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Sem-abrigo abatido pela polícia com 46 tiros

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É um bocadinho o que acontece no filme.

 

Se o Batman vivesse na minha cidade estava bem-me cagando para os polícias, só precisava do Gordon e do Robin. :cool:

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Por acaso na quinta-feira, e apesar de eu não merecer, um senhor agente desculpou-me uma multa de 250€ :happy:

acag

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Espera lá. A mãe também era sem-abrigo? Ou pôs o filho, doente mental, na rua sabendo que poderia magoar alguém?

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Espera lá. A mãe também era sem-abrigo? Ou pôs o filho, doente mental, na rua sabendo que poderia magoar alguém?

Eu acho que a pergunta é mais: então as mães dos polícias deixaram-nos sair à rua, sabendo que eles, tendo uma arma na mão, atiram a matar sem piedade?

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Eu gostava era que o pessoal do ACAB visse o novo filme do Batman e imagine como seria

Prefiro o Matrix.

Every cop looks like Agent Smith :happy:

 

Espera lá. A mãe também era sem-abrigo? Ou pôs o filho, doente mental, na rua sabendo que poderia magoar alguém?

Deve ser da família do Nikel.

Editado por Gaberlunzie

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Então devo estar completamente fora do contexto daquele comentário, pareceu-me que estivesses a fazer termo de comparação com a questão das recaídas na reabilitação de um toxicodependente.

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Dei-me ao trabalho de separar, por pontos, alguns dos aspetos que enfatizaste, de modo a poder fazer uma análise deles.

 

Primeiro (ponto 1) começas por dizer "não ia utilizar uma expressão vulgar que diz que todos os polícias são uns anormais porque sei que alguns não o são", o que dá a entender que sabes que há bons e maus polícias, logo sabes que há diferenças no seio desta corporação. Todavia, no ponto 2, dizes que és assumidamente preconceituoso contra a polícia. A definição de preconceito é: "atitudes adversas ou hostis em relação a uma pessoa que pertence a um grupo, simplesmente porque pertence a esse grupo, presumindo-se assim que ela possui as características contestáveis atribuídas a esse grupo" (Allport, 1954). Logo, aqui há uma incoerência, se sabes que há bons e maus polícias, porque dizes que és preconceituoso? Porque, ao seres preconceituoso, estás a atribuir, somente, características negativas aos indivíduos.

 

No mesmo ponto 2 dizes que não conviveste, nem tencionas conviver, mais uma demonstração de preconceito e de generalização de características negativas de um só grupo. Contudo, no ponto 1 afirmas que existem polícias bons e polícias maus. Sinceramente, se não sabes como funcionam as coisas, como formaste a tua opinião? E qual é a tua opinião? Há bons e maus polícias? Ou só há maus polícias? Isto baseando-me no que dizes, que és preconceituoso com a polícia.

 

Se não convives com polícias, como dizes que: "gente que vê o trabalho que exerce como uma forma de descarregar frustrações e exercer autoridade que de outro modo não teriam"? Para saberes isso, implica, de certo modo, convivência com polícias. Ou estás a fazer essa generalização a priori, baseada numa fonte de informação, dado que nunca conviveste, nem queres conviver com polícias?

Antes de mais, só agora voltei a este tópico, daí não te ter dado o feedback que querias (e que mereces, obviamente).

 

Agora... oh Vaart, eu até acho que a minha opinião deverá ter bastante por onde se pegar, precisamente por ser em grande parte sustentada num conjunto de ideias pré-concebidas que não escondo ter, e vens-me tentar fazer uma análise tão racional daquilo que escrevi? Eu sou um fã incondicional da racionalidade e da objectividade numa discussão, apesar de às vezes no que toca ao SCP poder não parecer, mas neste caso parece-me igualmente desnecessário (e uma forma errada de pegar no assunto) estares a tentar, de forma mais ou menos lógica, esmiuçar expressões e frases que eu utilizei e entre elas tentares achar algumas contradições. Contradições essas que eu percebo até que, pegando literalmente em todas as palavras que utilizei, possam efectivamente afigurar-se como tal, mas que eu não considero que o sejam.

 

Pegando no ponto 1, lá está... estás a ser demasiado literal e a pegar em palavras específicas, que podem assumir diferentes significados, para tentar formar/achar contradições no meu discurso. Quando falo em preconceito, neste caso, não quer dizer que isso invalide que saiba que há bons polícias. Aliás, referi-o mais do que uma vez ao longo do texto. Há, de facto, bons polícias, não tenho a menor dúvida disso.

O que quero dizer quando falo em preconceito é que, se me puseres um polícia à frente e eu não conheça a sua forma de actuação e a personalidade do mesmo, eu tenderei, em princípio, a pensar que não virei a gostar do mesmo do que o oposto. Chama-lhe parvo, irracional (e admito perfeitamente que o seja), mas não me digas que isto invalida que eu ache que há bons polícias. É uma interpretação demasiado literal, e sabes bem que nem sempre utilizamos palavras com a intenção de reproduzir o sentido que estas assumem num dicionário. Aliás, eu poderia facilmente ir a outro dicionário e encontrar-te outra definição da palavra, que talvez já se enquadrasse um pouco melhor no meu argumento e já não no teu.

Daí não concordar propriamente com a linha de argumentação que decidiste seguir.

 

Quanto ao ponto 2, há polícias bons e polícias maus. Óbvio! Tal como há arquitectos bons e arquitectos maus, tal como sucede em qualquer lado. O que não me impede de ter a ideia de que há mais polícias maus do que propriamente o contrário. Não preciso de ter convivido directamente com o fenómeno para saber que, como em qualquer outro, este tem coisas boas e más...

 

De resto, formei a minha opinião como qualquer outro o faria, presenciando um ou outro acontecimento isolado que me deu uma imagem predominantemente negativa das forças policiais em si e não uma imagem positiva.

Quando digo que não convivi directamente com o fenómeno, é por não ter nunca tido nenhum familiar polícia, nenhum pai/mãe de amigos polícia, nada que possa considerar próximo. Mas já estive em eventos em que, por exemplo, as condições eram complicadas para qualquer um, dado o amontoado de pessoas que lá existia, e a uma senhora com um bebé de colo não foi permitido sequer apanhar um pouco mais de ar noutro lado, quando isso seria muito facilmente executável por parte dos dois polícias presentes. Algum pessoal protestou, a mim escapou-se um 'palhaçada' e quando dei por mim estava um desses senhores a chamar-me e a perguntar 'o que é que disseste?!' e a começar a descer as escadas (estava num andar superior ao meu, isto passou-se num estádio, há cerca de um ano atrás) com o bastão provavelmente já preparado. Não fosse o meu pai a acalmá-lo e colocá-lo no lugar dele e provavelmente teria ficado com algumas mazelas físicas à custa dessa... bem, palhaçada.

Noutros eventos (curiosamente também desportivos, assumo-o), já vi tratamentos desumanos a mulheres, crianças e idosos por parte de agentes das forças policiais sem que nada o justificassem, nomeadamente, e já que me estou a dirigir a ti, na deslocação ao teu estádio. São polícias (eu não faço a distinção entre Polícia de Trânsito, forças especiais ou lá o que é, PSPs, GNRs, PJs... é-me tudo igual) e fizeram ali coisas de que ouvia falar mas que não havia, até esse momento, presenciado.

Casos como aquele que relatei em relação ao acidente do meu amigo há uns dias atrás devem ser muito comuns no que à actuação policial diz respeito, não duvido muito, embora não tenha sido nada de grave. Aliás, não foi um caso, mas sim uma forma de actuação com a qual discordo e que acho escusada e evitável.

E depois claro, casos como o daquela prisão em Paços de Ferreira há um ou dois anos atrás, com a utilização absurda dos tasers, casos como o que dá título a este tópico, como o da África do Sul há uns dias atrás... de que outra forma havia eu de formar uma opinião? Claro que não conheço todos os polícias do mundo, daí que com base no conjunto de casos que presencio, em parte, e que me chegam aos olhos/ouvidos, de outras formas, seja perfeitamente normal que forme uma opinião relativamente generalizada.

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1- Antes de mais, só agora voltei a este tópico, daí não te ter dado o feedback que querias (e que mereces, obviamente).Agora... oh Vaart, eu até acho que a minha opinião deverá ter bastante por onde se pegar, precisamente por ser em grande parte sustentada num conjunto de ideias pré-concebidas que não escondo ter, e vens-me tentar fazer uma análise tão racional daquilo que escrevi? Eu sou um fã incondicional da racionalidade e da objectividade numa discussão, apesar de às vezes no que toca ao SCP poder não parecer, mas neste caso parece-me igualmente desnecessário (e uma forma errada de pegar no assunto) estares a tentar, de forma mais ou menos lógica, esmiuçar expressões e frases que eu utilizei e entre elas tentares achar algumas contradições. Contradições essas que eu percebo até que, pegando literalmente em todas as palavras que utilizei, possam efectivamente afigurar-se como tal, mas que eu não considero que o sejam.

 

2- Pegando no ponto 1, lá está... estás a ser demasiado literal e a pegar em palavras específicas, que podem assumir diferentes significados, para tentar formar/achar contradições no meu discurso. Quando falo em preconceito, neste caso, não quer dizer que isso invalide que saiba que há bons polícias. Aliás, referi-o mais do que uma vez ao longo do texto. Há, de facto, bons polícias, não tenho a menor dúvida disso.O que quero dizer quando falo em preconceito é que, se me puseres um polícia à frente e eu não conheça a sua forma de actuação e a personalidade do mesmo, eu tenderei, em princípio, a pensar que não virei a gostar do mesmo do que o oposto. Chama-lhe parvo, irracional (e admito perfeitamente que o seja), mas não me digas que isto invalida que eu ache que há bons polícias. É uma interpretação demasiado literal, e sabes bem que nem sempre utilizamos palavras com a intenção de reproduzir o sentido que estas assumem num dicionário. Aliás, eu poderia facilmente ir a outro dicionário e encontrar-te outra definição da palavra, que talvez já se enquadrasse um pouco melhor no meu argumento e já não no teu.Daí não concordar propriamente com a linha de argumentação que decidiste seguir.

 

3- Quanto ao ponto 2, há polícias bons e polícias maus. Óbvio! Tal como há arquitectos bons e arquitectos maus, tal como sucede em qualquer lado. O que não me impede de ter a ideia de que há mais polícias maus do que propriamente o contrário. Não preciso de ter convivido directamente com o fenómeno para saber que, como em qualquer outro, este tem coisas boas e más...De resto, formei a minha opinião como qualquer outro o faria, presenciando um ou outro acontecimento isolado que me deu uma imagem predominantemente negativa das forças policiais em si e não uma imagem positiva.Quando digo que não convivi directamente com o fenómeno, é por não ter nunca tido nenhum familiar polícia, nenhum pai/mãe de amigos polícia, nada que possa considerar próximo. Mas já estive em eventos em que, por exemplo, as condições eram complicadas para qualquer um, dado o amontoado de pessoas que lá existia, e a uma senhora com um bebé de colo não foi permitido sequer apanhar um pouco mais de ar noutro lado, quando isso seria muito facilmente executável por parte dos dois polícias presentes. Algum pessoal protestou, a mim escapou-se um 'palhaçada' e quando dei por mim estava um desses senhores a chamar-me e a perguntar 'o que é que disseste?!' e a começar a descer as escadas (estava num andar superior ao meu, isto passou-se num estádio, há cerca de um ano atrás) com o bastão provavelmente já preparado. Não fosse o meu pai a acalmá-lo e colocá-lo no lugar dele e provavelmente teria ficado com algumas mazelas físicas à custa dessa... bem, palhaçada.Noutros eventos (curiosamente também desportivos, assumo-o), já vi tratamentos desumanos a mulheres, crianças e idosos por parte de agentes das forças policiais sem que nada o justificassem, nomeadamente, e já que me estou a dirigir a ti, na deslocação ao teu estádio. São polícias (eu não faço a distinção entre Polícia de Trânsito, forças especiais ou lá o que é, PSPs, GNRs, PJs... é-me tudo igual) e fizeram ali coisas de que ouvia falar mas que não havia, até esse momento, presenciado.Casos como aquele que relatei em relação ao acidente do meu amigo há uns dias atrás devem ser muito comuns no que à actuação policial diz respeito, não duvido muito, embora não tenha sido nada de grave. Aliás, não foi um caso, mas sim uma forma de actuação com a qual discordo e que acho escusada e evitável.E depois claro, casos como o daquela prisão em Paços de Ferreira há um ou dois anos atrás, com a utilização absurda dos tasers, casos como o que dá título a este tópico, como o da África do Sul há uns dias atrás... de que outra forma havia eu de formar uma opinião? Claro que não conheço todos os polícias do mundo, daí que com base no conjunto de casos que presencio, em parte, e que me chegam aos olhos/ouvidos, de outras formas, seja perfeitamente normal que forme uma opinião relativamente generalizada.

 

1- Vuk, ideias pré-concebidas é algo que se deve evitar, especialmente quando estamos a falar de assuntos polémicos, tal como este. Por norma, essas ideias surgem através do contacto de experiências de outros ou através de coisas que vemos ou observamos, mas onde não estamos diretamente envolvidos. Nada melhor que experienciarmos certas situações, para provar ou refutar as nossas ideias pré-concebidas. Mas, não há um único ser humano que procure a experiência só pela experiência, por isso até acho aceitável o que dizes vendo por esse prisma. Eu esmiucei, porque tu és uma pessoa coerente, mas quando dei por mim a ler o teu post pensei: "este gajo está-me a ser incoerente" e lá peguei nessas pequenas contradições.

 

2- O preconceito é algo concreto e palpável, bem definido na literatura (científica, pelo menos, no dicionário talvez se encontre uma definição mais lata), por isso peguei com o que disseste, preconceito é preconceito, aqui ou em outro lugar. Todavia, no senso comum a definição de preconceito é muito lata, mas a sua verdadeira definição é aquela. Ao falares em preconceito, dá-me a ideia de que achas que não há polícias bons ou que a probabilidade destes existirem é muito baixa e que os polícias maus dominam o panorama Mundial. Da forma que falas, parece que não acreditas na essência positiva do ser Humano, pelo menos quanto aos polícias, até entendo porquê, mas não quer dizer que concorde. Acho que todas as pessoas merecem o benefício da dúvida até que provem o contrário.

 

3- Quando ao ponto 3 peço escusa de responder, porque deixaste a tua visão bem clara e fundamentada.

Editado por Vaart

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