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Homem do Bussaco

IA

Publicações recomendadas

Citação de antifa, há 14 horas:

 

 

Ainda bem que foi um gajo decente a descobrir isso. Imagine-se como funciona com os 99% dos casos em que estas coisas são descobertas por gajos não-decentes.

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Blocks, a gigante tecnológica norte-americana, despede quatro mil trabalhadores

"(...)a utilização de inteligência artificial (IA) tornou redundante a prestação de quase 40% dos trabalhadores, dando razão àqueles que anteciparam uma revoada de despedimentos com base na supressão de funções, melhor executadas pela IA."

e

Block shares jump ~25% after AI-driven layoffs; Job loss floodgates to open wide | investingLive

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Citação de depina, há 6 horas:

Blocks, a gigante tecnológica norte-americana, despede quatro mil trabalhadores

"(...)a utilização de inteligência artificial (IA) tornou redundante a prestação de quase 40% dos trabalhadores, dando razão àqueles que anteciparam uma revoada de despedimentos com base na supressão de funções, melhor executadas pela IA."

e

Block shares jump ~25% after AI-driven layoffs; Job loss floodgates to open wide | investingLive

A audácia de vir dizer esta m*rda
Precisamos de mais Luigis pa limpar estes (censurado)

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UjuztGn.png

zMnFey0.png

E isto é um modelo do ChatGPT treinado especificamente para informação relacionada com o ServiceNow por um dos developers mais conhecidos do meio. Agora imaginem o ChatGPT normal.

No fundo, eu sabia como fazer, mas fui perguntar à AI para ver se havia alguma forma melhor. Vai daí, a AI inventa funções da API que não existem, e depois ainda diz "pronto, vamos lá recomeçar mas agora a usar só coisas que existem".

Shambles.

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Eu ando a adorar criar skills no Claude. Comecei a fazê-lo para me automatizar e eliminar as tarefas mais chatas.

 

De há um ano para cá recebo uns pedidos por email que tenho de rever e aprovar. Esta semana ensinei o Claude a rever a inbox para identificar os pedidos, ir diretamente à base de dados analisar se está tudo ok em termos de performance para o que está no pedido, e depois escrever o draft diretamente no email com o raciocínio e com a conclusão de aprovar ou não com base no que viu na base de dados e com os critérios que lhe dei.

Isto dá para fazer no chat normal do Claude, esta semana também passei a ter o Cowork a dar no Windows (foi lançado em Fevereiro) portanto além disso também fiz schedule para correr 3 vezes ao dia.

Também lhe peço para listar esses emails todos num google sheets com toda a informação necessária para eu facilmente consultar o que possa estar pendente.

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Publicado (editado)

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Apetecia-me tanto começar a ganhar dinheiro à pala destes cornos

Editado por antifa
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Citação de Ghelthon, há 16 horas:

UjuztGn.png

zMnFey0.png

E isto é um modelo do ChatGPT treinado especificamente para informação relacionada com o ServiceNow por um dos developers mais conhecidos do meio. Agora imaginem o ChatGPT normal.

No fundo, eu sabia como fazer, mas fui perguntar à AI para ver se havia alguma forma melhor. Vai daí, a AI inventa funções da API que não existem, e depois ainda diz "pronto, vamos lá recomeçar mas agora a usar só coisas que existem".

Shambles.

Eu apanho muitos casos disso. Ele começa a inventar opções ou dados apenas para que o raciocínio dele resolva o problema.

Quando começas a ver, isto não existe, isto não dá, etc.

Insulto o gajo forte e feito 😂

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Tenho curiosidade pelo Claude, toda a gente fala maravilhas. A ver se é melhor que o ChatGPT nestas coisas.

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Da minha experiência o ChatGPT anda uma m*rda.

Passei a só usar Claude e Gemini.

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Citação de Ghelthon, há 30 minutos:

Tenho curiosidade pelo Claude, toda a gente fala maravilhas. A ver se é melhor que o ChatGPT nestas coisas.

Ajudou-me bastante a construir umas queries noutro dia, com melhor qualidade que os outros que já experimentei

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A versão free dá acesso suficiente? Basicamente só usaria, pelo menos por agora, para este tipo de coisas, código, ideias para melhorar, etc.

TEDdnxJ.png

Claude - 1
ChatGPT - 0

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Citação de Ego Sum, há 2 horas:

Da minha experiência o ChatGPT anda uma m*rda.

Passei a só usar Claude e Gemini.

Até para a merdinha da formatação que lhe peço para os meus saves do PWS ele anda a baralhar-se todo.

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Citação de Ghelthon, há 20 horas:

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zMnFey0.png

E isto é um modelo do ChatGPT treinado especificamente para informação relacionada com o ServiceNow por um dos developers mais conhecidos do meio. Agora imaginem o ChatGPT normal.

No fundo, eu sabia como fazer, mas fui perguntar à AI para ver se havia alguma forma melhor. Vai daí, a AI inventa funções da API que não existem, e depois ainda diz "pronto, vamos lá recomeçar mas agora a usar só coisas que existem".

Shambles.

Mas pelo menos melhoraste a tua produtividade...

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Citação de Ghelthon, Em 05/03/2026 at 10:24:

Tenho curiosidade pelo Claude, toda a gente fala maravilhas. A ver se é melhor que o ChatGPT nestas coisas.

experimenta, tem os seus erros também, mas infinitamente melhor que o chatgpt nesta área de codigos atualmente.

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Citação de Ego Sum, Em 05/03/2026 at 09:30:

Eu ando a adorar criar skills no Claude. Comecei a fazê-lo para me automatizar e eliminar as tarefas mais chatas.

 

De há um ano para cá recebo uns pedidos por email que tenho de rever e aprovar. Esta semana ensinei o Claude a rever a inbox para identificar os pedidos, ir diretamente à base de dados analisar se está tudo ok em termos de performance para o que está no pedido, e depois escrever o draft diretamente no email com o raciocínio e com a conclusão de aprovar ou não com base no que viu na base de dados e com os critérios que lhe dei.

Isto dá para fazer no chat normal do Claude, esta semana também passei a ter o Cowork a dar no Windows (foi lançado em Fevereiro) portanto além disso também fiz schedule para correr 3 vezes ao dia.

Também lhe peço para listar esses emails todos num google sheets com toda a informação necessária para eu facilmente consultar o que possa estar pendente.

Não queres falar mais disto em detalhe?

Btw, já alguém usou o Rovo da atlassian? Para ligações entre documentação e criação de tarefas parece ser muito fixe.

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Citação de Su1, há 1 hora:

Não queres falar mais disto em detalhe?

Imagina que começas uma conversa exploratória, que não tens exatamente claro o que queres no ponto de partida e como tal não tens um prompt XPTO - que é o que há ano toda a gente diria que é o segredo com AI, saber como fazer prompts para receber exatamente o que precisamos.

 

Dando um exemplo burocrático que talvez seja mais fácil toda a gente perceber, identifica todos os emails que tenhas com pedidos de pagamento acima de X que são esperados serem aprovados por mim.

Depois disso crias um Google Sheets e dizes-lhe, toma este link, preenche aqui neste template todos os pedidos que estejam pendentes.

Apercebes-te que também queres adicionar colunas com data do último follow-up e quem. Pedes-lhe para preencher essas colunas.

Depois apercebes-te que entretanto aprovaste alguns, queres adicionar com data de aprovação e quem. Acrescentas e pedes-lhe para preencher essas colunas que estão em falta.

Quando finalmente tens um resultado final que achas satisfatório podes pedir ao Claude, cria-me um skill.

O skill não é mais do que um prompt que ele próprio cria com a sua aprendizagem de todas aquelas interações. Esse skill é um ficheiro que fazes upload no teu perfil, e todas as vezes que lhe peças algo remotamente relacionado com isso ele vai saber.

Nem tenho de ser exato tipo "pega no skill X e faz aquilo", se pedir algo remotamente relacionado com aquilo no futuro, ele saberá. É como se o estivesses a ensinar.

Eventualmente o que vai acontecer é que entretanto identificas ainda mais coisas que seria fixe teres quando fazes esse pedido, nessa futura conversa que tenhas podes dizer "gosto, atualiza o skill com o que definimos nesta conversa também", e ele faz.

Esta funcionalidade dos skills penso que está disponível na licença paga mais básica de 20 por mês.

 

No que toca a Cowork, que só está disponível para a licença mais cara, pode automatizar tasks.

Pegando no mesmo exemplo acima, podes lhe pedir para 3 vezes por dia ver a tua inbox, atualizar o ficheiro com os pagamentos que tenhas pendentes (chama-se Schedule no Claude).

Se tiveres uma conexão à tua base de dados (a Anthropic chama MCP), também podes incluir nessas rotinas verificações. Tipo quando receber um pedido de pagamentos vai ver todas as vendas de produtos que comprei a este fornecedor, vai ver o inventário, dá-me quantas faturas estão pendentes de pagar, etc.

E se definires algum critério tipo "se a fatura tiver passado o limite de pagamento, escreve o draft diretamente no Gmail a responder que aprovo pq X" também pode ser feito utilizando essas funcionalidades dos skills e schedule.

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Citação de Ego Sum, há 37 minutos:

Imagina que começas uma conversa exploratória, que não tens exatamente claro o que queres no ponto de partida e como tal não tens um prompt XPTO - que é o que há ano toda a gente diria que é o segredo com AI, saber como fazer prompts para receber exatamente o que precisamos.

 

Dando um exemplo burocrático que talvez seja mais fácil toda a gente perceber, identifica todos os emails que tenhas com pedidos de pagamento acima de X que são esperados serem aprovados por mim.

Depois disso crias um Google Sheets e dizes-lhe, toma este link, preenche aqui neste template todos os pedidos que estejam pendentes.

Apercebes-te que também queres adicionar colunas com data do último follow-up e quem. Pedes-lhe para preencher essas colunas.

Depois apercebes-te que entretanto aprovaste alguns, queres adicionar com data de aprovação e quem. Acrescentas e pedes-lhe para preencher essas colunas que estão em falta.

Quando finalmente tens um resultado final que achas satisfatório podes pedir ao Claude, cria-me um skill.

O skill não é mais do que um prompt que ele próprio cria com a sua aprendizagem de todas aquelas interações. Esse skill é um ficheiro que fazes upload no teu perfil, e todas as vezes que lhe peças algo remotamente relacionado com isso ele vai saber.

Nem tenho de ser exato tipo "pega no skill X e faz aquilo", se pedir algo remotamente relacionado com aquilo no futuro, ele saberá. É como se o estivesses a ensinar.

Eventualmente o que vai acontecer é que entretanto identificas ainda mais coisas que seria fixe teres quando fazes esse pedido, nessa futura conversa que tenhas podes dizer "gosto, atualiza o skill com o que definimos nesta conversa também", e ele faz.

Esta funcionalidade dos skills penso que está disponível na licença paga mais básica de 20 por mês.

 

No que toca a Cowork, que só está disponível para a licença mais cara, pode automatizar tasks.

Pegando no mesmo exemplo acima, podes lhe pedir para 3 vezes por dia ver a tua inbox, atualizar o ficheiro com os pagamentos que tenhas pendentes (chama-se Schedule no Claude).

Se tiveres uma conexão à tua base de dados (a Anthropic chama MCP), também podes incluir nessas rotinas verificações. Tipo quando receber um pedido de pagamentos vai ver todas as vendas de produtos que comprei a este fornecedor, vai ver o inventário, dá-me quantas faturas estão pendentes de pagar, etc.

E se definires algum critério tipo "se a fatura tiver passado o limite de pagamento, escreve o draft diretamente no Gmail a responder que aprovo pq X" também pode ser feito utilizando essas funcionalidades dos skills e schedule.

Não é só a anthropic que lhe chama MCP, MCP é agora um termo global para descrever o contexto (base de dados) em que queres que o teu modelo corra. "Antigamente" era chamado RAG, e agora os termos significam coisas diferentes mas são usados essencialmente para a mesma coisa

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O que me faz impressão com tudo isso é.. não estás a dar acesso à tua informação privada pessoal e/ou confidencial da empresa, à empresa de AI? (Neste caso a Anthropic)

Se for uma AI local é uma coisa, agora se estiver constantemente a mandar os teus dados para a internet para os analisar, eu vejo aí um problema muito sério. Estás não só a pagar 20 euros ao mês como a pagar com o acesso à tua informação confidencial, em troco de produtividade.

Como software dev nós estamos a ter um problema sério com pessoal junior da empresa que já apanhamos a fazer copy paste de sources para o ChatGPT. Para além de ser um bocado parvo a nível de produtividade porque não tem acesso ao contexto das coisas que uma ferramenta integrada como a que descreves tem, parece-me um problema de segurança grave pois é doar voluntariamente partes do nosso know-how à OpenAI. Andam os chineses há décadas a fazer imensos sacrifícios para conseguirem fazer espionagem industrial para roubar o know-how ocidental, e nós hoje em dia simplesmente oferecemos a outras empresas de borla

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Citação de noikeee, há 54 minutos:

O que me faz impressão com tudo isso é.. não estás a dar acesso à tua informação privada pessoal e/ou confidencial da empresa, à empresa de AI? (Neste caso a Anthropic)

Há licenças empresariais onde esse contexto de passagem de informação é salvaguardado e há um círculo de informação fechado. 

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Citação de HappyKing, há 10 horas:

Há licenças empresariais onde esse contexto de passagem de informação é salvaguardado e há um círculo de informação fechado. 

Exato.

Mas mesmo assim é preciso ter cuidado, por exemplo no Google AI studio mesmo tendo licença de empresa há la uma opção que expõe o que metes, tem de se fazer disable.

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É, as IAs que andam a roubar artistas pa fazerem os vossos retratos de familia "ghibli" devem estar a guardar os vossos dados num cofre sem ninguém mexer.

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É, se calhar o melhor é mesmo deixar de usar o Gmail e começar a enviar cartas.

O risco já existia antes de AI, os dados já estavam com alguém. E esses mesmo dados terão sido utilizados para treinar as inteligências artificiais, certamente que os backups em Google Fotos foram utilizados para treinar AI em reconhecimento facial e afins.

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https://www.npr.org/2026/03/08/nx-s1-5741779/openai-resigns-ai-pentagon-guardrails-military

A senior member of OpenAI's robotics team has resigned, citing concerns about how the company moved forward with a recently announced partnership with the U.S. Department of Defense.

Caitlin Kalinowski, who served as a member of technical staff focused on robotics and hardware, posted on social media that she had stepped down on "principle" after the company revealed plans to make its AI systems available inside secure Defense Department computing systems.

The agreement is part of a broader push by the U.S. government to incorporate advanced AI tools into national security work, a trend that has sparked debate across the tech industry about oversight and acceptable uses.

In public posts explaining her decision, Kalinowski wrote: "I resigned from OpenAI. I care deeply about the Robotics team and the work we built together. This wasn't an easy call."

She said policy guardrails around certain AI uses were not sufficiently defined before OpenAI announced an agreement with the Pentagon. "AI has an important role in national security," Kalinowski wrote. "But surveillance of Americans without judicial oversight and lethal autonomy without human authorization are lines that deserved more deliberation than they got."

Kalinowski also emphasized that her concerns were more about the process rather than specific executives inside the company, saying she had "deep respect for Sam and the team, and I'm proud of what we built together," referring to OpenAI chief executive Sam Altman.

A spokesperson for OpenAI told NPR the company believes the agreement with the Pentagon "creates a workable path for responsible national security uses of AI while making clear our red lines: no domestic surveillance and no autonomous weapons."

It continued, saying the company recognized "people have strong views about these issues and we will continue to engage in discussion with employees, government, civil society and communities around the world."

Kalinowski's resignation comes amid heightened competition among leading developers of artificial intelligence to supply technology to the U.S. government. In recent weeks, federal agencies have turned to OpenAI and Google for AI systems as tensions increased with a rival firm, Anthropic, over the military use of its models.

Anthropic's CEO spoke out against allowing the company's software to be used for applications such as domestic mass surveillance or autonomous weapons, a stance that led to clashes with defense officials — including Secretary of Defense Pete Hegseth — who said the department needs flexibility to deploy commercial AI tools in all "lawful" operations.

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