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O truque para não ficar desapontado é só celebrar depois dos convidados vencerem o primeiro jogo. Num 250 como o Estoril Open, temos uma boa probabilidade (e já estamos habituados) à malta cancelar uma semana antes, a meio da 1ª ronda, ou então vêm só conhecer Lisboa e vir perder/cumprimentar o público no primeiro jogo.

 

O ano passado ainda correu melhor, salvo a desistência do Tsonga, mas nunca fiando.

Editado por Ricardo Gouveia

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http://www.itftennis.com/news/256730.aspx

 

O ITF está a preparar uma remodelação profunda no circuito para 2019.

 

Em traços gerais vão acabar com os Futures de 15 mil dólares e vão criar um novo circuito de transição com torneios que não distribuem prize-money. Neste circuito de transição serão distribuídos pontos que contarão para um ranking específico do ITF e se relacionará de alguma forma com o ranking oficial do ATP criando um mecanismo que fará a gestão de lugares disponíveis nos torneios Future.

 

A ideia base é reduzir drasticamente o número de jogadores profissionais (sendo que o ITF define como profissionais os jogadores que têm licença do ITF e participam pelo menos uma vez num torneio pontuável, nem que seja o qualifying de um Future, o que é altamente discutível). Eles propõem-se reduzir para um grupo de 750 jogadores verdadeiramente profissionais.

 

 

Há pontos bastante interessantes na proposta. Outros muito discutíveis. Positivo a sério é notar que eles estão disponíveis para mudar. Hoje em dia o circuito de Futures traz problemas a mais e soluções a menos.

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Ainda só li as possíveis alterações por alto, mas parece-me ser uma proposta de remodelação globalmente positiva, quer em termos de sustentabilidade, quer no incremento competitivo dos jogadores com ranking mais baixo ou sem ranking.

 

Terminando os Futures de 15000$, teremos os Futures de 15000$+H no nível mais baixo em termos de atribuição de pontos? Se assim for, não comprometendo em demasia o número total de torneios Futures, acho bem.

Editado por Peplin

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Em traços gerais vão acabar com os Futures de 15 mil dólares e vão criar um novo circuito de transição com torneios que não distribuem prize-money. Neste circuito de transição serão distribuídos pontos que contarão para um ranking específico do ITF e se relacionará de alguma forma com o ranking oficial do ATP criando um mecanismo que fará a gestão de lugares disponíveis nos torneios Future.

não li nada nesse sentido no artigo, passou-me algo ou tomas a conclusão pela falta de indicações nesse sentido?

Editado por Joao Pereira

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não li nada nesse sentido no artigo, passou-me algo ou tomas a conclusão pela falta de indicações nesse sentido?

 

Estive a reler o artigo e, de facto, tens razão. Eles não dizem nada sobre esse assunto. Acho que parti do princípio que assim seria dado que eles vão deixar de considerar os tenistas que vão competir nesse circuito de transição como profissionais. E devo ter sido condicionado por alguns comentários no tópico do MTF sobre o assunto.

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Não vejo o problema, é uma excelente campanha. E há essa hipótese, sim. Não foi lançada ao ar do nada.

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Os encontros da Taça Davis vão passar a ser discutidos à melhor de 3 sets a partir de 2018, excepto os de pares.

Editado por Peplin

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O Dan Evans anunciou que falhou os testes anti-doping em abril. A substância detetada foi... cocaína.

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A versão impressa d'A Bola de hoje traz nas páginas centrais uma reportagem muito interessante sobre o Gonçalo Oliveira. Eu já sabia que ele era uma pessoa muito especial com um percurso peculiar e uma relação com o pai muito particular. Mas não imaginava que fosse tanto assim. É uma coisa quase doentia...

 

Uma súmula dos factos que considerei mais curiosos:

 

O pai do Gonçalo, Abílio Oliveira, é doente pelo ténis. É a vida dele. Esteve radicado nos Estados Unidos onde jogou e se fez treinador. Segundo ele, chegou a trocar bolas com os principais nomes da modalidade dos anos 70 e 80, entre eles o John McEnroe, por exemplo. Arranjou nos States um bom pé de meia e regressou a Portugal onde enveredou pela vida empresarial. Criou uma Escola de Ténis no Porto e uma Discoteca na zona da Foz. Montou igualmente estabelecimentos de diversão noturna no Algarve onde se instalou.

 

Quando o Gonçalo nasceu, largou tudo e dedicou-se de corpo e alma a fazer do filho jogador profissional de ténis. O Gonçalo é o projeto de vida do pai. Todas as decisões que tomou desde essa altura têm como único objetivo esse mesmo: fazer do Gonçalo jogador de ténis ao mais alto nível.

 

Começou logo nos seus primeiros dias de vida. O primeiro brinquedo foi uma bola de ténis. Com um ano de idade já batia bolas. As primeiras recordações de infância do Gonçalo são das suas brincadeiras com o cão da família em que ele lançava bolas de ténis que o cão ia buscar.

 

Quando o Gonçalo tinha 5 anos foram passar férias à República Dominicana. O que era para ser uma semana de férias transformou-se numa estadia de 10 anos a viverem no hotel. Segundo o Abílio a intenção era habituar o Gonçalo a uma vida de hotel que era o que o esperava no futuro. Chegados a esta altura começamos a sentir a falta de referências à mãe. Ao longo da reportagem são praticamente inexistentes. Há apenas uma passagem em que o Gonçalo refere que, de tempos a tempos, se desloca ao Porto para a ver.

 

Da Rep. Dominicana seguiram para os Estados Unidos onde passaram mais uma temporada. Depois regressaram à Europa direitinhos para o circuito Future. Palmilhando quilómetros de estrada numa auto-caravana que lhes serviu de casa, percorrendo praticamente todos os países do velho continente, na ânsia de acumular pontos e subir no ranking.

 

A escola formal como todos a conhecemos nunca frequentou. A sua educação é informal, saltando de estabelecimento para estabelecimento, recorrendo a professores particulares, ao pai (sempre o pai) e à internet. E mesmo a educação está formatada, pelo pai, tendo em conta a vida de um profissional de ténis. É fluente em 5 línguas.

 

Atualmente o plano é ingressar no circuito challenger e continuar a evoluir. Sempre com o objetivo de chegar o mais alto possível. A ingenuidade dos inocentes ainda lhes alimenta a ambição. Não se envergonham de dizer que apontam para a conquista de Grand Slams e para o nº 1 do mundo.

 

 

Eu, sinceramente, desejo a ambos toda a sorte do mundo. Mas confesso que ao ler a reportagem cheguei a ficar arrepiado. Não resisto a pensar que a vida de ambos pisa perigosamente a ilusão e a demência. Como é possível que um homem abdique de toda a sua vida para se dedicar desta maneira ao ideal que construiu para o filho? E como é possível que se molde de tal forma a infância e adolescência de alguém desta forma? Sem lhe dar qualquer opção de vida a não ser aquilo? Sem lhe criar raízes? De forma obsessiva... Assustador...

Editado por Descartes

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A história dele é realmente impressionante. Ainda assim, do que conheço e privei brevemente com ele, parece-me ser alguém que realmente é apaixonado por isto.

 

Calhou bem, basicamente..

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Em 2019 os Grand Slam vão voltar a ter apenas 16 Cabeças de Série.

 

Medida estranha, tendo em conta o consenso que houve no seu aumento para 32 em 2002. Quando se começarem a ouvir as críticas dos principais jogadores pela maior dificuldade nas primeiras rondas, quando as grandes figuras caírem na primeira semana, quando jogadores menos mediáticos chegarem às fases decisivas beneficiando de sorteios simpáticos veremos se a medida tem condições para continuar...

Editado por Descartes

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A Marion Bartoli anunciou o regresso à competição.

 

Já meti o meu tinfoil hat na cabeça.

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