Fajo Publicado 17 Julho 2013 Vencemos o Trofense por 3-1 A exibição da primeira parte foi brutal :prayer: top, top! Comparar o estado desta equipa neste momento ao da época passada é piada. Eu tenho grandes expectativas no João de Deus, e têm sido assertivos nas contratações. Este ano ficam nos oito primeiro lugares ;) Compartilhar este post Link para o post
Kenny Omega Publicado 17 Julho 2013 Citação do jornal "A Bola" online Gil Vicente e Penafiel empatam a zeroGil Vicente e Penafiel empataram a zero, num jogo particular realizado na tarde desta quarta-feira no Estádio Municipal 25 de Abril, em Penafiel. Neste teste, João de Deus, treinador dos gilistas, utilizou jogadores que não haviam sido chamados para o jogo-treino realizado durante a manhã com o Trofense, que a formação de Barcelos venceu por 3-1. Citação do jornal "A Bola" online Quatro jogadores para emprestarJoão de Deus anunciou ontem os primeiros quatro jogadores que não farão parte do plantel gilista na próxima época. Tó Barbosa, Rui Faria, Ruca a Gaby. O quarteto irá continuar a pertencer aos quadros gilistas mas ganharão rodagem noutros emblemas. João de Deus passa a contar com 30 jogadores. Citação do jornal "A Bola" online Leandro Pimenta (ex-Benfica) é reforço Leandro Pimenta, médio que na época transata representou a equipa B do Benfica, é o mais recente reforço do Gil Vicente. O jogador, de 23 anos, assinou esta quarta-feira contrato válido por três épocas com o clube minhoto, sendo apresentado amanhã, a partir das 12.30 horas, no Estádio Cidade de Barcelos, a par de Keita, o outro reforço do meio-campo gilista. Leandro Pimenta volta assim a cruzar-se com o treinador João de Deus, com quem trabalhou no Atlético em 2011/12. Bom reforço. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 17 Julho 2013 Esse Leandro Pimenta é bom jogador? Algumas fotos do jogo contra o Trofense: Compartilhar este post Link para o post
Khaddafi Publicado 17 Julho 2013 o paulinho partiu tudo? algum apontamento sobre o Trofense? Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 17 Julho 2013 O vosso GR fala comó crl. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Kenny Omega Publicado 17 Julho 2013 (editado) Esse Leandro Pimenta é bom jogador? Sim, acho que pode até ser titular no Gil, não vi muitos jogos da equipa b mas penso que chegou a jogar como 6 ou mais avançado no terreno. Editado 17 Julho 2013 por Corppiz Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 19 Julho 2013 Esse Leandro Pimenta é bom jogador? Meu colega de escola secundária. :) Ele e o João Pereira, defesa-central que se desvinculou do Benfica, passou pelo Beira-Mar, depois foi para a Moldávia e actualmente está no Nordsjaelland. Toda a sorte para o Leo. Gostava de o ver como uma das revelações do campeonato. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 20 Julho 2013 Gil Vicente empata (2-2) diante do Saint-Étienne os franceses ficaram em 5º na época anterior, btw estou curioso para vos ver em 13/14. Gostei de algumas contratações que fizeram (Leandro Pimenta, Bruno Moraes, Paulinho e Diogo Viana), da maior aposta no mercado nacional, e quero ver se o João de Deus confirma os créditos que tem por aqui Compartilhar este post Link para o post
leugim Publicado 20 Julho 2013 Jogar com o Vilela e o Peixoto a interiores é perder toda a capacidade de pressão do meio-campo. Gostei do Paulinho e do Diogo Viana. Têm boas opções para o ataque. Arranjar um lateral-esquerdo mais seguro defensivamente também não era, de todo, descabido. O Vítor Vinha até consegue ser mais equilibrado que o Luís Martins, que é mais um ala do que lateral. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 20 Julho 2013 O problema é a defesa. Não sei se estamos bem com o Vinha e o Martins. De resto, gostei do que vi. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 21 Julho 2013 Nunca estive muito atento a ele, mas creio que está a cumprir bem. Compartilhar este post Link para o post
leugim Publicado 21 Julho 2013 (editado) O problema é a defesa. Não sei se estamos bem com o Vinha e o Martins. De resto, gostei do que vi. Foi o que quis dizer. Acho que é curto. É uma posição que está fragilizada, isto desde a saída do Caiçara. O Vítor Gonçalves tem-se safado? Sinceramente, com este meio-campo, acho que pode ser uma opção bastante regular. Editado 21 Julho 2013 por leugim18 Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 21 Julho 2013 Em relação ao Peixoto e ao Vilela, são as melhores opções que temos para o meio-campo. Não dá para prescindir deles. E é sempre bom ter dado esta réplica contra um clube reputado como este. Compartilhar este post Link para o post
leugim Publicado 21 Julho 2013 Na minha opinião, um meio-campo com Peixoto e Vilela como interiores, fica demasiado permeável no que diz respeito ao processo defensivo. O primeiro até é esforçado mas os índices físicos já não permitem muito mais do que isto em termos de pressão/recuperação de bola, já o Vilela é claramente um jogador talhado para os momentos ofensivos. Assim, e no exemplo do jogo de hoje, a presença do médio defensivo, muitas vezes, não foi suficiente, como é óbvio. Acho que o Keita pode ser importante para dar outra capacidade física e poder de choque à equipa, assim como o Leandro Pimenta ou Vítor Gonçalves, que podem dar aquilo que o Peixoto, por exemplo, não dá. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 21 Julho 2013 A cena é que o Peixoto é a base do processo ofensivo do Gil. Todo o jogo passa pelo seu pé esquerdo. Eu nem gosto muito dele, mas já mostrou que é muito importante. E o Vilela idem. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 23 Julho 2013 Citação do jornal "A Bola" online João de Deus prepara dispensasOs gilistas iniciaram ontem nova semana de trabalhos e os próximos dias deverão ficar marcados pelo anúncio de mais dispensas. Previsivelmente, será depois do jogo-treino frente ao Marítimo, programado para amanhã à tarde, que o técnico João de Deus riscará mais alguns nomes do plantel. Se tomarmos como referência o período de utilização dos jogadores que integram a equipa durante os ensaios de preparação já realizados pelo Gil Vicente, percebe-se que futebolistas como Alphonse (médio), Califa (lateral-esquerdo) e Djalma (médio), todos contratados nesta época, mais Valdinho (extremo), que chegou a Barcelos em janeiro proveniente do Aves, podem ser sacrificados pelo treinador dos galos e aconselhados a prosseguir a carreira noutros emblemas, mediante empréstimos promovidos pela Direção liderada por António Fiúza. Compartilhar este post Link para o post
Kenny Omega Publicado 25 Julho 2013 Numeração e capitães do plantel 2013-2014. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 29 Julho 2013 Gil Vicente :handclap: . É o template do Náploes do ano passado mas ficaram com uma classe...! Compartilhar este post Link para o post
Nume Publicado 29 Julho 2013 curti os equipamentos. Mas acho que são mais porreiros assim em imagem que nos jogadores. Tanto os deste ano como os do ano passado estão muito bons Compartilhar este post Link para o post
totch Publicado 29 Julho 2013 João de Deus. "Não tinha qualidade para jogar na primeira divisão" É por isso que nãose arrepende de ter passado para o banco. Conheça o curioso percurso do jovem treinador do Gil Vicente O presidente do Gil Vicente brincou na apresentação do novo treinador, João de Deus, dizendo que "está acima de Jesus". Trocadilhos à parte, é mais um jovem português a ter oportunidade de orientar um clube do escalão principal - com 37 anos, é o segundo mais novo da Liga, atrás apenas do estorilista Marco Silva. O 6.o lugar com a Oliveirense na época passada foi o passaporte para Barcelos. Mas a carreira de João de Deus, conterrâneo de Mourinho, tem muito mais que se lhe diga: foi preparador físico e seleccionador de Cabo Verde, passou por Angola, pelos históricos Farense e Atlético, e defrontou a melhor equipa da história, o Barcelona de Pep Guardiola. Terminou a carreira de jogador muito cedo (27 anos). Porquê? Era jogador do Vitória de Setúbal [2003/04], a equipa subiu à Liga e eu não tinha qualidade que me permitisse jogar na primeira divisão. Como tinha mais anos de contrato, deram-me a possibilidade de integrar a equipa técnica. Enquanto jogava tirei uma licenciatura na área do Desporto e foi uma situação que aconteceu com naturalidade. Honestamente, não me arrependo nada de ter trocado de funções. Como surge a possibilidade de trabalhar na selecção de Cabo Verde? Ainda estava em Setúbal quando Cabo Verde ficou sem treinador principal. O adjunto era o José Rui, ex-jogador do Vitória, que me convidou para o ajudar no planeamento e no treino da equipa para o jogo com Portugal (preparação para o Mundial 2006). Eu aceitei, e apesar do resultado (derrota 4-1) a equipa teve uma prestação meritória. Os responsáveis da Federação gostaram do meu trabalho e convidaram--me para integrar a equipa técnica. Depois fui para Angola, mas sempre com o objectivo de um dia trabalhar a título definitivo com a selecção cabo-verdiana, o que acabou por acontecer. Elaborei o projecto "Cabo Verde 2008-2014", que visava várias metas intermédias para alcançar uma meta final, a qualificação para o Mundial 2014. O presidente da Federação, Mário Semedo, gostou e teve visão a médio/longo prazo, situação muito pouco comum no futebol. Foi uma pessoa paciente e os resultados ao longo destes anos são o corolário lógico do que foi feito. Como foi trabalhar nessa realidade? Foi extremamente enriquecedor trabalhar em África e especialmente em Cabo Verde. Muitas vezes nos clubes queixamo--nos de falta de condições mas a verdade é que quem passa por aquela realidade fica mais bem preparado. O futebol evoluiu muitíssimo, neste momento é das selecções mais respeitadas em África. Foi muito importante, aprendi a viver com maiores dificuldades, menos recursos, e isso faz-nos evoluir, crescer e adaptar a um contexto adverso, aspectos importantes desta profissão. Consegue dar-me um exemplo prático das dificuldades que sentiu? Há um exemplo extremamente interessante. A primeira vez que fui a Cabo Verde foi num jogo de apuramento para a CAN com a Guiné-Conacri. Cabo Verde tinha um relvado natural - depois a FIFA instalou um sintético. Quando cheguei ao estádio não tinha um relvado, era um ervado com a relva totalmente amarela, com gafanhotos aos saltos no que sobrava da relva. E vi uma dedicação incrível das pessoas, muita gente a tentar regar o campo, a cortar o pouco relvado que havia, a tentar alisar, um trabalho notável. No fim da semana já não havia água para regar o campo - e estamos a falar de um jogo internacional. A paixão e a vontade de fazer mais e melhor é muito grande, os recursos naturais é que são escassos. Mas as pessoas tentam sempre dar o mínimo indispensável de condições. Este é um pormenor que me ajuda a explicar a empatia pelo país. Deixa a selecção apenas por motivos financeiros? Sim, mas depois cumpriram comigo até ao último dia. Houve um problema com o patrocinador que me pagava, acabei por ser prejudicado e eles também. Teve pena de sair a meio do projecto e ver Cabo Verde ser sensação na CAN? Não, tenho é orgulho, porque quando olho para o que se faz hoje em dia em Cabo Verde? As pessoas continuaram a ter uma grande visão e o rumo não mudou. Quem está agora à frente do projecto é o meu braço-direito e esquerdo na altura em que eu era seleccionador, o Lúcio Antunes. O que guarda da passagem pelo Ceuta e pelo futebol espanhol? Aprendi muito. Não estava preparado para trabalhar numa realidade tão diferente da portuguesa e ainda mais na africana. Mas há um factor que nunca escondi e não raras vezes penso nele, que me fez não triunfar em Espanha. Eu enquanto individualidade não ter conseguido adaptar- -me àquela realidade, exigência e forma de funcionar, que é diferente e um pouco madrasta connosco (portugueses). Defrontou duas vezes o Barcelona de Guardiola... É evidente que são dois momentos marcantes para o meu percurso. Mas um jogo dos oitavos-de-final de uma qualquer taça não é determinante, quando muito é mediático. Não deu para usufruir muito porque decorreu num espaço de dez dias com dois jogos do campeonato pelo meio e jogar, descansar, preparar o jogo seguinte. Depois Farense, Atlético e Oliveirense. O que aprendeu nas divisões secundárias foi determinante para chegar ao Gil Vicente? Foram três anos de riquíssima aprendizagem. O meio ano de Farense foi completamente atípico; chegar a um clube que em 14 jogos tinha 9 pontos... Era praticamente impossível fazer uma época positiva. Ainda assim, nos 16 jogos seguintes fizemos 27 pontos, foi muito, muito bom. Seguiu-se o histórico Atlético. À partida era o clube que ia descer e acabou por ser durante muito tempo o clube sensação, deu para valorizar muitos jogadores e o treinador. Depois um belíssimo projecto em Oliveira de Azeméis, onde fizemos um trabalho meritório, mas isso só aconteceu porque sentimos um grande conforto por parte de toda a direcção e da equipa, com jogadores a quererem triunfar e evoluir. Esperava chegar já este ano à Liga? Não é nada que me tirasse o sono. Esperava chegar, se seria hoje ou amanhã pouco importa. Dedico muito à profissão e tinha a certeza que mais dia menos dia haveria de conseguir. Reconheço que há muitos portugueses que se dedicam tanto como eu e que ainda não tiveram essa possibilidade. Dizem que aposta nos jovens e no futebol atractivo... A questão do futebol atractivo é relativa. Aquilo que para mim é atractivo para si pode não ser. Sobre os jovens, para mim a idade pouco conta. O ano passado tinha um jogador, o Rui Lima, com 35 anos. Fez os jogos todos do campeonato e se houvesse mais ele ia fazê-los. Este ano tenho alguns habitués da selecção sub-21, naturalmente que terão minutos. Com isto o que quero dizer é que, independentemente da idade, interessa-me a qualidade. Se um jogador tem qualidade não me interessa se tem 35 ou 23 ou 19 anos, tem de ir a jogo. O que podemos esperar do futebol do Gil Vicente, mais de ataque ou calculista para garantir a manutenção? Com certeza vamos ter momentos com bola e queremos assumir o jogo, mas também muitos momentos sem bola, e teremos de arranjar estratégias para defender a nossa baliza. O que acredito é que vai ser uma época muito difícil, desgastante e competitiva, vamos ter de sofrer muito para poder ter sucesso, e isso é alcançar a manutenção. Qual o(s) sistema(s) que vai utilizar? Mais que sistemas, são as dinâmicas que importam. De uma coisa tenho a certeza, esta equipa vai entregar-se a cada jogo tentando dignificar a camisola e conquistar pontos, sempre que for possível para jogar com qualidade, dentro daquilo que nós consideramos um jogo de qualidade. O futuro próximo dirá se conseguimos ou não. Estreia-se na Liga contra a Académica. Como vai ser esse dia? Para ser sincero ainda nem pensei nisso. Tem-se apostado em jovens portugueses. O ano passado houve casos de sucesso, como o Paulo Fonseca, o Marco Silva ou o Nuno Espírito Santo? O trabalho mostra a competência que têm. Sou adepto da meritocracia, nos casos de que falou é indiscutível que estamos a falar de gente jovem mas com ideias bem claras e que acabam por fazer trabalhos de grandíssima qualidade. Os jovens treinadores vão surgindo na Liga, mas a verdade é que para lá chegarem tiveram de aprender e continuam a aprender. E aprendem com treinadores mais antigos, portanto não gosto muito de falar da questão de ser jovem. Acho que há os treinadores mais competentes, são os que estão mais acima porque ganham mais e despertam mais cobiça, mas sobretudo acho que os jovens treinadores chegam porque vivenciaram processo de treino e jogo com os mais experientes. Referências, além de José Mourinho? Naturalmente falo sobre o José Mourinho porque é o melhor treinador português, ganhador, e sobretudo é da minha cidade e é por isso, em primeiro lugar, que me serve de referência. É uma pessoa que cresceu, vem de baixo e chega ao topo fruto do seu trabalho. Em relação ao jogo, gosto particularmente das ideias dos treinadores italianos. São equipas muito organizadas e que não precisam de grandes oportunidades para ganhar jogos. São acima de tudo objectivas, e é com este tipo de jogo que eu me identifico. fonte Compartilhar este post Link para o post