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mike

Escandalo da Carne de Vaca

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As autoridades romenas descobriram hoje em Bucareste um lote de 100 quilos de carne de cavalo que estava rotulado como sendo de vaca e que se destinava ao mercado local.

“A carne foi encontrada num armazém em Bucareste. A carne destinava-se ao mercado romeno”, indicou o porta-voz da Autoridade Nacional Sanitária e Veterinária romena à agência de notícias France Press, adiantando que as autoridades já estão a investigar, tendo instaurado um inquérito.

 

O mesmo porta-voz adiantou que o administrador do armazém reconheceu que usava falsos rótulos na carne.

 

A Autoridade Nacional Sanitária e Veterinária disse que, apesar de “tudo apontar para uma provável fraude”, ainda não pode ser feita uma ligação entre este caso isolado e a situação encontrada em vários países da união Europeia e em Hong Kong.

 

A 08 de fevereiro, a descoberta de que a marca de lasanha de vaca Findus (sueca) continha até 100% de carne de cavalo agitou o Reino Unido e parte da Europa.

 

Dias mais tarde, foi a vez de uma marca francesa de refeições ultracongeladas (Picard) ter confirmado ter sido detetada carne de cavalo em dois lotes de lasanha à bolonhesa.

 

Até então, os vestígios de carne de cavalo só tinham sido detetados em produtos comercializados no Reino Unido pela marca sueca Findus, cujo fornecedor (Spanghero) trabalhava com um matadouro na Roménia onde se abatem bovinos e cavalos.

 

Nas últimas semanas foi descoberto o uso de carne de cavalo em produtos alimentares comercializados em vários Estados-membros da União Europeia, entre os quais a Alemanha, a França, o Reino Unido, a Áustria, a Noruega, a Dinamarca, a Holanda, a Suíça, a Suécia, a Irlanda e a Bélgica, o que já forçou a retirada de vários produtos dos mercados.

 

Na terça-feira, a multinacional suíça Nestlé anunciou a retirada dos mercados italiano e espanhol dos seus produtos de massas com carne, depois de ter descoberto vestígios de ADN de cavalo superiores a 1 por cento.

 

Entretanto, e em Portugal, a ASAE detetou vestígios de carne de cavalo em produtos à base de carne que já foram retirados do mercado. A maioria de produtos adulterados das marcas retiradas na Europa não era comercializada em Portugal.

 

As autoridades sanitárias portuguesas e europeias garantem que estes produtos que contêm carne de cavalo não representam qualquer risco para a saúde humana.

 

Sol, 21/02/2013

 

Carne contaminada com salmonela, listeria e outros micro-organismos, carregada de conservantes proibidos, e colocada à venda a temperaturas muito superiores ao estabelecido por lei: um estudo da DecoProteste em 34 talhos na zona da Grande Lisboa e do Grande Porto revelou resultados “alarmantes”. A carne picada que se encontra à venda representa um perigo para a saúde pública, alerta a associação de defesa do consumidor.

 

“A fiscalização falhou”, denuncia a Deco, numa crítica à actuação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). “Os nossos resultados mostram que a fiscalização tem sido pouco eficaz”, declarou ao PÚBLICO, Nuno Lima Dias, técnico da associação e um dos responsáveis pelo estudo. “Esta questão é bem mais grave do que a presença de carne de cavalo em produtos alimentares, que não representa um perigo para a saúde”.

 

O inspector-geral da ASAE, António Nunes, disse ao PÚBLICO não reconhecer a crítica e garantiu “a carne e os produtos transformados à base de carne são sistematicamente avaliados”. A ASAE, afirma o responsável, tem uma especial preocupação com a carne transformada.

 

António Nunes diz que não se pronuncia sobre o estudo da Deco por não o conhecer, mas considera uma amostra de 34 talhos pouco representativa. “Temos várias operações por ano, vamos a vários locais e já temos feito várias apreensões e suspensões”, afirma, não partilhando, contudo, da visão da Deco sobre uma situação de incumprimento generalizado no sector.

 

Nos últimos quatro anos, a ASAE fiscalizou 4230 estabelecimentos ligados à venda e preparação de produtos à base de carne, instaurou 818 processos por contra-ordenação e 91 processos crime, o que corresponde a uma taxa de incumprimento de 21%, indicam dados oficiais. Em 2012 foram colhidas 209 amostras, correspondendo a 173 produtos à base de carne, 18 de carne fresca e 18 de carne picada, e foram detectadas 20 amostas não conformes.

 

O mais preocupante no estudo da Deco é, para Nuno Lima Dias, a quantidade de sulfitos encontrados – estes conservantes que são inibidores de microorganismos, dão uma aparência de frescos a produtos que não o estão e foram detectados (em alguns casos em elevadas quantidades) em 60 % das amostras de carne picada recolhidas.

 

“Os sulfitos evitam, por exemplo, que a carne escureça”, explica. E não tem dúvidas de que representam um sério perigo para a saúde pública, podendo causar dores de cabeça, náuseas, problemas cutâneos ou digestivos, e, em alguns casos, crises de asma. O técnico da Deco lembra que a legislação obriga a identificar claramente a existência de sulfitos nos produtos em que estes estão autorizados, como acontece com o vinho. E nesses casos é obrigatório fazê-lo a partir de 10 miligramas de sulfitos por quilo ou litro. “Encontrámos na carne picada valores 100 ou 150 vezes superiores”

 

Muito grave também, para a Deco, é o facto de na maioria dos estabelecimentos visitados a carne estar a temperaturas muito acima dos 2º C previstos pela lei. Só oito talhos respeitavam a legislação – os 26 restantes tinham temperaturas muito superiores (4,6ºC em média em Lisboa, 6,3ºC no Porto), embora os expositores indicassem temperaturas muito inferiores.

 

Para além da salmonella (encontrada em 25% das amostas) e da listeria monocytogenes (em 35%), foram detectados na carne picada indicadores de contaminação fecal como o E.coli, e “elevado número de bactérias”. Um “panorama abundante de microrganismos, alguns potencialmente patogénicos” que leva a Deco aconselha os consumidores a só comprarem carne picada no momento e a cozinhá-la muito bem. No que diz respeito à composição foi identificado elevado teor de gordura e de colagénio (tecido conjuntivo, tendões, etc, com fraco valor alimentar).

 

Perante os resultados, a associação de defesa do consumidor exige que o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território proíba a venda de carne previamente picada a granel, autorizando apenas a venda de carne picada à vista a pedido do consumidor.

 

Publico, 22 Fev, 2013

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Isto da carne de cavalo é perigoso. Dá problemas de medula óssea, de articulações, asma,...

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O maior problema é mesmo a carne ser de cavalos moribundos e a carga de medicamentos que têm em cima.

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Sinceramente desde ha muito que oiço que se come carne de cavalo e existem até talhos que vendem cavalo. Alias a carne de cavalo tem quantidades de ferro bastante superiores a carnes bovinas e antes até era indicada para o tratamento de anemias. A questão é enganarem os consumidores

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Sinceramente desde ha muito que oiço que se come carne de cavalo e existem até talhos que vendem cavalo. Alias a carne de cavalo tem quantidades de ferro bastante superiores a carnes bovinas e antes até era indicada para o tratamento de anemias. A questão é enganarem os consumidores

 

ya. a minha mãe disse que há carne de cavalo no talho. Não fazia ideia :mrgreen:

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ya. a minha mãe disse que há carne de cavalo no talho. Não fazia ideia :mrgreen:

Também não :mrgreen:

Mas não há nada que supere comer-se cão e gato na China :lol:

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Isso já se fala há mais de duas semanas. Aqui em França anda tudo escandalisado e tal.

É assim, carne de cavalo é boa, só não se deve comer muito porque é muito "forte". Eu uma vez por mês mais ou menos como um bruto de um bife de cavalo, que faz muito bem ao sangue.

 

Agora como disseram ai, o pior é mesmo o facto de ter sido omitido. Também o facto de lançarem as culpas para uma mísera fábrica de cento e tal empregados que agora vai fechar aqui não muito longe de Montpellier enquanto que os cabeças continuam tranquilos da vida. cento e tal pessoas perdem o emprego enquanto eles continuam a encher-se com mais trafulhices.

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Havia talhos só de carne de cavalo agora é que se vê menos, mas sempre se comeu.

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Carne de cavalo não causa problemas de saúde, o problema aqui é de rotulagem, é fraude, nada mais.

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Nos restaurantes há?

Provavelmente há, mas deve ser só em alguns. É normal, é uma questão social, aqui o cavalo é visto como um animal nobre, não iria ser rentável quase de certeza.

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Carne de cavalo não causa problemas de saúde, o problema aqui é de rotulagem, é fraude, nada mais.

Para além da rotulagem são medicamentos que essas carnes contêm e que são proibidos em grande parte da Europa.

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Sabes que bife (com ovo) à cavalo não é mesmo carne de cavalo, certo?

Chama-se cavalo, então é cavalo.

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Mas sabe-se se os vestígios da carne de cavalo que são encontrados são fiscalizados e controlados? É que não ouvi dizer que era.

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Para além da rotulagem são medicamentos que essas carnes contêm e que são proibidos em grande parte da Europa.

Pelo que ouvi até agora ainda não ouvi falar sobre qualquer medicamentos ou hormonas que essas carnes tenham. Até agora só vi o problema da rotulagem.

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Também não :mrgreen:

Mas não há nada que supere comer-se cão e gato na China :lol:

 

Ou não se comer vaca na india. rochemback dislikes this.

 

Chama-se cavalo, então é cavalo.

 

 

Então um prego é um prego, e um bife à cervejeira é cerveja, e um bife da casa é uma casa. :lol:

 

eu sei que tavas no gozo, se não tavas lulz

 

Pelo que ouvi até agora ainda não ouvi falar sobre qualquer medicamentos ou hormonas que essas carnes tenham. Até agora só vi o problema da rotulagem.

 

 

x2

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