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Sr. Inácio

Literatura | Discussão Geral

Publicações recomendadas

Visitante

Aproveitando a conversa, onde acham que consigo vender alguns livros que aqui tenho, que não me interessa manter?

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uma vez tentei vender um livro que tinha comprado por parvoíce em brasileiro num cash converters e davam-me, não tenho a certeza, mas uns 2€.

 

se querem vender alguma coisa tentem primeiro no olx ou coisa do género, ir vender a revendedoras não deve valer a pena, salvo um ou outro alfarrabista mais bacano, mas não estou por dentro desse mundo.

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Não ia valer a pena, foi em horário de expediente. :mrgreen: Nunca me senti tentado a vender livros, pelo menos os que gosto, mas porquê? Pagam uma ninharia?

Exacto. A minha mulher vendeu lá uns livros de cinema que saíram há uns anos com o Púbico por 1€ e aqueles génios têm aquilo a apanhar pó na loja por 12€.

 

Aproveitando a conversa, onde acham que consigo vender alguns livros que aqui tenho, que não me interessa manter?

OLX e afins.

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O OLX é sem sombra de dúvidas a melhor opção. Se forem tantos assim montem banca na Rua Anchieta, ali no Chiado, a um sábado à tarde. Vender a revendedores é ser assaltado, mas é o trabalho deles, aquilo tem de dar lucro de alguma forma.

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A VISÃO desta semana oferece 'A Mulher de Trinta Anos', de Balzac.

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Já alguém leu o Joyland do King?

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Chandler, já vi que editaste um livro. Será que me poderias dizer mais ou menos como foi o processo ou pelo menos em que página dele falaste? É que não costumo vir a esta secção. :mrgreen: Tem a ver com o quote em baixo.

 

Há uns dias mandei um texto para a Chiado Editora (sim, sei que não é a melhor delas lol) para ter uma ideia da aceitação que uma editora teria de uma criação minha. A resposta foi extremamente positiva e queriam logo avançar com a edição do livro. Fiquei bastante contente. Aquilo que eu não tinha bem noção era que teria de adquirir X exemplares (pensava que mos davam :lol: mas tendo em conta que seria um autor desconhecido do grande público...) a um X preço (mais barato do que o de venda ao público), o que, em traços gerais, ultrapassava os 2.000€, incluindo spots publicitários na TVI24 e no DN (que obviamente podiam ser pagos em prestações). Fiquei logo de pé atrás, não porque achei estranho uma editora pedir dinheiro, mas porque atualmente não tenho condições para isso. Eles ainda fizeram outra proposta, baixando para os cerca de 1.600€, mas ainda assim não dá. Claro que depois poderia vendê-los ao preço de venda ao público para ter lucro, mas nunca teria retorno imediato.

 

Enfim. No fundo, não sei bem se isto é um "alguém sabe", mas pronto, se alguém já tiver passado por uma situação do género talvez possa dar o seu contributo à conversa. Gostava mesmo de ter uma noção destas coisas, porque quero fazer vida disto. A questão é que, atualmente, é impossível. Talvez daqui a uns aninhos...

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Infelizmente o mercado ajustou-se, mas ajustou-se à falta de pessoas, porque somos um país pequeno, e mais que isso ajustou-se à curta quantidade de pessoas que compra livros regularmente.

 

Isto significa que, mesmo que sejas bom, precisas de uma máquina propagandista e editorial por trás que te potencie ao nível dos outros. Como não podem dar isso a todos, a generalidade das editoras faz uma de duas coisas: 1) ignoram-te. Editoras de renome nem sequer respondem aos teus e-mails; 2) Propõem esse tipo de acordos. Como vendem poucos livros, porque existem poucos autores de renome dispostos a trabalhar com eles, fazem das fraquezas forças, e apercebem-se, inteligentemente, que há mais força em muitas vontades de publicar do que em poucos leitores meio mornos nas suas intenções.

 

Dito isto, o meu processo teve algumas diferenças. A proposta inicial foi parecida, mas eu declinei uma, declinei duas, e passados uns dias a coisa deu-se por um valor que me possibilitou ter algum lucro. Fiquei a achar que não farão isso a todos, até porque a eles também não lhes terá dado assim tanto, mas não morri do mal, morri da cura: o processo de revisão foi lentíssimo e, à distância, vejo que mau, as comissões nunca foram pagas, e a dada altura cortaram ligação completa comigo. Sei que vão sendo vendidos livros aqui e ali, conheço quem me diga que os comprou, à editora, em mão, em lojas, mas eu dessa venda nunca vi um tostão.

 

Não me preocupa muito: não era esse o objectivo. Dito isto, acredito que o mercado mudou de tal maneira nos últimos anos que existem mais autores com pulsões publicatórias que leitores. Como combater isto caso pretendas, de facto, construir algo sólido e que não passe só pela vaidade de veres o teu livro em papel?

 

O caminho não é fácil, mas ler, ler e ler, escrever, escrever e escrever, deve ser o princípio de tudo. O único Nobel lusófono publicou o segundo livro, primeiro de relevo, já na terceira idade. O autor português mais reconhecido além-fronteiras da actualidade não publicou antes dos 30. Escrever não é necessariamente publicar.

 

Claro que, fora de hipocrisias, é normal que queiras fazer chegar o que fizeste às pessoas. Acredito que nos dias de hoje a melhor maneira vá passando pelos concursos literários, é o único meio (à partida) democrático, onde podes fazer chegar o teu texto e ser reconhecido pela qualidade dele. Também podes conhecer quem conheça alguém, é sempre útil. Ires publicando em meios mais acessíveis pode ajudar a que as coisas aconteçam. Por exemplo, publiquei este mês e publicarei nos próximos cinco meses poesia numa revista luso-brasileira de literatura. Não é o sonho de uma vida nem é um feito inacreditável, mas está lá o meu contacto, quem sabe não potencie as coisas. Acredito estar em vias de publicar um ensaio teórico numa revista da especialidade também. O nome vai aparecendo aqui, vai aparecendo ali, e é como um refrão, acredita-se que eventualmente pega.

 

É preciso paciência, a escrita, salvo raras excepções, não se coaduna com pressas. Também precisas de ter fé qb no teu talento, mas o talento é só fruto de muita martelada na pedra em bruto, muita leitura, preferencialmente de coisas boas, muitas horas a escrever coisas que nunca vão ver a luz do dia. Muitas entrevistas a muitos autores dir-te-ão muitas coisas diferentes sobre o processo de criação, de noite, de dia, ébrio que nem o Hemingway ou depois de correr 20km como o Murakami, mas as coisas que aqui digo devem ser mais ou menos transversais.

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Visitante

Antes de ir 15 dias para o Algarve (voltei ontem) deixei encomendado na Fnac o livro A Cúpula II, porque li o primeiro e como escrevi por aqui, tentei arranjar o segundo em vários sítios e não consegui. E mesmo a Fnac encomendando o livro à editora levou uma nega, porque pelos vistos nem a própria editora o tem. Vendeu-se tudo e não houve nova edição. Isto já começa a ser motivo para rir. :lol: Portanto não o consigo arranjar, a única maneira que estou a ver é comprar em 2ª mão a alguém que tenha o livro, mas procurando no Olx, Custojusto e Bibliofeira, ninguém está a vender o livro em questão.

 

Aproveitando, levei para as férias dois livros para ler, mas acabei por ler mais. Durante a minha vida, já tive fases em que li bastante, e depois parei, depois retomei o bom hábito da leitura, depois parei, agora retomei em força e não me vejo a parar tão cedo, neste momento até me parece que não faz sentido que uma pessoa que goste de ler e que tenha tempo para o fazer, não o faça. Até porque tempo para as coisas que se gosta de fazer arranja-se, nem que sejam 10 ou 15 minutos antes de dormir.

 

Vou resumir os livros que li nos últimos tempos, e deixar-lhe uma nota, igual à que dei na app goodreads (0 a 5).

 

Quando a noite cai, Nelson DeMille - 2/5

A Cúpula I, Stephen King - 4/5

Sono, Haruki Murakami - 3/5

O Deus das moscas, William Golding - 3/5

Três Homens num barco, Jerome K. Jerome - 2/5

 

Estou actualmente a ler A Profecia Celestina, de James Redfield, e estou a gostar imenso. Foi outro que comprei nas férias, depois de ter lido os que tinha levado. Para além deste, comprei Manuscrito encontrado em Accra, do Paulo Coelho, mas é a minha namorada que está a ler porque ela ficou fã, depois de ter lido O Alquimista.

 

Entretanto, em vista para comprar num futuro próximo, tenho três do Murakami, que são O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo, encontrei uma pessoa a vender a edição normal por 5€(!) e vou aproveitar, A Sul da Fronteira a Oeste do Sol que está com desconto na Fnac até dia 19, e Norwegian Wood.

 

Para o fim, aconselham American Pastoral do Philip Roth? Também está com desconto na Fnac, li a contra-capa e as duas primeiras páginas, gostei da escrita.

Editado por Visitante

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Infelizmente o mercado ajustou-se, mas ajustou-se à falta de pessoas, porque somos um país pequeno, e mais que isso ajustou-se à curta quantidade de pessoas que compra livros regularmente.

 

Isto significa que, mesmo que sejas bom, precisas de uma máquina propagandista e editorial por trás que te potencie ao nível dos outros. Como não podem dar isso a todos, a generalidade das editoras faz uma de duas coisas: 1) ignoram-te. Editoras de renome nem sequer respondem aos teus e-mails; 2) Propõem esse tipo de acordos. Como vendem poucos livros, porque existem poucos autores de renome dispostos a trabalhar com eles, fazem das fraquezas forças, e apercebem-se, inteligentemente, que há mais força em muitas vontades de publicar do que em poucos leitores meio mornos nas suas intenções.

 

Dito isto, o meu processo teve algumas diferenças. A proposta inicial foi parecida, mas eu declinei uma, declinei duas, e passados uns dias a coisa deu-se por um valor que me possibilitou ter algum lucro. Fiquei a achar que não farão isso a todos, até porque a eles também não lhes terá dado assim tanto, mas não morri do mal, morri da cura: o processo de revisão foi lentíssimo e, à distância, vejo que mau, as comissões nunca foram pagas, e a dada altura cortaram ligação completa comigo. Sei que vão sendo vendidos livros aqui e ali, conheço quem me diga que os comprou, à editora, em mão, em lojas, mas eu dessa venda nunca vi um tostão.

 

Não me preocupa muito: não era esse o objectivo. Dito isto, acredito que o mercado mudou de tal maneira nos últimos anos que existem mais autores com pulsões publicatórias que leitores. Como combater isto caso pretendas, de facto, construir algo sólido e que não passe só pela vaidade de veres o teu livro em papel?

 

O caminho não é fácil, mas ler, ler e ler, escrever, escrever e escrever, deve ser o princípio de tudo. O único Nobel lusófono publicou o segundo livro, primeiro de relevo, já na terceira idade. O autor português mais reconhecido além-fronteiras da actualidade não publicou antes dos 30. Escrever não é necessariamente publicar.

 

Claro que, fora de hipocrisias, é normal que queiras fazer chegar o que fizeste às pessoas. Acredito que nos dias de hoje a melhor maneira vá passando pelos concursos literários, é o único meio (à partida) democrático, onde podes fazer chegar o teu texto e ser reconhecido pela qualidade dele. Também podes conhecer quem conheça alguém, é sempre útil. Ires publicando em meios mais acessíveis pode ajudar a que as coisas aconteçam. Por exemplo, publiquei este mês e publicarei nos próximos cinco meses poesia numa revista luso-brasileira de literatura. Não é o sonho de uma vida nem é um feito inacreditável, mas está lá o meu contacto, quem sabe não potencie as coisas. Acredito estar em vias de publicar um ensaio teórico numa revista da especialidade também. O nome vai aparecendo aqui, vai aparecendo ali, e é como um refrão, acredita-se que eventualmente pega.

 

É preciso paciência, a escrita, salvo raras excepções, não se coaduna com pressas. Também precisas de ter fé qb no teu talento, mas o talento é só fruto de muita martelada na pedra em bruto, muita leitura, preferencialmente de coisas boas, muitas horas a escrever coisas que nunca vão ver a luz do dia. Muitas entrevistas a muitos autores dir-te-ão muitas coisas diferentes sobre o processo de criação, de noite, de dia, ébrio que nem o Hemingway ou depois de correr 20km como o Murakami, mas as coisas que aqui digo devem ser mais ou menos transversais.

Grande. Muito obrigado.

 

Eu não tenho pressa nenhuma com isto. Como disse, queria ter uma noção de como o texto seria recebido. Até porque o texto em si não é algo que me defina enquanto escritor nem algo que me veja a fazer sempre (é um conto infanto-juvenil melhorado que utilizei para um concurso que não deu frutos). Escrevo mais poesia.

 

Durante toda a minha infância e vida escolar fui sempre o melhor a escrever das minhas turmas, fui sempre elogiado por todas as professoras de português, fui sempre incentivado a participar em concursos. E modéstia à parte, acredito que tenho mesmo jeito e algum talento para escrever. Muitas vezes penso que me falta aquela imaginação que me possa distinguir, porque a nível técnico, digamos, estou satisfeito. Quero aprender mais, como é óbvio, mas acho que me falta um pouco da tal imaginação que me parece também vir com a idade, com a experiência. Ainda sou muito novo. Não quero propriamente viver da escrita para já, reconheço que isso é impossível. Mas mentiria se dissesse que não me vejo a ser um escritor no futuro. Lá está, no futuro. Não sei se muito longínquo. Mas no futuro.

 

Estou sempre atento aos concursos literários e tenho participado em alguns, sim. Usualmente fico entre os melhores classificados (menções honrosas e tal), embora não tenha vencido nenhum. Mas o que mais me move é mesmo escrever. Há vezes em que não tenho paciência nenhuma (então se houver prazos...), mas depois vejo o resultado final e fico orgulhoso.

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Ulmeiro!

 

Obrigado!

 

@Joao Pedro se tiveres facilidade no inglês, podes tentar mandar vir o livro da net. Deixar o livro a meio é um bocado m*rda 😅

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João, não gostas mesmo de livro de bolso? É como o syn diz, deixar a história a meio é uma m*rda.

 

btw, comprei o Joyland do Stephen King e já o estou a acabar. Vou agora encomendar o Dracula de Bram Stoker.

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João, pede o Alquimista emprestado. Caso tenhas uma mesa aí por casa com uma perna mais curta que a outra é um mimo.

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Visitante

João, pede o Alquimista emprestado. Caso tenhas uma mesa aí por casa com uma perna mais curta que a outra é um mimo.

 

Se a minha namorada lesse isso era capaz de te matar. :lol: Ela uma vez emprestou-me e eu li até metade, depois fiquei uns tempos sem ler e não me apeteceu retomar, mas dada a insistência dela em que eu o leia, é provável que mais tarde ou mais cedo acabe por o ler.

 

Não gostas do livro, ou não gostas do Paulo Coelho?

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Confesso que já tinha saudades de um bom post do alex sobre o alquimista/paulo coelho. :mrgreen:

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Eu só li esse livro, mas tendo em conta que é o best-seller e que é o livro de marca do autor, diria que o resto não poderá fugir assim tanto.

 

Voltando ao assunto do tópico, estes foram os livros que li em 2017. Li muitas outras coisas salteadas por mera curiosidade ou mesmo por motivos técnicos, mas todos estes li de forma sistemática do começo ao fim.

 

 

A doença, o sofrimento e a morte entram num bar by Ricardo Araújo Pereira

Canções Mexicanas by Gonçalo M. Tavares

For Whom the Bell Tolls by Ernest Hemingway

Poesia by António Maria Lisboa

1025mg by Cláudia R. Sampaio

A Cura by Pedro Eiras

Boca Bilingue by Ruy Belo

Assaltos à Padaria by Haruki Murakami

White Noise by Don DeLillo

A Mulher-sem-cabeça e o Homem-do-mau-olhado by Gonçalo M. Tavares

The Confusions of Young Törless by Robert Musil

The Rhetoric of Fiction by Wayne C. Booth

The Modernist Cult of Ugliness by Lesley Higgins

Blind Willow, Sleeping Woman by Haruki Murakami

Dom Casmurro by Machado de Assis

Entre o céu e a terra by Rui Chafes

Conta-corrente 4 by Vergílio Ferreira

Finisterra by Carlos de Oliveira

The Myth of Sisyphus by Albert Camus

Les Fleurs du Mal by Charles Baudelaire

Húmus by Raul Brandão

Encounter by Milan Kundera

Primeiro Direito by Vasco Gato

My Brilliant Friend by Elena Ferrante

Clases de literatura by Julio Cortázar

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Eu até agora li:

 

"The Wretched of the Earth" e "Black Skin, White Masks", de Frantz Fanon

Terminei "Anna Karenina", de Leo Tolstoy, que tinha começado em 2015 :lol:

"Hey Nostradamus!", de Douglas Coupland (péssimo livro)

"Heart of Darkness", de Joseph Conrad

"The Spiderwick Chronicles" e "Beyond the Spiderwick Chronicles", de Holly Black

"Catch Me If You Can", de Frank W. Abagnale

"The Rhyme of the Ancient Mariner", de Samuel Taylor Coleridge

"England, Their England", de A. G. Macdonell

"In a Lonely Place", de Dorothy B. Hughes

"Four Wings and a Prayer: Caught in the Mystery of the Monarch Butterfly", de Sue Halpern

"Silence", de Shūsaku Endō

"Death of a Hero", de Richard Aldington

"Kisses from Katie: A Story of Relentless Love and Redemption", de Katie J. Davis

Banda desenhada "Planetary", de Warren Ellis

"Mostly Sunny with a Chance of Storms", de Marion Roberts

"Zoo Station", de David Downing

"The Shootist", de Glendon Swarthout

"Under the Skin", de Michel Faber

"Roadside Picnic", de Arkady & Boris Strugatsky

"Fantastic Planet", de Stephan Wul

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Como foi o do Conrad?

Muito bom, um dos melhores que li este ano. Gostei especialmente do tom e da capacidade de eficientemente, sem esforço aparente, pintar o ambiente, a aura e a atmosfera que rodeia os personagens.

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Leem vários ao mesmo tempo ou um de cada vez?

Um de cada vez, porque é mais fácil focar-me na história. Eu também me obrigo a ler livros pelos quais não tenho grande vontade de ler, pelo que se lesse mais do que um ao mesmo tempo, arriscar-me-ia a dar preferência a um em detrimento do outro; e se já é difícil ler um que não gosto até ao fim (não gosto de abandonar leituras), nem quero imaginar se me calhassem dois ao mesmo tempo.

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Leem vários ao mesmo tempo ou um de cada vez?

 

Da minha parte, sempre um de cada vez.

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