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Descartes

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Tudo que Descartes publicou

  1. Sim, sim, tens, literalmente o Trump a liderar a democracia mais consolidada do mundo.
  2. Felizmente a Democracia salva-nos desse destino.
  3. Não vi nada deste jogo. Mas acho que foi um escândalo.
  4. Aqui fica uma síntese sobre os feitos dos tenistas portugueses em 2025. Centrando a análise nas finais disputadas e títulos conquistados nas várias categorias desde os SUB-12. CIRCUITO ATP Começamos com uma fácil. Em 2025 não houve nada. Nem uma final para amostra. O melhor que se conseguiu foram as meias finais do Nuno Borges em Auckland, logo no início do ano. Confirmou-se um padrão que se apresenta desde 2018. Só temos portugueses em finais nos anos pares. O que é um bom prenúncio para o próximo ano. CIRCUITO CHALLENGER - ATP Nos Challengers tivemos um ano muito fraco. Apenas duas finais disputadas, ambas pelo Henrique Rocha (em Oeiras e Matsuyama), e um título conquistado no Japão no final da temporada. Para encontrarmos pior temos que recuar até 2014 (duas finais perdidas pelo Gastão Elias). Em 2016 também só estivemos em 2 finais, mas nesse ano o Gastão ganhou as duas. E com menos finais disputadas temos que recuar a 2007, quando o Fred Gil ganhou o seu 2º Challenger da carreira em Sevilha. CIRCUITO FUTURE - ITF Quatro portugueses estiveram presentes em 11 decisões em 2025, conquistando 4 títulos. O Tiago Pereira foi o principal protagonista com 7 presenças em finais mas apenas ganhou uma delas, na Figueira da Foz. O Gastão Elias esteve em 2 finais ganhando ambas. Em Vila Real de Santo António no início do ano e no Porto no Verão. O quadro fica completo com o Frederico Silva, que ganhou um título também em Vila Real de Santo António e com o Tiago Torres que perdeu uma final em Pontevedra. Não foi mau, mas ficámos muito aquém dos números de 2024 (12 títulos em 17 finais) e de 2023 (16 títulos em 22 finais). CIRCUITO JÚNIOR (SUB 18) - ITF Foram 7 os portugueses que estiveram em 11 finais, conquistando 5 títulos. O Ricardo Leal, com 4 finais e 2 títulos (em Leiria e Vilamoura), foi a principal figura, seguido pelo João Morgado, com 3 finais e 1 título (em Bejar). O João Luís Silva (em Setúbal) e o Gonçalo Quintela (no Porto) ganharam as finais que disputaram, ao contrário do Martim Bernardo e do Duarte Lima Sanches que perderam as suas. De assinalar que a final de Setúbal, entre o João Luís Silva e o João Morgado, foi a única entre 2 portugueses. Apesar deste ter sido um ano com números comparáveis aos últimos anos (2024 - 10 finais e 7 títulos; 2023 - 18 finais e 5 títulos; 2022 - 12 finais e 4 títulos; 2021 - 14 finais e 5 títulos), temos que recuar a 2020 para encontrar o último em que nenhum português esteve numa final numa categoria acima das 2 mais baixas (J30 ou J60). Entre 2021 e 2024 nomes como o Jaime Faria, o Gonçalo Marques ou o João Dinis Silva estiveram pelo menos numa final de J100. CIRCUITO SUB 16 - TENNIS EUROPE Houve 7 portugueses a disputar 8 finais, conquistando 5 títulos. O único repetente, ganhando as duas finais que disputou, foi o Tiago Korrodi Ritto, que venceu no Porto e em Sintra, em 2 semanas consecutivas de setembro. Os outros campeões foram o Tomás Tocha (em Coimbra), o Afonso Coutinho (em Aviles) e o Tomás Vilaça (em Waterloo). Como finalistas derrotados ficaram o Duarte Lima Sanches, o Lourenço Correia e o Gonçalo Caramelo. Finais entre portugueses houve duas. A que opôs o Tocha ao Sanches em Coimbra e a que teve como protagonistas o Ritto e o Correia em Sintra. Esta geração não foi das mais bem sucedidas dos últimos tempos. Temos que recuar a 2018 para encontrar um ano com menos finais disputadas, apenas 6. CIRCUITO SUB 14 - TENNIS EUROPE Quatro portugueses disputaram 10 finais conquistando apenas 2 títulos. O único a celebrar no final foi o Luís Bernardo Saraiva que ganhou 2 das 3 finais em que participou (Larnaca e Manacor). No entanto, quem mais finais registou foi o Francisco Sardinha com 4, sempre nos principais torneios, destacando-se a final de Barcelona (um dos "Slams" da categoria) em que só soçobrou frente ao n.º 1 deste escalão, o grego Rafael Pagonis. As restantes finais foram atingidas pelo João Deus (2) e pelo Nuno Graça Moura. Esta categoria não tem evidenciado resultados significativos, pelo menos desde 2010 (até onde vão os meus registos e a base de dados do Tennis Europe). No ano passado só tivemos 3 finais e apenas uma em 2023. As 10 finais disputadas em 2025 estabelecem um novo recorde, ultrapassando as 9 que aconteceram em 2013. CIRCUITO SUB 12 - TENNIS EUROPE Apenas 4 finais e 2 títulos. O Alexandre Calheiros ganhou as 2 que disputou e o Alex Gameiro perdeu as 2 em que esteve. No mês passado, em Ponta Delgada, estiveram os 2 frente a frente. A outra vitória do Calheiros aconteceu em Carcavelos. O Gameiro foi o único que chegou à final num torneio no estrangeiro, em Granada. Em todo o caso, não foi nada mau. Melhor que 4 finais só encontramos em 2015, com 5. E desde 2017 que não se chegava às 4.
  5. Não ligues. Eu é que fui burro. Vi a barra do "conteúdo oculto" e o meu cérebro assumiu que se tratava do boneco dos Simpsons. De qualquer forma, sim. Qualquer um desses outros títulos são mais rigorosos do que o título CM.
  6. Pedimos desculpa pela interrupção da emissão. Estaremos de volta dentro de 15 minutos.
  7. O Tiago Torres é o novo campeão nacional, tendo derrotado o Francisco Rocha na final. Os principais favoritos ficaram-se pelas meias finais. O Jaime Faria perdeu com o Rocha e o Gastão Elias com o Torres.
  8. Como se não bastasse a desinformação da extrema direita... Essas agressões e roubo de 10 euros aconteceram em 2016. Há quase 10 anos. O que, aliás, se descreve no corpo da notícia. A notícia de hoje foi apenas a decisão do Tribunal em manter a pena suspensa de 2 anos. Sim, bem sei que é uma notícia CM e que é um título CM. Mas colocá-la aqui com o título apenas por copy/paste sem qualquer contextualização não me parece a forma mais correta. A não ser que queiramos mudar este espaço para CMpt.
  9. Na verdade nós já estamos apurados. O Caldas precisa de ganhar os 4 jogos que lhe faltam (um deles com a Académica); o Atlético só pode empatar um dos que lhe faltam (um deles com a Académica); e a Académica precisa de ganhar 3. Estas 3 condições são impossíveis de acontecer em simultâneo. Só não estamos matematicamente apurados (e se calhar até estamos) porque ainda há questões relacionadas com igualdade pontual que ainda envolvem também o Amora e a U. Santarém.
  10. Eu não sou supersticioso mas é curioso que a maior vitória da época tenha acontecido quando eu expressei publicamente que não acreditava.
  11. O americano Nishesh Basavareddy chegou às 10 vitórias na carreira na 3ª ronda da NextGen Finals ao derrotar o Engel.
  12. Uma vitória amanhã na Covilhã coloca-nos com 11 pontos de avanço sobre o 5º classificado com apenas 12 pontos por disputar. Ou seja, com o acesso à fase de promoção e consequente manutenção praticamente garantida. Dito isto, e como estou a falar do Belenenses, é óbvio que não vai acontecer.
  13. Duas coisas que me têm irritado recentemente: 1 - A tendência que já vi escrita por mais do que uma vez de que o discurso radical introduzido pelo Ventura nas questões da imigração, apesar de condenável, ter permitido discutir esse assunto livremente sem que as pessoas fossem acusadas imediatamente de serem racistas ou xenófobas. Ou, segundo a minha interpretação, que a normalização do discurso de ódio protagonizado pelo Chega ter permitido que as pessoas expressem livremente opiniões racistas e xenófobas sem qualquer tipo de condenação social. O que muito satisfaz as pessoas que têm opiniões racistas e xenófobas. 2 - A tendência, que já vem de longe mas que assumiu recentemente contornos insuportáveis, de comentar a política como se se tratasse de futebol. Onde os debates se analisam como partidas de futebol e cada sondagem publicada se avalia como uma jornada do campeonato. Cada vez que se diz que o Candidato A ultrapassou o candidato B e segue na frente por x pontos dá-me vontade de atirar a televisão pela janela.
  14. As peças do puzzle começam a encaixar-se. Afinal o assassino só passou por Torres Novas para tirar o secundário. Ele é originário do Entroncamento. A terra dos fenómenos e de eleitores do Chega.
  15. Essas Torres Novas de que se fala também são gémeas?
  16. Ranking de 2025/26 a 18 de dezembro Polónia - 13,625 Inglaterra - 13,486 Alemanha - 12,285 Chipre - 11,406 Itália - 11,250 Espanha - 11,218 França - 10,714 Portugal - 10,600 Dinamarca - 9,500 Grécia - 9,500 Ranking de 5 anos a 18 de dezembro Inglaterra - 104,325 Itália - 92,196 Espanha - 86,171 Alemanha - 83,402 França - 75,891 Países Baixos - 65,762 Portugal - 63,266 Bélgica - 57,750 Turquia - 48,125 Chéquia - 46,075 Ranking Clubes de 5 anos a 18 de dezembro Real Madrid - 131,500 Bayern Munique - 126,000 Inter de Milão - 121,250 Manchester City - 118,250 Liverpool - 115,500 Paris St. Germain - 110,000 Bor. Dortmund - 98,750 Bayer Leverkusen - 98,250 Arsenal - 97,000 Barcelona - 96,250 14. Benfica - 87,750 21. Sporting - 69,500 27. FC Porto - 65,750 48. Braga - 46,000 Um dia só com jogos da Conference e os polacos ficaram doidos assumindo o 1º lugar no ranking anual. Provando a falta que nos faz ter equipas competitivas nesta categoria, descemos 3 posições, sendo ultrapassados pela Polónia, Chipre e França. No Top 10 a 5 anos não houve mudanças mas logo a seguir os polacos ultrapassaram os gregos e instalaram-se no 11º lugar. Cuidado com eles...
  17. Concordo com tudo menos com o que assinalei a bold. Temos que lhes fazer justiça. Eles preferem ganhar por mérito. Mas se só puder ser beneficiando de erros da arbitragem, é um mal menor com o qual convivem bem sem grandes problemas de consciência. Até porque em 1958 também tiveram um lance semelhante em que foram prejudicados.
  18. Essa conversa é intemporal. É particularmente irónica quando uma das principais críticas aos árbitros é a alegada ausência de critérios coerentes, acusando-os de tomarem decisões diferentes para lances idênticos.
  19. Não sei o que estão a criticar no Rui Borges. Ele disse que não viu penalty. Ou seja, concorda com aqueles que consideram que o Sporting foi beneficiado.
  20. É preciso ter azar... Exatamente no jogo cujo resultado foi decidido pelo árbitro falta no tópico aquele post inicial que diria: João Pinheiro resolve
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