Tó_Madeira Publicado 22 Maio 2013 OJogo já veio desmentir isso. Compartilhar este post Link para o post
Rafinha Publicado 22 Maio 2013 Só de pensar que o Icardi já esteve no Barça... Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 22 Maio 2013 Bom empate do Livorno em Brescia. É sempre f*dido. Agora é resolver em casa! Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 22 Maio 2013 Esquadrão Imortal – Juventus 1994-1998 Grandes feitos: Campeã Mundial de Clubes em 1996, Vencedora da Liga dos Campeões em 1995-1996, Vencedora da Supertaça Europeia em 1996, Tricampeã Italiana em 1994-1995, 1996-1997 e 1997-1998, Vencedora da Taça de Itália em 1994-1995 e Vencedora da Supertaça de Itália em 1995 e 1997. Equipa base: Peruzzi; Pessotto (Porrini), Ferrara (Torricelli), Paolo Montero (Vierchowod) e Iuliano (Di Livio); Deschamps, Paulo Sousa (Davids), Conte (Jugovic) e Zidane; Del Piero (Ravanelli) e Vialli (Inzaghi). Técnico: Marcello Lippi “Uma ´senhora´ Senhora!” A Juventus sempre foi imponente e colecionadora de títulos em Itália. A equipa de Turim é hegemônica no Campeonato Italiano e já conquistou títulos consecutivos em muitos anos. Porém, quando o assunto é a Europa, o clube nunca teve o mesmo brilho que tem em casa. Mas nas décadas de 80 e 90 dois esquadrões conseguiram fazer da Juve a maior equipa do continente: o timaço de Platini, na de 80, e o esquadrão de Del Piero, Deschamps e Ferrara na de 90. Ambas eram brilhantes, como sempre, na defesa, e tinham diversos craques para causar estragos nas defesas adversárias. Relembra-mos a história da segunda grande Juventus, a de 1994 até 1998, campeã de tudo e mais alguma coisa com uma equipa que ficou marcada para sempre na memória de todos os adeptos bianconeri. A chegada do mentor A Juventus vivia um jejum de 9 anos desde a última conquista do Campeonato Italiano, ainda na era de ouro comandada por Michel Platini. A equipa tinha brilhado, antes, na conquista da Taça UEFA de 1992-1993 ao derrotar de maneira brilhante o Borussia Dortmund com duas vitórias (3-1 na Alemanha e 3-0 em Itália) com direito a show do então ídolo Roberto Baggio. A equipa era comandada por Giovanni Trapattoni, célebre treinador italiano, mas que não foi capaz de fazer aquela ótima equipa brilhar dentro de casa ou na Liga dos Campeões. Trapattoni ficou na Juve até 1994, quando deu lugar a Marcello Lippi. O novo treinador nunca havia ganho um título na sua carreira, tendo como ponto alto uma classificação heroica do Napoles para a Taça UEFA de 1993-1994. Lippi chegou com o peso de tentar levar uma equipa talentosa, que mesclava jovens promessas com veteranos consagrados, a conquistar títulos importantes. Mas tal peso seria despachado rapidamente, já em 1995. Maravilhosa dobradinha A Juventus acabou com o jejum de títulos italianos logo na primeira temporada de Lippi no comando da equipa, em 1994-1995. A equipe foi campeã da Serie A com uns confortáveis 10 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, a Lazio. Os destaques da temporada foram Gianluca Vialli e Fabrizio Ravanelli, avançados que marcaram 17 e 15 golos, respectivamente. A equipa conquistou, também, dois títulos em cima do Parma: a Copa de Itália daquele ano, ao vencer os dois jogos da final: 1-0 em Turim e 2-0 em Parma e a Supercopa de Itália, com vitória por 1-0. Porém, o rival daria o troco na final de outra competição, a Taça UEFA, vencida pelo Parma. Em 1995, a Juve despediu-se de Roberto Baggio, craque mais do que fundamental nos títulos conquistados no começo da década de 90 e eleito melhor do mundo em 1993. Porém, se Baggio se despedia, em 1996 começariam a brilhar dois novos ídolos: Del Piero e Zidane. Ano definitivo Depois de muito insistir, a Juventus estava, enfim, de volta à Liga dos Campeões na temporada 1995-1996. A última glória da equipa foi no ano de 1985, quando venceu o Liverpool e conquistou o seu primeiro e único título na competição. A equipa era praticamente a mesma que venceu o Campeonato Italiano e a Copa de Itália no ano anterior, com a diferença de depositar as suas maiores esperanças no trio Vialli, Ravanelli e o jovem Del Piero. A equipa desprezou o Campeonato Italiano, vencido pelo Milan com a Juve em segundo lugar, e apostou todas as fichas na competição europeia. A equipa calhou no grupo C ao lado do já grande rival Borussia Dortmund, Steaua Bucaresti e Rangers. A Juve mostrou força nos jogos em casa e também fora, vencendo o grupo com 13 pontos, 4 vitórias, 1 empate e apenas 1 derrota (para o Borussia). Del Piero foi a estrela da equipa ao marcar golos em 5 dos 6 jogos disputados. O jovem craque não marcou apenas no jogo contra o Steaua Bucaresti, na Roménia, que terminou 0-0. Eliminando um titã Naquela edição da Liga dos Campeões houve apenas quatro grupos na primeira fase, gerando uma fase de mata-mata que se iniciava já nos quartos de final. A Juventus encarou logo de frente o supercampeão Real Madrid, num teste duríssimo rumo à semifinal. O primeiro jogo foi em Madrid, no Santiago Bernabéu lotado de adeptos merengues. O Real abriu o marcador aos 21´ da primeira parte pelo matador Raúl, mas não conseguiu transformar a vantagem de jogar em casa em mais golos. Com isso, levou um resultado magro para Turim. Na 2ª mão, no Delle Alpi, a estrela de Del Piero voltou a brilhar, que marcou o primeiro golo da equipa italiana. Na segunda parte, Ravanelli fez mais um, garantindo para a equipa um lugar nas meias-finais. A vitória épica dava muito moral para o que restava da competição. Finalista! A Juventus defrontou os franceses do Nantes na meia final. No primeiro jogo, em Turim, vitória italiana por 2-0, golos de Vialli e Jugovic. Na 2ª mão, Vialli abriu o marcador para a Juve, mas Capron empatou para o Nantes. Paulo Sousa deixou a Juve na frente novamente, mas N´Doram e Renou viraram para o Nantes, mas já era tarde: a Juventus venceu no conjunto por 4-3 e estava mais uma vez numa final da Liga dos Campeões. O adversário seria o então atual campeão europeu, recheado de estrelas: o Ajax. Em busca do topo A Juventus defrontou o Ajax, jogando no seu país, mas não em casa (a final foi em Roma, no estádio Olímpico). A equipa italiana apostava as suas fichas no ótimo ataque com Del Piero, Vialli e Ravanelli, além da defesa impecável com Ferrara, Vierchwood e Pessotto, e o meio campo criativo e seguro com Deschamps, Paulo Sousa e Conte. Já o Ajax tinha parte da equipa que brilhou na conquista de 1995, com Van der Sar, Blind, Frank e Ronald de Boer, Bogarde, Davids (que mais tarde iria para a própria Juventus), Kanu, Litmanen e Kluivert, todos comandados pelo técnico Louis Van Gaal. A Juventus abriu o marcador por Ravanelli aos 12 minutos da primeira parte, fazendo explodir o estádio Olímpico. Mas a alegria durou pouco: aos 41´, Litmanen empatou para o Ajax, deixando o marcadorr estagnado em 1-1 até ao final da partida, que teve de ser decidida nos penalties. Duas vezes Juve Na decisão por penalties, brilhou o guarda redes italiano Angelo Peruzzi, que defendeu as remates de Davids e Silooy, dando à Juventus a vitória por 4-2 e a segunda Liga dos Campeões. Era a glória máxima para a equipa de Turim, que mesclava com maestria a segurança na defesa e os primores no ataque, com a dosagem e a eficiência tática do técnico Marcello Lippi. A peça que faltava A Juventus acabara de vencer a Liga dos Campeões, a equipa era brilhantemente comandada pelo futuro campeão mundial com a Itália, Marcello Lippi, e tinha craques do naipe de Ferrara, Pessotto, Vierchwood, Deschamps, Vialli e o jovem Del Piero. Para melhorar, chegava um médio francês que prometia muito, fazendo os adeptos crer num novo Platini: Zinedine Zidane. Com o tempo, porém, os adeptos da Juve veriam que aquele francês era muito mais que “um novo Platini”. Zidane logo mostrou para o que vinha na disputa da Supertaça Europeia, contra o PSG. Na altura, a competição era disputada em dois jogos. O clube italiano humilhou os franceses ao aplicar 6-1 em pleno estádio Parc des Princes, em Paris, no primeiro jogo. Foi um show magnífico dos jogadores vindos de Turim. No jogo da 2ª mão, um “magro” 3-1 para a Juve deu o título aos italianos. Melhor do mundo A Juventus conquistou o seu terceiro título na temporada de 1996 no Japão, na decisão do Mundial de Clubes, contra o River Plate. A Juve venceu por 1-0, golo de Del Piero no final do jogo, e conquistou o seu segundo titulo mundial. A equipa selava mais uma temporada de ouro, com exibições incríveis e certa de que viriam mais conquistas pela frente. Glórias nacionais, decepções continentais A Juventus tinha um dos maiores esquadrões da Europa em 1997. O clube mesclava a experiência de ótimos defensores e centro campistas, com um talentoso e jovem ataque, liderado, claro, por Zidane e Del Piero. Depois de ganhar quase tudo em 1995/1996, o clube de Turim tratou de voltar a ganhar em casa. A Juve, numa emocionante disputa contra um ótimo Parma, venceu o Campeonato Italiano de 1996/1997 com apenas dois pontos de vantagem sobre o rival. O clube ainda venceu a Supertaça de Itália ao bater o Vicenza por 3-0. Porém, houve uma decepção. Na Liga dos Campeões, o clube italiano fez uma campanha quase perfeita, invicta, após cinco vitórias e um empate na fase de grupos e três vitórias e um empate nos quartos e semifinais, com destaque para as duas vitórias sobre o forte Ajax, por 2-1 e um categórico 4-1. Na final, a equipa encarou os velhos rivais do Borussia Dortmund. E justamente na final, o clube de Zidane e companhia conheceu a derrota: 3-1, com os principais astros da Juventus a serem anulados pelo forte conjunto alemão. Bicampeões Na temporada seguinte, a Juventus contou com Del Piero, Inzaghi e Zidane para conquistar o bicampeonato italiano, ao ficar cinco pontos à frente do Inter. Del Piero, Inzaghi e Zidane marcaram 21, 18 e 7 golos, respectivamente, dos 67 apontados pela equipa, simplesmente mais da metade! Na Liga dos Campeões, a equipa começou novamente como uma das favoritas. Del Piero foi um monstro em campo, jogando muito bem e sendo o melhor marcador da competição com 10 golos. Zidane e Inzaghi foram outros que brilharam na campanha da equipa, que chegou pela terceira vez consecutiva a uma final europeia (feito inigualado desde então). Na final a Juve sucumbiu pelo segundo ano seguido, desta vez diante do Real Madrid, que venceu por 1-0 e conquistou a sua sétima Liga dos Campeões. Fim de uma era A derrota na final da Liga dos Campeões de 1998 foi um divisor de águas para a Juve. O técnico Marcello Lippi deixou a equipa em 1999 para comandar o Inter. Zidane iria para o Real Madrid e outros craques chegavam ao final de carreira. A Juve voltaria a brilhar na viragem do milénio com novos jogadores como Nedved, Thuram, Cannavaro, Buffon e Trezeguet, mas sem o brilho da equipa que foi consagrada na Europa por três anos seguidos, dominante em casa e responsável pela última glória europeia do clube, em 1996. Os shows de Del Piero, Vialli, Ravanelli, Zidane, Deschamps e Ferrara ainda rendem ótimas e nostálgicas memórias aos adeptos bianconeros, que veem na atual equipa, uma esperança de novos tempos de ouro. Quem sabe… O que se sabe é que aquela super Juventus é, e sempre será, um esquadrão imortal. Os Protagonistas Peruzzi: Angelo Peruzzi foi um dos grandes guardes redes Italianos do final da década de 80 e ao longo de toda a década de 90. Seguro e de grande presença física, brilhou na Juventus de 1991 até 1999, fazendo parte da era mais gloriosa da Velha Senhora. Foi herói na decisão por pênaltis da Liga dos Campeões vencida pela Juve em 1996, ao defender dois remates. Atuou em 31 jogos pela seleção italiana. Pessotto: depois de jogar no maior rival da Juventus, o Torino, Pessotto foi para a Juve em 1995 e não saiu mais até se reformar, em 2006. Foi um dos grandes defensores da equipa nas duas eras gloriosas do time, de 1995 até 1998 e de 2002 até 2005. Jogou em 22 jogos pela Azzurra. Porrini: foi brilhante tanto na lateral direita quanto no centro da Juventus de 1993 até 1997. Jogou mais de 75 partidas pela equipa de Turim e teve papel importantíssimo na conquista da Taça de Itália de 1995, quando marcou dois dos três golos da equipa que garantiram o caneco. Ferrara: um dos maiores centrais da história de Itália e também do futebol mundial, Ciro Ferrara teve o privilégio de jogar com os maiores jogadores do planeta nos dois clubes em que atuou. De 1984 até 1994, brilhou no Napoli de Maradona e Careca e venceu cinco títulos. De 1994 até 2005, foi a referência na defesa da Juventus de Zidane, Del Piero, Deschamps, Nedved, Cannavaro e companhia, jogando nas duas brilhantes gerações da equipa bianconera e conquistando 15 títulos. É um dos jogadores mais vencedores de Itália e ídolo nos dois clubes por onde passou. Foi um ícone da sua geração. Torricelli: podia jogar tanto na lateral como no centro, sendo um terceiro central que saia a jogar. Atuou de 1992 até 1998 na Juve e fez parte da era brilhante da equipa italiana. Pela Itália, não teve tantas oportunidades e jogou em apenas 10 jogos de 1996 até 1998. Era uma das vozes da equipa em campo, sempre com muita raça e força de vontade. Paolo Montero: com este uruguaio na defesa da Juve, não havia conversa: era a bola ou a perna! Montero foi um dos recordistas de cartões vermelhos na Série A, mas mesmo sendo duro (às vezes até desleal) em campo, era um ótimo defesa. Ao lado de Ferrara, Iuliano e outros defesas da Juve na época em que esteve no clube (1996 até 2005) impunha respeito nos adversários e foi até o melhor amigo de Zidane na equipa enquanto o francês jogou no clube. Pela seleção uruguaia, atuou em 61 partidas, de 1991 até 2005. Vierchowod: já com 37 anos, Pietro Vierchowod jogou apenas uma temporada na Juve, o suficiente para vencer a Liga dos Campeões de 1996 e a Supertaça de Itália em 1995. Campeão do mundo com a Itália em 1982, o defesa foi um dos grandes do seu tempo e ídolo na incrível Sampdoria do começo da década de 90, Vencedora do Campeonato Italiano de 1991 e finalista vencida da Liga dos Campeões em 1992. Iuliano: outro grande defesa da Juve super campeã da década de 90. Mark Iuliano brilhou no clube de Turim de 1996 até 2004, actuando em mais de 187 jogos. Tinha grande presença física (1m91cm de altura) e muita força na defesa. Pela Itália, foram 19 partidas de 1998 até 2003. Di Livio: Angelo Di Livio tinha um fôlego invejável em campo e podia jogar como lateral, médio defensivo ou médio centro. Ficou na Juventus de 1993 até 1999, conquistando os principais títulos do período com a equipa. Atuou em 40 jogos pela Itália, inclusiveem dois Campeonatos do Mundo (1998 e 2002). Deschamps: Didier Deschamps foi o homem incubido de levantar o primeiro título mundial da França, como capitão daquela grande equipa, em 1998. Porém, antes, o craque brilhou em dois grandes esquadrões europeus: no Olympique de Marselha vencedor da Liga dos Campeões de 1993 e na Juventus também vencedora da Liga dos Campeões e do Mundial de Clubes, em 1996. Foi extremamente eficiente e regular durante toda a carreira e esbanjava elegância no meio-campo. Atuou em 103 partidas pela seleção, e levantou, além do Mundial, o Euro de 2000. Jogou de 1994 até 1999 na Juve e virou ídolo no clube. Paulo Sousa: um dos grandes médios da história de Portugal, Paulo Sousa brilhou na Juve de 1994 até 1996, exatamente no período em que a equipa conquistou a Liga dos Campeões da UEFA. Muito bom no desarme e com ótima visão de jogo, Sousa brilhou, também, no Borusia Dortmund onde, em 1997, venceu outra Liga dos Campeões, contra o seu ex-clube. Davids: um dos melhores médios do futebol holandês, Edgar Davids chegou à Juve em 1997, mesmo quando o clube começava a perder a força da equipa campeã europeia em 1996. Mesmo assim, integrou a segunda geração de ouro do clube até 2004, sendo uma das referências em velocidade, desarmes e passes no meio-campo da equipa. Conte: o médio Antonio Conte foi um dos grandes ícones da Juventus da década de 90. Atuou na equipa de 1991 até 2004, em mais de 418 jogos, marcando 44 golos. Habilidoso e muito bom no passe, Conte ganhou 15 títulos com a equipa de Turim. Hoje, é o atual técnico da Juventus, conduzindo a Velha Senhora ao título inédito de campeã italiana de maneira invicta, a que se junta uma Supertaça Italiana e mais uma Serie A conquistada há poucos dias. Jugovic: o médio Jugovic brilhou no começo da década de 90 ao ser um dos protagonistas do Estrela Vermelha, único clube sérvio vencedor da Liga dos Campeões da UEFA, em 1991. Jogou na Juve de 1995 até 1997 já sem o brilho de outrora, mas mesmo assim foi importante nas conquistas da equipa na altura. Foi dele o golo decisivo na disputa por penalties contra o Ajax que deu o título europeu à Juventus, em 1996. Zidane: foi o melhor jogador da história do futebol francês e melhor que Platini, ídolo da Juventus na década de 80. Foi único e decisivo sempre que a Juventus e a França precisaram dele, além de ser primoroso quando o público queria ver bom futebol. Venceu 3 vezes o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA (dois deles, em 1998 e 2000, como jogador da Juve). De 1996 até 2001 foram 151 jogos e 24 golos. Del Piero: um dos grandes jogadores que a Itália já revelou ao mundo, Alessandro Del Piero viveu o seu auge justamente naquela equipa mágica campeã da Europa e do mundo em 1996. Rápido, habilidoso e goleador, Del Piero virou rapidamente ídolo dos adeptos e referência na equipa. Coroou a sua já brilhante carreira com o título mundial da Itália, em 2006. É o jogador com maior número de jogos com a camisola da Juve, maior marcador do clube e dono de muitos outros recordes. Ravanelli: Fabrizio Ravanelli foi decisivo e mortal nos títulos da Juventus de 1992 até 1996. Em 111 jogos pela Juve marcou 41 golos, a maioria em grandes jogos e decisões. Fez um trio de ataque memorável ao lado de Del Piero e Vialli. Vialli: um dos grandes atacantes da Itália na década de 90, Vialli despontou para o mundo na Sampdoria do começo daquela década, ao marcar 85 golos. Foi para a Juventus em 1992, onde foi ídolo e capitão da equipa na conquista da Liga dos Campeões da UEFA de 1996. Pela Juve, marcou 38 golos em 102 jogos. Atuou em 59 jogos pela Itália e marcou 16 golos. Inzaghi: antes de se tornar mundialmente famoso no Milan dos anos 2000, Filippo Inzaghi deixou a sua marca na Juventus de 1997 até 2001. Na Velha Senhora, Inzaghi já mostrava o faro de golo, apurado principalmente em competições internacionais, as suas favoritas. Ao lado de Del Piero em plena forma, fez um ataque de sonho na equipa bianconera com o apoio de Zidane no meio-campo. Foram 165 jogos e 89 golos pela Juve. Marcello Lippi (Técnico): é extremamente identificado com a Juventus, clube onde teve duas passagens marcantes, ambas com uma enchurrada de títulos e muitos craques em pleno auge. Dono de um conhecimento tático sem igual, Lippi formou uma equipa aguerrida, eficiente, técnica e brilhante, que sabia aproveitar ao máximo o talento das suas estrelas. Em 2006, como técnico da seleção da Itália, entrou definitivamente para o rol dos melhores da história ao conduzir a Azzurra ao título Mundial depois de 24 anos. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 22 Maio 2013 Davids :heart: Chegou a ser o meu jogador preferido. Compartilhar este post Link para o post
alexvsc Publicado 23 Maio 2013 A Roma mudou de símbolo? Quem é que decidiu e por que motivo? Compartilhar este post Link para o post
de16rossi Publicado 23 Maio 2013 A Roma mudou de símbolo? Quem é que decidiu e por que motivo? Mudou, mas alterou pouca coisa. Sinceramente preferia que não se mexesse, mas se os americanos acharam melhor assim é com eles. É tudo por uma questão de marketing e aí são fortissimos eles. Nesse sentido não vamos ensinar um cozinheiro a cozinhar.. Sei que o terem mudado do Simbolo de ASR para Roma, além de ser uma forma de demonstrar que é a Roma que pertence verdadeiramente à cidade de Roma (os laziali pertecem mais à provincia.As cores da cidade de Roma são as cores da Roma, o simbolo é o lobo não à águia. Dentro da cidade é muito dificil encontrar alguém da Lázio, e nas lojas não oficiais é muito raro encontrar algo da lázio para vencer). Além disso, mudaram o ASR pra Roma porque no estrangeiro ninguém sabia o que significava ASR (Associazione Sportiva Roma). CComo creio que o objetivo é atrair inda mais investidores, nesta fase asiáticos aproveitaram para o fazer. Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 23 Maio 2013 O nosso derossi está no Facebook oficial da Serie A. Fabuloso. :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Fajo Publicado 23 Maio 2013 O nosso derossi está no Facebook oficial da Serie A. Fabuloso. :prayer: A sério? Este menino está em altas :prayer: Compartilhar este post Link para o post
alexvsc Publicado 23 Maio 2013 (editado) Mudou, mas alterou pouca coisa. Sinceramente preferia que não se mexesse, mas se os americanos acharam melhor assim é com eles. É tudo por uma questão de marketing e aí são fortissimos eles. Nesse sentido não vamos ensinar um cozinheiro a cozinhar.. Sei que o terem mudado do Simbolo de ASR para Roma, além de ser uma forma de demonstrar que é a Roma que pertence verdadeiramente à cidade de Roma (os laziali pertecem mais à provincia.As cores da cidade de Roma são as cores da Roma, o simbolo é o lobo não à águia. Dentro da cidade é muito dificil encontrar alguém da Lázio, e nas lojas não oficiais é muito raro encontrar algo da lázio para vencer). Além disso, mudaram o ASR pra Roma porque no estrangeiro ninguém sabia o que significava ASR (Associazione Sportiva Roma). CComo creio que o objetivo é atrair inda mais investidores, nesta fase asiáticos aproveitaram para o fazer. É um dos problemas do futebol moderno. A chegada das SAD's com investidores maioritários, os milionários que compram os clubes... Não sei se a maioria dos sócios da Roma concordou, mas duvido, e acho uma enorme falta de respeito para com os adeptos, a cidade, e o passado do clube, decidir-se assim a mudança de um símbolo histórico. Editado 23 Maio 2013 por alexvsc Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 23 Maio 2013 «Se la Juve prende Higuain sarà lui il capocannoniere» Que o Maradona tenha razão, mas duvido muito. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 23 Maio 2013 (editado) Equipas sem comando Em Itália, o próximo mercado de transferências promete ser muito animado. Não só no que a jogadores diz respeito mas, sobretudo, a nível dos treinadores dos principais clubes, que têm a situação pouco definida, à exceção da campeã Juventus. No Milan, Massimiliano Allegri tem pouco espaço de manobra, acumulando críticas, depois de só ter garantindo o apuramento para a Champions nos últimos momentos. Opresidente dos rossoneri, Silvio Berlusconi, já está no terreno à procura de sucessor. De acordo com a imprensa local, Marco van Basten (Heerenveen) é forte hipótese, bem como “Pippo” Inzaghi, que tem realizado bom trabalho nas camadas jovens do emblema milanês. Na mesma cidade, o Inter realizou uma temporada horrível. Stramaccioni não tem a vida fácil e poderá estar de saída dos nerazzurri. Para o seu lugar, o principal nome é Walter Mazzarri, após ter anunciado a saída do Nápoles. Por sua vez, os napolitanos já elegeram o seu alvo preferido: Rafael Benítez, espanhol que terminou a ligação aos ingleses do Chelsea. Na capital italiana, a situação não é menos caótica. Na Roma, o interino Aurelio Aurélio Andreazzol não está certo para a próxima época, sendo que a final da Taça frente à rival Lazio será crucial. Elucidativo. Mas depois a Juventus só ganha porque é a "Vecchia Ladrona". Se calhar começa já aqui a vencer o próximo campeonato, já que os adversarios têm uma certa tendencia para dar tiros nos proprios pés. Editado 23 Maio 2013 por Mary Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 23 Maio 2013 Diz-se que o Rafa pode levar o Torres com ele. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 23 Maio 2013 «Se la Juve prende Higuain sarà lui il capocannoniere» Que o Maradona tenha razão, mas duvido muito. eu não. Ainda para mais se o Cavani sair para fora de Itália. O Higuaín, numa equipa que jogue para ele, garante uns bons 25 golos no campeonato. E quem acompanha o futebol italiano sabe que 25 golos chega para ser o capocannoniere em 1 a cada 2 campeonatos... Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 23 Maio 2013 Zapata comprado pelo Milan! Justificadissima a sua compra depois da subida de forma gradual... Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 23 Maio 2013 Está bom, então. Como estamos de centrais para o ano? Mexes, Zapata e Yepes? O Bonera sempre se vai por ao fresco? O Yepes vai continuar a sua reforma em Milão? Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 23 Maio 2013 O Mexes ainda dá algo pra caixa? Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 23 Maio 2013 5,5 milhões. um desconto de 0,5M em relaçao ao estipulado inicialmente... Compartilhar este post Link para o post
Tó_Madeira Publicado 23 Maio 2013 O Bonera renovou, acho. Se não me engano li que tinha renovado à uns dias. Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 23 Maio 2013 (editado) Está bom, então. Como estamos de centrais para o ano? Mexes, Zapata e Yepes? O Bonera sempre se vai por ao fresco? O Yepes vai continuar a sua reforma em Milão? Mexes-Zapata-Bonera-Vergara-Zaccardo-Salamon Ely poderá regressar, mas a meu ver rodara mais uma epoca. Depois o Milan tentara mais um defesa central de primeira linha. Mexes tem proposta ''grande'' do Monaco ao que parece. Nao é certo que fique. embora o Mexes de final de epoca pudesse ficar... Editado 23 Maio 2013 por byoplayer Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 23 Maio 2013 O Mexes ainda dá algo pra caixa? Nunca deu. Aquelas paragens cerebrais não dão com nada. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 23 Maio 2013 Está bom, então. Como estamos de centrais para o ano? Mexes, Zapata e Yepes? O Bonera sempre se vai por ao fresco? O Yepes vai continuar a sua reforma em Milão? li ontem que renovou por 3 anos.... bem que podia ter voltado ao Parma. Cá fazia falta. No Milan não há quem o queira... enfim. Ou então devolvam-nos o Zaccardo. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 23 Maio 2013 Na Roma foi um excelente central. Pelo menos tenho essa ideia. Compartilhar este post Link para o post