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Descartes

Taça Davis (Portugal)

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Citação de Lleyton, há 1 hora:

Pedro Sousa out

Nuno Borges in

 

 

Eu já me tinha questionado sobre o motivo do Nuno não estar inscrito em nenhum Challenger na próxima semana. Está explicado.

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A eventual vitória diante da Roménia, não nos garante por si só o acesso aos qualifiers para o Grupo Mundial. Dos 12 vencedores das 8 eliminatórias do Grupo I, só os 8 com melhor ranking têm esse acesso direto, os restantes 4 têm de jogar uma eliminatória extra.

Como Portugal é o 10.º cabeça de série, está a torcer para duas das seleções com melhor ranking serem eliminadas. Diria que os casos mais prováveis, e que estamos a torcer, são as vitórias da Eslováquia diante do Chile, da Finlândia contra a Índia e da Noruega frente ao Uzbequistão.

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João x Jianu

Gastão x Copil

João/Gastão x Copil/Tecau

João x Copil

Gastão x Jianu

 

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O Copil venceu o Gastão por 6-4 e 6-3.

Entretanto, a Noruega e a Finlância já venceram as suas eliminatórias, ou seja, boas notícias para Portugal que, caso passe, segue direto para os qualifiers.

Mas o destaque do dia vai para o miúdo bielorrusso Ostapenkov que nem ranking tem e venceu o Schwartzman na Argentina em sets diretos. 🤯

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Vai agora começar o par e o Rui Machado substituiu o Gastão pelo Nuno.

A não ser que o Gastão não esteja a 100% fisicamente, não percebo a opção tendo em conta a quantidade de vezes que já fez parceria com o João.

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No par nao somos favoritos, vai depender do João x Copil

Editado por bobzz

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6-4 e 6-3 para os romenos no par.

Diria que isto fica fechado já a seguir. Não estou a ver o João com estofo psicológico para subir o nível sob pressão de Portugal ser eliminado.

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Acabou.

O João perdeu com o Copil por 63 26 64

Desperdiçámos uma excelente oportunidade de ir mais longe. A Roménia tem nesta altura uma seleção fraquinha, perfeitamente ao nosso alcance. Mas o momento de forma dos nossos principais jogadores é terrível.

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Há uma coisa que não consigo perceber na nossa seleção. Se há possibilidades de convocar 5 jogadores, porque é que nós insistimos em levar apenas 4?

Das outras 23 seleções que disputaram o Grupo I só a Bielorrússia e a Bósnia tinham 4 convocados. E a Bielorrússia tem desculpa porque com as ausências do Ivashka e do Gerasimov tiveram que juntar 4 miúdos, sendo o Zgirovsky o n.º 1, classificado para lá do 1000º lugar do ranking.

E mesmo se juntarmos as seleções que disputaram o Grupo II, só acrescentamos a Rep. Dominicana, a Lituânia, El Salvador, a Eslovénia, o Paraguai e a Indonésia.

E nem se pode dizer que esse lugar adicional não nos faz falta. Podíamos, por exemplo, levar o jogador português melhor classificado no ranking de pares, que anda pelo TOP 100 há mais de 2 anos e meio, o Gonçalo Oliveira. Ou, em alternativa, porque a relação entre a Federação e o Gonçalo é muito conturbada, levar o 3º melhor no ranking, o Francisco Cabral. Que até tem a vantagem de ter uma parceria bem sucedida de largos anos com o Nuno Borges, contando com vários títulos juntos.

Podia-se tentar qualquer coisa para podermos apresentar um par mais competitivo. É certo que não temos um especialista (como a Roménia, por exemplo, que tem o Tecau) mas penso que se podia trabalhar mais um bocadinho nessa vertente que, para a Davis é fundamental. Nesta eliminatória foi fundamental. Dando o par como perdido estaríamos sempre obrigados a ganhar os 2 jogos com o 2º jogador romeno e a vencer um dos jogos com o Copil.

Também me custa perceber porque é que o Frederico Silva, que conta no seu currículo com 2 títulos em pares em Grand Slams de júniores, não surge como alternativa para os jogos de pares na Davis. Dá a ideia que os pares, para Portugal, não passam da junção de 2 jogadores de singulares que têm que fazer o frete de jogar juntos uma partida apenas porque as regras a isso obrigam.

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Ja tinha falado isso com alguém, julgo que há 2 anos.

Lembro me de na altura defender que quem devia jogar os pares era e o segundo jogo de singulares, era o Frederico, mas quem jogou ambos creio que foi o Pedro Sousa que sim senhor podia ser o segundo melhor português do ranking, mas ainda por cima em piso duro, o Frederico era melhor opção na altura.

É estranho, mas parece me que nesta seleção claramente o estatuto tem um peso que a meu ver não deveria ter.

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Para a próxima fase de qualificação, a disputar em março, calhou-nos a Polónia.

A única vantagem é que vamos jogar em casa. Se a Polónia se apresentar com a melhor equipa é bom contar com 2 derrotas certas com o Hurkacz e apostar tudo em vencer o Majchrzak e ganhar o par (onde a Polónia pode trazer o Kubot).

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O Rui Machado vai apostar na mesma equipa para a eliminatória com a Polónia. Deixa novamente o Francisco Cabral de fora. Não me parece o mais correto.

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Citação de Descartes, Em 05/02/2022 at 17:51:

O Rui Machado vai apostar na mesma equipa para a eliminatória com a Polónia. Deixa novamente o Francisco Cabral de fora. Não me parece o mais correto.

Afinal, o Francisco Cabral acabou por ser adicionado à convocatória.

A Polónia convocou o Majchrzak, Zuk, Michalski, Zielinski e Walkow. O Hurkacz e o Kubot não vêm, mas não sei até que ponto os polacos não são, ainda assim, favoritos.

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Citação de Lleyton, há 8 horas:

Afinal, o Francisco Cabral acabou por ser adicionado à convocatória.

A Polónia convocou o Majchrzak, Zuk, Michalski, Zielinski e Walkow. O Hurkacz e o Kubot não vêm, mas não sei até que ponto os polacos não são, ainda assim, favoritos.

O Rui Machado demorou mas ainda veio a tempo ler o que aqui escrevi sobre a convocatória...😀

Eu acho que a ausência do Hurkacz e a convocatória do Xico Cabral equilibrou a eliminatória. Agora pode cair para qualquer lado, sendo que nós temos a vantagem caseira. O Rui não pode inventar e deve colocar em campo os tenistas em melhor forma. Deixar-se de escolher com base na experiência e nas conquistas do passado. Os titulares têm que ser o João e o Nuno. E o par tem que ser o Nuno/Xico, porque estão mais rodados e é a única dupla que poderá discutir o encontro com o Zielinski e o Walkow (ambos no TOP 100).

Quer o João, quer o Nuno, serão favoritos contra o Zuk. E mesmo com o Majchrzak, na terra batida, têm boas hipóteses.

Depois destas confirmações fiquei mais confiante.

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O Pedro Sousa substituiu o Frederico Silva na convocatória. Faz sentido. Troca-se um lesionado por outro.

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O Rui por enquanto não está a inventar. Os titulares serão o João e o Nuno e o par previsto é o Nuno e o Xico.

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Citação de Descartes, Em 23/02/2022 at 19:41:

O Rui Machado demorou mas ainda veio a tempo ler o que aqui escrevi sobre a convocatória...😀

Eu acho que a ausência do Hurkacz e a convocatória do Xico Cabral equilibrou a eliminatória. Agora pode cair para qualquer lado, sendo que nós temos a vantagem caseira. O Rui não pode inventar e deve colocar em campo os tenistas em melhor forma. Deixar-se de escolher com base na experiência e nas conquistas do passado. Os titulares têm que ser o João e o Nuno. E o par tem que ser o Nuno/Xico, porque estão mais rodados e é a única dupla que poderá discutir o encontro com o Zielinski e o Walkow (ambos no TOP 100).

Quer o João, quer o Nuno, serão favoritos contra o Zuk. E mesmo com o Majchrzak, na terra batida, têm boas hipóteses.

Depois destas confirmações fiquei mais confiante.

Não acontece sempre mas desta vez foi em cheio. E estou com a fezada que amanhã resolvemos isto logo no par.

 

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O Gastão derrotou o Zielinski no jogo para cumprir calendário que encerrou a eliminatória.

E assim se transformou uma eliminatória praticamente perdida desde o sorteio, para uma das vitórias mais confortáveis da história de Portugal na Davis.

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O próximo adversário é o Brasil. Em casa. A via para disputar o acesso à fase final do Grupo Mundial de 2023 está aberta.

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Citação de Descartes, Em 01/04/2022 at 00:54:

O próximo adversário é o Brasil. Em casa. A via para disputar o acesso à fase final do Grupo Mundial de 2023 está aberta.

É já na próxima semana e não há grandes surpresas nas nomeações.

Portugal: João Sousa, Nuno Borges, Gastão Elias, Frederico Silva e Francisco Cabral.

Brasil: Thiago Monteiro, Felipe Meligeni, Pucinelli de Almeida, Seyboth Wild e Rafael Matos.

A eliminatória será em Viana do Castelo e disputada em hard court.

Editado por Lleyton
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Eu acho que, nesta altura, o Pedro Sousa até está melhor que o Gastão. A superfície escolhida deve ter também influenciado a opção do Rui pelo Gastão, embora o Pedro se tenha portado melhor no US Open. Em todo o caso isso não é mais do que a discussão sobre o "banco de suplentes". Se há eliminatória em que não existe qualquer dúvida sobre os titulares é esta: João e Nuno nos singulares e Nuno/Francisco nos pares.

Quanto aos brasileiros só merece referência a ausência do Bruno Soares que anunciou a sua retirada do Ténis no US Open. E que é substituído pelo Rafael Matos que garante igual qualidade. Podiam também ter chamado o Marcelo Melo em vez do Wild, por exemplo. Mas como o Melo e o Matos não costumam jogar juntos e como o Matos tem feito regularmente parceria com o Meligeni, resolvem assim a questão.

 

Tudo somado, o favoritismo é todo nosso. Resta saber se conseguimos lidar com ele.

Editado por Descartes

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Citação de Lleyton, há 13 horas:

É já na próxima semana e não há grandes surpresas nas nomeações.

Portugal: João Sousa, Nuno Borges, Gastão Elias, Frederico Silva e Francisco Cabral.

Brasil: Thiago Monteiro, Felipe Meligeni, Pucinelli de Almeida, Seyboth Wild e Rafael Matos.

A eliminatória será em Viana do Castelo e disputada em hard court.

Ja jogamos está eliminatoria no TT?

É que eu e a Joana estamos inscritos num challenger, não sei se temos que sair..

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