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andriy pereplyotkin

Ensino Superior - A Entrada, a Estadia, o Adeus

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Depois comenta aqui como é o gado deste ano, não vi grande coisa na Recepção. :mrgreen: :badgrin:

 

Não vou dar aulas à licenciatura :\

 

#carregavaart !

 

Joe, já tens novidades?

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Ah, é a Mestrado? Milfs também contam :mrgreen:

 

E eu hoje recebi um convite oficial para dar uma palestra no início do próximo ano. :)

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Ah, é a Mestrado? Milfs também contam :mrgreen:E eu hoje recebi um convite oficial para dar uma palestra no início do próximo ano. :)

 

Também não é ao mestrado :mrgreen:

 

A sério? Isso é porreiro :)

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Também não é ao mestrado :mrgreen:

 

A sério? Isso é porreiro :)

Bem, por exclusão de partes, Doutoramento? :mrgreen:

 

Sim, e é a "jogar em casa", na ESGHT, e para o meu curso.

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Bem, por exclusão de partes, Doutoramento? :mrgreen:Sim, e é a "jogar em casa", na ESGHT, e para o meu curso.

 

Sim, ao primeiro e segundo ano.

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Muito fixe ;) mas costumas dar aulas com frequência, ou foi ocasional?

 

Com alguma frequência, curiosamente, na UAlg, ainda não dei nenhuma à licenciatura.

Editado por Vaart

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Guest trz

Não sabia que davas aulas, Vaart. Em que doutoramento?

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Não sabia que davas aulas, Vaart. Em que doutoramento?

 

Não dou aulas, no sentido de ser professor a tempo integral ou parcial, sou convidado para dar algumas aulas sobre temas específicos. Neste caso, vou dar uma ao primeiro e segundo anos de doutoramento sobre as normas do manual da APA.

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Qual é o limite de páginas que pode ser impresso de um livro até ser crime? Como quem diz, a partir de quantas páginas é que a mulherzinha de repografia vai reclamar que não pode fotocopiar mais?

Obrigado :happy:

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http://www.e-funding.eu/project/141015622109

 

Salvar a Real República Rapotaxo

 

BEM VINDOS À REAL REPUBLICA DO RAPÓ-TÁXO

 

A palavra República é usada para designar um tipode casas de estudantes muito típicas de Coimbra. “República” é símbolo deliberdade e igualdade e os estudantes nestas casas possuem liberdadeextraordinária, onde pessoas de diferentes ideologias e mentalidades convivementre as mesmas paredes e tratam-se com igualdade. Este tipo de convivênciacomunitária cria um ambiente e uma ligação muito familiar entre todos osmembros da casa, inclusive entre os antigos residentes da mesma, ondeexperiências de vida são passadas de gerações em gerações. Todos os residentespartilham as responsabilidades necessárias para que a casa permaneça funcional,apesar de haver hierarquia de estatutos todos têm a mesma importância e existerespeito mútuo entre todos. A vivência neste tipo de casas estimula umaaprendizagem sobre a vida em comunidade e respeito pelas diferenças dos outros,visto que na mesma casa encontram-se pessoas com diferentes visões da vida.Estimula também a aprendizagem das responsabilidades de tomar conta de umacasa, devido ao facto de todas as tarefas serem partilhadas por todos, desdepagar as contas até fazer obras de manutenção da mesma. As “repúblicas” são umlocal rico em aprendizagens sobre a vida, algo que não é aprendido nos livros eé cada vez menos valorizado. As repúblicas de Coimbra constituem, portanto,espaços ímpares em Portugal e até no contexto internacional, nas suas vertentessociológicas, cultural, académica e humanitária.

 

A cidade de Coimbra está intimamente ligada aosestudantes e à Universidade, e consequentemente ligada às Repúblicas. Estefenómeno tem a sua origem com o estabelecimento da Universidade em Coimbra em1290, tendo havido a necessidade de alojar os estudantes. Para resolver talproblema o Rei D.Dinis em 1309 redige a ChartaMagna Privilegiorum, documento que deu o início às casas comunitárias,sendo que os Reis coagiam os senhorios das casas nas redondezas da Universidadea arrendá-las ou fornece-las aos estudantes.

 

A 30 de Maio de 1834, Joaquim António de Aguiar,político português do tempo da Monarquia Constitucional, decreta uma nova leique leva à extinção de congregações religiosas e comunitárias, criando umobstáculo à subsistência das Repúblicas de Coimbra que possuíam (e aindapossuem nos dias de hoje) uma ideologia fortemente comunitária. No entanto, as“repúblicas” sempre possuíram uma enorme veia de resiliência que permitiu queestas superassem o problema. Associando o espírito académico aos ventos doLiberalismo, não só superaram o problema, como se desenvolveram ainda mais“repúblicas”, as quais aderiram a uma nova era de liberalismo de ideais e deestatutos, de uma vivência ainda mais comunitária livre de pré-conceitospolíticos ou sociais, que permitiu uma comunidade ainda mais unida e mais rica.

 

A palavra “República” surge então pela primeira vezno Séc. XIX após esta revolução liberal, em que os estudantes mais uma vezrepresentavam as ideias novas, a irreverência e a oposição defendendo aRepública como sistema ideal que antecipavam nas suas próprias casas, com ritose práticas democráticas. Esses ideais, perigosos e ameaçadores para a monarquiavigente, haveriam de ser contidos pelo regime, que levaria ao paradoxo de “RealRepública”. Este intencional paradoxo significa que no seu seio, magro masgeneroso, se abrigam todas as ideologias, por muito opostas que sejam.

 

Supõe-se que já tenham existido mais de uma centenade Repúblicas Universitárias, a maioria delas extintas por variadas razões. Atualmenteexistem apenas vinte e cinco “repúblicas”, e continuam a extinguir-se! O nossoprojeto baseia-se em não permitir que as duas Repúblicas onde residimos não seextingam também, esta parte tão importante da história cultural e social deCoimbra não se pode perder. Ajudem-nos a não permitir que isso aconteça!

 

Até 2011 as Repúblicas encontravam-se protegidas pela Lei nº 2/82 de 15 de Janeiro. Em 2012 a Nova Lei do Arrendamento entrou em vigor e retirou todas e quaisquer exceções à lei anterior, sendo que desde então os imóveis onde as Repúblicas residem sofreram uma atualização de rendas que as tornou insuportáveis para os estudantes, e uma atualização do seu valor patrimonial que tornou insustentável para nós a sua compra.

 

Após a nova lei ter entrado em vigor, tanto a Real República da Rápo-Táxo como a República dos Fantasmas entraram em negociações com a Senhoria de modo a conseguir um valor de compra da casa justo, tendo em consideração que nos encontramos na posse deste imóvel há 45 anos e que todas as obras de manutenção e restruturação da mesma foram realizadas pelos residentes da casa.

 

Agosto de 2014, mais um verão de trabalho sazonalpara a maioria dos residentes das casas. Quase tradição da mesma, todos osverões a maioria ausenta-se para trabalhar de modo a conseguirem sustentar maisum ano de propinas e contas da casa. Este tipo de casas sempre conseguiramproporcionar aos estudantes um alojamento a baixo custo que permite a estudantesmais financeiramente carenciados ter a possibilidade de poder terminar os seuscursos, algo que tem sido cada vez mais difícil para muitos. A importância das“repúblicas” para muitos estudantes carenciados é incalculável.

 

Ao regressarmos a casa apósmais um verão, deparamo-nos com a desagradável surpresa de termos ambas asRepúblicas vizinhas à venda na REMAX! Não recebemos qualquer aviso ounotificação formal do sucedido por parte dos senhorios, que pretendem fazerdinheiro com o seu terreno e descartar uma parte tão importante de Coimbra! AsRepúblicas tiveram muitos obstáculos para sobreviver ao longo dos séculos, emais uma vez encontramo-nos com um obstáculo a superar e não nos vamos render!Pretendemos portanto obter o imóvel para a Real República Rápó-Táxo e para aReal República dos Fantasmas para que estas possam eternamente manter a suafunção histórica, social e cultural!

 

As “repúblicas” possuem uma componente social ecultural muito ativa na sociedade, começando pela arte cravada nas paredes dasnossas casas e acabando nas atividades culturais que proporcionamos para acomunidade interessada, com entrada livre. Nas paredes das “repúblicas”encontra-se todo o tipo de artefactos artísticos que marcam a história quepelas casas passou. Pinturas, esculturas em variados tipos de materiais,troféus, Decretus feitos pelosresidentes das casas (oferenda que os atuais residentes da casa proporcionam àcasa e aos antigos da mesma, ao festejar anualmente o “Centenário da República”– visto que um ano a viver numa “república” equivale a cem anos de vivências),oferendas de pessoas que pelas casas passaram como forma de agradecimento, detudo um pouco se pode encontrar nestas paredes. Paredes que não podemospermitir que sejam destruídas, pois tamanha seria a perda artística ehistórica. Paredes que serão efetivamente destruídas caso a casa seja vendida,visto que os interessados em adquirir este terreno pretendem reconstruir a casae fazer da mesma um negócio rentável.

 

Uma das ideologias deste tipo de casa sempre foi a“porta aberta” para a sociedade, onde nos encontramos 24h por dia, 7 dias porsemana disponíveis a receber qualquer tipo de pessoa de qualquer tipo denacionalidade a visitar a nossa humilde casa e partilhar um pouco a nossa vivênciafamiliar. Inclusive alojamos várias vezes turistas estrangeiros que noscontactam a comunicar que pretendem conhecer um pouco as “repúblicas” e acidade em si. Quem à nossa porta bater, não fica sem dormir e sem comer. Hásempre um cantinho para mais um, nem que seja no sofá ou no chão, e há sempremais um prato e mais um pão. Antigamente as nossas “repúblicas” mantinham deforma literal a porta sempre aberta para que qualquer pessoa se sentisseconvidada a entrar, mas infelizmente após vários assaltos fomos obrigados afechar a porta por mera precaução. No entanto abrimos a porta e convidamos aentrar quem na campainha tocar!

 

“ Uma republica não era só de quem lá habitava; era mais ou menos de todose a toda a hora, pelo que, nunca se fechava de dia ou de noite; nem lá dentro,as portas dos quartos, os baús ou mealheiros, se os havia,

 

Chamavam ou batiam à porta:

 

- Entre, quem é?!...

 

E, se estavam á mesa, o cumprimento era:

 

-Sente-se e coma…” in, Illo Tempore

 

“Desta forma, fiqueipensando em como conseguiria passar o que senti enquanto caminhava por entre osquartos e áreas comuns. A impressão era de que as paredes falavam - tenhocerteza. Não só as paredes, tudo tinha vida. Em cada objeto, quina de mesa oudesenho, um pedaço de alguém. (…) O clima familiar impera. A cumplicidade e osenso de comunidade inspiram.” Sofia Amundsen, 2013

 

Podemos concluir quepor muito que se escreva será impossível retratar o que uma “república”realmente é, e como tal, convidamos todas as pessoas que estiverem interessadas emconhecer melhor as “repúblicas” em questão a entrarem em contacto connosco parao 239 044560 (Rápó-Táxo) ou a deslocarem-se às mesma no Bairro Sousa Pintonº13 (Rápó-Táxo) e simplesmente tocarem à campainha! Teremos todo o gosto emreceber-vos e dar-vos a conhecer a nossa humilde casa!

 

(como podem ver o texto já vem "desformatado" do site do início do post, mas lê-se razoavelmente bem)

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Frequência de Psicologia Cultural amanhã, que medo, e os meus colegas parecem saber tanto quanto eu, ou seja muito pouco :lol:

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Falamos da Ciência, Cultura, o que as difere, analisamos textos de Jerome Bruner, etc

Editado por LgD

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Guest trz

Deve ser um pouco parecido com sociologia.

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no Porto qual é o melhor sitio para se licenciar em História? Faculdade de Letras?

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Isto de não fazer nada no Secundário e estar numa das melhores faculdades de Economia do país :lol:

Ainda não me habituei ao ritmo de estudo disto, vai ser complicado vai

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Aqui alguém anda/andou na FLUL?

 

Eu :wink:

Editado por Aquele

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no Porto qual é o melhor sitio para se licenciar em História? Faculdade de Letras?

Nem sei se há mais cursos de história por aqui, para ser sincero :lol:

 

Mas sim, imagino que seja

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Qual é o limite de páginas que pode ser impresso de um livro até ser crime? Como quem diz, a partir de quantas páginas é que a mulherzinha de repografia vai reclamar que não pode fotocopiar mais?

Obrigado :happy:

 

Se não me engano 30.

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Eu :wink:

Ah ok. Andas em que curso? Eu estou no 1º ano de História, entrei este ano.

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Nem sei se há mais cursos de história por aqui, para ser sincero :lol:

 

Mas sim, imagino que seja

 

:mrgreen: e com esse curso dá para dar aulas?

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Já alguém encomendou pela net livros do site da Livraria Gulbenkian (montra Gulbenkian) ?

 

Quanto tempo é que demora a vir mais ou menos ?

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uma dúvida pessoal: soube agora que tinha direito a bolsa, agora tenho de fazer mais alguma coisa em relação a isso ou como é que o dinheiro começa a entrar?

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