Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
NIkeL

Steve Jobs morre aos 56 anos

Publicações recomendadas

Esta escrito la o que escrevi em cima, se estiver errado diz-me aonde.

 

Ele inventou um com rodas, sem aplicação aos pcs. A telefunken lançou uns meses antes da publicação dele, um rato que mais se assemelha ao que ao actual, já com uma esfera. Depois, só com a projecção dada pela Apple e a sua aplicação aos computadores é que se massificou e implementou. Até então era algo que não se sabia bem para que servia.

Compartilhar este post


Link para o post

Ele inventou um com rodas, sem aplicação aos pcs. A telefunken lançou uns meses antes da publicação dele, um rato que mais se assemelha ao que ao actual, já com uma esfera. Depois, só com a projecção dada pela Apple e a sua aplicação aos computadores é que se massificou e implementou. Até então era algo que não se sabia bem para que servia.

 

Claro porque os pcs ainda nao existiam mas os ordenadores sim e foi para isso que Engelbart inventou o rato, depois era so "ajustar" como fez a Apple.

 

Agora, que a Apple massificou, nada a dizer nisso.

Editado por Dom Pérignon

Compartilhar este post


Link para o post

RIP Jobs.

Não sou utilizador de produtos apple mas ele sem duvida deixa uma grande marca na historia.

 

 

Compartilhar este post


Link para o post

Uma morte é uma morte... Não é por ser mais ou menos famoso que se deve ter mais ou menos respeito, imo ;)

É preciso ter tanto respeito à morte como à vida. Tenho a certeza que nenhum de vós teria pejo em gozar com o homem se surgisse uma piada engraçada há um ano atrás. Mudar isso é só hipócrita.

 

Mas já chega de deitar palha a esta conversa sempre que alguém morre.

Ninguém disse que a morte do Angélico deve ser menos respeitada que a do Jobs. A imagem que o antifa meteu fala é das pessoas que "gozaram" com quem chorou pela do Angélico e ficam todas saudosas com a morte do Jobs. E o que eu disse foi que, se é para chorar, que se chore pela morte de alguém que valha a pena.

 

De facto, acho que não é preciso ser muito inteligente para perceber que o Jobs mudou o mundo, o Angélico nem por isso. Se estamos aqui todos a comunicar, cada um no nosso computador pessoal, grande parte disso deve-se a ele. Além daquilo que ele alcançou em termos tecnológicos para o mundo, era também uma pessoa extraordinária, facto pelo qual penso que, se tivesse sido o Bill Gates a morrer ontem, não (me) causaria tanta "tristeza" (não é que o Gates não seja boa pessoa, simplesmente tinha - e tenho - no Jobs um exemplo de vida).

 

P.S.: Não uso nada (físico) da Apple por manifesta indisponibilidade financeira para tal porque, do que vi e experimentei, não tenho dúvidas de que os produtos deles são do melhor que há no mercado, nas suas várias vertentes.

 

P.S. 2: Não tenho dúvidas que a morte do Jobs tenha uma maior repercussão nos Estados Unidos, e haja por lá quem o idolatre. É normal, ele fazia parte do quotidiano deles.

Editado por Ghelthon

Compartilhar este post


Link para o post

Respeito muito mais Steve Jobs pelo que fez e da forma que morreu do que o Angélico que foi por pura estupidez.

Compartilhar este post


Link para o post

Respeito muito mais Steve Jobs pelo que fez e da forma que morreu do que o Angélico que foi por pura estupidez.

Acho que não é por aí. Eu respeito mais o Steve Jobs pelo que ele criou, não pela forma com morreu (que, diga-se, é de louvar a forma como lutou contra o cancro).

Compartilhar este post


Link para o post

Mas estão mesmo a comparar chorar pela morte de alguém desconhecido com colocar uma foto no perfil do facebook? :lol:

Compartilhar este post


Link para o post

Foi mais por ai. Ele fez coisas extraordinárias e revolucionou a geração de hoje em dia. Nisso não tem discussão mas uma coisa é lutar para viver como Steve Jobs fez e outro é a forma como morreu o Angélico.

Compartilhar este post


Link para o post

Vi pelo facebook e decidi partilhar:

 

O Lado Negro de Steve Jobs.. nao passava dum ganancioso como os outros

 

Poucas coisas enfurecem mais Steve Jobs do que fugas de informação. No número 1 de Infinite Loop, em Cupertino, todos sabem que a incapacidade de guardar um segredo é punida com a pena máxima: a expulsão. O patrão da Apple fez questão de deixar isso bem claro mal regressou à empresa, em 1997, 13 anos depois de ele próprio ter sido expulso por causa de jogos sujos de poder.

 

Para pôr fim a uma onda de notícias alimentadas por departamentos rivais dentro da própria companhia, usou uma medida drástica, como é seu costume. Assim que descobria as fontes dos jornalistas, chamava os seguranças e mandava escoltar os “traidores” até fora do perímetro do edifício. O método é questionável, mas a medida teve efeitos imediatos. E ainda dá resultados. De cada vez que a Apple lança um novo produto, o suspense é tão grande que atrai a atenção da imprensa de todo o mundo. E de cada vez que isso acontece, Jobs poupa uma fortuna em publicidade.

 

Na Apple Portugal, as regras são as mesmas. Antes do dia 30 de Novembro, a data em que o iPad foi posto à venda no País, ninguém disse uma palavra sobre o assunto. E os revendedores entraram no jogo. “Há sempre um acordo entre o fabricante e o distribuidor para guardar segredo e criar impacto. Mas a Apple é mais intransigente. É particularmente rigorosa com a divulgação da data”, diz à SÁBADO Viriato Filipe, director de Marketing e Comunicação da Fnac.

 

A encomenda estava feita há um mês, mas os milhares de iPads só chegaram ao armazém central da cadeia de lojas, no Carregado, na noite de 26 para 27 de Novembro. Na Fnac, só uma pessoa sabia o que vinha dentro dos camiões da TNT e da Kuehne & Nagel: Marcos Rolão, responsável máximo da logística. De resto, era impossível adivinhar o conteúdo das caixas de cartão indiferenciadas.

 

O tamanho da embalagem era propositadamente superior ao do iPad, para ninguém imaginar o que lá estava dentro. E foi nessas caixas que a mais recente novidade da Apple seguiu para as 16 lojas do continente, em carrinhas do tipo Renault Kangoo. Para a Madeira, a carga foi de navio.

 

Só uma liderança tão carismática justifica que milhares de trabalhadores em todo o mundo aceitem as exigências de Steve Jobs. É que, por detrás do talento e das apresentações arrebatadoras nas reuniões do Macworld, há um homem com um lado muito negro.

 

“Tem fama de ser um patrão infernal, um capataz que está sempre a gritar com os empregados e que os despede de forma aleatória”, escreve Leander Kahney no livro iSteve – Na mente de Steve Jobs. Os empregados têm medo dele. Ficam em pânico quando precisam de lhe apresentar um trabalho: ele pode “mandá-los pela janela fora juntamente com o produto”, escrevem Jeffrey S. Young e William L. Simon, na biografia iCon.

 

Quando voltou à Apple, “ninguém queria encontrá-lo num corredor (...) e ninguém queria, de maneira nenhuma, partilhar o elevador com ele, porque quando as portas se abrissem podiam já não ter emprego”. Muitos passaram a usar as escadas. Apesar do reino de terror, a empresa mudou. Steve moldou a Apple à sua imagem.

 

Ao contrário do que possa parecer, Jobs estava bem mais calmo do que nos tempos em que fundou a companhia com o amigo Steve Wozniak. A 1 de Abril de 1976, data em que a Apple arrancou, já tinha traído o sócio – pela primeira vez.

 

Steve tinha regressado de uma viagem mística pela Índia, interessava-se cada vez mais por filosofia zen, seguia um guru e voltara ao trabalho na Atari, fabricante de jogos electrónicos, vestido de toga laranja e de cabelo rapado. Um dia, o fundador da companhia propôs-lhe um negócio: se ele conseguisse fazer o jogo Break Out com menos de 50 chips, dava-lhe mil dólares (cerca de 800 euros) de bónus. Jobs aceitou o desafio. E pediu de imediato ajuda ao amigo Woz, um génio da electrónica. Prometeu-lhe metade do que ganhasse. O outro passou 48 horas de volta do desafio e conseguiu chegar lá. Steve limitou-se a trazer comida e bebidas. No fim, levou tudo feito como se tivesse sido mérito seu. Recebeu o prémio combinado, mas na hora de repartir, mentiu ao amigo: disse-lhe que tinha recebido 600 dólares e entregou-lhe 300. De acordo com Young e Simon, “quando Woz soube disso, sentiu-se tão mal que até chorou”. A relação dos dois nunca mais foi igual.

 

Jobs nunca se conformou com o sucesso do Apple II. “Era o computador de Woz. Steve queria um que todos soubessem que tinha sido criado por ele”. Chamou-lhe Lisa, o nome da filha que se tinha negado a assumir quando a criança nasceu. Durante dois anos, não a visitou, nem contribuiu com 1 cêntimo para as despesas, apesar de já ter fortuna. Continuou a dizer que não era pai da miúda mesmo depois de um teste de paternidade dizer o contrário. Só passou a pagar a pensão de alimentos por ordem judicial depois de Chris-Ann Brennan, a ex-namorada, ter feito queixa dele às autoridades. Steve Jobs só se aproximaria da filha mais tarde, sobretudo depois do casamento com Laurene Powell, com quem tem três filhos: Reed Paul, Erin Sienna e Eve.

 

O Apple Lisa chegou ao mercado no início da década de 80. Custava 10 mil dólares e foi um fiasco. “Vocês fizeram m*rda”, disse Steve à equipa que o tinha concebido. Jobs chefiava entretanto o grupo que estava a desenvolver o Macintosh, a aposta que deveria salvar a empresa da situação financeira complicada.

 

Para a retoma, o conselho de administração tinha convidado John Sculley, o presidente da Pepsi. Ninguém o tinha conseguido convencer a trocar a liderança de uma multinacional sólida pela chefia de uma companhia acabada de criar. Até que o próprio Steve Jobs fez disso um objectivo.

 

Encontraram-se em Nova Iorque. Jobs tinha um novo apartamento com vista para Central Park onde passava temporadas. A meio da tarde, depois de terem estado no Metropolitan Museum of Art, fez-lhe uma pergunta implacável: “Vais continuar a vender água com açúcar para o resto da vida quando podes fazer algo realmente importante?”

 

John Sculley substituiu Mike Scott na presidência da Apple. Isto depois de Jobs o tramar. Apoiou em privado a política de despedimentos que ele pôs em curso, sabendo que isso lhe arrasaria a imagem. Depois deixou que o demitissem.

 

A amizade com Sculley também não durou muito. Quando as vendas do Macintosh se revelaram desastrosas, Jobs negou--se a reconhecer que o computador tinha limitações e que ele próprio era responsável pelo fiasco – tinha sido descuidado com o software. Nessa altura, só havia uma forma de lhe dar uma ideia: sugerir-lha e esperar que ele a arrasasse. Daí a semanas, havia de a apresentar como sua.

 

Dessa vez preferiu pedir a cabeça de Sculley. Tentou minar de várias formas a reputação do gestor. A única coisa que conseguiu foi enfurecê-lo. Perdeu a guerra: foi afastado da liderança da Macintosh e ficou sem qualquer responsabilidade. Ainda tentou o truque do choro: sempre que não faziam o que ele queria, deixava cair umas lágrimas para terem pena dele. Nem isso resultou. Steve Jobs foi expulso da empresa que criou.

 

Era milionário, tinha um Mercedes coupé, entre outros carros, jantava nos melhores restaurantes (quando levava amigos, escapava-se sempre a pagar a conta para garantir que ninguém se aproveitava dele), mas estava sozinho.

 

No trabalho, ninguém suportava o seu egocentrismo. E no amor tinha uma sucessão de paixões fugazes (entre as quais com a cantora Joan Baez), mas não conseguia construir uma família.

 

Depois de uma travessia do deserto, fundou a NeXT. E cometeu mais um erro: pensou que o futuro da empresa era o hardware, a sua paixão. Mas seria o software NeXTSTEP que lhe traria sucesso e lhe permitiria regressar à Apple pela porta grande. Com a ajuda de um investidor, comprou a George Lucas uma pequena empresa de animação computorizada criada pelo homem que lançou a trilogia A Guerra das Estrelas. Pagou-lhe perto de 10 milhões de dólares quando o preço inicial era de 30 milhões. Assim nasceu a Pixar.

 

Toy Story, a primeira longa-metragem de animação totalmente feita por computador, foi um sucesso. Monstros e Companhia, Uma Vida de Insecto e À Procura de Nemo também. Jobs aprendeu a respeitar a criatividade. Ficou multimilionário quando vendeu uma parte das acções da Pixar.

 

Nunca abandonou o sonho de ser presidente da Apple. Era então ou nunca. Aproveitou a situação precária da empresa, afastou o líder Gil Amelio com um golpe sujo e, daí em diante, vangloriou-se de vitórias lançadas pelo antecessor. O iMac, que apresentou como obra sua, estava quase pronto quando Jobs chegou à presidência.

 

O resto sabe-se: Steve Jobs lançou o iTunes, um programa para descarregar música da Internet. Seguiu-se o êxito estrondoso do iPod. Depois vieram o iBook, o iPhone e agora o iPad.

 

Em Agosto de 2004, diagnosticaram-lhe um cancro no pâncreas. Sobreviveu. Em Janeiro de 2009, anunciou que se ia retirar para fazer um transplante de fígado. Chegou a especular-se que ia deixar a Apple. Eram só rumores. Steve Jobs voltou mais magro, mas mostrou que nada o afastaria da liderança da Apple.

Compartilhar este post


Link para o post

E então? Alguém acha que se chega onde ele chegou a ser mansinho que nem um cordeiro? Não era perfeito, ninguém é.

______________

 

1027.jpg

 

312811_10150340210013608_180256858607_7903536_2113424720_n.jpg

 

:mrgreen: :prayer:

Compartilhar este post


Link para o post

Esse chinoca fabrica os produtos da Apple ?

É estudante de Design, diz na notícia.

Compartilhar este post


Link para o post

RIP Jobs.

Não sou utilizador de produtos apple mas ele sem duvida deixa uma grande marca na historia.

 

 

Isto

Editado por Skycamefalling

Compartilhar este post


Link para o post

Esse artigo é uma dor de cotovelo vai la vai

Um gajo que é corrido da Apple, cria uma nova empresa e a Apple para não ir à falencia é obrigada a comprar o software dessa empresa e o gajo volta à presidencia, não é para todos muito se riu ele

Compartilhar este post


Link para o post

Ninguém disse que a morte do Angélico deve ser menos respeitada que a do Jobs. A imagem que o antifa meteu fala é das pessoas que "gozaram" com quem chorou pela do Angélico e ficam todas saudosas com a morte do Jobs. E o que eu disse foi que, se é para chorar, que se chore pela morte de alguém que valha a pena.

 

De facto, acho que não é preciso ser muito inteligente para perceber que o Jobs mudou o mundo, o Angélico nem por isso. Se estamos aqui todos a comunicar, cada um no nosso computador pessoal, grande parte disso deve-se a ele. Além daquilo que ele alcançou em termos tecnológicos para o mundo, era também uma pessoa extraordinária, facto pelo qual penso que, se tivesse sido o Bill Gates a morrer ontem, não (me) causaria tanta "tristeza" (não é que o Gates não seja boa pessoa, simplesmente tinha - e tenho - no Jobs um exemplo de vida).

 

P.S.: Não uso nada (físico) da Apple por manifesta indisponibilidade financeira para tal porque, do que vi e experimentei, não tenho dúvidas de que os produtos deles são do melhor que há no mercado, nas suas várias vertentes.

 

P.S. 2: Não tenho dúvidas que a morte do Jobs tenha uma maior repercussão nos Estados Unidos, e haja por lá quem o idolatre. É normal, ele fazia parte do quotidiano deles.

lol

Compartilhar este post


Link para o post

Esse chinoca fabrica os produtos da Apple ?

Deve ser um dos que ainda não se suicidou.

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

×
×
  • Criar Novo...