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NIkeL

Steve Jobs morre aos 56 anos

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Que mudaram o mundo...LOL qual o atrofio? Precisam de ter ou não existido para fazer isso? :facepalm:

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‎"Steve Jobs criou o iPod, o iPad e o iPhone, mas foi o Tony Carreira que criou o iDestino!" in FB

 

 

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Steve Jobs: “Um homem complexo de carácter moral duvidoso”, diz FBI

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O ex-CEO, falecido em outubro de 2011, foi alvo de uma investigação por parte do Federal Bureau of Investigation (FBI), a mando do então presidente norte-americano George Bush. Amigos e familiares dividiram-se quanto à personalidade de Steve Jobs.

 

Como pai, amigo, mas sobretudo como profissional, foram estas as informações e opiniões que o FBI recolheu de um grupo de amigos de Steve Jobs, na década de 90. George Bush pensou em nomeá-lo para o Conselho Presidencial de Exportações dos Estados Unidos, numa altura em que Jobs não ocupava qualquer cargo em qualquer empresa, tinha saído da Apple, para onde mais tarde viria a regressar.

 

Ao todo são mais de 190 páginas, numa investigação que o Wall Street Journal teve acesso. As opiniões quanto à personalidade de Steve, como pai, amigo ou profissional, dividem-se.

 

Segundo algumas declarações de pessoas próximas ao empresário, Jobs chegou mesmo a ser negligente em casa, para com a sua filha, e é lembrado por muitos como um profissional que distorcia a realidade para conseguir alcançar os seus objetivos. Exemplos disso foram alguns colegas da Apple que foram propositadamente afastados da empresa por não se reverem nas políticas do CEO.

 

Ainda segundo o mesmo documento do FBI, alguns amigos desconfiavam e colocavam em causa a honestidade de Steve Jobs, sobretudo enquanto homem e amigo. Mas nem só de coisas más se baseou a investigação da organização norte-americana.

 

Para grande parte dos amigos próximos do ex-líder da Apple, Jobs era ambicioso e a sua teimosia, embora que muitas vezes conflituosa, fez com que a empresa se tornasse naquilo que é hoje.

 

Na entrevista feita pelo FBI a um grupo de cerca de 30 pessoas, consta também no relatório declarações sobre a vida material de Jobs. Para grande parte das pessoas, Steve era uma pessoa que dava pouca ou nenhuma importância ao dinheiro.

 

O Federal Bureau of Investigation acaba por caracterizar Steve Jobs como um homem complexo, embora honesto, mas de carácter moral duvidoso para muitos.

 

O ex-CEO da Apple faleceu a 5 de outubro de 2011 depois de meses a lutar contra um cancro no pâncreas, que acabou por vencê-lo.

 

Fonte: ptjornal

 

FBI investigou Steve Jobs. O que descobriu?

Agência falou com amigos e colegas do dono da Apple na década de 90. Relatório fala de «drogas» e «desonestidade»

 

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O Federal Bureau of Investigation (FBI) tornou pública uma investigação que realizou ao fundador da Apple. O inquérito data de 1991 quando Steve Jobs era um dos nomes escolhidos para ocupar o cargo de presidente do Conselho de Exportação, uma nomeação de George W. Bush, revela o «Wall Street Journal».

 

Mas a investigação vai mais longe, com amigos e colegas a elogiaram o seu carácter «talentoso, criativo e trabalhador», mas também «negligente» com a filha durante os seus primeiros anos de vida.

 

E se embora a sua «teimosia» o tivesse levado «ao sucesso», de acordo com as descrições dos entrevistados, também o seu carácter «superficial e insensível», assim como a sua «enorme quantidade de poder», levou-o a «distorcer a realidade de forma a alcançar os seus objectivos».

 

Outro amigo, da Califórnia, disse que Steve Jobs era «basicamente uma pessoa honesta e de confiança», mas também «um indivíduo muito complexo e de caráter moral duvidoso». Jobs «afastou um vasto número de pessoas na Apple, como resultado da sua ambição».

 

O documento de 191 páginas aborda ainda, por várias vezes, a questão sobre se o antigo responsável da Apple ainda consumiria drogas e álcool na altura em que fundou a empresa dona do iPhone e do iPad. O próprio Jobs admitiu que tinha experimentado drogas ilegais na sua juventude.

 

A dúvida surge várias vezes no documento apesar dos depoimentos. Duas pessoas entrevistadas, um homem e uma mulher, citados pelo WSJ, garantiram que Jobs «só bebia um pouco de vinho e não usar qualquer tipo de drogas ilegais».

 

Em investigação esteve ainda a viagem de Jobs à Índia que «o influenciou muito, para melhor», lê-se no relatório, que cita uma pessoa próxima do dono da Apple.

 

A mesma fonte disse aos investigadores que Jobs era uma pessoa desligada «em relação ao dinheiro e aos bens materiais», tendo mesmo uma «existência monástica».

 

Fonte: AgênciaFinanceira

 

FBI tentou chantagear Steve Jobs

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O FBI publicou a "ficha" que tinha sobre Steve Jobs: um dossier gordo de 200 páginas, que mostra a relação ambivalente entre as autoridades norte-americanas e o recentemente falecido fundador da Apple.

 

A principal novidade do dossier reforça a imagem sobre a colaboração de Jobs com a Administração de George Bush pai, nos anos 90: nessa altura, entre 1988 e 1990, foi-lhe dado acesso a informação classificada como "top secret". Segundo informações citadas em DER SPIEGEL, ele devia esse acesso privilegiado ao acordo da sua firma de então, "Pixar", com os serviços secretos, para lhes fornecer o software necessário ao processamento de imagens obtidas por satélite.

 

Por outro lado, a publicação do dossier confirma o reverso da medalha, já revelado na biografia de Jobs publicada no outono do ano passado. É que, por outro lado, o FBI também procedeu a uma investigação sistemática sobre Jobs, sob pretexto de garantir que ele podia, sem perigo, ser convidado a assumir funções de conselheiro da Casa Branca na Administração do primeiro Bush.

 

Com essa justificação, o FBI interrogou amigos, conhecidos, empregados e sócios de Jobs, alguns dos quais lhe fizeram referências pouco encomiásticas, tratando-o de manipulador e de mentiroso. Mas, aparentemente, mesmo os mais veementes em advertir contra Jobs se mostraram favoráveis ao convite da Casa Branca.

 

As perguntas colocadas aos conhecidos e amigos de Jobs mostram, por outro lado, que não se tratava apenas de garantir a honorabilidade de um conselheiro com funções largamente simbólicas (a participar, nessa qualidade, numa média de duas reuniões por ano). Algumas, eram perguntas que denotavam claramente uma intenção por parte do FBI chantagista ou pressionadora. Procurava-se, nomeadamente, colher informações sobre consumo de LSD ou de marijuana na juventude Jobs, ou, um pouco mais tarde, sobre a alegada negligência dos seus deveres de pai.

 

Fonte: RTP

 

Aqui, o dossier divulgado pelo FBI sobre Steve Jobs.

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