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Cinema | Discussão Geral

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Good Time

estou com um hype danado para ver esse. em que salas está?

 

por acaso ontem também estive a pesquisar que versão devia ver do Blade Runner; do que me lembro de ter lido o director's cut não foi 'masterizado' pelo Ridley Scott, que o fez depois e deu ao filme tonalidades diferentes, mais azuladas. em termos de cenas não tenho propriamente presente, mas acho que não apontavam diferenças. pessoalmente fiquei-me pela Final Cut, até porque também tenho ideia de que é essa versão que tenho em dvd e de que é aquela que se vê à venda.

 

http://www.vulture.com/2017/09/which-cut-of-blade-runner-should-i-be-watching.html

foi isto que li

Editado por bobzz

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estou com um hype danado para ver esse. em que salas está?

Aqui em Lisboa está no Corte Inglês e no Cinema Ideal

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It’s Alive!

 

A melhor parte é a narração inicial, daí para a frente é terrível.

 

O filme beneficiaria em ser a preto e branco, pois a cor, para além de ser feia, só traz relevo ao quão barata e limitada a produção é; nesse contexto o preto e branco ofereceria um certo charme.

 

O monstro aparece duas vezes, num total de dois minutos, se tanto. A primeira mais de meia hora dentro do filme, onde mata um personagem. A segunda no final, onde é soterrado na caverna em que habita.

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Faust

 

Vi a versão restaurada, com música orquestral composta por Timothy Brock.

 

“The Phantom Carriage” continua a ser o meu filme mudo favorito, mas este quase que o destronou; passa a ser, isso sim, o meu filme alemão de eleição.

 

O início é do mais épico e visualmente estupendo que há.

 

Em relação à influência da obra do Goethe, o filme restringe-se à primeira parte dessa obra, nomeadamente o que concerne a Gretchen.

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Morreu a Anne Wiazemsky, actriz que apareceu em filmes de autores como o Bresson, Pasolini, Marco Ferreri, André Techiné, Alain Tanner e do Godard, do qual era uma musa e esteve casada com ele. O filme mais importante da sua carreira é capaz de ter sido o primeiro, Au Hasard Balthazar do Bresson.

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Tenho enchido a barriga com a década de 80. Filmes teen e de terror são um mimo, devorei tudo.

Vi mais uma dezena e poucochinho. Que década mágica para o género de terror.

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Morreu a Anne Wiazemsky, actriz que apareceu em filmes de autores como o Bresson, Pasolini, Marco Ferreri, André Techiné, Alain Tanner e do Godard, do qual era uma musa e esteve casada com ele. O filme mais importante da sua carreira é capaz de ter sido o primeiro, Au Hasard Balthazar do Bresson.

 

Mas uma grande que parte. Inacreditável a lista de realizadores com quem ela trabalhou (ainda Garrel, por exemplo, um dos que mais gosto), já com a Moreau era a mesma coisa. Outros tempos.

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Zombi 2

 

Gostei. Premissa simples e direta. Bom ‘gore’ e efeitos práticos. A sequência com o tubarão-tigre apanhou-me de surpresa. Há momentos engraçados, inconscientemente, seja pela entoação de uma linha de diálogo, ou pela circunstância dos eventos. Um filme B bem entretido.

 

Zombi 3

 

O enredo é pobrezinho. O diálogo e motivações de certos personagens são ridículos. Os zombies são inconsistentes, uns são rápidos e ágeis, enquanto outros mantém a lentidão clássica, para além de outros detalhes. Não me lembro de nada particularmente engraçado. Filme enfadonho

 

Zombie 4: After Death

 

O início parecia prometedor, mas não passou de um prólogo. Quando os “verdadeiros” personagens foram introduzidos fiquei desapontado.

 

Os zombies são muito estranhos neste filme. Há um que inicialmente foge, em vez de atacar; outros falam; um usa uma arma... Nesse aspeto pode-se extrair algum entretenimento, mas nada substancial.

 

O fim é abrupto, anticlimático e inconsequente.

 

Zombie 5: Killing Birds

 

Pouco ou nada acontece na primeira hora de filme. O papel a que o Robert Vaughn é reduzido é deprimente. O resto das interpretações, na sua maioria, roçam o amador. Na última meia hora há uma morte engraçada de tão ridícula que é, mas longe de redimir o filme.

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Cure

 

Filme bem peculiar. Gostei essencialmente do tom e ambiente criados.

 

Em termos de história é um assunto mais complicado, porque dá para ter uma ideia geral do enredo, mas assim que se procura analisar os particulares começam a surgir problemas e perguntas para as quais dificilmente se encontram respostas concretas e lógicas. Eu acredito que era esse o objetivo do Kiyoshi Kurosawa, pois um dos temas do filme é a vontade e necessidade humana em encontrar significado, motivo, e um pouco por todo o filme há momentos em que os personagens realizam ações que carecem um verdadeiro significado, senão aquele que a audiência possa atribuir. São este tipo de “pistas” que provocam a curiosidade, tanto do protagonista como da audiência, para que se tente desvendar o mistério, para que se encontre a resposta que magicamente clarificará todos os eventos. Nesse aspeto, o filme funciona quase como uma crítica e desconstrução do género.

 

Trata-se de um bom filme, mas é algo austero. Considero que é daqueles filmes com potencial para crescer na nossa consideração com o tempo, e que numa segunda visualização, necessariamente com uma mentalidade diferente, se o possa apreciar melhor.

 

P.S.: Para quem procura 'mindfucks', este encaixa nessa categoria.

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Blade Runner 2049 - 9/10

 

Fui ver ontem em IMAX e gostei bastante do filme. A par do Dunkirk foram até agora as melhores experiências cinematográficas que tive este ano. Não vi o primeiro, portanto não estava bem dentro do tema, no entanto rapidamente "entrei" no ambiente do filme. Pensei que fosse um filme com mais acção, mas não, é um filme de investigação, que vai lentamente contando com uma sucessão de acontecimentos que levam ao final. Em relação aos actores nada de mal a apontar, muito bem o Gosling e o Harrison Ford.

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Blade Runner 2049

 

O meu filme preferido do ano.

 

É um filme longo com quase 2h45mins de duração mas em momento algum senti seca ou a olhar para o relógio, porque o raio do filme agarrou-me logo no primeiro minuto, mas aviso que não é um filme de acção com cenas de acção a cada 5 minutos, é tal como o filme original, algo que leva o seu tempo mas nunca em momento algum me aborreceu, se calhar alguns poderão achar o contrário, mas pronto.

 

Não posso falar das personagens porque falar delas estaria a criar spoilers em si e não irei fazer, evitem ler criticas que detalhem a história e personagens, vejam o filme sem ideias pré-concebidas. Direi algo que, a história não vai buscar o elemento nostálgico ou repetir situações do filme anterior como muitas sequelas fazem e isso para mim foi uma luvada de ar fresco. Contém elementos reminescentes do filme original mas é normal sendo que passa-se no mesmo universo só que 30 anos mais tarde, e nota-se alguma "evolução" neste universo em termos tecnológicos e não só, de uma certa maneira captura algum prenúncio do que poderá acontecer a certa tecnologia que usamos hoje, tal como o filme original fez no seu respectivo contexto em 1982. O plot tal como no filme anterior é uma história de detective embora vai buscar menos influência ao filme noir e mais ao elemento SCI-FI. Tal como o filme original, manteve-se a sua componente filosófica do que é ser humano

 

O elenco está brilhante, Gosling faz um dos seus melhores papéis tal como o Harrison Ford, já há algum tempo que não via o Harrison Ford tão bom. Mas adorei as actrizes, especialmente a Ana de Armas e a Sylvia Hoeks. E mesmo o Leto esteve bem.

 

Mas o filme vence com a realização do Denis Villeneuve e a mestria da cinematografia do Roger Deakins, estava naquela se conseguiria ganhar após ver o Dunkirk, mas agora não tenho dúvidas, é o meu favorito, é dos filmes mais belos que já alguma vez vi, o uso das luzes, sombras, as imagens aéreas, o uso das cores, perfeito, a atmosfera e tom. Tão bom ou senão melhor que o filme original. Efeitos visuais muito bons com um excelente uso de practical effects como as miniaturas e CGI, para além de uma cenografia e design muito boa.

 

Onde o filme não consegue superar o original é na banda-sonora, não que esteja má, acho que está boa e há ali faixas mesmo muito boas, mas não tem tanta diversidade de sons como teve a banda-sonora do Vangelis, mas também Vangelis só há um e esse é impossível replicar na perfeição. Still, acho que serviu para o filme.

 

No entanto, foi uma das melhores experiências de cinema e quero ver outra vez, o meu filme preferido do ano e duvido que o Star Wars consiga tirá-lo do trono. Uma verdadeira sequela e um excelente acompanhamento de um grande clássico do cinema.

 

9.8/10

Editado por vinsanity

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Tenho que ver o Blade Runner original para perceber este?

Ajuda, embora acho que não seja obrigatório

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Ao rever a trilogia original de Star Wars, menos entusiasmado fiquei (não que estivesse muito entusiasmado) para o solo do Han Solo. Será impossível ao Alden ter o charme e personalidade do Harrison. É só das melhores personagens de sempre.

Editado por Keef

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Tenho que ver o Blade Runner original para perceber este?

 

Eu não o vi o original e não senti que fosse obrigatório, mas depois de ver este vou ver o original porque fiquei curioso com a origem da história.

 

Já agora se virem em IMAX preparem-se para o som bastante alto em várias cenas do filme. Já no Dunkirk o som estava bastante alto.

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One Missed Call

 

Segue a fórmula de vários filmes de terror japoneses, particularmente a estrutura preconizada por “Ringu”, apesar disso, guarda uma ou duas surpresas particulares. Competentemente realizado, embora alguns visuais deixem a desejar.

 

 

One Missed Call 2

 

Sequela medíocre.

 

Um dos personagens do primeiro filme aparece no início, oferecendo a ilusão de que neste filme teria um papel mais determinante, mas infelizmente isso não acontece.

 

A história torna-se confusa ao criar uma nova “mitologia” a respeito da maldição.

 

O ritmo é pobre, há um longo período em que pouco ou nada interessante acontece.

 

 

One Missed Call Final

 

O pior da trilogia.

 

O enredo é ridículo, embaraçoso a certa altura.

 

De certeza que a miúda que faz de Mimiko cresceu demasiado e por isso a cara dela só aparece em ‘close-up’; em algumas cenas dá toda a impressão que ela está de joelhos; nas cenas de corpo inteiro a criança ou está de costas, ou o cabelo obscura a cara o suficiente para não se reconhecer que é uma criança diferente.

 

Achei interessante a escolha em usar linguagem gestual, embora pudesse ter sido integrada melhor na história, pois nesse contexto não adiciona muito.

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Esta semana tenho de ver o Blade Runner no cinema, ando com hype elevado desde o primeiro trailer. Não sei é se vou ver antes o primeiro, queria estar dentro do tema.

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Eu já tenho aqui o primeiro, vou ver amanhã com a Maria. Também não quero ir ao cinema de mãos a abanar :lol:

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Hans Zimmer :prayer:

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