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Um DAC mais não é que um dispositivo que converte o sinal digital num sinal analógico, todos os leitores de CDs comuns, tal como as placas de som, têm um.

A tua ideia era começares a construir uma biblioteca musical, principalmente assente em CDs, a minha sugestão seria em repensares a estratégia pelo seguinte motivo, a esmagadora maioria dos CDs baratos que se encontram à venda não passam de uma caixa de plástico com uma capa impressa e a lista de faixas na contra-capa, fora o facto de ser um objecto físico vejo poucas razões para comprar um. A minha sugestão era que adquirisses música em formato lossless (o FLAC começa a assumir-se como o formato mainstream) e que com o dinheiro poupado invistas em material que te permita ouvir música com mais qualidade.

Um álbum em qualquer formato lossless tem exactamente (bit por bit) a mesma qualidade de um CD, a única diferença é a compressão, mas que sendo o formato lossless assegura-se que não existe perda de informação. Depois existem é SACDs que são de outro campeonato e que para quem dá valor à qualidade do som acho que vale a pena investir.

Voltando aos DACs, um DAC não é indispensável para ouvires música através do computador, visto que a placa de som cumpre essa função, a questão aqui é só pelo acréscimo de qualidade que podes obter com 150€, além de que pode ser ligado a qualquer outro output, como um leitor de CDs ou um iPod, por exemplo, ao contrário de uma placa de som de largas centenas de euros.

 

Quanto ao eBay, desde que compres a alguém com milhares de artigos vendidos e uma avaliação de >97,5% só tens de ter em atenção ao valor dos portes. Aqui por Lisboa para além da Feira da Ladra meia-volta vêem-se literalmente bancas de rua onde há sempre gente a vender música, é comum encontrar-se CDs a preços irrisórios completamente novos, vindos de lojas de música que fecharam e afins.

 

 

Ok, vou tentar explicar o que é o meu objectivo, depois de ler a tua sugestão.

 

A minha ideia será, a curto prazo, reorganizar a biblioteca do computador. Tenho muita coisa a 192kbps ou menos, pouco a 320 e então FLAC ou outro lossless é que nem vê-lo, só mesmo os CDs que já ripei, e que suspeito que o fiz mal pois grande parte ficou no máximo a 320kbps, muitos deles a 128kbps. Depois de ler algumas coisas hoje é que começo a ficar "oh god why" :lol: portanto o inicial, provavelmente, será usar mais ou menos os passos falados por aqui: http://www.ecoustics.com/tl/21081/

 

E isso vai implicar arranjar melhores ficheiros audio do que tenho, o que me leva à razão porque pelo menos isto queria falar por MP, por respeito ao Sílvares :mrgreen: neste caso estás a falar em fazer download de coisas da baía dos piratas e estilos em FLAC ou uma mistura de comprar CDs em feiras e na net (na net caso seja um album que quero ter fisicamente devido ao seu valor simbólico para mim) e comprar na net por download albuns? Porque aqui não percebi muito bem em que sentido te referias ao poupar uns bons trocos.

 

Depois há a questão do DAC, em que ainda não percebi a utilidade a nível prático e se estás a falar do tipo de produto que vi, ou algo diferente, até pq falaste em iPod e na altura pensei que fosse algo que permitisse "mobilidade" em qualquer lado, o que isto não dá obviamente: http://viewitem.eim.ebay.pt/ProJect-Dac-Box-USB-Black-Open-Box-Fully-Working-Good-Condition/380472048765/item

Quanto à utilidade, o que é que me permite fazer ligando-o ao computador ou uma aparelhagem? Vai buscar o sinal digital, e consoante o "setup" que usar, devolve o sinal com uma melhoria na qualidade de som? Juro que andei a ler por aí e não consegui entender o sentido prático do DAC.

 

Depois disso, começo a usar por exemplo o Foobar e construir a minha biblioteca musical. Ok, tudo bem até aqui, mas depois, para o futuro, quero sair do PC para a Aparelhagem, a música em casa, mas aí já depende de como a vida me correr, e nessa altura logo vejo se algum dia consigo comprar, mesmo sem ter a mesma qualidade, algo deste estilo:

http://jeffsplace.me/wordpress/?p=662

 

Quanto aos SACDs, nunca tinha ouvido ou visto comercializado (isso é sequer comercializado?) mas para um ou outro álbum em que queira espremer tudo o que ele tiver para dar, algo como um Pink Floyd (sorry Fusão) ou outra coisa até alinhava.

Editado por Lip Mickey

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Segundo coisas que li na net, ao ouvido "normal" não há diferenças entre o V0 (+- 200 kbps) e 320kbps. Da mesma forma, também não há muita diferença entre 320kbps e FLAC.

 

Por norma, arranjo tudo em V0, pelo que disse em cima e por ser um formato relativamente leve.

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Se adquirires música 'gratuitamente' obviamente que é a um preço imbatível, mas um álbum em FLAC é sempre mais barato que em CD, mesmo que a diferença seja marginal, a bleep cobra 14€ por um CD e 12€ por um FLAC, por exemplo.

 

Um DAC como este até no bolso te cabe, é questão de investigares porque há muita coisa nesta gama de preços extraordinariamente portátil, até do tamanho de uma pen. A vantagem é sempre a qualidade de som, porque tens um dispositivo cuja única função é e apenas só a conversão do sinal digital, se fores a uma loja de música e experimentares vais notar a diferença. Obviamente que não é indispensável, mas acho que é algo que vale a pena meteres na lista de compras. Tens aqui um tópico a falar sobre as vantagens de um DAC e de uma placa de som 'audiófila', convém ter em atenção que isto é tudo gente com orçamentos absurdos...http://www.hifivision.com/home-theater-pc-htpc-media-pc/23731-usb-dac-soundcard.html

 

O facto do teu output ser um disco rígido não te impede de usares a aparelhagem, eu ando a tentar organizar-me financeiramente para ter algo nessa linha.

 

Quando falei nos SACDs estava mesmo a pensar nos Pink Floyd e claro que é comercializado, não de forma generalizada, mas o pessoal do prog, como não podia deixar de ser, são bons consumidores. :mrgreen:

Na Fnac até SACDs da Norah Jones encontras.

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Segundo coisas que li na net, ao ouvido "normal" não há diferenças entre o V0 (+- 200 kbps) e 320kbps. Da mesma forma, também não há muita diferença entre 320kbps e FLAC.

 

Por norma, arranjo tudo em V0, pelo que disse em cima e por ser um formato relativamente leve.

É um facto que a nossa audição é limitada a um determinado espectro de frequências e que o V0 supostamente é 'transparente', a questão é que efectivamente audível ou não tu num qualquer formato lossy, como o MP3, perdes sempre informação, podes argumentar que é informação irrelevante, ou inaudível vá, mas é informação musical que não está a ser transmitida.

Depois existe a questão dos artefactos de compressão e afins, mas isso é aplicável a todos os encoders e é uma questão de escolhermos o que nos parece ser o mais competente.

 

Fusão, a qualidade de som com o DAC é tão melhor que valha a pena o investimento?

É uma questão de experimentares, um DAC como o que aí meti o link, é infinitamente melhor que qualquer placa de som que vem integrada nas motherboards de 99,5% dos portáteis e computadores. Agora é a velha questão, os 150€ compensam a melhoria? Isso já depende do bolso e do prazer que cada um retira da audição musical.

 

Eu também acho que gastei demasiado dinheiro na minha aparelhagem, mas depois de ter ouvido a Dayvan Cowboy percebi que tinha valido todos os cêntimos, é uma questão de prioridades e ouvir música é actualmente uma das minhas prioridades.

 

 

Por falar em prioridades e em torrar dinheiro em música, a melhor prenda de Natal de sempre está aí: http://www.mexicansummer.com/shop/oneohtrix-point-never-rifts/

Editado por whatever

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Se adquirires música 'gratuitamente' obviamente que é a um preço imbatível, mas um álbum em FLAC é sempre mais barato que em CD, mesmo que a diferença seja marginal, a bleep cobra 14€ por um CD e 12€ por um FLAC, por exemplo.

 

Um DAC como este até no bolso te cabe, é questão de investigares porque há muita coisa nesta gama de preços extraordinariamente portátil, até do tamanho de uma pen. A vantagem é sempre a qualidade de som, porque tens um dispositivo cuja única função é e apenas só a conversão do sinal digital, se fores a uma loja de música e experimentares vais notar a diferença. Obviamente que não é indispensável, mas acho que é algo que vale a pena meteres na lista de compras. Tens aqui um tópico a falar sobre as vantagens de um DAC e de uma placa de som 'audiófila', convém ter em atenção que isto é tudo gente com orçamentos absurdos...http://www.hifivision.com/home-theater-pc-htpc-media-pc/23731-usb-dac-soundcard.html

 

O facto do teu output ser um disco rígido não te impede de usares a aparelhagem, eu ando a tentar organizar-me financeiramente para ter algo nessa linha.

 

Quando falei nos SACDs estava mesmo a pensar nos Pink Floyd e claro que é comercializado, não de forma generalizada, mas o pessoal do prog, como não podia deixar de ser, são bons consumidores. :mrgreen:

Na Fnac até SACDs da Norah Jones encontras.

 

O meu receio no "gratuitamente" é se será que posso confiar realmente que, como o nome do ficheiro do album disser, aquilo é mesmo FLAC, mas é uma questão de eu aprender como identificar isso por mim mesmo. Nesse "mercado" não deve haver álbuns FLAC de tudo :mrgreen: portanto continuo a ponderar comprar alguns álbuns.

 

Pois, estou a ver que vou ter de ir a uma loja de música para ver como funcionam os DACs e ver que uso lhes pretendo dar para o futuro. O preço de 150-200 então arranjo algo de confiança? Também estás a ver nesse orçamento?

 

Depois avisa quando tiveres da tua parte algum progresso no que ao que estás a tentar organizar para ti que fiquei interessado :)

 

O jazz também faz parte desse lote dos SACDs para mim, um Radiohead também para não desiludir a malta daqui :mrgreen: pois, dessa malta não esperava menos :mrgreen:

 

Fusão, a qualidade de som com o DAC é tão melhor que valha a pena o investimento?

 

Depende de o que pretendes como ele falou bem. Falando do que disseste em cima, para mim interessa-me ter um formato FLAC sobre um 320kbps, apesar de a diferença ser "nearly indistinguishable", mas como vês num artigo que meti atrás, a diferença ainda existe, seja por exemplo no baixo ou porque dá mais ênfase a algumas linhas que não estás a apanhar tão perfeitamente no outro formato, ou quando estás a ouvir um RHCP e não queres que a profundidade não se perca totalmente, quando passas para um sistema high-end como uma aparelhagem e speakers. Mesmo para um high-end é "Ideal for wireless digital music transmission." mas como outro artigo diz, há o risco com tanta conversão (quando se fala de teres um sistema hi-fi completo) há o risco de o resultado não ser o que esperas. Eu como pretendo ter esse sistema, prefiro ser "safe than sorry". Mas também, nisso sou picuinhas, muito.

 

Pelo menos foi isto que entendi. Eu pelo menos ultimamente, como disse, tenho sido picuinhas com isso e estou farto de meter música a altos berros pq quero ouvir uma componente dessa música, seja o baixo ou outra coisa. Quero conservar os meus tímpanos e tratá-los bem, com música de qualidade minimamente decente :mrgreen:

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Claro que há diferenças entre o FLAC e mp3 320 kbps. Um é Lossless e outro é lossy, ou seja, um perde informação e o outro não. O truque no mp3 é "gamar" onde o pessoal não perceba que a informação foi "gamada". É o mesmo que JPEG, MPEG4, etc.

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Espero que não tenham ficado a pensar que a qualidade com que ouço as coisas me é indiferente, não é de todo o caso.

 

Simplesmente também tenho de ter em conta o armazenamento que tenho disponível, no caso da minha biblioteca digital. Neste momento ela tem cerca de 76 gigas, e os formatos variam entre V0 e 320kbps, maioritariamente. Se tudo isto fosse FLAC, nem quero pensar no armazenamento que seria necessário... :medinho:

 

Mas lá está, se o objetivo for, como parece ser o do Lip, de ter uma biblioteca física, e se podes comprar CDs em FLAC, aí tudo bem, porque ocupa o mesmo espaço (físico). Sinceramente nem sabia que se vendiam CDs FLAC, pensei que fosse um formato "da net". :mrgreen:

 

Já agora, há algum software que nos diga de forma direta o formato de determinado ficheiro? Sei que alguns players dão para fazer isso, mas não queria ter de instalar um player.

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Monstro. Já o conheço há algum tempo, muito antes do hype que está a ter agora. Mas, sinceramente, só ultimamente é que tenho explorado mais. Esta é uma das favoritas.

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Mas lá está, se o objetivo for, como parece ser o do Lip, de ter uma biblioteca física, e se podes comprar CDs em FLAC, aí tudo bem, porque ocupa o mesmo espaço (físico). Sinceramente nem sabia que se vendiam CDs FLAC, pensei que fosse um formato "da net". :mrgreen:

 

Já agora, há algum software que nos diga de forma direta o formato de determinado ficheiro? Sei que alguns players dão para fazer isso, mas não queria ter de instalar um player.

Que trapalhada que para aí vai. Obviamente que os CDs não são em FLAC, quando falo em comprar um CD em FLAC estou a referir-me a comprar a versão digital do mesmo em que compras um código de download e o recebes 'virtualmente'.

Quanto ao formato tu pela extensão do ficheiro vês em que formato é que está.

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Que trapalhada que para aí vai. Obviamente que os CDs não são em FLAC, quando falo em comprar um CD em FLAC estou a referir-me a comprar a versão digital do mesmo em que compras um código de download e o recebes 'virtualmente'.

Quanto ao formato tu pela extensão do ficheiro vês em que formato é que está.

Aaaaahhhhh. :mrgreen:

 

Sim desculpa, disse formato mas queria mesmo era dizer bitrate.

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Não sabia se havia de fazer isto aqui ou no tópico dos lookalikes, mas como aquilo é só futebolistas, achei melhor (espero que os mais sensiveis não se chateiem, é só um jogo):

Já o tinha feito antes no outro tópico mas com jogadores, agora é com musicos. Vejam lá se conhecem estes putos:

 

1

 

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2

 

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3 (direita)

 

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4

 

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5

 

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6

 

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7

 

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8

 

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9

 

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10

 

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11

 

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12

 

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Isto para mim ia ser o diabo a 4 que eu de músicos, só mesmo a musica mas voces pode ser que cheguem lá. :mrgreen:

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o 1º é o Cobain?

 

10º Bjork

é óbvio que o 2º é o James Hetfield e o 5º é o Marylin Manson.

11º Dave Grohl?

8º Flea?

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