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Cinema | Discussão Geral

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O trailer está muito bom. Os anteriores estavam bons, mas não davam-me vontade de gastar dinheiro. Agora mal posso esperar para vê-lo. E a presença do Vader não está forçada como o anterior.

E curioso para ver quanto tempo de antena o Vader terá.

Editado por Keef

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parece muito fixe, apesar da história dever ser básica.

Editado por bobzz

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What Ever Happened to Baby Jane?

 

Gostei bastante do livro. Diria que esta adaptação chega mesmo a exceder a qualidade, pois há algumas alterações estruturais ao enredo que melhoram a fluidez e suspense.

 

A Bette Davis e a Joan Crawford são fantásticas, especialmente a primeira. O Victor Buono e a Marjorie Bennett também fazem um belo par, mas num tom mais cómico.

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Acabei de ver o The Chaser. :prayer:

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Snuff

 

A dobragem, a horrível dobragem! O filme é péssimo e entediante, mas ao menos tem, a espaços, cenas hilariantes. O enredo é praticamente inexistente e a ideia parece ser a de fazer um mau filme de propósito para tentar criar a ilusão de um final genuíno. O final em si é curioso, mas não é longo e desconfortável o suficiente para ter o impacto que almeja.

 

 

Mother Joan of the Angels

 

Trata-se de uma reflexão interessante sobre superstição religiosa e ascetismo.

 

Gostei bastante da introdução vagarosa que culmina com o encontro entre o padre e a superiora. De todas as interpretações, a de Lucyna Winnicka foi a minha favorita; gostava que ela tivesse tido mais cenas.

Editado por bmfpcdm

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Vi o Jason Bourne. Está bom, mas acho ligeiramente mais fraco que os 3 primeiros.

Btw, antes de ver este fui rever os 4 primeiros (incluindo o Legacy). A actriz que faz de Marie não é a mulher mais bonita do mundo, mas tem qualquer coisa que me deixa :heart:

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Psycho Cop” / “Psycho Cop Returns

 

Os filmes não são bons, mas o Robert R. Shafer, como Joe Vickers, é divertido e torna a experiência entretida.

 

Uma das maiores diferenças entre os filmes é a nudez. Enquanto o primeiro é nulo nesse aspeto, o segundo não só tem uma montagem de três ‘stripteases’ seguidos, como ainda tem uma curta cena ‘softcore’, com a Carol Cummings, típica dos anos 90.

 

O segundo tem a melhor morte.

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Quais os reboots dos "80's slashers" (só falando das figuras clássicas) que valem a pena?

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Adormeci a ver o Inferno, que filme tão previsível e a forma como eles falam da obra do Dante :lol: .

 

 

 

 

Não conhecia a Máscara, e fiquei curioso para saber se existe algo semelhante em Portugal

 

 

palazzo-vecchio.jpg

 

Editado por Magno

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Adventures_of_baron_munchausen.jpg

The Adventures of Baron Munchausen

Tem os melhores cenários de sempre. Mais um filme que foi mal amado e incompreendido na sua altura. Nota-se bastante o cunho de autor do Gilliam, na sua luta do fantástico e da imaginação contra a lógica. Agora curtia de ver a versão do Baron Munchausen do Karel Zeman, que inspirou imenso o Gilliam.

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The Clinic

 

A história é ridícula, mas a premissa até é perturbadora. Se a história não fosse tão absurda talvez pudesse ter gostado do filme. Como está, foi uma desilusão à medida que o enredo se desenrolou.

 

 

Vampyr

 

Um filme experimental com visuais que me impressionaram bastante. O uso de sombras é algo que visualmente eu gosto muito, nesse aspeto este filme surpreendeu-me com os efeitos visuais utilizados.

 

Gostei de alguns momentos em que o enredo se desenrola de uma forma puramente visual. Tendo em conta que há muita informação exposta através de intertítulos e que o diálogo é mínimo, teria preferido que o filme fosse mudo na sua totalidade.

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Scent-of-a-Woman-11948-36.jpg

Scent of a Woman - 9/10

 

Vi ontem e deve ter sido das interpretações mais brutais que já vi.

 

 

 

:heart:

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Broken Blossoms [D.W. Griffith/1919]: Este vi na cadeira de História do Cinema que tenho na minha faculdade. O D.W Griffith foi um (ou o) dos pioneiros do cinema narrativo e tem dois filmes anteriores a este que são mais conhecidos, o "Nascimento de uma Nação" e o "Intolerância". Este é bem mais curtinho que esses (que ainda não vi), mas é na mesma interessante. A história não é nada de especial, é um melodrama de “amor proíbido”, mas o mais interessante é ver como eram feitos os filmes nesta altura a nível técnico.

 

Rope [Alfred Hitchcock/1948]: Vi no fim de semana. Não gostei tanto como outros filmes dele, sem dúvida. Curiosamente gostei mais dos dois principais do que do Jimmy Stewart. A nível técnico está muito boa a maneira como o realizador escondeu os cortes, eu a ver o filme nem sequer os notei.

 

O Gabinete do Doutor Caligari [Robert Wiene/1920]: Vi hoje, também na faculdade. Marca o início do expressionismo alemão. Os cenários são bizarros, feitos de papel e fantasiosos. Em algumas cenas até dá uma sensação de claustrofobia. A história até consegue ser bem engenhosa para a sua época, especialmente a parte final. E ao contrário de Broken Blossoms, a banda sonora criada para o filme é bem feita. Está aqui um bom filme.

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Muito fixe, estás em que curso para teres História do Cinema?

História. É uma cadeira opcional.

Editado por Spikey

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Captain Fantastic

Wow, tantas emoções num só filme. A caracterização dos personagens é excelente. Senti a angústia do pai, com a ideia de um amor que precisa de ser protegido. Uma luta pela autenticidade. Muito bonito.

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Frankenstein”/“The Bride of Frankenstein

 

A forma como a sequela começa onde o filme anterior termina é perfeita para ‘double feature’, também ajuda que no seu conjunto não duram mais de duas horas e meia.

 

Rapidamente torna-se óbvio de que não se trata de uma adaptação fiel ao livro. O primeiro mal se preocupa em caracterizar o monstro, para além de uma pequena interação com uma criança que termina de forma hilariante. Nesse aspeto o segundo surpreendeu-me pela positiva, pois usa alguns elementos do livro para criar simpatia pelo monstro. Essa é uma das razões de eu preferir e considerar a sequela um filme superior, tal como o facto de o monstro tornar-se dono do seu destino, um pouco como no livro.

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Captain Fantastic

Wow, tantas emoções num só filme. A caracterização dos personagens é excelente. Senti a angústia do pai, com a ideia de um amor que precisa de ser protegido. Uma luta pela autenticidade. Muito bonito.

 

Não achas que no entanto ele era um pouco intransigente com o pensamento dos outros? Não me pareceu respeitar muito os filhos em certos aspetos. E não soube lidar da melhor maneira com o puto que fugiu.

 

Anyway, filmaço, veio-me a lágrima em 1 ou 2 momentos do filme.

 

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Não achas que no entanto ele era um pouco intransigente com o pensamento dos outros? Não me pareceu respeitar muito os filhos em certos aspetos. E não soube lidar da melhor maneira com o puto que fugiu.

 

Anyway, filmaço, veio-me a lágrima em 1 ou 2 momentos do filme.

 

 

De certa forma era, mas consigo compreender o porquê de ele ser assim. Na sua percepção ele que já que tinha vivido nos dois "mundos" saberia o que é melhor por ter essa experiência e não queria ver os filhos caírem em erros ou tentações desse antigo mundo a que ele conseguiu fugir. Há ali uma relação familiar muito complexa, até no caso da mãe que queria voltar para casa dos pais mas que depois desistiu. E no final, ele tentou encontrar um certo balanço entre esses dois mundos. Na vida não há fórmulas, não há uma maneira certa de viver, e ao longo do filme fomos vendo esse confronto entre diferentes percepções e modos de vida. Ele no fundo, criou a sua utopia para que os filhos a pudessem viver, mas cada um deles terá outras ambições e desejos como o Bo querer ir para a faculdade. E o filme faz questão de frisar que apesar de todas as boas intenções que ele tenha e ambições em criar seres perfeitos, ele continua a ser um humano, com todos os defeitos e qualidades que isso trás, está limitado pela sua condição e os filhos dele também. Como quando a filha cai do telhado, é um choque para ele porque pensava que depois de todo aquele treino não haveria margem para erros.

 

E também me vieram lágrimas muitas vezes. Eu senti imenso a ligação entre eles, nesse aspecto está impecável.

 

 

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The Infiltrator

 

Bom filme. Não tinha grandes expectativas e acabou por ser bem melhor que estava à espera. A personagem do Bryan Cranston está muito bem conseguida, tal como a sua interpretação (como seria de esperar). Fez-me lembrar Narcos não só por se falar no Pablo Escobar mas também pela maneira com que consegue pôr-me a simpatizar com alguns criminosos do piorio. O final é previsível (a partir de certo ponto) mas não deixa de provocar alguns mixed feelings. Aconselho!

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