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Descartes

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Tudo que Descartes publicou

  1. Também é uma possibilidade a considerar. Noutras notícias, quem deve estar muito entusiasmado hoje é o nosso Ministro da Defesa. Este é um belo precedente para avançarmos para a Operação Resgatar Olivença.
  2. O dilema venezuelano: Ditadura ou Colónia.
  3. O Nuno Borges vai iniciar a temporada de 2026 em Hong Kong defrontando o bósnio Damir Dzumhur na 1ª ronda.
  4. Vitória por 3-1 sobre o Amora e primeira etapa cumprida com distinção. Agora é preparar a 2ª etapa esperando que corra um bocadinho melhor do que no ano passado.
  5. Sim, admito que essa poderia ser uma estratégia vencedora. Mas dificilmente implementável com figuras como o Rui Rio e o Isaltino com destaque na candidatura. Só para complementar: Portugal é país fundador da NATO. Nunca na vida os americanos teriam permitido qualquer tentativa de implementação de uma República Soviética Portuguesa. O Cunhal percebeu isso muito cedo. O seu foco (desde o 25 de abril) esteve sempre na luta pelo poder dentro do sistema democrático.
  6. Em que altura da História é que a Rússia foi comunista?
  7. Sim, também terá a ver um bocadinho com isso. As pessoas perceberam que ele afinal também é um ser-humano como os outros e não é o D. Sebastião. Mas continuo convencido que essa não é a principal explicação. Pode dar mais jeito para as análises políticas e para a função de comentariado mas parece-me que as intenções de voto seguem lógicas mais simplistas. Boa parte da população (o pasto dos populistas) não se dedica a grandes análises políticas. Alguém grita que anda tudo a gamar e por isso é que o país não anda para a frente e essa malta corre logo a votar nele.
  8. Doutor @Descartes, se faz favor. Não andámos na mesma escola...
  9. Como é que é incompreensível quando o seu mandatário é o Rui Rio, uma das personalidades mais relevantes que o apoiam é o Isaltino e o responsável pela campanha é o Luís Bernardo? Era mais do que esperado que essa fosse uma das linhas de força da sua candidatura: ataque cerrado ao Marques Mendes.
  10. Não tem nada a ver com a campanha eleitoral. Até porque a campanha ainda não começou. Só começa domingo. O Almirante ficará de fora da 2ª volta (se ficar) por uma razão muito simples que o Axadrezado aflorou: Sim, ele vai perder a eleição (se perder) por uma única razão: porque o Ventura entrou na corrida. O tal almoço entre os dois foi decisivo. Isto porque a grande vantagem que o Almirante tinha era juntar a multidão de descontentes com os partidos, os políticos e o Sistema. Esse é o campo por excelência do Ventura. Se o Chega não entrasse na corrida ou apresentasse um candidato tipo Tânger, essa malta votava toda no Almirante, mesmo que o Chega não lhe manifestasse apoio formal. Com o Ventura na corrida, saíram do quartel e voltaram para a tasca. O Almirante ainda conta com muita gente descontente que detesta o Ventura. Aqueles que gostam do Rio ou do Isaltino ou do Major Valentão ou do Sócrates, essas figuras de primeira linha que apoiam, de uma forma ou de outra, a candidatura do Almirante. Mas com as máquinas partidárias do PSD e do PS a irem em força para o terreno (o que vai acontecer nas próximas 2 semanas), o destino ficará traçado. A não ser que eu não perceba nada disto, o que também é uma possibilidade a considerar. Neste momento não tenho grandes dúvidas: há 3 candidatos a 2 lugares na 2ª volta. O Marques Mendes, o Seguro e o Ventura.
  11. Novo episódio da novela "Isto só na política portuguesa!": O Pedro Nuno Santos declinou a convocatória para participar no Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro. Alegando que não faz sentido estar presente porque a sua presença nessa instituição deriva do facto de ser, à data da nomeação, Secretário-Geral do PS, cargo que deixou de desempenhar há 7 meses, não tendo sido substituído. Entretanto, André Ventura e Luís Marques Mendes, concorrentes às eleições para a Presidência da República, lá estarão todos contentes não vislumbrando qualquer problema ou incompatibilidade nessa presença em plena Campanha Eleitoral.
  12. Pode dizer adeus à seleção. Os grandes? Lá se vai a equipa feminina e o futuro.
  13. Temos que ser justos. Como a frase está entre aspas trata-se de uma citação. Quem não conhece a diferença é o taxista.
  14. Sim, é mais ou menos por aí. Mais do que inspiração roça a plágio. Menos um ponto para o Chicão. Já não é o Ronaldo do comentário político.
  15. Bom resultado. Não deixa fugir o Chelsea na luta pelo 5º lugar.
  16. Também ajuda o facto do Chicão ser um sportinguista doente tendo até passado pela direção do clube. Três ou quatro dos pontos que ele elencou serviram igualmente para enaltecer a excelência da formação do clube. Eu gostei particularmente de 2 pontos: o facto do Ronaldo ter emigrado aos 18 anos e de ter sido sempre principescamente pago. Donde se conclui que apontar o Ronaldo como exemplo a seguir é o mesmo que dizer que não vale a pena apostar em ter sucesso neste país.
  17. E finalmente vai ajudar a economia. Vai comprar os materiais para fabricar a bomba. Vai dar trabalho a médicos e enfermeiros de várias especialidades e a agências funerárias. Vai proporcionar aumentos de procura em medicamentos, cirurgias e outros procedimentos hospitalares. E vai contribuir para fornecedores de equipamentos e mobiliário, bem como aos empreiteiros que ficarão com os contratos de reconstrução.
  18. Vou dispensar a ironia e as bocas do Chega. Vou adotar o processo de um grande mestre em raciocínios racionais. Eu não sei se são só os adeptos desses 3 clubes que têm esse comportamento mas são um exemplo flagrante da podridão que existe no futebol português.
  19. Como exemplo, o Chicão foi o político que melhor dissecou o disparate do Montenegro quando nos apresentou a todos o Ronaldo como exemplo a seguir. Um mandou a boca do Esgaio, o Chicão apresentou 7 pontos devidamente estruturados. E todos na mouche.
  20. As alterações no método de cálculo do ranking ATP que entrarão em vigor na próxima segunda feira, embora ligeiras, conduzem à estreia no TOP 100 do peruano Ignacio Buse e no TOP 300 do austríaco Sandro Kopp.
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