-
Total de itens
56.551 -
Registo em
-
Última visita
Tudo que Descartes publicou
-
PERSPECTIVAS PARA A PRÓXIMA SEMANA (27/10) TOP 30 Joao Fonseca - CONFIRMADO TOP 100 Eliot Spizzirri - CONFIRMADO TOP 200 Arthur Fery - CONFIRMADO George Loffhagen - CONFIRMADO TOP 300 Fabrizio Andaloro - CONFIRMADO TOP 500 Jack Loge - CONFIRMADO Pedro Vives Marcos - CONFIRMADO TOP 1000 Gian Luca Tanner - CONFIRMADO Dominik Recek - CONFIRMADO Simon Reveniau - CONFIRMADO Marc Van Der Merwe - CONFIRMADO Lucca Helguera Casado - CONFIRMADO
-
Mais um que vive com os pais.
-
Leis do jogo. Novas propostas/regras
Descartes respondeu a Eden Hazard em tópico Jornais e outras publicações
IFAB vai analisar 'Lei Wenger' sobre fora de jogo Finalmente... Que seja aprovada para entrar em vigor já na próxima época. -
Apesar de ter perdido logo na 1ª ronda de Lincoln, o alemão Mats Rosenkranz acabou por conseguir confirmar a sua estreia no TOP 300.
-
O australiano Alex De Minaur derrotou na 1ª ronda de Viena o Rodionov e chegou, assim, às 300 vitórias na carreira.
-
SEMANA DE 20 de OUTUBRO CH 100 - BREST - FRANÇA 2ª Ronda QUALY Jaime FARIA [2, ALT] [ATP - 128] vs Edas BUTVILAS (LIT) [8] [ATP - 300] 16 64 64 1ª Ronda Jaime FARIA [Q] [ATP - 128] vs Francesco PASSARO (ITA) [8] [ATP - 139] CH 100 - SIOUX FALLS - USA 1ª Ronda QUALY Francisco ROCHA [ALT] [ATP - 742] vs Kenta MIYOSHI (JPN) [12] [ATP - 585] 76 61 2ª Ronda QUALY Francisco ROCHA [ALT] [ATP - 742] vs Antoine GHIBAUDO (FRA) [2] [ATP - 398] 36 26 CH 75 - SUZHOU - CHINA 1ª Ronda Frederico SILVA [ATP - 245] vs Maxim ZHUKOV (RUS) [Q] [ATP - 488] Henrique ROCHA [3] [ATP - 161] vs Duje AJDUKOVIC (CRO) [ALT] [ATP - 350] 76 67 46 Mais uma jornada falhada na digressão asiática do Henrique. Desta vez não foi uma derrota anedótica como na semana passada porque o Ajdukovic é um jogador mais experimentado (chegou a 105º no ano passado) mas também teve os seus pormenores rocambolescos. A começar pelo facto do Henrique manter a tendência de dar avanço aos adversários. Perdeu nos 3 sets o seu primeiro jogo de serviço, o que o obriga a andar sempre atrás do prejuízo. No 1º set ainda recuperou o jogo perdido para empatar a 2-2, voltou a ceder um break com 3-3 e fez logo de seguida o contra-break. O tie-break correu bem. Falhou o 1º ponto em que serviu (para não variar) mas o Ajdukovic não concretizou nenhum ponto nos dele e assim ficou 7-1. O 2º set foi mais complicado porque só conseguiu recuperar o jogo perdido a abrir quando o Ajdukovic já servia para fechar o set com 5-4. O tie-break foi mais equilibrado. O Henrique falhou mais vezes e o Ajdukovic menos. O Henrique teve um MP quando o Ajdukovic servia com 5-6 que não converteu e depois falhou no SP quando servia com 6-7. No 3º set o Henrique aumentou o handicap. Em vez de perder apenas o 1º jogo em que serviu, perdeu os 2 primeiros. E o resultado chegou rapidamenta a 4-0. Só recuperou um dos breaks quando o Ajdukovic servia para fechar o encontro com 5-2, ainda salvou um MP quando fez o 4-5 mas não evitou que o croata fechasse com 6-4 o último jogo da partida.
-
Claro que não acho nada disso. Há 20 ou 30 anos os bancos não tinham esse nível de preocupações com as taxas de esforço dos clientes. O acesso ao crédito era muito mais facilitado. E se fosse só para a habitação mas ainda lhes juntavam toda uma panóplia de créditos ao consumo. Essa prática que, como se veio a verificar, correu pessimamente, associada ao congelamento das rendas praticamente destruiu o mercado do arrendamento e tornou quase inexistentes iniciativas como as cooperativas de habitação que já por aqui foram faladas. São, na minha opinião, dos fatores mais determinantes para a crise habitacional que hoje temos. Para a quantidade absurda de edifícios devolutos e pelo estado de degradação de muitas habitações. Esse é um dado factual. Daí a concluirmos que os jovens hoje estão pior porque os bancos são menos permissivos no acesso ao crédito vai uma grande distância. Concordo. Recebo o reparo com muita humildade. 😁
-
Não me queiras dar baile. Disseste com todas as letras que os jovens hoje vivem pior do que os pais. Lançaste a pedra e agora estás a esconder a mão. Quem está a começar tem que gastar 50% ou mais do seu rendimento... para comprar ou alugar a casa que deseja. Por isso não compra nem aluga essa casa. Porque o banco nem lhe empresta o dinheiro. Tem que optar por uma casa mais longe e/ou mais pequena. E isso é um drama, claro. A questão é que são poucos os que, de facto, vivem nessa situação. A maioria não gasta assim o seu rendimento. Vive em casa dos pais, mais longe, em casas mais pequenas. Quanto ao ponto final, poupa-me a crises de meia-idade. Ah e tal, eu já sou cota mas tenho o espírito jovem, sou todo modernaço e compreendo perfeitamente as angústias da malta nova. Também tens um descapotável ou já não se usa? Aí na Califórnia ainda se deve usar... Absurdo é assumires um compromisso que não consigas suportar. Se isto baixa ou não, vá lá saber-se...
-
PERSPETIVAS PARA A PRÓXIMA SEMANA 20 de Outubro - BASILEIA (SUIÇA) / VIENA (ÁUSTRIA) 300ª VITÓRIA Alex De Minaur - CONFIRMADO 10ª VITÓRIA Valentin Royer - CONFIRMADO
-
Mas qual cherrypicking? Tu disseste, e cito: " Pois mas esse problema nao 'e um aparte, 'e 50% ou mais do rendimento disponivel, ou seja 'e "crucial"" E eu respondi: Só 8,4% dos jovens vive em agregados que suportam mais de 40% do seu rendimento disponível em habitação. Concedo que seja uma questão de português e que tu querias dizer que seria 50% ou mais do rendimento disponível em vez de é 50% ou mais... Mas aí o problema já é teu. Quanto ao último parágrafo talvez estejamos novamente numa deficiência ao nível do português. Tu disseste, e volto a citar, que " Quem esta a comecar, ou esta na casa dos 20-34 anos esta pior a nivel economico do que o mesmo tipo de pessoa em 1995, sem qualquer duvida." e antes tinhas dito: " os jovens da primeira geracao ha uns seculos (?) que vive pior do que os pais". Colocaste a interrogação no período temporal. Para te salvaguardares caso alguém viesse dizer que algures no século XVI houve um período em que os jovens viveram pior do que os pais, mas nunca colocaste em dúvida que essa situação existe nos tempos atuais. Há os cegos mas também há os troca-tintas.
-
Não tenho a certeza de que a prestação absorva hoje uma fatia maior do salário do que acontecia nos anos 90. Porque os bancos estão obrigados a ser mais criteriosos na concessão de empréstimos tendo em consideração a taxa de esforço. Ou seja, tenho dúvidas de que o montante em dívida seja maior em proporção ao rendimento. E porque os créditos têm prazos muito mais longos, o que dilui o seu peso por mais períodos. Não compreendi nada desse segundo ponto. Porque é que introduzes a questão do peso da dívida ao fim de 10 anos? O problema dos jovens no que respeita à habitação não é esse. É o acesso ao crédito ou as condições para pagar uma renda, não é a expetativa do peso que a dívida terá no seu rendimento daqui a 10 anos. E acho que estás a confundir as coisas no 2º parágrafo. Portugal não teve superavit porque reduziu a dívida, foi exatamente o contrário: Portugal reduziu a dívida porque teve superavit. Estás a ver? Também consegues fazer posts com os quais concordo a 100%. 😁
-
Eu confesso que não tenho dados oficiais (e hoje já estou cansado para andar a pesquisar) mas este artigo do idealista (site idóneo), transcrevendo uma notícia da Lusa (agência de notícias idónea) do mês passado suportada em dados do Eurostat refere que em Portugal 8,4% dos jovens entre os 15 e os 29 anos vivem em agregados familiares que gastam 40% ou mais do seu rendimento disponível em habitação. Portanto, não sendo um "aparte", parece-me algo exagerada a expressão "é 50% ou mais do rendimento disponível". E não é um aparte porque o problema da habitação conduz a que Portugal seja um dos países da Europa onde os jovens saem mais tarde da casa dos pais (28,9 anos como refere o mesmo artigo), bem mais tarde do que a idade média na geração dos seus pais. E isto é um problema. Para os jovens e para a Sociedade em geral. Mas daí a ser o ponto fulcral para se dizer que os jovens hoje vivem pior do que os seus pais viviam há 30 anos vai uma grande distância. Acho também muito interessante a forma como desvalorizas o esforço da geração anterior quando referes que "bem ou mal lá conseguiram pagar uma casa"... Bem ou mal? Com maior ou menor sacrifício? Sim, a geração anterior, em média, também teve que penar para ter casa própria. Tens razão na questão da desadequação do sistema de ensino e do mercado de trabalho (já falei sobre isso antes). Antigamente isso não era tão visível. Porque a maioria das pessoas nem sequer sonhava entrar no ensino superior, portanto não tinham esse tipo de expetativas. Finalmente devo dizer que fiquei satisfeito por teres concluído que o problema é que economicamente não há um aumento da qualidade de vida. Embora eu continue a não concordar já existe uma evolução. Já não dizes que houve retrocesso.
-
Hoje foi dia dos veteranos. O Daniil Medvedev conquistou o título em Almaty. Foi o 21º da carreira e o 1º de 2025. O Casper Ruud ganhou em Estocolmo. Foi o 14º da carreira e o 2º em 2025. O Felix Auger-Aliassime ganhou em Bruxelas. O 8º da carreira e o 3º em 2025.
-
Porque é que os teus dados são da Pordata e os meus não são do INE? Escolher o ano de 2022 para tecer considerações sobre a inflação não é muito sério. Porque bastava teres escolhido 2021 ou 2023 para ser completamente diferente. Vamos concordar que os salários têm aumentado mais do que a inflação e do que a taxa de juro. E que existe um problema nos últimos anos decorrente do aumento exagerado dos preços da habitação (e rendas). Fica essa área como a única em que os jovens hoje têm mais dificuldades do que os seus pais. A juventude vota no Chega, na minha opinião, por uma multiplicidade de razões. No que respeita à questão que temos estado a discutir, já o disse: acho que os jovens votam Chega porque se alimentou a perceção de que hoje vivem pior do que os seus pais. E eles acreditam nisso. E votam em consonância com essa perceção. Sim, é assim que este indicador é calculado. Em 2024 houve um aumento de 6,3%. Em 2023 de 6.6% e no 2º trimestre de 2025 de 6,0% (face a junho de 2024). Não sei bem se querias dizer com o 2º ponto que o ano de 2024 terá sido excêntrico mas não me parece que seja.
-
[EPL] Todas as jornadas
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Isso resolve-se para a semana. O City perde em Birmingham e o Utd dá 10-0 ao Brighton. -
[EPL] Todas as jornadas
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
O Manchester Utd em 9º lugar? Inacreditável. A continuar assim o Amorim não passa do Natal. Ah, e tal só estão a 3 pontos do 2º. Não importa! -
Obrigado. No entanto a minha principal dúvida recai no valor de 2,8% que utilizaste para 2024, sendo que o mapa da Pordata que me forneceste só tem os dados até 2022. É que, segundo o INE, "Em 2024, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2023, para 1 602 Euros (6,3%), a componente regular para 1 294Euros (6,4%) e a componente base para 1 213 Euros (6,2%)." Terás que concordar que a diferença entre os 2,8% e 6,3% é substancial.
-
@Burkina2008, não estou a duvidar mas não encontro esses dados relativos à atualização salarial. Dizes que a fonte é a Pordata mas não os consigo encontrar. Dás uma ajudinha? É que o teu raciocínio baseia-se nesses dados e eu não queria responder-te sem os verificar.
-
[EPL] Todas as jornadas
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Nem eu... -
Portanto, não existem papers sobre a situação específica de Portugal. Mas há um consenso sobre a degradação das condições económicas no mundo ocidental. E vai daí, infere-se que o mesmo se aplica a Portugal, e aplica-se o dogma. Ora, foi exatamente isso que eu contestei no teu comentário já vai para 2 dias. Não reconheço essa realidade em Portugal. Por isso não entendo que essa questão deva ser utilizada como justificação para o crescimento do Chega, a não ser, como é usual noutras matérias, pela aplicação das perceções. Os jovens percecionam que estão pior do que estavam os pais há 30 anos, por isso a culpa só pode ser de quem nos governou neste período, logo vamos votar no Chega para mudar isto. Não percebo qual foi o enviesamento que usei. Não consigo mesmo perceber o que é que o aumento do fosso entre os mais ricos e os mais pobres nos diz sobre a melhoria ou degradação das condições de vida média numa comparação com o que existia há 30 anos. Se nessa altura todos fossemos miseráveis e não houvesse ricos estávamos melhor do que agora em que temos ricos muito ricos? Não consigo compreender como é que essa variável nos serve de ferramenta para esta questão. Sim, és populista porque não apresentas a mesma análise para os valores de 1994. Porque é isso que aqui está em causa. Corriges os números de 2024, o que está muito bem. Mas tens que corrigir igualmente os de 1994 para se poder comparar. Qual foi o aumento salarial para todos os rendimentos em 1994? Qual foi o aumento da habitação em 1994? Qual foi a taxa de juro média para o crédito à habitação a 20 anos em 1994? Sem esses dados comparativos estás a ser populista.
-
[EPL] Todas as jornadas
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Será que o Utd sabe jogar em vantagem desde o início? Costuma sempre ser ao contrário... Terá o Amorim treinado este cenário improvável? -
[EPL] Todas as jornadas
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Amorimball! O primeiro já está. O saco enche aos quantos? -
Porque tu dizes. Eu apresento números e tu vens com tecnicalidades. Para depois apresentares postulados porque sim. Tática populista pura e dura.
-
[Taça de Portugal] Tópico geral
Descartes respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
E deixaste passar a eliminação do Moreirense pelo Fafe por algum motivo especial? E o Sintrense está a espetar 3-1 ao Rio Ave... -
Sim, é o aumento do salário mínimo. Não, não incluí os spreads bancários na taxa de juro. Sim, utilizei a taxa de inflação e não o IPC com habitação. Mas não pretendo com isto realizar nenhum estudo académico. Estou apenas a responder ao @Ego Sum Estás à vontade para fazer as correções que entenderes mais ajustadas aos números. E no fim podes dizer a que conclusões chegas? Com base nestas variáveis económicas (taxa de juro, com ou sem spread, taxa de inflação, com ou sem habitação e salários, mínimo, médio ou o que quiseres) vivemos melhor agora ou há 30 anos?
