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Clemente Gª Novella. “O medo da morte é o pai de todos os deuses e paraísos”

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Clemente Gª Novella. “O medo da morte é o pai de todos os deuses e paraísos”

 

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Debater o ateísmo entre adultos nunca é pacífico. Se falarmos em debatê-lo com crianças a coisa pode complicar-se um pouco mais. Mas não para Clemente Garcia Novella, um pai espanhol que decidiu responder às dúvidas dos filhos. O economista lançou “Onde está Deus, papá?”, que foi recebido com bastante polémica num país tão católico como Espanha. Não se trata de um tratado do ateísmo mas das opiniões de um pai que não quer impor uma religião aos seus filhos. Não há juízos de valor, apenas respostas. Da teoria da evolução à alma, sem esquecer a morte e falando das religiões como um todo. Um livro para reflectir e ajudar pais que não acreditam em Deus e se sentem pressionados para transmitir a religião da sua infância aos mais pequenos.

 

Como surgiu a ideia para escrever este livro?

 

Os meus filhos faziam-me perguntas sobre deuses, a vida depois da morte, o Céu e o Inferno... Eles, através dos professores e de outros familiares, já tinham as respostas religiosas a estas perguntas. Mas eu queria dar-lhes a minha opinião sobre estes assuntos. Ainda por cima dei-me conta de que não existiam livros parecidos com este, livros que explicassem as coisas de uma perspectiva agnóstica e ateia.

 

O que pretendia alcançar com o livro?

 

É minha convicção que devia ensinar-se as crianças que noutros lugares do mundo há outros deuses e que até se adoram vários ao mesmo tempo. As escolas deviam ensinar factos, não crenças. O que se faz actualmente não é educação, é um doutrinamento de uma religião em particular, variável segundo o país onde se nasce.

 

Como foram as reacções ao seu livro em Espanha?

 

Polémicas. A minha intenção não era criar nenhuma polémica, mas não se pode estranhar que isso tenha acontecido. Quando se tenta passar pelo filtro do senso comum das crenças religiosas haverá sempre pessoas que se sentem ofendidas, mesmo que não se queira. É um tema que trato num dos meus capítulos preferidos do livro, chamado: “O que significa respeitar?”

 

Quais foram as perguntas mais difíceis de responder?

 

Acho que nenhuma das perguntas dos 24 capítulos foi especialmente difícil. Pelo contrário, escrever o livro foi um processo divertido.

 

E a mais fácil?

 

As duas mais fáceis foram: “Pode ser-se bom e não acreditar em deuses?” e “Pode ser-se feliz sem acreditar em deuses?”. Porque eles são boas pessoas, são crianças alegres sem necessidade de acreditar em nenhum deus. As respostas eram evidentes para eles mesmos: sim.

 

Explicar que não há Céu e que as pessoas morrem e simplesmente desaparecem foi difícil?

 

Não, o difícil não é explicá-lo. O difícil é fazer com que os adultos aceitem a ideia de morte. Lembre-se que é difícil aceitar a morte de nós próprios e dos nossos entes queridos, que a maior parte da população do mundo ainda acredita em seres imateriais que vivem nalgum ponto do céu e que nos levarão a esse ponto quando morremos – apesar de todos os indícios indicarem que as histórias são o produto da imaginação humana. O medo da morte é o pai de todos os deuses e paraísos.

 

Mas por que razão há adultos que não são muito crentes e querem que os seus filhos acreditem em algo em que nem eles acreditam muito bem?

 

Porque ainda persiste a ideia de que ser ateu é não ter princípios. E isso é uma barbaridade. Não tenho nenhum deus, mas tenho consciência do que está certo e errado nas minhas relações com os meus semelhantes. Podemos ter princípios éticos sem necessidade de supor que um deus nos incutiu isso magicamente, nem acreditar que esse deus nos castigará se não os cumprirmos.

 

Para os pais ensinar religião é uma forma de proteger os filhos?

 

Não. Acho que é preguiça, porque fizeram o mesmo com eles. E porque as religiões continuam a ter o poder de incutir nos cérebros das crianças pequenas histórias incríveis como sendo certas. Isso acontece em países como Espanha e Portugal.

 

A religião incute valores morais, mas não acha que é sempre com um castigo ou uma recompensa à vista?

 

Há pessoas religiosas que se comportam eticamente e outras que não o fazem. Há religiosos que são pessoas belíssimas e outros cujo comportamento merece penas de prisão pesadas. Parece claro que ser religioso (acreditar em castigos divinos) e ser boa pessoa não estão relacionados.

 

Mas pensa que os ateus, como não temem castigos divinos nem esperam recompensas no céu, são mais honestos no que toca à moralidade?

 

Um ateu é apenas uma pessoa que não acredita em deuses. Quanto à moralidade passa-se o mesmo que com os crentes. Há ateus que se comportam moralmente e outros que não. Mas é mais seguro que nós, os ateus que nos comportamos eticamente, o fazemos porque é correcto e não porque esperamos uma recompensa.

 

A partir de que idade pensa que se pode discutir este tema com as crianças?

 

A partir de qualquer idade. É um tema simples de tratar se for com naturalidade.

 

Acha que ajudou muitos pais com o seu livro?

 

Sim. Ser ateu é uma espécie de suicídio social. Muitas pessoas sentem-se sós neste aspecto porque vivem rodeadas por pessoas (família, amigos, colegas de trabalho) que são crentes. Este livro ajudou muitos a não se sentirem tão sós. Recebi mensagens quase diariamente de pais que me explicam este tipo de situações, especialmente de países ibero-americanos.

 

Se os seus filhos acreditassem em Deus, isso importava-lhe?

 

Claro que não. O que quero é que eles sejam felizes. Se quando forem maiores sentirem a necessidade emocional de acreditar em algum deus, poderão fazê--lo livremente. E estarei tranquilo porque as suas crenças religiosas não terão sido determinadas pelas minhas, já que não as tenho.

 

Mas celebra o Natal? De que forma?

 

Então vem o Pai Natal com os presentes. Já sabem há algum tempo que não existe, mas fazemos piadas com o assunto e os presentes continuam a estar debaixo da árvore. Eles sabem que sou eu e a minha mulher que os compramos, mas gostam de os encontrar na árvore. A minha mulher monta a árvore de Natal porque o fazia quando era pequena e dá--lhe alegria. O facto de eu e a minha mulher não acreditarmos na mitologia por trás destas tradições não significa que não aproveitemos estes momentos para nos reunirmos com a nossa família, para beber champanhe e trocarmos presentes.

 

Quando é que deixou de acreditar?

 

É um processo gradual. Suponho que começou enquanto crescia. Primeiro percebi como os deuses de outras épocas (Zeus, Apolo, Thor) e de outros países (Ganesha dos hindus, por exemplo) são simples mitos e lendas. Depois, sem necessidade de reflectirmos demasiado, vamo-nos dando conta de que o Deus da nossa infância também é um ser mitológico.

 

É difícil ser ateu num país tão católico como Espanha?

 

Sim, é. Mas mais difícil do que ser ateu é declarar-se ateu, sair do armário, porque, como dizia antes, é uma espécie de suicídio social. Em Espanha, como em Portugal, a maioria das pessoas continua a acreditar em divindades.

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Ignorancia -> Religião -> Ignorancia e assim sucessivamente. Por outro lado o melhor do mundo são as crianças

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"O que se faz actualmente não é educação, é um doutrinamento de uma religião em particular, variável segundo o país onde se nasce."

 

A novidade. E isso não é só em relação à religião, mas em relação ao patriotismo, sistema económico e tudo mais.

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O título é da autoria do Arnaldo?

Explicar que não há Céu e que as pessoas morrem e simplesmente desaparecem foi difícil?

 

Não, o difícil não é explicá-lo. O difícil é fazer com que os adultos aceitem a ideia de morte. Lembre-se que é difícil aceitar a morte de nós próprios e dos nossos entes queridos, que a maior parte da população do mundo ainda acredita em seres imateriais que vivem nalgum ponto do céu e que nos levarão a esse ponto quando morremos – apesar de todos os indícios indicarem que as histórias são o produto da imaginação humana. O medo da morte é o pai de todos os deuses e paraísos.

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Ignorancia -> Religião -> Ignorancia e assim sucessivamente. Por outro lado o melhor do mundo são as crianças

 

Que esquema tão bonito. Eu concordo em absoluto. E dá para variadíssimas alternativas:

 

Ignorancia -> Ciência-> Ignorancia

Ignorancia -> Filosofia-> Ignorancia

Ignorancia -> Experimentação-> Ignorancia

 

E assim sucessivamente.

 

"O que se faz actualmente não é educação, é um doutrinamento de uma religião em particular, variável segundo o país onde se nasce."

 

A novidade. E isso não é só em relação à religião, mas em relação ao patriotismo, sistema económico e tudo mais.

 

Exato. "...e tudo o mais". Ou seja, ao contrário do que afirma o autor do livro, educação é isso mesmo. Em alternativa só nos resta o vazio.

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É uma questão de tempo até a religião deixar de ser aceite no mundo ocidental. Infelizmente, não acontece o mesmo no resto do mundo.

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Exato. "...e tudo o mais". Ou seja, ao contrário do que afirma o autor do livro, educação é isso mesmo. Em alternativa só nos resta o vazio.

Desculpa mas confundi os termos. Sim, mas a educação hoje em dia é parcial. Se é que entendes. É dada apenas da perspectiva que dá mais jeito. E o problema não é só a perspectiva... Também é muita coisa omitida e desacreditada.

 

É uma questão de tempo até a religião deixar de ser aceite no mundo ocidental. Infelizmente, não acontece o mesmo no resto do mundo.

Tudo é uma questão de tempo. Mas podes explicar essas tuas conclusões?

 

1º Porquê primeiro no 'mundo ocidental'?

2º Porque é que , infelizmente, não no resto do mundo?

3º Infelizmente, porquê? Passar a existir intolerância aos crentes é uma coisa feliz ou boa?

 

Aguardo as respostas.

Editado por Gaberlunzie

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O ponto básico e essencial de qualquer educação é o ensino da prática da liberdade de expressão e do subsequente sentido de responsabilidade. Tudo o mais são escolhas de quem manda: os pais e o estado até à maioridade da pessoa, a qual faz as escolhas que quiser daí para a frente. E não pode ser de outra forma.

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Desculpa mas confundi os termos. Sim, mas a educação hoje em dia é parcial. Se é que entendes. É dada apenas da perspectiva que dá mais jeito. E o problema não é só a perspectiva... Também é muita coisa omitida e desacreditada.

 

O 13 já deu a resposta mais acertada. A educação é um processo que se suporta nas escolhas de quem tem poder para educar. Daí ser parcial, privilegiando determinadas perspetivas, omitindo e desacreditando coisas. Sempre assim foi e, estou convencido, sempre assim será. E não consigo sequer imaginar como poderia ser de outra forma.

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Que esquema tão bonito. Eu concordo em absoluto. E dá para variadíssimas alternativas:

 

Ignorancia -> Ciência-> Ignorancia

Ignorancia -> Filosofia-> Ignorancia

Ignorancia -> Experimentação-> Ignorancia

 

E assim sucessivamente.

 

Tenho um melhor

 

Ignorância -> Ciência-> Religião -> Ignorância

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O 13 já deu a resposta mais acertada. A educação é um processo que se suporta nas escolhas de quem tem poder para educar. Daí ser parcial, privilegiando determinadas perspetivas, omitindo e desacreditando coisas. Sempre assim foi e, estou convencido, sempre assim será. E não consigo sequer imaginar como poderia ser de outra forma.

Não necessariamente. Educação não significa que alguém tenha de educar alguém. As pessoas podem educar-se a si próprias. Na minha opinião, é como faz mais sentido.

 

De qualquer maneira, falando de educação em termos mais 'tradicionais', sim é um processo que se suporta nas escolhas de quem tem poder para educar. Disseste tudo. E basta que quem tenha esse poder permita e valide diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto, diferentes olhares sobre a questão, diferentes caminhos para chegar ao objectivo, não omita nem desacredite factos. Se não o é assim é porque quem tem poder para educar não quer, não significa que seja impossível.

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Não necessariamente. Educação não significa que alguém tenha de educar alguém. As pessoas podem educar-se a si próprias. Na minha opinião, é como faz mais sentido.

"Those who are self taught, are taught by a very ignorant person indeed"

 

Uma frase que li há uns tempos para um trabalho e que, imo, explica a imagem do auto-didatismo.

Editado por Scirea

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"Those who are self taught, are taught by a very ignorant person indeed"

 

Uma frase que li há uns tempos para um trabalho e que, imo, explica a imagem do auto-didatismo.

E podes explicar o que entendes dela? Ou o que quer dizer?

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Não necessariamente. Educação não significa que alguém tenha de educar alguém. As pessoas podem educar-se a si próprias. Na minha opinião, é como faz mais sentido.

 

De qualquer maneira, falando de educação em termos mais 'tradicionais', sim é um processo que se suporta nas escolhas de quem tem poder para educar. Disseste tudo. E basta que quem tenha esse poder permita e valide diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto, diferentes olhares sobre a questão, diferentes caminhos para chegar ao objectivo, não omita nem desacredite factos. Se não o é assim é porque quem tem poder para educar não quer, não significa que seja impossível.

A educação não é um processo solitário e autónomo. Ela exala de umas pessoas para outras. Basta entender que o conceito de educação implica o de aprendizagem. E aprender acarreta o seguimento de exemplos ou teorias. E se não segues uns, segues outros. Não pode ser de outra forma. Só quando amadureces é que és realmente livre para dar os teus exemplos- mesmo que inconscientemente- e criares as tuas teorias. Mas aí já se trata de um processo de reeducação, o qual partiu de bases já existentes para se transformar em algo ajustado aos teus gostos, desejos e vontades.

 

E deste raciocínio se retira que quem ensina, seja de uma forma instintiva- família e meio social- ou organizada- instituições de ensino- acaba por passar as suas teorias e exemplos para os outros. Depois há a questão do ensino, cuja essência tem um fundamento doutrinal- como disseste anteriormente- que visa formatar um povo para ir de encontro a determinadas ideias, sejam elas filosóficas, históricas ou empíricas. Contudo, mesmo esta vertente da educação- a imposta- tem as suas raízes na outra e acaba por ser natural e inevitável que também ela seja um produto de experiência ancestral.

 

No fundo, o fundamental é ensinar que cada um é livre de se reeducar ou de seguir os ensinamentos que lhe são passados.

 

 

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É uma questão de tempo até a religião deixar de ser aceite no mundo ocidental. Infelizmente, não acontece o mesmo no resto do mundo.

:lol:

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E podes explicar o que entendes dela? Ou o que quer dizer?

O primeiro paragrafo do Derlis explica o que ia escrever. Se fores tu a tentar ensinar-te algo sem recorreres a alguém, diretamente (pessoalmente) ou indiretamente (através de livros) estas a ser ensinado por alguém que é ignorante e que não sabe para onde se virar sobre determinado assunto. Por ti próprio. Se assim o é, não sais do mesmo sitio por mais que te esforces.

Tem de haver sempre algo por trás que te ajude, seja por alguém ou por uma teoria qualquer que indiretamente te ensina.

Editado por Scirea

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A educação não é um processo solitário e autónomo. Ela exala de umas pessoas para outras. Basta entender que o conceito de educação implica o de aprendizagem. E aprender acarreta o seguimento de exemplos ou teorias. E se não segues uns, segues outros. Não pode ser de outra forma. Só quando amadureces é que és realmente livre para dar os teus exemplos- mesmo que inconscientemente- e criares as tuas teorias. Mas aí já se trata de um processo de reeducação, o qual partiu de bases já existentes para se transformar em algo ajustado aos teus gostos, desejos e vontades.

 

E deste raciocínio se retira que quem ensina, seja de uma forma instintiva- família e meio social- ou organizada- instituições de ensino- acaba por passar as suas teorias e exemplos para os outros. Depois há a questão do ensino, cuja essência tem um fundamento doutrinal- como disseste anteriormente- que visa formatar um povo para ir de encontro a determinadas ideias, sejam elas filosóficas, históricas ou empíricas. Contudo, mesmo esta vertente da educação- a imposta- tem as suas raízes na outra e acaba por ser natural e inevitável que também ela seja um produto de experiência ancestral.

 

No fundo, o fundamental é ensinar que cada um é livre de se reeducar ou de seguir os ensinamentos que lhe são passados.

É impossível ser. O conceito de autodidacta não é o 'aprender sozinho', porque isso é impossível. Se nasceres e te enfiares numa caverna até morreres muito pouco vais aprender. O conceito de autodidacta é aprender sem ter um professor, ou melhor explicado, sermos o nosso próprio professor. Mas ainda vais precisar de pegar em livros, websites, palestras, etc.

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Mais um tópico para destilar ódio e conceitos distorcidos sobre Religião, especialmente sobre a Igreja Católica?

 

Yawn.

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Mais um tópico para destilar ódio e conceitos distorcidos sobre Religião, especialmente sobre a Igreja Católica?

 

Yawn.

Até porque, se há coisa que merece defesa, é a religião :lol:

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É impossível ser. O conceito de autodidacta não é o 'aprender sozinho', porque isso é impossível. Se nasceres e te enfiares numa caverna até morreres muito pouco vais aprender. O conceito de autodidacta é aprender sem ter um professor, ou melhor explicado, sermos o nosso próprio professor. Mas ainda vais precisar de pegar em livros, websites, palestras, etc.

Certo. Só não tenho a certeza se tu defendes que uma criança normal consegue ser autodidata.

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Até porque, se há coisa que merece defesa, é a religião :lol:

Tens razão, todos os problemas do mundo são devidos às Religiões. Essas bandidas.

 

Certo. Só não tenho a certeza se tu defendes que uma criança normal consegue ser autodidata.

Aí terá mais a ver com o grau de "autodidatismo" de cada criança.

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