jean-luc godard Publicado 29 Agosto 2018 Citação de Keef, há 1 minuto: Woody Allen is Taking a Break From Filmmaking for the First Time Since 1981 😞 Compartilhar este post Link para o post
awk Publicado 29 Agosto 2018 (editado) É um daqueles assuntos que não consigo ter opinião. Embora ache toda a história dele com a mulher estranha, também não consigo achar a Mia Farrow muito equilibrada... Editado 29 Agosto 2018 por awk Compartilhar este post Link para o post
Scurvy Publicado 29 Agosto 2018 Artigo bastante interessante apesar de estar em brasileiro: https://legiaodosherois.uol.com.br/2018/e-o-oscar-de-pior-decisao-vai-para.html Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 29 Agosto 2018 (editado) "Novo" filme do Orson Welles. Editado 29 Agosto 2018 por Keef 1 Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 30 Agosto 2018 Turtles Can Fly Muito bom. Passado na fronteira curda entre o Iraque e a Turquia num campo de refugiados, na altura da invasão americana ao Iraque e da queda do Saddam, e em que o grande foco são as crianças e como sobrevivem elas e lidam com este mundo, principalmente porque muitas já não têm pais. Ao mesmo tempo que trata de um tema pesado, fá-lo com uma leveza e sentido de humor com algumas semelhanças com os filmes do Kusturica. Também me lembrou em certos momentos do Grave of the Fireflies. Vejam! Vale muito a pena Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 30 Agosto 2018 Latest Woody Allen movie may never see the light of day Ao menos que aconteça como o I Love You, Daddy do Louis C.K. e que leak. Ou que a Netflix o adquire, já que costumam comprar schlock de outros estúdios 🙄 Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 30 Agosto 2018 (editado) Acho que nunca vai ter uma release nos cinemas mas que eventualmente sai no prime durante 2019/2020. Acho vergonhosa a forma como se tratou o Woody Allen neste tempo de Metoo e Time's up. Não sei se ele realmente abusou da Dylan, estou pessoalmente inclinado a dizer que não, acho esquisito ele nunca ter sido acusado por mais ninguém e a Mia Farrow não é realmente uma pessoa estável, mas nunca se vai saber ao certo.No entanto, as acusações já existem desde o principio dos anos 90 e só agora, que o WA está numa posição vulnerável e já está longe dos tempos áureos da sua carreira, é que os hipócritas de Hollywood se lembram de criar todo o chinfrim à volta dele, de doar salários e dizer que se arrependem muito de participar nos filmes dele. Se calhar Gerwigs e Chalamets deviam se ter informado sobre o assunto antes de aceitarem os papéis. Enfim. O Baldwin é que tem razão. Noutros assuntos, alguém vai sábado à cinemateca ver o novo Godard? Editado 30 Agosto 2018 por Syn Compartilhar este post Link para o post
xicantonio Publicado 30 Agosto 2018 Ele foi acusado pela filha adoptiva de ter abusado dela quando tinha 7 anos. A filha também não é estável? Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 30 Agosto 2018 Citação de xicantonio, há 10 minutos: Ele foi acusado pela filha adoptiva de ter abusado dela quando tinha 7 anos. A filha também não é estável? A investigação da altura admitiu que sim, que eram todos emocionalmente instáveis. The doctor who headed the Connecticut investigation into whether Woody Allen molested his 7-year-old daughter, Dylan, theorized that the child either invented the story under the stress of living in a volatile and unhealthy home or that it was planted in her mind by her mother, Mia Farrow, a sworn statement released yesterday says. Dr. John M. Leventhal, who interviewed Dylan nine times, said that one reason he doubted her story was that she changed important points from one interview to another, like whether Mr. Allen touched her vagina. Another reason, he said, was that the child's accounts had "a rehearsed quality." At one point, he said she told him, "I like to cheat on my stories." https://www.nytimes.com/1993/05/04/nyregion/doctor-cites-inconsistencies-in-dylan-farrow-s-statements.html Compartilhar este post Link para o post
xicantonio Publicado 30 Agosto 2018 Eu se fosse abusado pelo meu pai também seria instável. Não faz da minha história uma mentira. Compartilhar este post Link para o post
Scurvy Publicado 30 Agosto 2018 Eu já não me lembro de nada de quando tinha 7 anos, mas sei lá, quando fica marcado, a memória permanece ativa Compartilhar este post Link para o post
Augusto Publicado 30 Agosto 2018 Citação de Scurvy, há 1 hora: Eu já não me lembro de nada de quando tinha 7 anos, mas sei lá, quando fica marcado, a memória permanece ativa Devias ir ao médico. Compartilhar este post Link para o post
nopla Publicado 30 Agosto 2018 Fui ver o Sibéria. Não sei bem porquê. Talvez por ser o único cujo horário se adequava ao que o grupo com quem fui. Devo confessar que foi, muito provavelmente, dos piores filmes que já vi na vida. Tentei peneirar, esmiuçar ou esfregar os olhos para ver de novo e... nada. Igual a sempre. Terrível, mesmo. Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 2 Setembro 2018 Quentin Tarantino's directing method Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 2 Setembro 2018 Pessoal, pegando nisto por causa do Woody Allen e do Quentin Tarantino que são nomes consagrados no cinema, mas que não me dizem muito, embora reconheça a qualidade neles claro. Quais são os realizadores que vos tocam mais pessoalmente? Não têm que ser os melhores realizadores, só mesmo aqueles com quem há uma conexão, até podem fazer filmes maus de vez em quando, mas a conexão mantém-se. Como um velho amigo com quem vamos conversando de tempos em tempos, tem os seus defeitos, e nós já sabemos vê-los melhor que ninguém, tal como as suas virtudes. Eu sem pensar muito tenho o Wim Wenders e o Richard Linklater. A maneira como capturam os pequenos momentos da vida, acho que é o que me agarra mais neles. Com o Wim Wenders é uma questão de contemplação, as pausas, aqueles momentos em que o silêncio é tudo e nada. Um estranho equilibrio que nos faz estar presentes, mas no momento em que quebrarmos dali, lá vem o resto outra vez, com os problemas, ânsias, coisas por resolver... Mas enquanto estamos ali, a respirar, tudo faz sentido. É a calma que me dá e transmitem os seus filmes. Paris, Texas; Wings of Desire; Kings of the Road; Don't Come Knocking; Alice in the Cities; The Million Dollar Hotel; The State of Things; A conexão com o Linklater é muito por aquela aura de sonhador apaixonado pela vida e pelo cinema, tem a sua intelectualidade mas não se leva muito a sério nisso, gosta de explorar e de encontrar a sabedoria nas ruas e a conexão dele com a cidade de Austin e pelas pessoas que lá vivem/viviam também me conecta com a conexão que tenho à cidade que me viu crescer e na qual passei grande parte da minha vida: a Costa de Caparica. Slacker; Waking Life; Boyhood; Before Sunrise; Before Sunset; Before Midnight; Dazed and Confused; Depois há o Tarkovsky que é aquele amigo eremita que já antes de o visitarmos nos preparamos para o que ali vem. De cada vez que o encontramos ele não se contenta em apenas falar conosco, não, isso seria muito fácil. Ele pega-nos na mão e leva-nos numa jornada a um local que não pertence só a ele mas a todos nós, ele é apenas o guia. E nessa jornada sofremos, choramos mas no fim daquilo tudo estamos gratos pela experiência e temos os olhos abertos para a beleza, renovados. Stalker; Andrei Rublev; The Sacrifice; Solaris; Ivan's Childhood; Depois há outros bons amigos como o Wong Kar Wai, Terrence Malick, Apichatpong Weerasethakul, Jim Jarmusch... Uns mais poéticos, outros mais espirituais mas todos com uma linguagem própria e um certo sentido de identidade que me faz querer revisitar as suas ideias de tempos em tempos, mesmo que a opinião geral seja má. Como aconteceu com o Song to Song do Malick ou o Limits of Control do Jarmusch, são obras bastante bonitas para mim, mas que a maioria não gostou. Eu acho que a familiaridade com o universo desse autor também ajuda um pouco na apreciação de certa forma, porque não estamos a ver a obra por si, mas num contexto. É como se fosse um episódio de uma série em que a série é a obra do autor, o autor em si. Dai ter me lembrado disto a partir do Woody Allen, porque muitos filmes dele também já funcionavam mais neste contexto, explorar o universo dele, mesmo que já sem a força de outros tempos, mas as pessoas gostam de estar lá. Já o conhecem. E com isto tudo um apelo, vão sempre criando novos amigos cinematográficos (ou literários ou músicos ou na pintura ahah), é um processo riquíssimo. 2 Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 2 Setembro 2018 Eu não crio grande ligação com realizadores, mas não deixo de ter realizadores que quando me cruzo com um filme deles sinto algum entusiasmo ou antecipação por ver o filme. Por exemplo: Akira Kurosowa, Ingmar Bergman, Eric Rohmer, Raoul Ruiz, Alejandro Jodorowsky. ______________ “Pereval” (1988) Destaca-se pela animação; há uma montagem em particular com desenhos lindíssimos. Deixo aqui uma amostra dos visuais: https://imgur.com/a/X6gY7td “The Falls” (1980) Uma visualização única e fascinante. Trata-se de um documentário ficcional sobre certas vítimas de uma tragédia em larga escala, apelidada V.U.E. (Violent Unknown Event). Os detalhes vão sendo expostos pouco a pouco, embora a imagem total, a visão daquele evento, nunca alcance nitidez, porque do ponto de vista dos documentaristas, daquele universo em que vivem, a sua audiência tem informação privilegiada, que nós não temos. Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 3 Setembro 2018 Citar Cinemateca Portuguesa está em "luta pela sobrevivência" A completar 70 anos, a Cinemateca "luta pela sobrevivência" e sem uma mudança estrutural não há condições para cumprir prioridades, como a digitalização do cinema português, alerta o diretor, José Manuel Costa, adiantando que foi já entregue uma proposta ao Ministério da Cultura para a criação de uma fundação pública A completar 70 anos, a Cinemateca Portuguesa está "numa encruzilhada", "a lutar pela sobrevivência", e a solução pode passar pela transformação numa fundação pública, segundo avançou o seu diretor, José Manuel Costa, lembrando que a instituição vive há vários anos com um "corte orçamental abrupto e devastador" e com constrangimentos administrativos que dificultam o funcionamento. "Estamos a lutar pela sobrevivência, quando devíamos estar a responder a novos desafios e a uma dinâmica de conjunto que está a evoluir muito depressa. As cinematecas estão a mudar, o contexto digital mudou muita coisa, todo o panorama de trabalho é bastante diferente e não estamos a poder usar o nosso próprio potencial", lamentou o diretor, lembrando que não são de agora os constrangimentos decorrentes do estatuto de instituto público da Cinemateca e que dificultam a sua atividade. Um exemplo é a dificuldade de contratar trabalhadores especializados, porque está limitada ao sector da administração pública, a par do caso do laboratório de restauro fílmico, uma das mais valias da Cinemateca a nível internacional, ameaçado "a curto prazo de desaparecimento" por esses "constrangimentos administrativos". O diretor sublinha que a tutela - o Ministério da Cultura - está a par da situação, a quem foi apresentada uma proposta de modelo de gestão para fundação pública de direito privado, e que há um "diálogo intenso" em curso. "Nós temos que pensar que Cinemateca é que queremos. A Cinemateca não fechará, mesmo que tenha que parar ou diminuir substancialmente a sua atividade pública, o que já seria grave", garantiu. Segundo José Manuel Costa, que sem uma mudança estrutural não haverá condições para cumprir duas das grandes prioridades da Cinemateca: promover a digitalização do cinema português e ter "um projeto consistente de descentralização". Nem será possível avançar com outros projetos propostos, que tiveram "sinal positivo do senhor ministro": a criação de um polo museográfico e uma estrutura de formação permanente na área dos arquivos de filmes, em parceria internacional. "Estamos a esticar a corda até a um ponto em que, a muito curto prazo, vai rebentar. Isto que estamos a fazer não é sustentável com o quadro que temos. Consigo fazer à custa de uma tensão interna crescente, com serviços que estão altamente desestruturados, que estão muito carentes de pessoal", frisou José Manuel Costa. Este ano a Cinemateca contou com um orçamento que ronda os 4,5 milhões de euros, incluindo verbas alocadas do Fundo de Fomento Cultural, precisamente para fazer face ao corte sofrido no começo da década e à quebra de receitas provenientes da taxa de publicidade, a principal fonte de financiamento. FILMES DE ÉPOCA DO CINEMA MUDO SERÃO OS PRIMEIROS A SER CLASSIFICADOS A celebração dos 70 anos da Cinemateca envolve uma programação que se estenderá pelos próximos meses. Uma das iniciativas que quer concretizar nos próximos meses para assinalar esta efeméride é classificar alguns filmes do cinema português como tesouros nacionais. Segundo José Manuel Costa, o processo "apesar de parecer óbvio, é altamente pioneiro". O diretor também adiantou que a Cinemateca Portuguesa vai iniciar "progressivamente uma série de processos de classificação" para que as matrizes de determinados filmes ganhem o estatuto de "obra cultural de interesse nacional", e assumindo-se como tesouro nacional. "A classificação tem um impacto simbólico e um impacto prático e implica uma responsabilidade acrescida do Estado", frisou o diretor, referindo que está em causa um "testemunho absolutamente precioso e inestimável sobre a história e a vivência do século XX". O processo de classificação começará com um conjunto de filmes da época do cinema mudo e do período de obras fixadas em nitrato, até 1950. Atualmente, no que toca a património ligado ao cinema português, apenas está classificado, como um todo, o património da Tobis. A celebração dos 70 anos da fundação da Cinemateca Portuguesa decorrerá entre setembro deste ano e junho de 2019. O sinal de partida é dado no próximo dia 29, com o lançamento do primeiro volume "de uma obra imensa, gigantesca", de textos de João Bénard da Costa, cinéfilo e antigo diretor do organismo. A 16 de novembro, haverá "uma jornada especial de homenagem ao cinema português", com uma sessão ininterrupta de quatro horas em que serão exibidas "bobinas, fragmentos de filmes de todos os géneros e de todas as épocas do cinema português. Ainda em novembro decorrerá um colóquio internacional, e um ciclo intitulado "70 anos 70 filmes", com obras que fizeram parte da história da Cinemateca e outras que fazem um retrato do que é hoje o cinema contemporâneo. À boleia dos 70 anos, a Cinemateca irá mostrar, em dezembro e em janeiro, toda a obra cinematográfica de Manoel de Oliveira, quando passam 110 anos do aniversário do nascimento do realizador. Estão previstas várias edições literárias, como um livro de conversas com Luís Miguel Cintra, outro sobre o percurso histórico da Cinemateca e um inédito sobre a história do cinema, direcionado para crianças, em articulação com a Cinemateca Júnior. Segundo José Manuel Costa, ligado à Cinemateca desde 1975 e diretor desde 2014, será ainda impulsionado um projeto sobre a memória oral, para deixar registado, em imagem e em som, intervenções de pessoas de "toda a atividade do cinema em Portugal". Na página da Cinemateca, onde já é possível visionar alguns filmes dos arquivos do Museu do Cinema, serão disponibilizadas digitalizações de jornais de atualidades (1953-1970), os filmes informativos que eram exibidos antes das sessões de cinema durante o Estado Novo. Com o mandato de direção, de cinco anos, a terminar em 2019, José Manuel Costa quer ainda celebrar os 70 anos da Cinemateca com uma nova iniciativa de "Dia aberto" a visitas guiadas, e com a constituição, há muito anunciada, da Associação dos Amigos da Cinemateca. Esta será a primeira vez que a Cinemateca celebra a data da sua fundação, enquanto entidade pensada para criar uma coleção fílmica e documental e preservá-la. Até aqui, era assinalada habitualmente a abertura oficial da Cinemateca ao público, com sessões de cinema iniciadas a 29 de setembro de 1958. "Significa que todas as atividades internas da Cinemateca já existiam há uma década. Uma cinemateca não são só sessões de cinema", resume José Manuel Costa. 1 Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 3 Setembro 2018 Também não crio grandes ligações, mas fico sempre entusiasmado com os projetos do Villeneuve, Woody Allen, PTA, Del Toro (pelo worldbuilding de cada filme), Taylor Sheridan (seja ele o realizador ou o argumentista), Guy Ritchie (pelo estilo "rebelde" de realização e pelos diálogos das suas personagens) e do Zack Snyder (pela desconstrução das personagens e pelos detalhes/homenagens que insere em cada plano). Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 3 Setembro 2018 Sugestões de filmes dentro do estilo de Lost in Translation, Her, Drive, têm alguns? Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 3 Setembro 2018 Citação de Rōnin, há 19 minutos: Sugestões de filmes dentro do estilo de Lost in Translation, Her, Drive, têm alguns? Like Someone in Love Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 3 Setembro 2018 Citação de Rōnin, há 1 hora: Sugestões de filmes dentro do estilo de Lost in Translation, Her, Drive, têm alguns? Blue Valentine. Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 3 Setembro 2018 Citação de Rōnin, há 25 minutos: Sugestões de filmes dentro do estilo de Lost in Translation, Her, Drive, têm alguns? Chungking Express e Kontroll Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 3 Setembro 2018 (editado) @Rōnin, se quiseres um mais clássico, Brief Encounter. Ou se quiseres continuar em azuis, Blue Is The Warmest Colour. Citação de frnk th tnk, há 3 minutos: Chungking Express e Kontroll Do you like pineapple? Editado 3 Setembro 2018 por Mayday Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 3 Setembro 2018 Citação de Keef, há 3 horas: Zack Snyder (pela desconstrução das personagens e pelos detalhes/homenagens que insere em cada plano). Eu não gosto desse gajo precisamente pelas personagens. Não me consegue passar nada, nenhuma simpatia. E os vilões de m*rda metem-me pena. Compartilhar este post Link para o post