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Panda Bear (Live) e Actress (Live) no Lux dia 13 de Dezembro

E ainda bEEdEEgEE (Live e DJ set), Gala Drop (DJ set), Niagara (Live), Marcellus Pittman (DJ set), Eric Copeland (Live), Ron Morelli (DJ set)

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Panda Bear (Live) e Actress (Live) no Lux dia 13 de Dezembro

E ainda bEEdEEgEE (Live e DJ set), Gala Drop (DJ set), Niagara (Live), Marcellus Pittman (DJ set), Eric Copeland (Live), Ron Morelli (DJ set)

Prenda de anos. <3

 

E ainda há Cosmic Dead no Barreiro.

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E ainda bEEdEEgEE (Live e DJ set), Gala Drop (DJ set), Niagara (Live), Marcellus Pittman (DJ set), Eric Copeland (Live), Ron Morelli (DJ set)

 

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Uma das mais belas histórias de carinho

 

 

O vinil recusa a extinção, e o culto por este objecto fez disparar as vendas em 2012 e 2013. A pureza do som permitida por este suporte, o facto de não ser um produto massificado e o poder do "design" justificam a sua sobrevivência.

 

A relação entre amantes de música e a reprodução desta em vinil é uma das mais belas histórias de carinho do mercado contemporâneo. Aparentemente, a história é apenas uma de nostalgia e amor, em que várias gerações, aquelas que andam hoje entre os 40 e os 60 anos, se recusam a esquecer os momentos de som passados em quartos e garagens, continuando a adquirir um objecto a que dão o máximo valor. No entanto, mostram os números, esta é apenas uma parte da história.

 

Na verdade, segundo a IFPI (International Federation of the Phonographic Industry - Federação Internacional da Indústria Fonográfica), em 2012, a venda de música em vinil atingiu um pico histórico, o maior desde 1997, com as vendas a chegarem, em todo o mundo, a quase 200 milhões de euros. Quanto a vendas em 2013, no Reino Unido, um dos países onde o fenómeno mais se faz sentir, foi também anotado o maior pico em dez anos, tendo sido já vendidos, até Outubro, 550 mil exemplares, e estima-se que as vendas, até ao fim deste ano, possam atingir os 14 milhões de euros. É claro que estes são apenas números parciais, que dão conta unicamente das vendas em vinil. Na verdade, o crescimento de vendas de música em formato digital não pára de aumentar, e todos os outros suportes, a começar pelo CD, continuam o seu declínio. Mas, a verdade é que o vinil não morre. A indústria tem procurado perceber o fenómeno, e os vários estudos realizados mostram algumas variáveis interessantes. Destas, a mais partilhada é a de que o vinil é o suporte que tem a melhor pureza de som, o que é reforçado pelo facto de os produtores de aparelhos de reprodução de som oferecerem uma cada vez melhor qualidade.

 

Mas o vinil continua a apaixonar por outras razões. De facto, a evolução da tecnologia e a diminuição do seu custo permitem que se possam hoje produzir lp's e mp's a preços muito em conta. Esta possibilidade fez com que micro-produtoras surjam um pouco por todo o lado, inclusive em Portugal, com edições limitadas e propostas musicais fora do "mainstream". O terceiro argumento dos amantes do vinil é o de que o espaço do suporte, disco, capa e inserções, permite a criação de um "design" atraente e original. Ou seja, é o suporte que mais liberdade dá à criação. Deste modo, não surpreende que este produto de nicho continue a cativar um pouco em todo o mundo. É um objecto que se diferencia, oferecendo ao mais alto nível o prazer da música. Em Portugal, os amantes do vinil estão sobretudo em Lisboa, Porto e Braga. O circuito pode começar nas lojas Neon Records ou Kingsize Records, entre outras. Uma boa pesquisa em ambiente digital também ajuda.

 

Afinar a agulha

 

No mercado do vinil como investimento existem, para começar, duas grandes linhas estratégicas. A primeira é a dos álbuns publicados entre os anos 50 e 80 do século passado, que correspondem ao período de glória do suporte. Aqui o que conta é a fama da banda - os lp's dos Beatles continuam a ser os mais procurados - ou a raridade da peça, como as peças piratas publicadas pelos The Doors. A segunda linha estratégica é a dos discos contemporâneos, publicados por editoras independentes ou clandestinas. Aqui, para o investidor, o risco é maior. Normalmente, estas editoras publicam músicos de culto ou emergentes, que poderão não triunfar. No entanto, caso um dia subam ao estrelato, o investimento atinge rendabilidades enormes. Em qualquer dos casos, a peça tem de estar integral e em bom estado de conservação.

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não sei como meter a lista a dar

Editado por Major Lazer

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O concerto dos A Place to Bury Strangers ontem no Cartaxo há-de ter sido dos mais fixes que já vi, muito bom.

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O Virgins do Tim Hecker está interessante.

E só hoje é que ouvi o Aleph do Gesa, o Reflektor dos Arcade Fire e o Psychic dos Darkside.

Gostei dos 3, mas realço o Aleph, está qualquer coisa.

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Este tipo vai a Lisboa em Dezembro e é do crl. Ando a fazer forcing a ver se o trazemos a Coimbra também <3

 

curti. se depois conseguirem avisa

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Já tinha marcado na minha agenda o dia 7 de Dezembro.

 

Editado por whatever

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