ronaldo a almoçar juntos ou assim.

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Citação de Ghelthon, há 11 horas:

Terrível, mas zero surpresa e provavelmente já não dá para adiar mais.

Eu acho que dá. Eleição bastante competitiva com o Philippe.
Para além disso o Bardella era muito mais forte como candidato que a Le Pen.
Ela já tem a imagem gasta e acho que isso se verá na campanha.

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Durão Barroso - "EUA são aliados fortes. Se pedem bases, não temos de ser equidistantes"

Citação

Rejeitando a ideia de que a Europa tem de ser subserviente, remontou às origens dos avós, lembrando uma expressão transmontana: "Diz-se: 'Quem muito se baixa, vê-se-lhe o rabo'. Não nos devemos nunca baixar perante ninguém."

Confrontado sobre a cedência de bases militares aos EUA, assunto no qual Durão Barroso foi crítico para com os países que não o fizeram, apontou: "É completamente diferente aí. Falando de Portugal: o nosso aliado com mais força e poder são os EUA. Há uma guerra que não é entre nós. Não estamos na guerra entre Irão de um lado e Israel e EUA do outro. Mas se há um nosso aliado que nos pede a utilização de uma bases, obviamente que não temos de ser equidistantes".

O antigo chefe de governo considerou que os Estados Unidos são "uma grande democracia" - e "independentemente do presidente". "Não podemos ser equidistantes entre os EUA [...], o maior aliado mundo ocidental e um regime teocrático, que é um dos regimes mais horríveis do mundo", afirmou.

Não estava no vosso bingo pois não? Uma no cravo, outra na ferradura. Pelo meio ainda lança críticas a Espanha e Pedro Sánchez.

Gostei da parte da grande democracia americana e da ideia subentendida de um estado laico.

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Citação de fornix, há 6 minutos:

Durão Barroso - "EUA são aliados fortes. Se pedem bases, não temos de ser equidistantes"

Não estava no vosso bingo pois não? Uma no cravo, outra na ferradura. Pelo meio ainda lança críticas a Espanha e Pedro Sánchez.

Gostei da parte da grande democracia americana e da ideia subentendida de um estado laico.

Então mas que esperavas de alguém que participou ultra ativamente na Guerra do Iraque em 2003?
Aqui não há nada de novo e até estar a ser coerente com o que defendeu nessa altura.

 

Cimeira nas Lajes – RTP Arquivos

Editado por Ticampos

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Trump focado em mostrar que as eleições americanas foram aldrabadas pelos aliens ilegais e outras teorias da conspiração.

Editado por Ticampos

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Citação de bmfpcdm, há 10 minutos:

 

É arrepiante o paralelismo que existe entre essa situação e a nomeação do @Su1 e do @El Shafto como mods

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Parece-me perfeitamente natural recrutar fascistas e ultra conservadores com comportamentos agressivos e psicóticos para uma milícia paramilitar de uma "grande democracia".

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