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Cinema | Discussão Geral

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É como calha, a não ser que tenha especial interesse. Caso tenha, prefiro ler primeiro. Por exemplo, ainda não vi a série 11.22.63 porque quero ler o livro primeiro mas ainda não tive tempo.

 

 

Eu tento ler sempre primeiro, é obsessão mesmo. :mrgreen: Contudo em alguns casos eu diria que é benéfico ler primeiro, pois oferece algum contexto para o filme. Posso dar o exemplo recente de "Solaris", que julgo poder ser uma experiência frustrante para algumas pessoas, caso não tenham lido o livro, pois não se trata do tipo de filme que procure explicar claramente e detalhadamente todos os aspetos da história. Algumas das questões que o Syn colocou sobre o filme, por exemplo, nem sequer me passaram pela cabeça quando eu o visualizei, pois já tinha o conhecimento sobre a generalidade da história como uma base para ver e interpretar a visão do cineasta, deixando de ser confrontado com uma infinidade de possíveis interpretações e podendo concentrar-me mais na abordagem e tratamento da história do realizador.

 

Já eu normalmente só descubro que há um livro depois de ver a série/filme. :mrgreen: Acho que o unico caso em que aconteceu o oposto foi a semana passada quando li o Mr. Mercedes do King e quando fui pesquisar sobre o livro, vi que havia uma série :mrgreen: escusado dizer que não passei do 2º ep :lol: também li o Dracula de Bram Stoker e embora saiba que existam não sei quantos filmes, não quero ver nenhum porque tenho receio que me estraguem a ideia fabulosa que tenho da história.

 

De resto e como agora estou numa de ler livros do King, os que quero ler foi porque vi os filmes :mrgreen: IT, Misery, Carrie e o Pet Sematary.

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Já eu normalmente só descubro que há um livro depois de ver a série/filme. :mrgreen: Acho que o unico caso em que aconteceu o oposto foi a semana passada quando li o Mr. Mercedes do King e quando fui pesquisar sobre o livro, vi que havia uma série :mrgreen: escusado dizer que não passei do 2º ep :lol: também li o Dracula de Bram Stoker e embora saiba que existam não sei quantos filmes, não quero ver nenhum porque tenho receio que me estraguem a ideia fabulosa que tenho da história.

 

De resto e como agora estou numa de ler livros do King, os que quero ler foi porque vi os filmes :mrgreen: IT, Misery, Carrie e o Pet Sematary.

O ano passado também li “Dracula”, de que gostei bastante (“Frankenstein”, da Mary Shelley também é muito bom). Julgo que não existe nenhuma adaptação inteiramente fiel. Nunca vi a do Coppola, mas pelo que li a nível de personagens acaba por divergir do livro. O “Nosferatu”, do Murnau, vi o ano passado e acho que faz justiça, especialmente considerando as limitações da época; e é outro filme em que ajuda ter-se lido o livro. Eu gostei muito também do “Nosferatu the Vampyre”, do Werner Herzog.

 

 

 

The Day the Earth Stood Still

 

Gostei bastante. O início é épico.

 

Muito interessante observar em que aspetos o filme diverge do conto. O conto foi publicado em 1940, portanto foi escrito e publicado antes dos eventos de Hiroshima e Nagasaki, mas numa época já perfeitamente consciente da mentalidade supremacista Nazi. O filme é produzido no início da década de 50, já depois dos dois eventos nucleares. A preocupação do filme revolve sobre a capacidade excessivamente destrutiva que o Homem encontrou no poder nuclear; enquanto o conto se foca na presunção do Homem em se considerar uma espécie superior, suprema.

 

Bons exemplos de como os eventos de uma época invariavelmente induzem, moldam e influenciam as disposições artísticas.

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2001: A Space Odyssey

 

Lembro-me de ter gostado bastante a primeira vez que vi, mas de ter sido uma experiência mais para o abstrato, devido ao filme ser tão enigmático e críptico.

 

Desta vez li o livro, que é fruto da colaboração entre Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick para criar o filme.

 

Em essência são duas obras gémeas, embora certos detalhes as diferenciem superficialmente. O Kubrick teve de abandonar certos aspetos do conceito original, como por exemplo Saturno, devido à dificuldade em recriar os anéis; porém o núcleo e ideias centrais são as mesmas. A abordagem do Kubrick é essencialmente visual, reservando muita informação, quiçá em demasia. Por isso o livro serve quase como uma cábula no que concerne o enredo central: o contacto extraterrestre.

 

A conjugação dos visuais com a música é sem dúvida um dos fortes do Stanley Kubrick; já em “The Shining” é um dos aspetos que eu admiro mais.

 

 

Também a nível audiovisual fiquei impressionado com a sensação de claustrofobia criada assim que os astronautas só tinham o fato espacial a separá-los do vácuo do espaço, só se ouvindo o oxigénio e a respiração do astronauta.

 

 

 

Spoilers sobre ligação temática entre "2001: A Space Odyssey" e "Solaris":

 

Tematicamente a obra toca num ponto que “Solaris” (o livro do Stanislaw Lem mais vincadamente do que o filme) explora tentativamente. A possibilidade da existência de extraterrestres que se aproximam do conceito de divindade, pois as suas ações têm uma aparência megalómana.

 

No livro “Solaris” quando o tópico de “divindade extraterrestre” é discutido pelos personagens, o seguinte é dito:

 

“This God doesn’t exist outside of matter, he’s unable to free himself of it, and that’s all he wants...”

 

E mais tarde:

 

“Perhaps Solaris is precisely the cradle of this divine infant of yours”

 

O “Deus” no filme do Kubrick seria, hipoteticamente, a próxima etapa evolucionária que o Oceano de Solaris poderia ambicionar, a transcendência do material para o imaterial, a libertação do útero que o Planeta representa.

 

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Não tenho a certeza, mas penso que foi nesse filme que o Kubrick teve umas lentes especiais para filmar.

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O-Bi, O-Ba - The End of Civilization

 

A história é errática e sente-se que serve mais para expor conceitos, ideias e temas. Por esse motivo, senti que o universo criado é mais interessante do que os vários indivíduos que o integram. Nunca senti uma forte ligação com os personagens, pelo que os momentos emocionais não tiveram o impacto que seria expectável. Por exemplo, “Brazil”, que curiosamente até é do mesmo ano que este filme, encerra no seu final um conceito similar ao de “O-Bi, O-Ba - The End of Civilization”, mas enquanto o primeiro conseguiu provocar em mim uma reação emocional visceral, já o último, apesar de se reconhecer essa intenção por parte do cineasta, não o conseguiu.

 

 

Entre ver este filme e rever o “Blade Runner” acabei por ganhar uma nova e maior apreciação por “Brazil”.

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Twelve Monkeys

 

Realizado por Terry Gilliam, realizador de “Brazil”…

 

Revi e continuo a gostar bastante deste filme. O enredo é muito eficiente e preciso.

 

A maior crítica que tenho é em relação à interpretação do Brad Pitt, que me pareceu resvalar demasiado para o exagerado, embora seja evidente a intenção de o aproximar à caricatura de uma personalidade louca saída de um desenho animado, ainda assim o contraste com as interpretações restantes cria uma sensação de dissonância tonal demasiado vincada.

 

Uma pequena curiosidade com que me deparei. O filme mostra uma cena de “Vertigo” com os anéis de uma árvore, algo também presente na curta “La Jetée” (curta em que “Twelve Monkeys” é baseado). O que me fez lembrar a introdução de “Late August at the Hotel Ozone”, que também usa os

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Não tenho a certeza, mas penso que foi nesse filme que o Kubrick teve umas lentes especiais para filmar.

Hoje deparei-me com o seguinte vídeo, relacionado com essa matéria; o filme parece ser "Barry Lyndon", onde se usou lentes que tinham sido originalmente desenvolvidas para serem usadas pela NASA nas missões do programa Apollo.

 

 

 

____________________

 

 

Prometheus

 

Não é mau, mas para mim é uma história que não faz sentido no contexto do ‘franchise’.

 

Tendo visto, recentemente, “2001: A Space Odyssey” acabei por reconhecer pequenos paralelos, mas lá está, infundir uma pequena dose de ‘2001’ em ‘Alien’ parece-me despropositado.

 

Visualmente também senti ser um filme desinspirado. A natureza da história até destrói o sentimento de mistério, assombro e estranheza do trabalho original do H. R. Giger.

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Arrival

 

Gostei da abordagem escolhida. O foco recai mais no lado pessoal da protagonista, do que nas implicações e detalhes particulares do contacto extraterrestre, o que se aproxima do espírito do conto original, embora o conto consiga ser ainda mais extremo nesse aspeto.

 

Também gostei da demonstração prática do “princípio de Hitchcock sobre surpresa vs. suspense”. Senti bem a tensão durante toda aquela cena. O que torna engraçado

 

Alguns problemas que tive com o filme:

 

Toda a tensão com a China é algo que não faz parte do conto. A existência dessa tensão, por si só, não me incomoda. Contudo, achei extremamente pobre a forma escolhida para desatar esse nó.

 

A nítida vontade de criar um proverbial ‘twist’ na história é também parte do problema. O filme no seu prólogo claramente convida a audiência a interpretar as imagens da Louise com a filha como ‘flashbacks’ que informam sobre a solidão e aparente depressão da protagonista na altura da chegada dos extraterrestres. Os ‘flashforwards’ após o contacto com a linguagem dos extraterrestres retêm o mesmo estilo e abordagem das imagens do prólogo, pequenas memórias que agora parecem surgir nítidas na consciência da Louise, como que suplantando o presente e sobrecarregando os sentidos sensoriais. Tudo isto torna imensuravelmente evidente o quão atípico e pouco natural é o ‘flashforward’ com o General Shang; nessa cena quase que se dá a entender que agora que a Louise está consciente de que consegue ver o futuro, tem também o poder de transportar a sua consciência para esse futuro e interferir nele, o que é perfeitamente idiótico e quero acreditar que não era essa a intenção.

 

No contexto e lógica do filme não faz sentido que a “futura” Louise Banks aja confusa quando o General Shang a aborda diretamente sobre a chamada para o seu número pessoal (ela reage como se não se lembrasse de alguma vez ter feito essa chamada), pois se essa confusão fosse genuína, isso ou indicaria um paradoxo desnecessário, ou indicaria uma substituição da sua consciência futura pela sua consciência passada que ainda não fez a chamada (um pouco como no filme “Butterfly Effect”), indo contra a lógica do filme, que reside na capacidade dos extraterrestres percecionarem o tempo de forma diferente, onde o passado, presente e futuro não têm distinção, mas ainda assim se conformando com as leis naturais que governam o universo, prevenindo paradoxos. Todos os outros ‘flashforwards’ da Louise são consistentes com esta lógica, pois neles ela interage de forma natural com a sua futura filha e conserva as memórias do que experienciou até esse momento no tempo, ao ponto da Louise do “presente” descobrir a natureza do seu futuro divórcio através de um desses ‘flashforwards’. Portanto, seguindo a lógica estabelecida pelo filme só se pode concluir que a Louise estava a fingir confusão para incitar o General Shang a revelar o número pessoal e as últimas palavras da sua mulher, o que não passa de dissimulação numa escala intertemporal, derrotando a mensagem final de se estabelecer formas honestas de comunicação e cooperação entre os diferentes povos e culturas; quando bastava escrever essa cena futura de forma a que essa informação fosse revelada num contexto mundano de contacto e interação humana genuínos, sem dissimulações, sem a artificialidade que a atitude de confusão da personagem transmite.

 

 

A natureza do divórcio também me incomoda um pouco, pois há milhentas razões para casais se divorciarem, especialmente após o nascimento de um filho, pelo que a natureza do divórcio é acessória à história e preferia que não fosse revelada. Escolher revelar, para mim, é um erro; considero um erro ainda maior colocar o ónus do divórcio no facto da Louise ter revelado ao Ian o destino da filha deles, o qual ela sabia antes sequer de eles terem decidido conceber.

 

No conto não é explicitamente decidido se vontade própria e capacidade de escolha são mais do que meras conceções humanas. No entanto, subentende-se que existem certas "leis" que previnem o indivíduo consciente do seu futuro de o alterar, pois isso resultaria num paradoxo em que o futuro previsto deixaria de existir, portanto esse futuro nunca deveria ter sido percecionado em primeiro lugar, mas antes o futuro que o indivíduo “escolhe” ao exercer a sua “vontade própria”.

 

Imaginemos um cenário em que alguém é concedido o dom de percecionar o passado/presente/futuro como um todo. Se esse indivíduo tem uma genuína capacidade de escolha poderia tomar diferentes escolhas para que toda a sua vida se desenrolasse da maneira que o indivíduo considerasse mais positiva, gerando paradoxos que teriam de ser retroativamente resolvidos. Basicamente, nesse cenário em que alguém é concedido esse dom, o indivíduo automaticamente percecionaria a plenitude de uma vida ideal, em que ele não sentiria a necessidade de alterar nada (pois toda etapa de alterações seria retroativamente saltada, de forma a eliminar os paradoxos).

 

No cenário do conto e do filme, onde nem tudo é perfeito, tanto do ponto de vista humano, como do ponto de vista extraterrestre, faz muito mais sentido que existam “leis invisíveis” (tal como a “lei da gravidade”, invariavelmente, nos mantém com os pés bem assentes na Terra) que compelem um indivíduo a agir em conformidade com o futuro de que está consciente, independentemente de o resultado poder ser negativo. O conto não estabelece a existência destas “leis” categoricamente, mas faz um bom trabalho em passar a sensação de que algo inenarrável “guia” as ações da protagonista, sem que haja a tentação de “fugir ao guião”; nesse respeito, um importante aspeto é a aparente inclinação da pessoa para não revelar a terceiros que tem esta diferente perceção temporal, tornando esse conhecimento extremamente íntimo e privado. Daí que eu ache um erro duplo a revelação daquele motivo para o divórcio.

 

 

___________________

 

 

 

Mutant

 

História muito banal, execução medíocre, com várias atuações más. A Jennifer Warren e o Wings Hauser são os mais competentes.

Editado por bmfpcdm

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Fui ver o IT. Fantástico. As crianças fazem um excelente papel e o Skarsgard está brutal como Pennywise. As cenas com ele são logo de outro nivel.

 

Espero que o capitulo 2 não demore muito.

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Acabei de vê-lo. Não sei o que se passou a partir do terceiro ato, mas foi meio m*rda. Mas bom filme, no geral.

Editado por Keef

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Director Shinichiro Watanabe (Cowboy Bebop, Samurai Champloo) is directing an animated short tie-in to the Blade Runner 2049 film, which opens in Japan on October 27. The short is titled "Blade Runner Black Out 2022."

The anime will take place in the year 2022, between the original Blade Runner film, which takes place in 2019, and its sequel Blade Runner 2049. The story will involve a large power outage on the west coast of the United States.

Watanabe is writing the script in addition to directing. Cygames Pictures, the anime studio subsidiary smartphone game publisher Cygames established last year, is producing the animation. Shukou Murase (Halo Legends, Mobile Suit Gundam Wing) is serving as character designer and animation director, and Flying Lotus is composing the music.

The cast includes Kenichirou Matsuda as Iggy, Ichigo Aoba as Trixie, and Makoto Furukawa as Ren.

 

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Fui ver o IT. Fantástico. As crianças fazem um excelente papel e o Skarsgard está brutal como Pennywise. As cenas com ele são logo de outro nivel.

 

Espero que o capitulo 2 não demore muito.

2019

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The Face of Another

 

Enquanto lia o livro estava consciente que a sua natureza contemplativa e introspetiva seria difícil de captar num filme sem o uso extensivo de monólogos internos. Felizmente, na adaptação optou-se por alterar certos aspetos da história e da sua narrativa, de forma a reduzir a necessidade desses monólogos. O resultado final impressionou-me bastante, em alguns aspetos até prefiro o filme.

 

Visualmente é um filme riquíssimo, o mais rico dos três que vi do Hiroshi Teshigahara; este também acaba por ser o meu preferido.

 

Adorei o

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Acabei de vê-lo. Não sei o que se passou a partir do terceiro ato, mas foi meio m*rda. Mas bom filme, no geral.

também o acabei de ver e subscrevo.

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The Mother and the Whore

 

Surpreendeu-me pela positiva. Com uma duração de 3 horas e meia, receava que a certa altura perdesse o interesse, mas não foi o caso. Miraculosamente – pois não sei explicar bem como, nem porquê –, o filme mantém-se interessante; talvez devido ao caráter mais extravagante da personagem do Jean-Pierre Léaud, que por vezes se sai com extensos devaneios. O solilóquio final da personagem da Françoise Lebrun é muito bom.

 

Foi também o meu milésimo filme registado no letterboxd.

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The Hourglass Sanatorium

 

O filme mais estranho que já vi; e o melhor que já vi dentro de filmes que se imergem em surrealismo. Baseado numa coleção de contos de Bruno Schulz, também eles com um cariz fantástico e surreal.

 

Visualmente é imaginativo, pitoresco e brilhante; conseguindo conferir genuinidade ao irreal. Em termos visuais nenhum outro filme alguma vez me causou, tão consistentemente, tantos momentos de estupefação. Há certas transições que são fantásticas na sua execução de tão subtis e discretas que são.

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Depois da sessão de dia 6 (do próximo mês) ter esgotado, dia 7 haverá outra sessão especial do The Room com a presença do Greg Sestero, no Nimas! Mas os bilhetes também devem voar rápido.

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mother-poster.jpeg

mother!

Cum crl, wow! Dos melhores filmes desta década. O Aronofsky superou-se, carregou o filme de simbolismo e tem uma cena que para mim é das melhores da história do cinema. É ansiedade do inicio ao fim, daqueles filmes em que saio da sala com a sensação que recebi uma tareia mental, mas mesmo assim com um sorriso: o cinema está vivo! Incrível! Vejam este no cinema.

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