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elielsantos

Cantinho do Eliel

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Finalmente apareceu o eliel com algo de interessante para se ler.

 

Já estava farto do tema Sporting.

 

:mrgreen:

 

Obrigado. Mas estais sendo injusto pois meus tópicos esportivos eram bons, rs

 

Eliel que saudades!

Obrigado

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Eliel, vendias farfalho? E kunami? E funini? E katuki? E marakaté?

Tomate, cebola, quiabo, pepino, giló, etc, etc.

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Tomate, cebola, quiabo, pepino, giló, etc, etc.

Farfalho podre, kunami podre, funini podre, katuki podre, marakaté podre, etc., etc.?

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Funimi, ñ confundas :mrgreen:

 

Edit: (Agora fiquei na duvida). :lol:

Editado por Osbourne

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Funimi, ñ confundas :mrgreen:

 

Edit: (Agora fiquei na duvida). :lol:

Muito bom:

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Mais evidencias sobre o 9° planeta, que vem agitando a ciência nos últimos anos:

 

“hipótese do Planeta 9 vem intrigando astrônomos do mundo inteiro ao longo dos últimos anos. Com uma nova técnica, cientistas da Universidade Complutense de Madri, na Espanha, identificaram o que podem ser um novo corpo, a uma distância de 300 e 400 vezes o trajeto entre a Terra e o Sol. Até então, as teorias em torno do novo planeta se baseavam em observações, que foram questionadas com o passar do tempo.” (leia o restante da matéria no Link)

 

Recentes descobertas astrofísicas relativo a um 9° planeta no sistema solar reacende a polêmica criada na década de 80 pelo escritor israelense Zecharian Sitchin sobre os escritos Sumérios. Tais escritos trazem uma coletânea de informações que nos dá conta da existência de um 12° Planeta (Sumérios contavam as luas como planetas), que a cada 3.600 anos atravessa a órbita dos planetas do sistema solar, sendo conhecido por isso como Planeta da Passagem. Nestes textos Sumérios, os Annunakis (Nefilins na Biblia), seriam os precursores da civilização humana.

 

Nefilin, traduzido literalmente significa: “Os que do céu vieram à terra” - segundo a moderna tradução do hebraico. Este termo por muito tempo foi objeto de controvérsia, pois muitos teólogos o interpretavam como “Anjos caídos”: os que geraram os gigantes e assassinos antediluvianos e pós-dilúvio. Mas desde que as versões bíblicas americanas e inglesas passaram por revisões mais rigorosas na tradução e levando-se em consideração as mais recentes pesquisas arqueológicas, chegou-se à conclusão de que na verdade o termo é mais abrangente.

“Naqueles dias havia Nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos.” Gn. 6.1-4

 

Quem era os Nefilins? O autor de diversos livros sobre os Sumérios, Zecharian Zitchin, traduziu diversos livros deste povo e chegou a uma conclusão inusitada: os Nefilins nada mais eram que os viajantes espaciais de Nibiru, os que desceram do céu e fundaram a nossa atual civilização humana. Será que esta conclusão está em desacordo com as escrituras? De forma alguma, pois os próprios escritores da bíblia se valeram dos escritos "Nibirianos" para compor a mesma. Escritores como Moisés (Genesis), Jó (Livro de Jó); e Mateus, Isaías e Davi; citaram textos e termos nibirianos (ver Livro Genesis Revisitado); ou no caso de Mateus, nos trouxeram a luz, mesmo que de forma resumida, parte da cultura e saber Sumérios, quando citou magos orientais que viram uma estrela (Nibiru) e reconheceram que o Messias dos judeus tinha nascido.

 

No caso de Moisés, por exemplo, devemos levar em consideração sua formação egípcia, uma cultura dominada pela versão nibiriana de Enki/Thoth/Marduck, indiretamente opressores do povo judeu. Moises se tornou príncipe da casa real egípcia, mesmo sendo de uma tribo desconhecida, escrava dos egipcios. E como um príncipe da casa real egípcia, toda a cosmogonia e cultura relativo a Nibiru foi lhe repassado. Anos mais tarde, ele escreveu o Genesis e esta foi a primeira vez que nós, cristãos e judeus modernos, tivemos acesso a parte do saber Nibiru/Suméria. Gênesis não é somente uma coletania do saber Nibiriano, mas uma forma encontrada por Moises para contrapor os enkiitas/thotianos/mardukinos, que por 400 anos oprimiram os judeus. As únicas referencias feitas por Moises a Enki, revelam o desprezo deste pelos enkiitas, ao chamar o deus dos egípcios/babilônios de a “Serpente” que corrompeu a humanidade (Gênesis 3). Na cultura religiosa da época, referencia a uma serpente detentora do conhecimento, era uma referencia clara a Enki, cujo símbolo da Serpente (em uma versão grega do simbolo sumeriano) é usado até hoje pela Medicina Moderna: “Na história sobre Adão e Eva no Jardim do Éden apresentada na Bíblia, o antagonista de Deus que os faz adquirir 'conhecimento' (a capacidade de procriar) é a serpente, nahash em hebraico.

O termo nahash tem dois outros significados: 'aquele que sabe segredos’ e ‘aquele que conhece o cobre’. Esses significados ou jogos de palavra são encontrados no epíteto sumério para Enki: BUZUR queria dizer ‘aquele que resolve segredos’ e ‘aquele das minas de cobre’. Assim, sugeri em obras anteriores que na versão suméria original sobre a expulsão do Jardim do Éden, a serpente era Enki.” (Livro Genesis Revisitado)

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OMS: símbolo de Esculápio, usado hoje pela medicina moderna. Certamente deriva do mais antigo símbolo de Enki*****

 

 

Então, quem é Jesus?

 

Jesus é o maior enigma da história e não por razões teológicas.

 

Primeiro: os teológos judeus, que prepararam o templo para a chegada do Messias, não perceberam sua chegada, pois ele nasceu numa manjedoura e não em um palácio real, como esperavam.

 

Segundo: magos orientais viram uma estrela (Planeta) e reconheceram nesta estrela a chegada de um Deus.

 

 

Algumas Reflexôes

 

1ª Reflexão: o que levou os magos a suspeitar que esta estrela era sinal da vinda de um Deus? A história mesopotâmica fora de Israel era dominada pela cultura religiosa da trindade Enki/Marduck/Thoth. Depois da destruição do império Sumério, Babilônicos (Marduck) e Egipcios (Thot) dominaram o cenário religioso da região. A conexão entre um deus e um planeta era voga no oriente médio desde então. E o principal planeta desta cosmogonia e religião astrológica era Nibiru. Portanto, quando magos do oriente perceberam que o esperado Nibiru surgiu, reconheceram que era hora de conhecer o prometido Deus. Mas como eles linkaram Nibiru ao messias judeu? Bem, aí devemos supor, pois não há evidencia do como fizeram essa ligação: se estes magos fossem medos (Curdos), a área onde hoje o Curdistão se encontra abarca parte do antigo império Assirio, onde as tribos judias foram exiladas. Tanto que testes genéticos recentemente feitos por cientistas alemães e indianos mostram uma forte conexão genética dos judeus com os curdos. Portanto, se os magos orientais tiverem sua origem nas montanhas dos Medos, eles sofreram forte influencia da cultura israelense que estava no exílio em suas terras. Portanto, a conexão entre Nibiru, que era esperado pelas religiões orientais para aqueles anos, e o nascimento do messias judeu seria simples.

 

2ª Reflexão: Porque o bibliográfico livro de Mateus traz o relato destes magos orientais, reconhecendo o messias, quando a liderança judia repudiou o mesmo? Creio que nada é coincidência. Jesus, sendo onisciente, segundo a própria teologia cristâ, poderia ter nascido 200 anos antes ou 200 anos depois da esperada vinda de Nibiru. Qual mensagem seu nascimento traz para o mundo, quando todo o oriente esperava a volta dos Annunakis (Nibiru) por aquela época? Será que o onisciente Jesus desconhecia o óbvio: que seu nascimento se daria exatamente quando as esperanças da região se centrava na volta do afamado Nibiru? Se ele não queria que essa conexão fosse evidente em algum momento do futuro, porque não nascer em época diferente?

 

3ª Reflexão: Jesus se identificou claramente com o Genesis, ao dizer através de seu discipulo: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” e pouco depois, chamou os mesmos livros de "A Lei de Moisés" (Lucas 24:44), reconhecendo a autoria Mosaica sobre os mesmos. Porque se dar ao trabalho desta conexão com o Genesis, quando os escritos de Moisés basearam-se em saber mais antigo, que devido a sua formação real como príncipe egípcio, certamente nos leva a crer que era saber Sumério? Porque Jesus “linkou” sua história ao Genesis mosaico, quando poderia ter apenas sustentado sua divindade referindo-se somente a profetas, como Isaías? Não seria mais fácil, do que cimentar sua origem temporal a um saber mais antigo que Moisés, que conecta diretamente Jesus a Suméria? O que queria Jesus nos mostrar com essa conexão? Nada? A teologia moderna, certamente não vê conexão, mas devemos desconsiderar a teologia neste caso, pois eles sequer conseguiram reconhecer o messias, mesmo com os livros proféticos na mão. O que os teólogos do tempo de Jesus não conseguiram enxergar, magos orientais o fizeram.

 

4ª Reflexão: seria a estrela dos magos na verdade um cometa? Não. Isso pode ser confirmado em registros antigos chineses, gregos e medievais. Cometas, na visão de nossos ancestrais, era sinal de tragédia, cataclismo, morte. Portanto, jamais a estrela vista pelos magos poderia ser um cometa, pois senão Jesus seria sinal de Catastrofe e não Redenção e Salvação. Portanto, a visão dos magos era a visão de um planeta e Nibiru, já que o único planeta esperado com ansiedade naquela época era Nibiru.

 

5ª Reflexão: o que os magos viram neste planeta para reconhecerem Jesus e o adorarem como Deus? Uma das principais promessas feitas pelos deuses egípcios, babilônicos e sumérios era a ressurreição e redenção dos povos. Por isso o costume de se embalsamar os mortos, para quando da vinda de Nibiru, eles pudessem ser ressuscitados. O fato dos magos reconhecerem em Jesus o redentor esperado, o messias, está em conformidade com a esperança em Nibiru.

 

6ª Reflexão: todo o ministério de Jesus se centrou na esperança de redenção da humanidade. Mas os sinais menos evidentes da conexão com Nibiru, não consoantes com essa mensagem teológica, está na configuração física do ministério de Cristo. O Senhor dos Senhores da lenda Suméria tinha um panteão de 12 conselheiros, que o aconselhavam na administração da terra. Jesus tinha 12 apóstolos e foi também reconhecido por seus discípulos como Senhor dos Senhores (1 Timóteo 6:15, Apocalipse 19:1). Enlil, reconhecido pelas civilizações mesopotâmicas como Senhor dos Senhores, dizia claramente que seu reino não era deste mundo. Na mitologia Suméria, Enlil era o herdeiro do trono Annunaki. Jesus também disse a Pilatus que seu reino não era deste mundo e em todos os escritos cristãos, ele foi identificado como “Herdeiro”: Filho Unigenito de Deus (Herdeiro do trono celestial), etc.

 

7ª Reflexão: o sacrifício de Jesus na cruz é largamente o momento mais exaltado pelo cristianismo ocidental. Hoje em dia, a cruz em que Jesus foi sacrificado, é largamente o símbolo mais utilizado oficialmente no ocidente. Em cada esquina há uma cruz, em cada bandeira idem, em cada peito católico idem. Esse fato por si só já nos remete à seguinte pergunta: Porque Jesus escolheu a cruz para seu sacrifício, sendo onisciente como é, sabedor que era, que este mesmo símbolo nos remete a mesma mensagem de redenção proposta pelo Símbolo Nibiriano da Cruz? A Cruz é um dos mais antigos símbolos humanos. Os Sumérios retratavam Nibiru com asas, quando fora do sistema solar, e em forma de uma Cruz, quando o mesmo adentrava a órbita dos planetas interiores, significando que o mesmo estava “cruzando” pela órbita destes planetas. Portanto, fica a pergunta: Jesus queria apenas nos deixar confusos com essa escolha? Não, pois os próprios apóstolos afirmaram categoricamente que em Jesus se consuma todos os mistérios antigos, relatados pelos profetas. Se em Jesus se consuma os mistérios, Jesus então não sabia que com seu nascimento e morte ele criaria o maior deles? Ou ele é onisciente exatamente como profetizado e seu nascimento e morte em conexão com Nibiru era uma mensagem a mais para nós, humanos, mais um mistério antigo revelado, que certamente os teólogos deixariam passar por alto, exatamente como fizeram em seu nascimento? Seria o nascimento e morte de Jesus a revelação do maior mistério humano: de onde viemos e para onde vamos? Seria esta a resposta para o maior enigma da religião: o céu descrito por todas as religiôes, de onde provem os nefilins, se referia a um planeta? Jesus, ao escolher morrer sobre a Cruz, estava dando a resposta a este enigma religioso?

 

Certamente a morte de Jesus é uma mensagem, se quisermos acreditar em sua onisciência. A teologia, enfronhada em seu dogmatismo e sistematização não verá dessa forma exatamente por ser uma ciência herdeira da mesma teologia oriental que pecou em ver em Jesus o messias. Mas se quisermos acreditar em um Deus Onisciente, como a própria teologia quer que façamos, devemos reconhecer que Jesus sabia o que estava fazendo quando escolheu nascer em uma época onde se esperava com ansiedade o retorno do planeta Nibiru ao sistema solar e também Jesus estava ciente das implicações astrofísicas, históricas e teológicas, ao ter escolhido a Cruz para seu sacrifício. Jesus apontou a cruz não somente como símbolo de nossa redenção, mas a mensagem pode ser bem mais profunda: ela pode significar a origem desta redenção. Do céu viria nossa salvação, essa frase é recorrente em todas as religiões e redundante na cristâ e judaica. Mas se dos céus vem nossa redenção, Jesus estava apontando sua origem, ao morrer sobre o símbolo do planeta Nibiru? E poucas horas depois dele informar ao Consul Romano Pilatus, de que seu Reino não era deste mundo?

 

Será que devemos olhar as Escrituras somente com o olhar cientifico da teologia? Creio que não. A teologia é uma Ciência Humana e já dizia o apostolo Paulo que a ciência (Sabedoria) humana era loucura para Deus. Portanto, sejamos como os magos do passado que reconheceram Jesus em uma "Estrela", a mesma "Estrela" que os teólogos judeus viram e não entenderam seu significado. Mas os magos pagãos sim, entenderam seu significado. Que lição de humildade podemos tirar deste fato?

 

 

*****Edit: agradeço ao Sete pela correção sobre o símbolo da Medicina Moderna.

 

 

Leia também:

New evidence in support of the Planet Nine hypothesis

Astrofisicos comprovam existencia do Deus Jeová dos judeus

The Super-Earth that Came Home for Dinner

Editado por elielsantos

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Quando sai o novo filme?

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Júpiter tem 69 luas - como é que contando luas esse planeta seja o 12º? Me explica.

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Júpiter tem 69 luas - como é que contando luas esse planeta seja o 12º? Me explica.

Os sumérios conheciam Jupiter e suas luas, mas até onde eu sei, eles consideravam apenas a Lua da terra como planeta. E sol também era incluso nesta contagem

 

Edit: eles conheciam Jupiter com certeza, quanto a suas várias luas aí ainda não tenho essa informação

Editado por elielsantos

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se contavam a lua e os outros planetas, isso faz 10 (contando com pluto). Estamos a falar do 11º. Como é que se chega ao número 12?

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se contavam a lua e os outros planetas, isso faz 10 (contando com pluto). Estamos a falar do 11º. Como é que se chega ao número 12?

Segundo os Sumérios, havia uma grande planeta entre Marte e Jupiter, que chamavam Tiamat. Em uma das evoluçôes de Nibiru pelo sistema solar, ele colidiu com esse grande planeta, gerando o cinturão de asteróide interno e a lua da terra. Por isso, na cosmogonia Suméria, eles contavam um planeta que deixou de existir devido a evolução de Nibiru pelo sistema solar. Ele seria o 11°. Já o Cinturão de asteróides entre marte e Jupter eles chamavam de "Bracelete Partido", nome que inclusive faz parte da cosmogonia da biblia judaico-cristâ, onde a versão hebraica também traz o mesmo significado para esse local cósmico.

 

Isso acima acabei de pesquisar, pois não sou perito em cosmogonia suméria, apenas um leitor recente do assunto.

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Faltou a parte das p*tas, mas excelente história. Daria um belo bestseller de ficção.

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Qual a relação minha com a primavera Arabe? Nenhuma, a não ser a minha profissão, que era a mesma do iniciador da Primavera, Mohamed Bouazizi. Por volta 2010 iniciei meu trabalho na Frutaria do Bem ti vi, uma pequena barraca na cidade de Barra do Garças-MT. Em 2015 fechei a mesma barraca, depois das autoridades municipais fecharem a rua em frente, o que ocasionou a perda de meus clientes. Foram 5 anos de bençãos divinas neste serviço de vendas de frutas e legumes.
 
Esta página (Link)  iniciei em homenagem a outro verdureiro: Mohamed Bouazizi, o iniciador da Primavera Arabe. Eu iniciei minhas atividades como verdureiro por volta de 2010. Mohamed Bouazizi iniciou a Primavera Arabe também em 2010. Os mesmos problemas que ele enfrentou eu também enfrentei. Até o inicio da Primavera Arabe nunca tinha dado muito valor ao que eu fazia na internet, evangelizando e postando textos para reflexão. Só depois que vi o quanto a minha vida era identica a de Mohamed Bouazizi, inclusive nossas profissões, é que vim a perceber que eu também poderia fazer algo neste mundo em prol do evangelho e em prol dos necessitados.
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Em 2013 participava de mais de 3 mil fórums da internet (no facebook são milhares) e usei essa imensa rede de amizade e de informação para tentar um feito, crendo que também poderia repetir algo parecido ao que Mohamed Bouazizi fez, mas menos destrutivo. Quando as manifestações de 2013 estavam terminando a primeira semana, postei diversas vezes textos e imagens chamando o povo para transformarmos a maré vermelha em verde e amarela. Na segunda semana o vermelho deu lugar ao amarelo e verde. Fui responsavel? Não sei, mas de uma coisa eu sei: eu cri que poderia ser feito e aconteceu conforme minha fé. A partir da segunda semana de manifestações as bandeiras vermelhas foram banidas. Minhas postagens nas redes sociais foram compartilhadas e receberam milhares de likes. Eu cri que poderiamos mudar a maré vermelha e vi que minha crença foi possível, pois naquela época acreditava que se Mohamed Bouazizi, através do facebook, mudou o Oriente Médio, a fé de um cristão poderia fazer o mesmo pelo Brasil.
 
Se a Primavera Arabe matou centenas de milhares de pessoas sob a influencia de um verdureiro tunisiano (Bouazizi), eu cri que a “primavera” Brasileira poderia ser feita sem nenhuma morte. E essa crença também se deu tal qual minha fé, pois se a policia arabe matou sem misericórdia, no Brasil se tornou comum ver policiais entregando flores aos manifestantes (PM de Goiás e outros), ou ver bandas da PM recebendo as manifestações e manifestantes ao som de música em vez de balas.
 
Resumindo: creio que a fé e a filosofia cristâ (amor) deu mais resultados no Brasil. Bouazizi, o iniciador da Primavera Arabe, se matou porque tinha problemas em sua vida. Eu, também verdureiro como ele, cri que poderia mudar a maré vermelha em 2013, e minha fé se concretizou, sem que houvesse nenhuma morte, e a ação de manifestantes e policias se tornou exemplo para o mundo.
 
Eu cri que o amor supera o ódio e sim, nada é maior que o amor.
 

Este texto escrevi para minha página no facebook: Blog do Verdureiro Eliel
Editado por elielsantos
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Qual era a fruta que vendias mais? 

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Citação de Augusto, Agora:

Qual era a fruta que vendias mais? 

Melancia e Banana Maça, eram as frutas que mais saiam. 

 

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