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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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O engraçado é que não é bem assim. O contrário de estar vivo é não estar vivo. Já o contrário de estar morto, sim, é estar vivo. Parece parvo, mas não é. Por exemplo, uma pedra não está morta, pois nunca esteve viva, no entanto, não está viva. Ora, se uma pedra não está viva tanto quanto não está morta, mas, porém, existe, então é a perfeita negação da vida. Ao contrário da morte, que, por sua vez, ao ser uma condição à vida, a confirma, logo não pode ser o seu contrário.

 

Got it? :mrgreen:

 

Mindfuuuuuuuuuuuuuu

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O engraçado é que não é bem assim. O contrário de estar vivo é não estar vivo. Já o contrário de estar morto, sim, é estar vivo. Parece parvo, mas não é. Por exemplo, uma pedra não está morta, pois nunca esteve viva, no entanto, não está viva. Ora, se uma pedra não está viva tanto quanto não está morta, mas, porém, existe, então é a perfeita negação da vida. Ao contrário da morte, que, por sua vez, ao ser uma condição à vida, a confirma, logo não pode ser o seu contrário.

 

Got it? :mrgreen:

O facto de ser o contrário não impossibilita que haja outras possibilidades. O contrário de triste é feliz e não significa que não estejas noutro qualquer estado de espírito. O contrário de muito é pouco e não significa que não exista o assim-assim. Sendo assim, não estou totalmente de acordo.

 

E se virmos bem, qual é a definição de morto? É a ausência de vida, algo que é inanimado. Uma pedra enquadra-se nesses parâmetros, não?

 

:mrgreen: Só para adicionar um bocadinho à discussão.

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O facto de ser o contrário não impossibilita que haja outras possibilidades. O contrário de triste é feliz e não significa que não estejas noutro qualquer estado de espírito. O contrário de muito é pouco e não significa que não exista o assim-assim. Sendo assim, não estou totalmente de acordo.

 

E se virmos bem, qual é a definição de morto? É a ausência de vida, algo que é inanimado. Uma pedra enquadra-se nesses parâmetros, não?

 

:mrgreen: Só para adicionar um bocadinho à discussão.

Mas isso são meio-termos.

 

A pedra é algo inanimado por definição. O morto é algo que, por definição, já suportou vida. São coisas diferentes. ;)

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Eu acho que estás a pegar a definição de morto com o acto de morrer. Algo morto não esteve necessariamente vivo.

Em português não consegui encontrar nenhuma definição para o termo "morto", apenas para "morte", mas em inglês, "dead", entre outras coisas (incluindo "algo que morreu") era algo inanimado, desprovido de vida ou incapaz de sustentar vida. Não é um termo muito usado para se referir a objectos inanimados, mas não acho que seja de todo errado.

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Gliese 581G, na Constelação da Libra

Cientistas descobrem planeta habitável a 20 anos-luz de distância

 

Planetas rochosos, parecidos com a Terra, já foram descobertos. Mas este, a 20 anos-luz de distância de nós, é o primeiro que parece ser habitável, dizem cientistas norte-americanos.

 

 

O Gliese 581G é um dos seis planetas do sistema em torno da estrela Gliese 581 (uma anã vermelha, que fica na Constelação da Libra), tem uma massa três vezes superior à da Terra e parece ser rochoso. Orbita a sua estrela a uma distância que o coloca dentro da chamada “zona habitável”, onde a água poderá existir em estado líquido à superfície do planeta. E tem um diâmetro 1,2 a 1,4 vezes superior ao da Terra, portanto terá gravidade suficiente para conseguir reter a sua atmosfera.

 

A descoberta, que resulta de 11 anos de observações, foi feita por cientistas da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, e do Instituto Carnegie, em Washington. Foi anunciada esta madrugada em comunicado de imprensa, e colocada online, no site de publicação de artigos de investigação da área da física arXiv.org, mas será também publicada na revista científica “Astrophysical Journal”.

 

Para os astrofísicos, um planeta “potencialmente habitável” é aquele que pode sustentar vida – não necessariamente um que os humanos considerem bom para se viver. Este fica bem no meio da zona habitável do sistema solar – onde não fica demasiado quente nem demasiado frio, onde pode haver rios e oceanos à superfície.

 

Mas um ano em Gliese 581G dura apenas 37 dias – é este o tempo que leva a completar uma volta à sua estrela. E, em vez de girar em torno de si próprio, mostra sempre a mesma cara à estrela, como a Lua faz com a Terra. Assim, no lado do planeta virado para o Sol é sempre dia e no que fica na obscuridade – a noite é eterna.

 

As temperaturas à superfície oscilam, por isso, entre o calor escaldante e o frio de enregelar – mas a temperatura média é negativa: -31 a -12 graus Célsius, diz um comunicado de imprensa da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.

 

O local mais confortável do planeta seria a zona de transição entre a obscuridade e a luz, onde as temperaturas seriam mais amenas, dizem os cientistas. Mas o facto de o planeta estar dividido em duas zonas claramente definidas e estáveis pode ser uma vantagem para que surja a vida.“Quaisquer formas de vida que surgissem no planeta teriam uma grande variedade de climas estáveis para evoluir, dependendo da longitude em que se encontrassem”, comentou Steven Vogt, um dos coordenadores da equipa.

 

Talvez o mais interessante desta descoberta é o que traz em termos de implicações sobre a probabilidade de as estrelas terem pelo menos um planeta habitável na sua órbita. Dado o número relativamente pequeno de estrelas monitorizado pelos astrónomos caçadores de planetas, esta descoberta aconteceu relativamente depressa: se os planetas habitáveis são raros, diz Vogt, “não devíamos ter achado um tão depressa, e tão perto de nós.”

 

A conclusão dele é optimista: “O número de sistemas solares com planetas potencialmente habitáveis é, provavelmente, da ordem dos 10 ou 20 por cento. Quando se multiplica isto pelas centenas de milhares de milhões de estrelas da Via Láctea, obtemos um número gigantesco. Pode haver dezenas de milhares de milhões de sistemas solares com planetas habitáveis na nossa galáxia.”

 

http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/cientistas-descobrem-planeta-habitavel-a-20-anosluz-de-distancia_1458804

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Um planeta em que de um lado é sempre de noite e do outro é sempre dia era definitivamente um sitio onde eu adorava viver.

 

Imagino o lado da noite como uma Las Vegas gigante, o lado da loucura. :prayer:

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esse planeta foi falado no programa do Stephen Hawkings. parece ter muito potencial, mas chegar lá é algo que ate a imaginação tem problemas, actualmente

 

Edit: esse é mais recente, mas tem o nome parecido. ateas condiçoes sao semelhantes :blink: 20 anos luz nao é nada comparado com os 76 do outro planeta falado!

Editado por D0mi

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Quanto há morte eu acho que ninguém quer viver para sempre, mas também ninguém acha que já viveu o suficiente para poder morrer. Há sempre coisas a fazer, se bem que a ideia de viver para sempre assusta muita gente.

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Guest Dpitz

Pelo que percebi a distância a que esse planeta está é algo tipo isto:

9 460 536 207 068 016 x 20 ??

 

é que nem consigo dizer esse número :lol: Grande descoberta !

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Já tinha dito no outro tópico mas aqui fica:

 

Este planeta não tem o movimento de rotação, ou seja, um lado está sempre virado para a estrela, o que faz que seja sempre dia, enquanto no outro a noite é permanente

 

 

Esta parte não faz sentido. Se não tem movimento de rotação, então não é sempre dia no mesmo sítio porque está a rodar à volta do Sol. Para ser sempre dia no mesmo sítio teria de acontecer o mesmo que com a Lua, o período de rotação ser igual ao da órbita à volta da Terra. neste caso a rotação teria de durar o mesmo tempo que o de dar a volta à estrela.

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Já tinha dito no outro tópico mas aqui fica:

 

 

 

 

Esta parte não faz sentido. Se não tem movimento de rotação, então não é sempre dia no mesmo sítio porque está a rodar à volta do Sol. Para ser sempre dia no mesmo sítio teria de acontecer o mesmo que com a Lua, o período de rotação ser igual ao da órbita à volta da Terra. neste caso a rotação teria de durar o mesmo tempo que o de dar a volta à estrela.

quotaste a noticia. no post do antifa esta:

Mas um ano em Gliese 581G dura apenas 37 dias – é este o tempo que leva a completar uma volta à sua estrela. E, em vez de girar em torno de si próprio, mostra sempre a mesma cara à estrela, como a Lua faz com a Terra. Assim, no lado do planeta virado para o Sol é sempre dia e no que fica na obscuridade – a noite é eterna.

 

é parecido, mas sim, o que eles querem dizer é que, tal como a lua, o seu periodo de translação dura o mesmo que o de rotação

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Já tinha dito no outro tópico mas aqui fica:

 

 

 

 

Esta parte não faz sentido. Se não tem movimento de rotação, então não é sempre dia no mesmo sítio porque está a rodar à volta do Sol. Para ser sempre dia no mesmo sítio teria de acontecer o mesmo que com a Lua, o período de rotação ser igual ao da órbita à volta da Terra. neste caso a rotação teria de durar o mesmo tempo que o de dar a volta à estrela.

 

Tu confundes o facto de o movimento do planeta em torno do sol ser 'circular', com o movimento de rotação.

 

Pára, lê de novo o texto, faz de novo a tua análise do mesmo, e vais concluir que afinal está tudo certinho.

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Tu confundes o facto de o movimento do planeta em torno do sol ser 'circular', com o movimento de rotação.

 

Pára, lê de novo o texto, faz de novo a tua análise do mesmo, e vais concluir que afinal está tudo certinho.

A resposta ao teu post está acima do teu. Eu quotei a notícia que está na zona das notícias onde o texto está errado, pensando que este texto seria igual, coloquei o mesmo post.

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Guest Dennis The Menace

A notícia está certa. Estás a ver isso mal Nikel, se tu fizeres uma circunferência com um compasso não é sempre a mesma parte do lápis que fica virada para o centro? Apesar de estar em posições diferentes em diferentes pontos da trajectória, nunca roda sobre si mesma.

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A notícia está certa. Estás a ver isso mal Nikel, se tu fizeres uma circunferência com um compasso não é sempre a mesma parte do lápis que fica virada para o centro? Apesar de estar em posições diferentes em diferentes pontos da trajectória, nunca roda sobre si mesma.

É, porque o lápis está a rodar à mesma velocidade que é feita a circunferência (é exactamente o mesmo movimento que a Lua com a Terra). Se não rodares acontece isto:

 

A seta é para onde está virada uma face do planeta (sempre a mesma em todos os casos)

SemTtulo-11.png

 

Facilmente reproduzes a experiência a andar à volta de um objecto, mas lembra-te que se não rodas sobre ti, tens de estar sempre virado para o mesmo lado. Se o fizeres à volta de uma cadeira por exemplo, irás ver que a certa alturas estás de frente para ela, mas do outro lado já estás de costas para ela. Só se rodares sobre ti mesmo é que estás sempre de frente para a cadeira.

Editado por NIkeL

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Guest Dennis The Menace

Tens razão, my bad

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O Periodo de Rotação é igual ao Periodo de translação. Pelo menos com a Lua é a justificação para vermos sempre a mesma face. (ela roda em torno de si mesma ao mesmo tempo que roda em torno da terra).

Editado por David_slbenfica

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Sem querer mudar de assunto, na parte laboratorial da cadeira de Microbiologia que estou a ter aqui na Suécia, fizemos um trabalho que consistia em testar a eficácia de certos mecanismos de esterilização e desinfecção: temperatura (80ºC e 100ºC), acção química (etanol a 25%, 60% e 95%), filtração estéril (consistiu basicamente em meter uma suspensão de bactérias numa seringa e, na ponta da seringa, estar um filtro, e recolher o filtrado - assim) e radiação UV.

 

Achei "curiosos" os resultados que obtive:

80ºC - bactérias resistem até aos 60 segundos, mas as 90 segundos já não (basicamente fizemos isto recolhendo amostras de X em X tempo);

100ºC - mesma coisa;

Etanol 25% - as bactérias crescem à mesma;

Etanol 60% - não há crescimento;

Etanol 95% - mesma coisa;

Filtração - mesma coisa;

UV - resistem até aos 35 segundos.

 

:mrgreen:

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jel ha pessoal que nao percebe nada disso :mrgreen:

qual era o objectivo da experiencia e que conclusoes tiraram disso? fala duma maneira simples.

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