Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Por isso é que escrevi "muito menos". E esse meu conterrâneo deixou de contar na minha lista de pessoas com moral para falar quando na altura da revisão dos escalões do IRS, fez aquela peça a dizer que quem ganha 6.000€ por ano "não é rico, é classe média".

 

e já agora, depois de ler o post do perep 3 vezes fiquei sem vontade de dizer mais nada...

 

 

os partidos que por cá temos, de ponta a ponta, lidam mal com a democracia e acham que quando as decisões não são a seu favor é porque não são democráticas.

 

E porque é que escreveste estão certas?

O homem não nem moral nenhuma para falar de nada, mas quando é o próprio a admitir que os pafianos martelaram as contas...

E queres com certeza dizer 6.000€ ao mês.

 

Não desmentindo, exemplos à esquerda?

Compartilhar este post


Link para o post

E porque é que escreveste estão certas?

lapsus linguae. devia ter escrito "mais" certas, como escrevi "menos" marteladas na mesma frase.

 

 

E queres com certeza dizer 6.000€ ao mês.

sim, por mês :mrgreen: ele até falava em 80.000 por ano.

Compartilhar este post


Link para o post
Pacheco Pereira: “Cavaco fez uma declaração de guerra a 2 milhões e 700 mil portugueses”

 

Como é que vê a intervenção do Presidente da República (PR), que indigitou Pedro Passos Coelho e criticou a alternativa "inconsistente" da esquerda?

 

Acho absolutamente normal a decisão de indigitar Passos Coelho. Sempre o defendi. O que acho muito preocupante é tudo o resto que ele disse na sua intervenção. Está no limite do Constitucional e, portanto, no limite do legal. O que o PR fez foi dizer que uma parte importante dos portugueses não pode ter acesso ao poder político. Exclui partidos do livre jogo democrático. Ao fazer isso, só havia um passo seguinte a dar: ilegalizá-los, que no fundo é o conteúdo latente da intervenção do PR. Ou seja: esses partidos são menores, esses partidos não têm os mesmos direitos que os outros.

 

E que efeitos teve essa mensagem?

 

Isso teve, obviamente, um efeito contraproducente para as intenções do PR. Tornou praticamente impossível que os deputados do PS não apoiem a posição da direcção, gerou uma enorme indignação no PS, no BE e no PCP que torna mais fácil qualquer entendimento.

 

Ele fez uma declaração de guerra a 2 milhões e 700 mil portugueses que não votaram na coligação. Pior ainda: apesar de não o dizer com clareza, sugeriu que era impossível dar posse a um governo de esquerda. E ao fazer essa sugestão tem como implícito que deixará Passos Coelho num governo de gestão até poder haver eleições.

 

Que consequências resultam dessa decisão?

 

É uma solução completamente inaceitável, significa que tudo aquilo que corra mal na economia portuguesa devido à instabilidade passou a ser responsabilidade do PR e de Passos Coelho, caso ele aceite este tipo de posição. Porque a Assembleia da República (AR) tem legitimidade e isso significa que a AR, se por qualquer motivo impedir que haja um governo PSD/CDS, termina com a legitimidade que vem das eleições. O Governo não tem legitimidade para obrigar os outros partidos a votar nele. A partir do momento em que a Assembleia, através de uma moção, recuse esse governo, temos um conflito de legitimidades: a da Assembleia 'versus' a posição do PR e do Governo. E isso dá origem a uma enorme quantidade de conflitos.

 

E o que acontece a seguir?

 

O Governo está em gestão, ou seja, não pode tomar nenhuma decisão de fundo - e há várias decisões que têm que ser tomadas, até ao final do ano, por exemplo. O PR esqueceu-se que, se o Governo está em gestão, a Assembleia não está porque pode votar legislação.

 

Como é que ele vai fazer? Mete a legislação na gaveta? Manda para o Tribunal Constitucional? Atrasa a sua promulgação? Isso é quase que equivalente a um abuso e uma usurpação de poder.

 

Se o PR for coerente com as suas palavras, mantém Passos Coelho em gestão e não dá posse a um governo de esquerda. Ele não o diz com clareza, mas foi tão agressivo contra esses partidos - PS, BE e PCP - que ele próprio se limitou naquilo que pode decidir.

 

Toda esta situação é, em primeiro lugar, responsabilidade do PR. Devia ter antecipado as eleições e teria poderes que não tem hoje. Não as antecipou porque, na altura em que o podia fazer, as sondagens davam uma maioria considerável ao PS, ele quis manter o governo.

 

Estamos num enorme imbróglio, numa enorme crise, numa enorme radicalização... Ouvi hoje na rádio as opiniões dos ouvintes e eram opiniões de zanga, de fúria, de irritação. E isso é que é novo. Há uma parte importante dos portugueses que estão literalmente furiosos com o PR.

Compartilhar este post


Link para o post

"Isto é a minha nota de suícidio aos meus pais, amo-vos muito, desculpem, mas não aguento mais"

Que colhões de ferro! :prayer:

 

Como é que quase metade dos Portugueses votaram em partidos que são cúmplices desta vergonha. É obra...

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Lotterer.

"Isto é a minha nota de suícidio aos meus pais, amo-vos muito, desculpem, mas não aguento mais"

Que colhões de ferro! :prayer:

 

Como é que quase metade dos Portugueses votaram em partidos que são cúmplices desta vergonha. É obra...

 

pretendes justificar algo com isto'?

Compartilhar este post


Link para o post

Hum? Justificar o quê?

 

E corrijo não foram quase metade dos portugueses, foram quase metade dos que votaram.

Compartilhar este post


Link para o post

Eu acho tão idiota o pessoal da direita que acha uma coligação à esquerda um "golpe de estado" e "anti-democrático" como o pessoal da esquerda que acha a decisão do Cavaco "anti-democrática". Tanto uma coisa como outra, está previsto pela constituição portuguesa, os partidos, com o nº de deputados que tiverem eleitos, têm a liberdade de formarem acordos pós-eleições, e o presidente eleito pelo povo tem liberdade de indigitar quem entender.

 

... agora se o governo indigitado vai passar no parlamento isso já é outra história...

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Lotterer.

Hum? Justificar o quê?

 

E corrijo não foram quase metade dos portugueses, foram quase metade dos que votaram.

 

Não sei tu é que escreveste, pretendes justificar algo com aquilo digo eu

Compartilhar este post


Link para o post

O problema não foi a indigitação - essa acho que foi perfeitamente justificada pela falta de acordo da esquerda e pela maioria relativa da PàF - o problema foram as declarações do Cavaco Silva depois da indigitação. Um PR não pode vir para a imprensa lavar roupa suja e condenar uma ideologia em detrimento de outra. Qualquer ideologia partidária é válida, independentemente da opinião dele.

Compartilhar este post


Link para o post

Eu acho tão idiota o pessoal da direita que acha uma coligação à esquerda um "golpe de estado" e "anti-democrático" como o pessoal da esquerda que acha a decisão do Cavaco "anti-democrática". Tanto uma coisa como outra, está previsto pela constituição portuguesa, os partidos, com o nº de deputados que tiverem eleitos, têm a liberdade de formarem acordos pós-eleições, e o presidente eleito pelo povo tem liberdade de indigitar quem entender.

 

... agora se o governo indigitado vai passar no parlamento isso já é outra história...

 

Nao é a decisão que é anti-democrática, é o discurso.

Compartilhar este post


Link para o post

Não sei tu é que escreveste, pretendes justificar algo com aquilo digo eu

 

Eu não pretendo justificar nada. Só me estou a interrogar como é que quase metade dos que foram votar o fizeram em partidos que estão a ser mais do que cúmplices com este atropelar aos direitos humanos. Se foste um deles e parece-me que sim, podes ajudar a satisfazer a minha curiosidade...

Compartilhar este post


Link para o post

Eu acho tão idiota o pessoal da direita que acha uma coligação à esquerda um "golpe de estado" e "anti-democrático" como o pessoal da esquerda que acha a decisão do Cavaco "anti-democrática". Tanto uma coisa como outra, está previsto pela constituição portuguesa, os partidos, com o nº de deputados que tiverem eleitos, têm a liberdade de formarem acordos pós-eleições, e o presidente eleito pelo povo tem liberdade de indigitar quem entender.

 

... agora se o governo indigitado vai passar no parlamento isso já é outra história...

 

Para mim é uma decisão anti-democrática. Tens uma maioria que está disposta a governar e o PR não o quer permitir.

 

Não que a decisão seja anti-constitucional, mas certamente que vai contra o "espírito da constituição". A constituição diz que o PR tem de ouvir os vários partidos e nomear o PM em função dos resultados eleitorais. Se fosse para cagar de alto em maiorias parlamentares e nomear o partido do partido mais votado, de certeza que era possível escrever o artigo de outra forma...

Compartilhar este post


Link para o post

Para mim é uma decisão anti-democrática. Tens uma maioria que está disposta a governar e o PR não o quer permitir.

 

Não que a decisão seja anti-constitucional, mas certamente que vai contra o "espírito da constituição". A constituição diz que o PR tem de ouvir os vários partidos e nomear o PM em função dos resultados eleitorais. Se fosse para cagar de alto em maiorias parlamentares e nomear o partido do partido mais votado, de certeza que era possível escrever o artigo de outra forma...

Que provas tem ele de que há estabilidade? Não há acordo, não há maioria. É legítima e democrática, a decisão. O problema são as palavras.

 

 

Aviso já que vou jantar, que já sei que vamos falar um bocado :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Para mim é uma decisão anti-democrática. Tens uma maioria que está disposta a governar e o PR não o quer permitir.

 

Não que a decisão seja anti-constitucional, mas certamente que vai contra o "espírito da constituição". A constituição diz que o PR tem de ouvir os vários partidos e nomear o PM em função dos resultados eleitorais. Se fosse para cagar de alto em maiorias parlamentares e nomear o partido do partido mais votado, de certeza que era possível escrever o artigo de outra forma...

 

Podes repetir isso mil vezes que não o torna verdade.

Compartilhar este post


Link para o post

f*dasse Stout menos um bocadinho pa. Aprecio malta que participa, e debate por aqui até porque vou aprendendo e construindo melhor a minha linha de pensamento, mas fds crls me f*dam que tu abusas do teu ódio à direita.

Compartilhar este post


Link para o post

Nomearam ilegalmente um gajo do cds que já foi acusado e condenado por bullying laboral para director do departamento de Gestão e Administração do instituto de gestão financeira do Ministério da Segurança Social. Não é ilegal por causa disso, tem a ver com as aptidões escolares. Mas também não fez nada de mais, só postou as fotos e os dados pessoais de um colega num site de relacionamentos gays, para além de ter recorrido ao spray e pintado umas paredes com impropérios.

Editado por Enzo Dios Perez

Compartilhar este post


Link para o post

Que provas tem ele de que há estabilidade? Não há acordo, não há maioria. É legítima e democrática, a decisão. O problema são as palavras.

 

 

Aviso já que vou jantar, que já sei que vamos falar um bocado :mrgreen:

 

Nenhumas, mas certamente que tem indícios que é muito mais estável do que indigitar o PPC. Que sentido faz discutir ou pôr como condição a estabilidade de uma maioria de esquerda quando a alternativa é uma minoria que provavelmente não dura 2 semanas?

 

Havendo acordo ele podia fazer exactamente o mesmo discurso. Ou não?

 

Podes repetir isso mil vezes que não o torna verdade.

 

Tens razão. O que há é uma maioria que está disposta a apoiar um governo PS.

 

f*dasse Stout menos um bocadinho pa. Aprecio malta que participa, e debate por aqui até porque vou aprendendo e construindo melhor a minha linha de pensamento, mas fds crls me f*dam que tu abusas do teu ódio à direita.

 

Estás próximo de alguém com património de milhões e que apoia governos que se estão a cagar para a dignidade das pessoas? Quando tiveres, volta a apitar...

E não há ódio nenhum para quem ingenuamente vota na direita com o interesse do povo em mente, muito amor para todos eles. Agora os que não o fazem...

Compartilhar este post


Link para o post

Nenhumas, mas certamente que tem indícios que é muito mais estável do que indigitar o PPC. Que sentido faz discutir ou pôr como condição a estabilidade de uma maioria de esquerda quando a alternativa é uma minoria que provavelmente não dura 2 semanas?

Vamos ser absolutamente práticos e esta questão fica já resolvida.

 

PS, BE e PCP não têm acordo firmado. O PR precisa de um para dar poder. O próprio PS (comissão nacional) assume posições diferentes para o caso de haver e de não haver. Portanto não há acordo, neste momento.

 

PSD/CDS têm programa para apresentar (existe um acordo necessariamente). Querem governar.

 

Ouvidos todos os partidos com assento parlamentar, o Cavaco pode retirar algumas conclusões:

 

- Toda a gente quer governar;

 

- O acordo mais representado, apesar de minoritário na AR, é o da PàF.

 

Daqui ele pode optar por deixar a coisa correr ou tomar já uma decisão. A haver decisão AGORA (e eu acho que a decisão devia surgir agora, curiosamente), há um caminho definido. O Cavaco optou por esse. E é legítimo. Dados os factos de que dispões, não podes dizer que ele não tem legitimidade e argumentos para indigitar o Passos Coelho. Agora, o que é que isto faz? Força o PS, BE E PCP (concretamente os últimos) a chegar a acordo. Ou não. Mas força uma decisão. havendo decisão, se positiva, o programa do Governo PSD/CDS é chumbado e o PR volta a ter que tomar decisões.

 

Deste ponto em diante a história é outra. Já falei hoje do que pode acontecer, do que acho que devia acontecer e do que acho que vai acontecer. Mas até aqui, como é que isto não é legítimo e democrático?

 

 

Quanto ao discurso, peço-te que vás ler o meu post se não o fizeste. No plano da legitimidade não tenho absolutamente nada contra a decisão tomada. É uma decisão e ele tinha argumentos suficientes para a justificar. Quanto às palavras, tenho tudo contra.

Compartilhar este post


Link para o post
Tens razão. O que há é uma maioria que está disposta a apoiar um governo PS.

 

Portanto existe uma vontade. Eu tenho vontade de ter o saldo bancário do Bill Gates, o corpo do Ryan Gosling e a experiência sexual do Ron Jeremy. Por essa lógica de pensamento eu tenho isso tudo porque estou disposto a tê-lo.

 

Não existe acordo. O PR tem uma maioria relativa e uma minoria, qual é que achas que faz mais sentido?

 

Estás próximo de alguém com património de milhões e que apoia governos que se estão a cagar para a dignidade das pessoas? Quando tiveres, volta a apitar...

E não há ódio nenhum para quem ingenuamente vota na direita com o interesse do povo em mente, muito amor para todos eles. Agora os que não o fazem...

 

E discurso deste é que não cabe na cabeça de ninguém. Ficas indignadíssimo com a falta de democracia das declarações do PR (com razão), as declarações do deputado do CDS (com razão) e porque os deputados da coligação não aplaudiram a eleição do presidente da AR, mas depois tens o típico discurso de jotinha com uma lavagem cerebral, do "eles são todos maus e nós é que somos malta porreira".

 

Ficas indignado com a falta de democracia dos outros, mas andas a espalhá-la pelo tópico todo. Afinal em que ficamos?

Editado por _Nikon_

Compartilhar este post


Link para o post

Vamos ser absolutamente práticos e esta questão fica já resolvida.

 

PS, BE e PCP não têm acordo firmado. O PR precisa de um para dar poder. O próprio PS (comissão nacional) assume posições diferentes para o caso de haver e de não haver. Portanto não há acordo, neste momento.

 

PSD/CDS têm programa para apresentar (existe um acordo necessariamente). Querem governar.

 

Ouvidos todos os partidos com assento parlamentar, o Cavaco pode retirar algumas conclusões:

 

- Toda a gente quer governar;

 

- O acordo mais representado, apesar de minoritário na AR, é o da PàF.

 

Daqui ele pode optar por deixar a coisa correr ou tomar já uma decisão. A haver decisão AGORA (e eu acho que a decisão devia surgir agora, curiosamente), há um caminho definido. O Cavaco optou por esse. E é legítimo. Dados os factos de que dispões, não podes dizer que ele não tem legitimidade e argumentos para indigitar o Passos Coelho. Agora, o que é que isto faz? Força o PS, BE E PCP (concretamente os últimos) a chegar a acordo. Ou não. Mas força uma decisão. havendo decisão, se positiva, o programa do Governo PSD/CDS é chumbado e o PR volta a ter que tomar decisões.

 

Deste ponto em diante a história é outra. Já falei hoje do que pode acontecer, do que acho que devia acontecer e do que acho que vai acontecer. Mas até aqui, como é que isto não é legítimo e democrático?

 

 

Quanto ao discurso, peço-te que vás ler o meu post se não o fizeste. No plano da legitimidade não tenho absolutamente nada contra a decisão tomada. É uma decisão e ele tinha argumentos suficientes para a justificar. Quanto às palavras, tenho tudo contra.

 

Agora estou com pouco tempo, logo respondo melhor. Mas tenho de perguntar porque é que é preciso um acordo firmado para o PR dar poder? Está na constituição?

E o que é que tem de constar desse acordo?

Editado por Stout

Compartilhar este post


Link para o post

Agora estou com pouco tempo, logo respondo melhor. Mas tenho de perguntar porque é que é preciso um acordo firmado para o PR dar poder? Está na constituição?

E o que é que tem de constar desse acordo?

Não é preciso. Mas se não há acordo porque é que dá a alguém que tem menos votos que outro? O PS, sozinho, tem ainda menos condições para governar que a PàF. À falta de um acordo, é perfeitamente legítima a decisão de indigitar o PPC.

 

Aliás, adicionando, isso é que eu acho que não seria democrático. Ele agora indigita o Coelho e pede para formar Governo. PS, BE e PCP chegam a acordo. O PS apresenta moção de rejeição e esta é aprovada. PS, BE e PCP voltam a reunir com o PR e dizem "temos uma solução real, estável e firmada". Queres maior prova democrática?

Compartilhar este post


Link para o post

Não é preciso. Mas se não há acordo porque é que dá a alguém que tem menos votos que outro? O PS, sozinho, tem ainda menos condições para governar que a PàF. À falta de um acordo, é perfeitamente legítima a decisão de indigitar o PPC.

 

Aliás, adicionando, isso é que eu acho que não seria democrático. Ele agora indigita o Coelho e pede para formar Governo. PS, BE e PCP chegam a acordo. O PS apresenta moção de rejeição e esta é aprovada. PS, BE e PCP voltam a reunir com o PR e dizem "temos uma solução real, estável e firmada". Queres maior prova democrática?

 

Por melhor explicação que exista é tempo perdido. Não há volta a dar, para ele na PàF são todos "feios, porcos e maus" enquanto os bons estão todos do outro lado. Pode haver 99 coisas positivas em 100 na PàF mas ele pega na negativa e vai até ao fim com ela. Pode haver mil e uma soluções para o problema mas ele prefere ser o problema da solução.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...