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Peplin

Exclusão social é um dos factores que explicam crimes de minorias étnicas

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A sério que me faz confusão continuarem a falar do Rendimento Social de Inserção como se fosse uma prestação social que permite às pessoas viverem tranquilamente à conta. Deve ser dos assuntos mais recorrentes em matéria social aqui no CMPT, mas devo relembrar que os valores máximos do RSI são estes:

 

- Titular: 178,15 €

- Por cada indivíduo maior: 89,07 €

- Por cada indivíduo menor: 53,44 €

 

Uma agregado familiar composto por 2 adultos e 2 menores recebe, portanto, 374,04 €. Mesmo que se junte os abonos de família e supondo que os menores têm mais de 3 anos, estamos a falar de 444,42 €. Acham que se vive minimamente bem com 445 € para 4 pessoas?

 

Para além disso, algumas estatísticas interessantes sobre o RSI:

 

- Cerca de 20 % dos beneficiários têm rendimentos de trabalho ou pensões.

- Entre 35 e 40 % dos beneficiários têm menos de 18 anos.

- Menos de 5 % dos beneficiários são de etnia cigana.

- O valor médio do RSI é de 88 euros mensais por beneficiário ou 243 euros por agregado familiar.

 

Por último, algumas palavra do Carlos Farinha Rodrigues sobre esta prestação social: http://www.esquerda.net/artigo/rsi-estamos-deixar-milhares-de-portugueses-ao-abandono/27030

 

A sério que me faz confusão as pessoas falarem do RSI como se fosse a única fonte de rendimento que uma pessoa pode ter. O RSI é "uma medida de protecção social criada para apoiar as pessoas ou famílias que se encontrem em situação de grave carência económica e em risco de exclusão social". Como se pode ver pela definição presente no site da SS, é uma medida de apoio que infelizmente não é da magnitude que desejariamos. Para quem pense que o RSI não é suficiente, a solução passa como para qualquer outra pessoa por arranjar emprego. A razão é totalmente perdida quando se envereda pelo crime alegando exclusão social ou que o subsidio atribuído para tentar combater essa mesma exclusão não lhe é suficiente para uma vida digna.

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Essas estatísticas são de onde?

 

Retirei de notícias, mas suponho que no site da Segurança Social tenhas acesso a esses dados.

 

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3450884&page=-1

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/mais-de-38-mil-beneficiarios-do-rendimento-social-de-insercao-sao-trabalhadores-1403987

http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1173989

 

Os dados são de 2009, portanto os números são diferentes, mas as percentagens devem andar à volta do mesmo.

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A sério que me faz confusão as pessoas falarem do RSI como se fosse a única fonte de rendimento que uma pessoa pode ter. O RSI é "uma medida de protecção social criada para apoiar as pessoas ou famílias que se encontrem em situação de grave carência económica e em risco de exclusão social". Como se pode ver pela definição presente no site da SS, é uma medida de apoio que infelizmente não é da magnitude que desejariamos. Para quem pense que o RSI não é suficiente, a solução passa como para qualquer outra pessoa por arranjar emprego. A razão é totalmente perdida quando se envereda pelo crime alegando exclusão social ou que o subsidio atribuído para tentar combater essa mesma exclusão não lhe é suficiente para uma vida digna.

 

E as pessoas que não conseguem arranjar emprego? O que não falta são casos de pessoas desempregadas há mais de 2, 3 ou 4 anos. Essas pessoas acabarão por cair numa espiral de pobreza da qual dificilmente sairão.

 

Como é óbvio, eu não defendo a subsídio-dependência no RSI (nem em qualquer outra prestação social). Defendo é que, quem beneficia dela, consiga ter uma vida digna enquanto não tem hipóteses de ter um meio de subsistência próprio. Isso não acontece. Quem tem necessidade de recorrer ao RSI, não consegue ter uma vida minimamente digna através dessa prestação social.

 

Daí que me faça confusão falarem desta prestação social como se fosse alguma fortuna que o Estado tem a graciosidade de oferecer a pessoas que não querem fazer nenhum da vida e encostam-se ao bem bom dos 180 €/mês para terem uma vida repleta de luxos e mordomias.

Editado por Peplin

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Eu acho o oposto, os crimes de minorias étnicas é um dos factores que explicam a exclusão social.

 

 

Concordo a 100% com a segunda frase.

 

A minha resposta para o segundo parágrafo é pouco dinheiro e pouco cérebro, sendo que nenhuma delas é desculpa. A criminalidade segundo dados oficiais tem diminuindo, o desemprego tem aumentado, penso que diz tudo.

 

 

Os rendimentos sociais de inserção apenas servem para eles receberem o dinheiro e não fazerem nada por merecem-no.

Para mim não é por o individuo X ser cigano que vai cometer crimes na vida, nem porque o individuo Y ser caucasiano nunca vai cometer crimes na vida, isto tem haver com a educação que as pessoas dão às crianças.

Agora que é certo que a maior parte dos membros das minorias étnicas não se comportam tal e qual como os caucasianos.

Em todo o sitio há bons e maus, o problema é onde há mais maus e onde há mais bons ...

 

Esta tipologia de pensamento no meu tempo tinha um nome muito claro e sintético.

 

Já agora, porque vem a talho de foice, 4tires, conheço muitos indivíduos provenientes das nossas ex-colónias e alguns ciganos que tratam bem melhor a língua portuguesa do que tu. Até aleija os olhos... Vê lá se tratas disso porque se o teu sustento depender da forma como escreves não tarda nada estás a recorrer à Segurança Social para te ser atribuído o RSI.

 

 

Do ponto de vista populista (e evitando conversas de "racismo") é revoltante para muita gente que exista um incentivo económico, o Rendimento de Inserção Social, que tem como objetivo "incentivar" as ditas minorias étnicas a integrarem-se socialmente, sendo que esta notícia vem a confirmar o não funcionamento dessa medida - o que vem a dificultar essa tarefa de procurar por medidas funcionais.

 

Falso. E perigoso.

 

A sério que me faz confusão as pessoas falarem do RSI como se fosse a única fonte de rendimento que uma pessoa pode ter. O RSI é "uma medida de protecção social criada para apoiar as pessoas ou famílias que se encontrem em situação de grave carência económica e em risco de exclusão social". Como se pode ver pela definição presente no site da SS, é uma medida de apoio que infelizmente não é da magnitude que desejariamos. Para quem pense que o RSI não é suficiente, a solução passa como para qualquer outra pessoa por arranjar emprego. A razão é totalmente perdida quando se envereda pelo crime alegando exclusão social ou que o subsidio atribuído para tentar combater essa mesma exclusão não lhe é suficiente para uma vida digna.

 

Com um milhão de desempregados no país e essa é a solução que se apresenta para combater os fenómenos da pobreza e da exclusão. Vão trabalhar! É de génio...:roll:

 

 

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E as pessoas que não conseguem arranjar emprego? O que não falta são casos de pessoas desempregadas há mais de 2, 3 ou 4 anos. Essas pessoas acabarão por cair numa espiral de pobreza da qual dificilmente sairão.

 

Como é óbvio, eu não defendo a subsídio-dependência no RSI (nem em qualquer outra prestação social). Defendo é que, quem beneficia dela, consiga ter uma vida digna enquanto não tem hipóteses de ter um meio de subsistência próprio. Isso não acontece. Quem tem necessidade de recorrer ao RSI, não consegue ter uma vida minimamente digna através dessa prestação social.

 

Daí que me faça confusão falarem desta prestação social como se fosse alguma fortuna que o Estado tem a graciosidade de oferecer a pessoas que não querem fazer nenhum da vida e encostam-se ao bem bom dos 180 €/mês para terem uma vida repleta de luxos e mordomias.

 

A primeira frase só me dá razão, o desemprego ou falta de condições sócio-económicas não pode nunca ser apontado como uma desculpa. Mais do que me custar viver numa sociedade com a taxa de desemprego que temos custa-me muito mais viver numa sociedade em que pessoas ocupam estudos de doutoramento em tentarem justificar a criminalidade com exclusões sociais, preferências de juízes, advogados oficiosos e tudo o mais sem se perceber o fundamental, há pessoas boas e pessoas más. A racionalidade das pessoas não é um dado adquirido.

 

E como é que se sentem as pessoas com dificuldades físicas que lhes impede terem um emprego digno e são constantemente descriminadas pela sociedade? E a outra percentagem de desempregados que vivem com 400€ e 500€, pessoas que se for preciso há 15 anos recebiam mais do que agora, pessoas da antiga classe média? Refugiam-se no crime? Por favor. Vergonha desta sociedade, e desta malta esquerdista que no país no estado em que o nosso está não tem mais nada para fazer do que justificar (quer dizer nem isso porque afinal não havia dados) a criminalidade causada por minorias étnicas. A comunidade muçulmana não é também ela uma minoria étnica no nosso país? Então por que é que não foi referida? Enfim, bom estudo para os papalvos de esquerda virem comentar, sem qualquer solução apresentada pelo meio. Não é surpreendente, se houvesse uma real oposição e liderança na esquerda o país não tinha chegado onde chegou.

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Com um milhão de desempregados no país e essa é a solução que se apresenta para combater os fenómenos da pobreza e da exclusão. Vão trabalhar! É de génio...:roll:

 

Claro que não, a solução passa por meter quem desconta já mais de metade dos seus rendimentos a descontar ainda mais para ajudar o refugo que um país aceitou e a quem não deu o mínimo de oportunidades a nível de educação e profissionais para terem uma vida digna. Não vão eles ficar chateados e decidirem entrar no crime.

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Peplin só te quero dizer que a minha mãe viu pessoas a levantarem cheques do RSI no valor de 2mil e tal euros

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Peplin só te quero dizer que a minha mãe viu pessoas a levantarem cheques do RSI no valor de 2mil e tal euros

 

Famílias numerosas...

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A primeira frase só me dá razão, o desemprego ou falta de condições sócio-económicas não pode nunca ser apontado como uma desculpa. Mais do que me custar viver numa sociedade com a taxa de desemprego que temos custa-me muito mais viver numa sociedade em que pessoas ocupam estudos de doutoramento em tentarem justificar a criminalidade com exclusões sociais, preferências de juízes, advogados oficiosos e tudo o mais sem se perceber o fundamental, há pessoas boas e pessoas más. A racionalidade das pessoas não é um dado adquirido.

 

E como é que se sentem as pessoas com dificuldades físicas que lhes impede terem um emprego digno e são constantemente descriminadas pela sociedade? E a outra percentagem de desempregados que vivem com 400€ e 500€, pessoas que se for preciso há 15 anos recebiam mais do que agora, pessoas da antiga classe média? Refugiam-se no crime? Por favor. Vergonha desta sociedade, e desta malta esquerdista que no país no estado em que o nosso está não tem mais nada para fazer do que justificar (quer dizer nem isso porque afinal não havia dados) a criminalidade causada por minorias étnicas. A comunidade muçulmana não é também ela uma minoria étnica no nosso país? Então por que é que não foi referida? Enfim, bom estudo para os papalvos de esquerda virem comentar, sem qualquer solução apresentada pelo meio. Não é surpreendente, se houvesse uma real oposição e liderança na esquerda o país não tinha chegado onde chegou.

 

 

Claro que não, a solução passa por meter quem desconta já mais de metade dos seus rendimentos a descontar ainda mais para ajudar o refugo que um país aceitou e a quem não deu o mínimo de oportunidades a nível de educação e profissionais para terem uma vida digna. Não vão eles ficar chateados e decidirem entrar no crime.

 

 

http://www.businessinsider.com/poverty-effect-on-intelligence-2013-8

 

Mais um estudo, mas este é uma colaboração de professores de Harvard, Princeton e da Universidade de Warwick.

 

Obrigado por teres confirmado o que eu pretendia dizer com os meus comentários.

 

Confesso que não consegui reprimir um sorriso condescendente ao ver que justificas a tua associação das minorias éticas ao "pouco cérebro" com um estudo que relaciona a pobreza com a inteligência. E até adivinho a tua auto-satisfação quando aqui escreveste os nomes de Universidades altamente conceituadas para suportar os teus argumentos...:lol: Patético!

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Obrigado por teres confirmado o que eu pretendia dizer com os meus comentários.

 

Confesso que não consegui reprimir um sorriso condescendente ao ver que justificas a tua associação das minorias éticas ao "pouco cérebro" com um estudo que relaciona a pobreza com a inteligência. E até adivinho a tua auto-satisfação quando aqui escreveste os nomes de Universidades altamente conceituadas para suportar os teus argumentos...:lol: Patético!

 

Clicaste no link sequer?

 

Qual é para ti a solução deste problema então?

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Clicaste no link sequer?

 

Qual é para ti a solução deste problema então?

 

Claro que cliquei. Se não o tivesse feito como poderia adivinhar que o link tratava sobre um estudo que avalia a correlação entre a pobreza e a inteligência? Gostei particularmente do resultado a que chegaram: uma diminuição de 13 pontos no QI. Não são 12 nem 14. Mania de terem de medir tudo... E logo eu que acho que a medição da inteligência é das coisas mais idiotas que se inventaram... Americanices...

 

Solução para que problema? Da criminalidade? E não me queres também pedir uma solução para a paz no Médio Oriente? E para a erradicação da fome e da miséria no mundo? De uma coisa tenho eu a certeza: não é com políticas que favorecem a exclusão social e a segregação que ele se resolve. Muito pelo contrário, só se agrava.

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Obrigado por teres confirmado o que eu pretendia dizer com os meus comentários.Confesso que não consegui reprimir um sorriso condescendente ao ver que justificas a tua associação das minorias éticas ao "pouco cérebro" com um estudo que relaciona a pobreza com a inteligência. E até adivinho a tua auto-satisfação quando aqui escreveste os nomes de Universidades altamente conceituadas para suportar os teus argumentos...:lol: Patético!

 

Patética é a esquerda em Portugal que também eles uma autentica minoria se pensam donos da razão (vá, faz lá mais " :laugh: ")

Aqui na Dinamarca, aliás um pais que a esquerda tanto gosta de dar como exemplo, as pessoas recebem RSI's e outras contribuições sociais de valores bastante interessantes, mas...és apanhado a cometer um crime=deportado, o teu filho está com roupa rota na escola=o teu dinheiro passa a ser gerido pelo estado (passas a receber em comida, roupa,etc); tens rendimentos de inserção mas dois plasmas em casa=acabou-se o rendimento (este rendimento é mesmo para tentares levantar a tua vida, não para ficares em casa a ver TV); etc...

 

A esquerda em Portugal continua a pensar que são todos uns desgraçados e que por existires deves ter direito e aquilo...o problema é que isso é pago à conta de quem trabalha/ou, desconta/ou por vezes quase 50% do ordenado, e que no final pode nem ter reforma. :handclap: :handclap: :handclap: (a esquerda no seu melhor)

 

Eu não li os estudos, mas de facto dar mais validade a uma opinião de um economista de esquerda que a um estudo publicado por uma parceria entre universidades conceituadas, é que é ser um autentico ridículo...continua a ver Cubavision e a ler o Avante da Coreia do Norte que vais longe...podes até chegar a presidente da câmara de Loures

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Só para dizer que a medição da inteligência é do mais biased que há e não sou eu que digo são especialistas na área da psicologia cognitiva.

 

Deixo aqui o abstract (resumo) do trabalho que mencionaram atrás, assinalando a bold alguns aspetos interessantes:

 

The poor often behave in less capable ways, which can further perpetuate poverty. We hypothesize that poverty directly impedes cognitive function and present two studies that test this hypothesis. First, we experimentally induced thoughts about finances and found that this reduces cognitive performance among poor but not in well-off participants. Second, we examined the cognitive function of farmers over the planting cycle. We found that the same farmer shows diminished cognitive performance before harvest, when poor, as compared with after harvest, when rich. This cannot be explained by differences in time available, nutrition, or work effort. Nor can it be explained with stress: Although farmers do show more stress before harvest, that does not account for diminished cognitive performance. Instead, it appears that poverty itself reduces cognitive capacity. We suggest that this is because poverty-related concerns consume mental resources, leaving less for other tasks. These data provide a previously unexamined perspective and help explain a spectrum of behaviors among the poor. We discuss some implications for poverty policy.

 

E deixo, igualmente, o artigo completo para consulta: http://www2.warwick.ac.uk/fac/soc/economics/staff/academic/mani/mani_science_976.full.pdf

 

Já agora, chamo a atenção para o campo New perspectives on policy:

 

New Perspectives on Policy

 

The data reported here suggest a different perspective on poverty: Being poor means coping not just with a shortfall of money, but also with a concurrent shortfall of cognitive resources. The poor, in this view, are less capable not because of inherent traits, but because the very context of poverty imposes load and impedes cognitive capacity.

 

The findings, in other words, are not about poor people, but about any people who find themselves poor. How large are these effects? Sleep researchers have examined the cognitive impact (on Raven’s) of losing a full night of sleep through experimental manipulations (38). In standard deviation terms, the laboratory study findings are of the same size, and the field findings are three quarters that size. Put simply, evoking financial concerns has a cognitive impact comparable with losing a full night of sleep.In addition, similar effect sizes have been observed in the performance on Raven’s matrices of chronic alcoholics versus normal adults (39) and of 60- versus 45-year-olds (40). By way of calibration, according to a common approximation used by intelligence researchers, with a mean of 100 and a standard deviation of 15 the effects we observed correspond to ~13 IQ points. These sizable magnitudes suggest the cognitive impact of poverty could have large real consequences. This perspective has important policy implications.

 

First, policy-makers should beware of imposing cognitive taxes on the poor just as they avoid monetary taxes on the poor. Filling out long forms, preparing for a lengthy interview, deciphering new rules, or responding to complex incentives all consume cognitive resources. Policy-makers rarely recognize these cognitive taxes; yet, our results suggest that they should focus on reducing them (11). Simple interventions (41) such as smart defaults (42), help filling forms out (43), planning prompts (44), or even reminders (45) may be particularly helpful to the poor. Policy-makers should further recognize and respond to natural variation in the same person’s cognitive capacity. Many programs that impose cognitive demand on farmers, for example, from HIV education to agricultural extension services (which provide farmers with information about new seeds, pesticides, and

agricultural practices) should be carefully timed. At the very least, as our results suggest, they should be synchronized with the harvest cycle, with greater cognitive capacity available post-harvest. One recent study illustrated this with fertilizer. Farmers made higher-return investments when the decision was made right after harvest as compared with later in the season (46). The data suggest a rarely considered benefit to policies that reduce economic volatility: They are not merely contributing to economic stability—they are actually enabling greater cognitive resources.

Editado por Vaart

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Solução para que problema? Da criminalidade? E não me queres também pedir uma solução para a paz no Médio Oriente? E para a erradicação da fome e da miséria no mundo? De uma coisa tenho eu a certeza: não é com políticas que favorecem a exclusão social e a segregação que ele se resolve. Muito pelo contrário, só se agrava.

 

Bem me pareceu. Falar de fora é fácil, mas quando não há dinheiro é um bocado difícil pagar tudo.

 

 

Patética é a esquerda em Portugal que também eles uma autentica minoria se pensam donos da razão (vá, faz lá mais " :laugh: ")

Aqui na Dinamarca, aliás um pais que a esquerda tanto gosta de dar como exemplo, as pessoas recebem RSI's e outras contribuições sociais de valores bastante interessantes, mas...és apanhado a cometer um crime=deportado, o teu filho está com roupa rota na escola=o teu dinheiro passa a ser gerido pelo estado (passas a receber em comida, roupa,etc); tens rendimentos de inserção mas dois plasmas em casa=acabou-se o rendimento (este rendimento é mesmo para tentares levantar a tua vida, não para ficares em casa a ver TV); etc...

 

A esquerda em Portugal continua a pensar que são todos uns desgraçados e que por existires deves ter direito e aquilo...o problema é que isso é pago à conta de quem trabalha/ou, desconta/ou por vezes quase 50% do ordenado, e que no final pode nem ter reforma. :handclap: :handclap: :handclap: (a esquerda no seu melhor)

 

Eu não li os estudos, mas de facto dar mais validade a uma opinião de um economista de esquerda que a um estudo publicado por uma parceria entre universidades conceituadas, é que é ser um autentico ridículo...continua a ver Cubavision e a ler o Avante da Coreia do Norte que vais longe...podes até chegar a presidente da câmara de Loures

 

Ai deportam? Que animais racistas, xenófobos, e discriminadores!!

 

É isso, a malta quer que quem precise receba um RSI condigno, esquece-se é que esse mesmo rendimento é pago por todos nós, a pessoas que não têm o mínimo incentivo na vida. Já fiz os Censos num bairro social e sei bem o que é que a casa gasta, grande parte deles vive melhor que os coitados que ficaram sem emprego da suposta classe média. Portugal é um país de brandos costumes, aceita qualquer refugo de outros países, não há o mínimo de controlo como numa Inglaterra por exemplo, já nem falo da Austrália, um par de anos depois a viver em casas por turnos com mais 30 pessoas a malta naturaliza-se e depois anda o coitado do típico português a pagar o sustento desta malta mais as megalomanias de quem o governa. Mas se se fala no tema vem logo o racismo à baila, já dizia Aristóteles, "A verdadeira igualdade consiste em tratar-se igualmente os iguais e desigualmente os desiguais a medida em que se desigualem".

 

Em qualquer sociedade desenvolvida alguém que esteja a ser ajudado pelo Estado e se arme em campeão é posto a andar ou fica sem o subsídio, aqui a malta chega ao cúmulo de justificar actos criminosos desta gente por não receberem um rendimento digno :lol:

Editado por Jari-Matti

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Eu não li os estudos, mas de facto dar mais validade a uma opinião de um economista de esquerda que a um estudo publicado por uma parceria entre universidades conceituadas, é que é ser um autentico ridículo...continua a ver Cubavision e a ler o Avante da Coreia do Norte que vais longe...podes até chegar a presidente da câmara de Loures

 

A questão não é a fonte do estudo, é o facto de o estudo tentar provar algo que toda a gente sabe que é verdade: entre as camadas mais pobres da população existe quem seja menos inligente. O que é pena é que não tenham aprofundado o estudo até às causas dessa conclusão. Será que são os "stresses" mentais dos "pobres", essa raça contagiosa, a provocar a sua "falta de inteligência"? Ou serão a falta de oportunidades e o abandono escolar precoce a que são obrigados em comparação com os outros que vão para universidades "estimular" os cérebros, as razões para que não atinjam maiores graus de sapiência e desenvolvimento mental? Não será a falta de escolaridade um factor a ter em conta na hora de determinar o grau de alfabetização de uma população?

 

Portanto tu, que defendes o estudo por ser de "universidades conceituadas" (e tinha muita coisa para dizer por quem aceita algo só pela sua origem, algumas não seriam agradáveis), acreditas que é a pobreza que faz das pessoas menos inteligentes. A falta de dinheiro faz com que as pessoas percam inteligência? Se agora perdesses tudo, perdias capacidades mentais por teres de te preocupar em arranjar dinheiro para o próximo mês? Como é que explicas que alguns dos maiores génios da Humanidade fossem pobres ao ponto de não terem onde cair mortos?

 

Há algum estudo "conceituado" que possas utilizar para me responder?

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Se agora perdesses tudo, perdias capacidades mentais por teres de te preocupar em arranjar dinheiro para o próximo mês?

 

Segundo o estudo, sim.

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Este senhor também é um dos psicólogos mais relevantes do século XX, andou por Berkeley e Columbia e não é por isso que deixa de ser um escroque racista: http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Jensen

 

Em relação à Dinamarca, realmente é um excelente país para servir de exemplo no que diz respeito a subsídios: http://www.nytimes.com/2013/04/21/world/europe/danes-rethink-a-welfare-state-ample-to-a-fault.html

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A questão não é a fonte do estudo, é o facto de o estudo tentar provar algo que toda a gente sabe que é verdade: entre as camadas mais pobres da população existe quem seja menos inligente. O que é pena é que não tenham aprofundado o estudo até às causas dessa conclusão. Será que são os "stresses" mentais dos "pobres", essa raça contagiosa, a provocar a sua "falta de inteligência"? Ou serão a falta de oportunidades e o abandono escolar precoce a que são obrigados em comparação com os outros que vão para universidades "estimular" os cérebros, as razões para que não atinjam maiores graus de sapiência e desenvolvimento mental? Não será a falta de escolaridade um factor a ter em conta na hora de determinar o grau de alfabetização de uma população?

 

Portanto tu, que defendes o estudo por ser de "universidades conceituadas" (e tinha muita coisa para dizer por quem aceita algo só pela sua origem, algumas não seriam agradáveis), acreditas que é a pobreza que faz das pessoas menos inteligentes. A falta de dinheiro faz com que as pessoas percam inteligência? Se agora perdesses tudo, perdias capacidades mentais por teres de te preocupar em arranjar dinheiro para o próximo mês? Como é que explicas que alguns dos maiores génios da Humanidade fossem pobres ao ponto de não terem onde cair mortos?

 

Há algum estudo "conceituado" que possas utilizar para me responder?

 

Onde é que eu estou a dizer o que está em bold?

O que disse é que é estupido dizer que alguem está a ser ridiculo a mencionar um estudo de uma universidade conceituada (a origem é tão importante como o conhecimento que a população em geral tem dela, se é que me entendes), quando se baseia na opinião de um economista.

 

Como digo logo no inicio da frase que fizeste quote "não li o estudo", logo não disse em lado nenhum que concordava

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Segundo o estudo, sim.

Capacidades mentais ou disponibilidade mental?

 

Mas enfim, nunca vi a inteligência ser usada como argumento, só como desculpa.

 

 

EDIT: E um estudo científico não é um artigo de opinião (ou não deveria ser) não se concorda ou discorda, ou se aceita as conclusões lógicas ou refuta-se.

Editado por whatever

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Capacidades mentais ou disponibilidade mental?

 

Mas enfim, nunca vi a inteligência ser usada como argumento, só como desculpa.

 

 

EDIT: E um estudo científico não é um artigo de opinião (ou não deveria ser) não se concorda ou discorda, ou se aceita as conclusões lógicas ou refuta-se.

 

"The daily pressures and stresses of poverty take up so much mental energy that it reduces cognitive function." logo na primeira frase, interpreto como perda de capacidades mentais.

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