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Clemente Gª Novella. “O medo da morte é o pai de todos os deuses e paraísos”

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Certo. Só não tenho a certeza se tu defendes que uma criança normal consegue ser autodidata.

Sim. Uma criança 'normal' (se com normal quiseste dizer saudável) consegue ser autodidacta, eu acredito que sim. Aliás até acho que alguns dos primeiros passos da nossa aprendizagem são autodidactas.

Editado por Gaberlunzie

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Tens razão, todos os problemas do mundo são devidos às Religiões. Essas bandidas.

 

And through many years of war between the mighty black and the amazing white...

 

BEHOLD...

 

parede-cartao-cinzento.jpg

 

It's gray!

 

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Sim. Uma criança 'normal' (se com normal quiseste dizer saudável) consegue ser autodidacta, eu acredito que sim. Aliás até acho que alguns dos primeiros passos da nossa aprendizagem são autodidactas.

Discordo. Gatinhar é uma coisa autodidata, falar não é. Apenas um exemplo, podia dar mais.

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Mais um tópico para destilar ódio e conceitos distorcidos sobre Religião, especialmente sobre a Igreja Católica?

 

Yawn.

Até mandares o bitaite, não havia propriamente motivos para discussão em tons de ódio além dos claros ignorantes que pouca coisa sabem sobre o assunto.

Editado por htc

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Discordo. Gatinhar é uma coisa autodidata, falar não é. Apenas um exemplo, podia dar mais.

Não estou a falar disso. Por exemplo, as crianças são capazes de aprender os conceitos de um desporto só a observar, sem um professor a ensinar. Aliás deve ter sido assim que a maioria aprender os conceitos do futebol, certo? Deve também ter sido assim que a maioria aprendeu a mexer no computador (visto que os nossos pais não o sabiam fazer), certo?

 

EDIT: Basta passares um videojogo para a mão de uma criança. Ela em menos de 30 minutos aprende o conceito sem ninguém lhe ensinar. Mesmo que não saiba ler.

Editado por Gaberlunzie

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Sim. Uma criança 'normal' (se com normal quiseste dizer saudável) consegue ser autodidacta, eu acredito que sim. Aliás até acho que alguns dos primeiros passos da nossa aprendizagem são autodidactas.

Acho difícil para uma criança formar-se sem pontos de referência, sem contraste ou contraditório, sem incentivos ou estímulos externos. E, a meu ver, estes conceitos fazem parte da educação da criança.

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Até porque, se há coisa que merece defesa, é a religião :lol:/>

És ateu, já se percebeu. Ao menos respeita aos outros, é o princípio da boa educação. Falo por mim, sou católico, sou completamente contra extremismos e aquilo que os senhores que são a "igreja" fazem. Há que saber distinguir as coisas. A culpa dos extremismos e das más acções não é da religião, é sim das pessoas.

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Acho difícil para uma criança formar-se sem pontos de referência, sem contraste ou contraditório, sem incentivos ou estímulos externos. E, a meu ver, estes conceitos fazem parte da educação da criança.

Não entendi. Formar-se em pontos de referência, sem contraste ou contraditório, sem incentivos ou estíumulos externos... Han? :lol:

 

Desculpa não entendi mesmo. :compinchas:

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Não estou a falar disso. Por exemplo, as crianças são capazes de aprender os conceitos de um desporto só a observar, sem um professor a ensinar. Aliás deve ter sido assim que a maioria aprender os conceitos do futebol, certo? Deve também ter sido assim que a maioria aprendeu a mexer no computador (visto que os nossos pais não o sabiam fazer), certo?

 

EDIT: Basta passares um videojogo para a mão de uma criança. Ela em menos de 30 minutos aprende o conceito sem ninguém lhe ensinar. Mesmo que não saiba ler.

A curiosidade e a capacidade de aprendizagem são pontos inatos de uma criança. A educação serve para orientar esses pontos em seu benefício. Para que as crianças compreendam desde cedo a dar bom uso às suas capacidades. Senão, por muito talento inato que uma criança tenha, se não for orientada, pode desperdiçá-lo e acabar por se tornar num adulto com limitações a vários níveis. E isso vai contra o conceito de aprendizagem, não te parece?

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És ateu, já se percebeu. Ao menos respeita aos outros, é o princípio da boa educação. Falo por mim, sou católico, sou completamente contra extremismos e aquilo que os senhores que são a "igreja" fazem. Há que saber distinguir as coisas. A culpa dos extremismos e das más acções não é da religião, é sim das pessoas.

Agora imagina que calha em defenderem o nazismo dessa mesma forma? É que vendo por aí, nada é mau. Só as pessoas que espalham o dito culto.

E é por já ter ouvido um bocado de história, de saber como a religião mandava e desmandava durante séculos a fio, por respeitar quem viveu e foi morto oprimido, que mantenho esta posição.

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A curiosidade e a capacidade de aprendizagem são pontos inatos de uma criança. A educação serve para orientar esses pontos em seu benefício. Para que as crianças compreendam desde cedo a dar bom uso às suas capacidades. Senão, por muito talento inato que uma criança tenha, se não for orientada, pode desperdiçá-lo e acabar por se tornar num adulto com limitações a vários níveis. E isso vai contra o conceito de aprendizagem, não te parece?

Eu não estava a falar de talento inato. Estava a dar exemplos de como algumas das coisas que aprendemos nos nosso primeiros anos de vida (até entrar na escola, aos 6) aprendemos de forma autodidacta, sem um professor. Isto porque tu perguntaste se uma criança 'normal' consegue ou não ser autodidacta.

 

Se puderes dar alguns exemplos práticos do que estás a falar, agradeço porque não estou a entender o teu ponto de vista.

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Não entendi. Formar-se em pontos de referência, sem contraste ou contraditório, sem incentivos ou estíumulos externos... Han? lol.gif

 

Desculpa não entendi mesmo. compinchas.gif

Repara, uma criança aprende vendo os outros e repetindo, respondendo a estímulos que os que a rodeiam lhe dão e parte daí para descobrir o mundo. Só que mesmo essa descoberta é condicionada pelas ideias dos seus tutores. Ou seja, essa aprendizagem autodidata acaba por ser um fruto da educação.

 

A meu ver, o autodidata é alguém que pretende alargar os seus horizontes ou confirmar aqueles que já tem. Mas parte sempre de uma base que lhe foi incutida desde a nascença.

 

 

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Eu acho que existe uma razão basilar para esta discussão "Antiteísmo/Teísmo" descarrilar, invariavelmente, para ofensas reles e pouco coerentes: o assunto ainda existe na génese, portanto, as pessoas redundam ao preto e ao branco, sem fazer uma reflexão cuidada como, por exemplo, é a de que o ateísmo é uma crença e, de tal modo, acaba por inferir em dúvidas semelhantes às de cariz religioso.

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Eu não estava a falar de talento inato. Estava a dar exemplos de como algumas das coisas que aprendemos nos nosso primeiros anos de vida (até entrar na escola, aos 6) aprendemos de forma autodidacta, sem um professor. Isto porque tu perguntaste se uma criança 'normal' consegue ou não ser autodidacta.

 

Se puderes dar alguns exemplos práticos do que estás a falar, agradeço porque não estou a entender o teu ponto de vista.

Eu estou a falar do mesmo que tu. Até à idade escolar os professores são os seus pais- ou os tutores. São estes que os guiam e condicionam, que os estimulam e incentivam, que os reprimem e controlam. Em suma, que os educam. Depois disso, regra geral, as crianças vão para a escola serem educadas em campos cujos pais não têm formação ou competência para ensinar. Até aí, em nenhum ponto existe na criança a consciência de se educar sozinha, de se formar como pessoa sem a orientação de outros.

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Repara, uma criança aprende vendo os outros e repetindo, respondendo a estímulos que os que a rodeiam lhe dão e parte daí para descobrir o mundo. Só que mesmo essa descoberta é condicionada pelas ideias dos seus tutores. Ou seja, essa aprendizagem autodidata acaba por ser um fruto da educação.

 

A meu ver, o autodidata é alguém que pretende alargar os seus horizontes ou confirmar aqueles que já tem. Mas parte sempre de uma base que lhe foi incutida desde a nascença.

Sim, através da observação, tentativa e erro, etc. Mas não com um tutor, um professor a ensinar. Pelo menos nos exemplos que dei. Sim, são condicionados pelo que os rodeia, claro, e respondem a estímulos, claro. Uma criança Americana dificilmente vai aprender a jogar à malha, não porque não consegue mas porque não tem como aprender porque não tem como observar, ninguém joga a isso na América. Portanto não 'responde a esse estímulo', porque não o tem.

 

Também há que ter atenção que há crianças que não aprendem futebol a ver porque... não têm interesse em futebol. Preferem basket ou outro actividade qualquer, mas isso não tem nada a ver com a capacidade deles.

 

Imagina que tu decides que queres aprender a história do Brasil. Podes ir ter com alguém que tu saibas que tenha conhecimento disso e pedir a ele que te ensine ou podes fazer a pesquisa por ti próprio, seja na net, em livros, publicações antigas, etc. Imagina também que tu já tens umas bases sobre o Brasil, pode ou não existir um conflicto em relação ao que aprendeste por ti e o que já sabias e te foi ensinado. Se era isso que querias dizer com: "Mas parte sempre de uma base que lhe foi incutida desde a nascença" - depois cabe a ti tirares as tuas conclusões.

 

Eu estou a falar do mesmo que tu. Até à idade escolar os professores são os seus pais- ou os tutores. São estes que os guiam e condicionam, que os estimulam e incentivam, que os reprimem e controlam. Em suma, que os educam. Depois disso, regra geral, as crianças vão para a escola serem educadas em campos cujos pais não têm formação ou competência para ensinar. Até aí, em nenhum ponto existe na criança a consciência de se educar sozinha, de se formar como pessoa sem a orientação de outros.

Educar em termos cívicos é uma coisa, acumular conhecimento é outra.

 

Não existe a consciência porque essa hipótese nunca é posta. Quando chegas aos 6 anos a tua mão não te pergunta: queres ir para a escola ou queres começar a aprender sozinho. Não existe essa hipótese, não existe escolha, nem a criança sabe que é possível aprender sozinho. Apesar de ela própria já ter aprendido coisas sozinha, mas claro que com essa idade dificilmente vai ter a consciência disso.

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És ateu, já se percebeu. Ao menos respeita aos outros, é o princípio da boa educação. Falo por mim, sou católico, sou completamente contra extremismos e aquilo que os senhores que são a "igreja" fazem. Há que saber distinguir as coisas. A culpa dos extremismos e das más acções não é da religião, é sim das pessoas.

 

Nem tudo merece o nosso(meu) respeito

Editado por LgD

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Nem tudo merece o nosso(meu) respeito

Desculpa, mas merece. E a nível religioso vives num país em que a própria Constituição defende que há direito à liberdade religiosa, por isso, sim tens de respeitar a religião dos outros e eles têm de respeitar a tua (ou neste caso, nos nossos casos a ausência de uma).

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Simplesmente eu não irei respeitar o que acho estúpido.

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Tenho um melhor

 

Ignorância -> Ciência-> Religião -> Ignorância

 

Não percebi. Qual é a relação de precedência entre a ciência e religião? Quem se dedica à ciência torna-se religioso?

 

Não necessariamente. Educação não significa que alguém tenha de educar alguém. As pessoas podem educar-se a si próprias. Na minha opinião, é como faz mais sentido.

 

De qualquer maneira, falando de educação em termos mais 'tradicionais', sim é um processo que se suporta nas escolhas de quem tem poder para educar. Disseste tudo. E basta que quem tenha esse poder permita e valide diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto, diferentes olhares sobre a questão, diferentes caminhos para chegar ao objectivo, não omita nem desacredite factos. Se não o é assim é porque quem tem poder para educar não quer, não significa que seja impossível.

 

É óbvio que as pessoas não se podem educar a si próprias. Todas as pessoas necessitam de exemplos para poder imitar e aprender como se faz. Todos os exemplos que apresentaste têm por base o exemplo, a experiência, as opiniões ou as convicções de outras pessoas.

 

Quanto à educação "tradicional" como lhe chamaste, isso é impraticável. Diferentes pontos de vista, olhares e caminhos? Com certeza. Mas quais pontos de vista, olhares e caminhos? Todos? É legítimo permitir e validar o ponto de vista do racismo? O olhar da descriminação? O caminho do terrorismo? E quanto aos factos que não devem ser omitidos ou desacreditados estamos a falar de quê? Do facto da escravatura ter contribuído indiscutivelmente para o sucesso económico de nações e impérios? Do facto da guerra e da violência terem, por inúmeras vezes ao longo da história da humanidade, conduzido a progresso e evolução? Do facto de, vezes sem conta, o crime compensar? Ou será melhor educarmos as pessoas desacreditando e repudiando o racismo, a descriminação, o terrorismo, a escravatura, a violência e o crime? Ou será que, quando falas em factos já estás a fazer uma pré-triagem suportada num código de valores que te foi incutido pela educação que tiveste?

 

Simplesmente eu não irei respeitar o que acho estúpido.

 

Isso tem um nome.

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Tópico do hate :lol:

 

Agora imagina que calha em defenderem o nazismo dessa mesma forma? É que vendo por aí, nada é mau. Só as pessoas que espalham o dito culto.

E é por já ter ouvido um bocado de história, de saber como a religião mandava e desmandava durante séculos a fio, por respeitar quem viveu e foi morto oprimido, que mantenho esta posição.

 

Que comparação mais ridícula.

 

Simplesmente eu não irei respeitar o que acho estúpido.

 

 

Estás à vontade para dizê-lo

 

Perdes toda e qualquer razão que tenhas ao encarar as coisas dessa forma.

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Claro que se estiver a debater estas ideias não irei tapar os ouvidos ao que a outra pessoa está a dizer para depois debitar tudo o que acho. Irei sempre tentar perceber o ponto de vista da outra pessoa e tentar avançar a discussão a partir daí. Mas quando penso em religião parece-me tudo um pouco estúpido e sem sentido

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É óbvio que as pessoas não se podem educar a si próprias. Todas as pessoas necessitam de exemplos para poder imitar e aprender como se faz. Todos os exemplos que apresentaste têm por base o exemplo, a experiência, as opiniões ou as convicções de outras pessoas.

 

Quanto à educação "tradicional" como lhe chamaste, isso é impraticável. Diferentes pontos de vista, olhares e caminhos? Com certeza. Mas quais pontos de vista, olhares e caminhos? Todos? É legítimo permitir e validar o ponto de vista do racismo? O olhar da descriminação? O caminho do terrorismo? E quanto aos factos que não devem ser omitidos ou desacreditados estamos a falar de quê? Do facto da escravatura ter contribuído indiscutivelmente para o sucesso económico de nações e impérios? Do facto da guerra e da violência terem, por inúmeras vezes ao longo da história da humanidade, conduzido a progresso e evolução? Do facto de, vezes sem conta, o crime compensar? Ou será melhor educarmos as pessoas desacreditando e repudiando o racismo, a descriminação, o terrorismo, a escravatura, a violência e o crime? Ou será que, quando falas em factos já estás a fazer uma pré-triagem suportada num código de valores que te foi incutido pela educação que tiveste?

Mas não precisam de um professor. Ao não precisar de um professor não precisam que alguém lhes eduque. Aos não precisaram que alguém lhes eduque estão a educar-se a si próprios.

 

Para se aprender sobre o racismo tem de se aprender o ponto de vista dos racistas também. Qual é o mal disso? Se não entenderes o ponto de vista dos racistas nunca vais entender o racismo e se não entenderes o racismo nunca vais poder fazer algo para acabar com ele. O mesmo serve para o resto.

Mas quando falei nisto até estava a pensar em matemática onde em certas coisas existem várias formas de chegar à solução mas só te é permitida uma, a desejada pelo método de ensino. Isto é limitar os pontos de vista, limitar o pensamento, limitar as possibilidades.

 

Do que é omitido? Estamos a falar de tudo. Se estamos a dar uma certa matéria não devemos omitir aquilo que não interessa que o aluno saiba. Como por exemplo os feitos, construções, influências e o conhecimento dos Mouros na península Ibérica. O facto de que a escravatura não acabou e existem hoje em dia milhões de escravos. Porque ao ensinares que a escravatura foi abolida em data x só estás a contar uma parte, a que te interessa contar. E ao contar que os Mouros invadiram a península Ibérica e passados não sei quantos anos foram expulsos pelos bravos reconquistadores também só estás a contar uma parte da história.

 

E além de estares a omitir uma parte da história, estás a glorificar uma parte dos personagens e a rebaixar outra.

Editado por Gaberlunzie

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Claro que se estiver a debater estas ideias não irei tapar os ouvidos ao que a outra pessoa está a dizer para depois debitar tudo o que acho. Irei sempre tentar perceber o ponto de vista da outra pessoa e tentar avançar a discussão a partir daí. Mas quando penso em religião parece-me tudo um pouco estúpido e sem sentido

 

Então é porque não sabes o que é a religião. Mesmo que não acredites, a religião é muito mais profunda do que a ideia que tens dela. E do que a tua tolerância.

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