andriy pereplyotkin Publicado 23 Outubro 2015 Por melhor explicação que exista é tempo perdido. Não há volta a dar, para ele na PàF são todos "feios, porcos e maus" enquanto os bons estão todos do outro lado. Pode haver 99 coisas positivas em 100 na PàF mas ele pega na negativa e vai até ao fim com ela. Pode haver mil e uma soluções para o problema mas ele prefere ser o problema da solução. Calma lá, eu não estou a ser apologista da PàF. Concordo com 0 do que a PàF pretende, basicamente. Sou muito favorável a um Governo de maioria de esquerda. Estou apenas a comentar a legitimidade para a decisão que o Cavaco tomou. Acho-a legítima e democrática. Tal como acho legítimo e democrático o programa ser chumbado e surgir uma melhor alternativa. E além de achar legítimo e democrático, estou também convencido de que é a melhor solução para o país :) Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 23 Outubro 2015 Eu acho tão idiota o pessoal da direita que acha uma coligação à esquerda um "golpe de estado" e "anti-democrático" como o pessoal da esquerda que acha a decisão do Cavaco "anti-democrática". Tanto uma coisa como outra, está previsto pela constituição portuguesa, os partidos, com o nº de deputados que tiverem eleitos, têm a liberdade de formarem acordos pós-eleições, e o presidente eleito pelo povo tem liberdade de indigitar quem entender. ... agora se o governo indigitado vai passar no parlamento isso já é outra história... Como já foi aqui dito uma série de vezes o problema disto está no Cavaco insistir em ser o Cavaco de sempre e não ter qualquer pejo em mostrar todo o rancor maldoso que sente em relação ao que lhe cheira a comunismo. Tivesse nascido uns anos antes e tinha estado à altura de pegar no legado do nosso estimado presidente do Conselho. O sábio discurso de ontem, aliás, só me fez lembrar outras palavras "a natureza do regime corresponde às características da índole portuguesa e aos anseios da maior parte da população"... Compartilhar este post Link para o post
treinadordebancada Publicado 23 Outubro 2015 Calma lá, eu não estou a ser apologista da PàF. Concordo com 0 do que a PàF pretende, basicamente. Sou muito favorável a um Governo de maioria de esquerda. Estou apenas a comentar a legitimidade para a decisão que o Cavaco tomou. Acho-a legítima e democrática. Tal como acho legítimo e democrático o programa ser chumbado e surgir uma melhor alternativa. E além de achar legítimo e democrático, estou também convencido de que é a melhor solução para o país :) Não o disse nem pensei que o estavas a ser. Pela votação deduzo que queiras o mesmo que ele mas és racional e tens a capacidade de analisar e admitir que o Cavaco fez o que devia ser feito, coisa difícil para muita gente por não ser isso o que desejam. Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 23 Outubro 2015 Calma lá, eu não estou a ser apologista da PàF. Concordo com 0 do que a PàF pretende, basicamente. Sou muito favorável a um Governo de maioria de esquerda. Estou apenas a comentar a legitimidade para a decisão que o Cavaco tomou. Acho-a legítima e democrática. Tal como acho legítimo e democrático o programa ser chumbado e surgir uma melhor alternativa. E além de achar legítimo e democrático, estou também convencido de que é a melhor solução para o país :) Nós (pelo menos eu) percebemos. Aliás o teu post inicial é do mais bem escrito que vi nas 500 e tal páginas deste tópico, directo e pragmático sem se deixar alterar por opiniões pessoais. Irony mode: só tenho a dizer que o post mostra que infelizmente no fundo és um cavaquista não assumido... 8-) Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 23 Outubro 2015 Há alguém mais chateado com o Cavaco do que o Stout: Mr Cavaco Silva is effectively using his office to impose a reactionary ideological agenda, in the interests of creditors and the EMU establishment, and dressing it up with remarkable Chutzpah as a defence of democracy. The Portuguese Socialists and Communists have buried the hatchet on their bitter divisions for the first time since the Carnation Revolution and the overthrow of the Salazar dictatorship in the 1970s, yet they are being denied their parliamentary prerogative to form a majority government. This is a dangerous demarche. The Portuguese conservatives and their media allies behave as if the Left has no legitimate right to take power, and must be held in check by any means. These reflexes are familiar – and chilling – to anybody familiar with 20th century Iberian history, or indeed Latin America. That it is being done in the name of the euro is entirely to be expected. http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/11949701/AEP-Eurozone-crosses-Rubicon-as-Portugals-anti-euro-Left-banned-from-power.html :medinho: Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 23 Outubro 2015 Não o disse nem pensei que o estavas a ser. Pela votação deduzo que queiras o mesmo que ele mas és racional e tens a capacidade de analisar e admitir que o Cavaco fez o que devia ser feito, coisa difícil para muita gente por não ser isso o que desejam. Ah, bom! Como me citaste e falaste um pouco da PàF quis clarificar que a minha opinião sobre a PàF não é tida nem achada na discussão que estou a ter com o Stout :mrgreen: Nós (pelo menos eu) percebemos. Aliás o teu post inicial é do mais bem escrito que vi nas 500 e tal páginas deste tópico, directo e pragmático sem se deixar alterar por opiniões pessoais. Irony mode: só tenho a dizer que o post mostra que infelizmente no fundo és um cavaquista não assumido... 8-) Eu só não sou mais Cavaco porque não sou senil! Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 23 Outubro 2015 http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/11949701/AEP-Eurozone-crosses-Rubicon-as-Portugals-anti-euro-Left-banned-from-power.html A caixa de comentários é bem mais interessante que a dos jornais portugueses. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 23 Outubro 2015 Como já foi aqui dito uma série de vezes o problema disto está no Cavaco insistir em ser o Cavaco de sempre e não ter qualquer pejo em mostrar todo o rancor maldoso que sente em relação ao que lhe cheira a comunismo. Tivesse nascido uns anos antes e tinha estado à altura de pegar no legado do nosso estimado presidente do Conselho. O sábio discurso de ontem, aliás, só me fez lembrar outras palavras "a natureza do regime corresponde às características da índole portuguesa e aos anseios da maior parte da população"... Chamar o Cavaco (ou outros dirigentes/representantes dos partidos de direita) de fascista acrescenta tanto à discussão como se eu viesse aqui dizer que a Catarina e o Jerónimo são as reencarnações do Estaline e do Lenine. Eu não ouvi o discurso dele ontem, pelo que li nas entrelinhas dos artigos e reacções por aí, o ponto mais contestado é ele ter apelado à continuação na União Europeia e na Nato. Concordo que é uma não-questão dado que todas as possibilidades de acordo à esquerda põem de parte essa possibilidade, logo levantá-la é obviamente uma manobra política, e um pouco fora do âmbito do que um PR devia fazer. Agora, lá que tem de ser um pressuposto claro de um governo que tenha de ser indigitado, tem - a vasta maioria da população votou em partidos completamente favoráveis à UE e à Nato que partem desse pressuposto como um dado adquirido. Aliás, eu confesso que sou um "fã" do Bloco Central como a preferível saída para toda esta situação: afinal de contas, entre os possíveis cenários minimamente credíveis dentro de espectros ideológicos não completamente incompatíveis, a PaF + o PS tem a larga, larga maioria dos votos, cobrindo uma fatia da população maior que um eventual PS + BE + PCP. Mas o maior benefício é precisamente a razão pela qual o Bloco Central não se está a por na mesa: seria uma afronta à bipolarização da política portuguesa, o sistema em que dá PSD 4 anos, dá PS 4 anos, volta a baralhar as cartas e dá o mesmo jogo à mesma. O PSD e o PS estão todos borrados de medo de algo que possa por termo a este sistema. Com PSD e PS ambos no poder, duas coisas poderiam acontecer: ou BE e PCP ganham força e tornam-se na única alternativa; ou aparece uma nova força alternativa num espectro mais centrista, como aconteceu da última vez que tivemos um Bloco Central, o antigo PRD. Não me recordo desses tempos nem do que o PRD defendia precisamente, dado que nasci em 1986, mas é algo deste género, uma mutação ao panorama politico actual, que eu vejo como a maior esperança para o nosso país. É que, como alguém cuja ideologia se identifica no espectro político algures intermédio entre o PS e o PSD, fico limitado a votar nestes partidos, dado que não me revejo na visão para o país do BE ou do PCP (também não me revejo no CDS, já agora). O problema é que é tudo muito bonito votar por ideologia e pelas medidas apresentadas, aliás devia ser assim, o problema é que também temos que ter em conta a capacidade dos políticos eleitos para por em prática essas mesmas ideologias. E parece-me mais do que óbvio que estas 2 imensas máquinas políticas foram deturpadas e corrompidas ao longo dos anos para uma situação em que o principal objectivo é proporcionar o bem-estar aos seus membros, e a sustentabilidade do país e o bem-estar dos cidadãos foi relegada para segundo plano. Infelizmente, esta é a tendência geral da democracia em todo o lado (não, não quero a ditadura), e todos os partidos até certo ponto padecem de carreirismo e olhar para o seu umbigo, mas quanto mais estável e garantido que o sistema político circula sempre à volta de nunca mais que 2 ou 3 organizações, mais esta "doença" se espalha nas mesmas. Eu não tenho que aceitar que o pensamento centrista em Portugal seja exclusivamente pertence de 2 organizações (e meia, vá, com o CDS). Nem tenho que ser obrigado a votar em ideologias muito além do que defendo se quiser uma alternativa. Tenho a certeza que imensa parte da população pensa da mesma forma, e apenas não tira o seu voto do PSD e do PS pela falta de alternativas credíveis entre os partidos pequenos deste espectro político. Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 24 Outubro 2015 Tino de Rans apresenta candidatura a Belém O mais recente candidato às eleições presidenciais é Vitorino Francisco da Rocha e Silva, mais conhecido por Tino de Rans, que apresentou esta sexta-feira a sua plataforma no Porto, para retirar "a plebe" do seu papel de figurante histórico. Vitorino Silva apresentou a candidatura ao final da tarde nas Escadas das Verdades, perto da Sé, e disse aos jornalistas já ter recolhido cerca de 6.500 assinaturas, o que significa que, "a partir deste momento, as empresas de sondagens podem pôr o nome Vitorino Silva", porque "nem que tenha lá 0,0" o candidato assegura que não se chama "outro". Calceteiro de profissão, Vitorino Silva encara Marcelo Rebelo de Sousa como o seu principal adversário num confronto entre "a academia e as botas de biqueira de aço, a rua e o ar condicionado", mas garante: "Vou ser Presidente da República. Com 22 anos, o povo da minha terra quis que eu fosse presidente da junta, que pusesse Rans no mapa, não tenho dúvida nenhuma de que o país quer que o Tino seja Presidente da República". Por essa razão, Vitorino Silva recordou as palavras que lhe têm sido dirigidas pelas pessoas junto de quem recolhe assinaturas ao longo dos últimos meses, desde o Algarve até ao Norte: "Se o Cavaco foi Presidente da República, por que é que tu não podes ser?", questionam, incentivando-o para que vá até ao fim. "É pela plebe que sou candidato. Em 872 anos da nossa história, a plebe foi sempre figurante. Nunca teve o papel principal. O povo está muito fino, a plebe sabe o que quer e não tenham duvidas nenhumas de que pode haver taça, pode haver um tomba-gigantes. Há muita gente que pensa que somos uns peixinhos, mas os peixinhos, se estiverem atentos, podem comer os tubarões", referiu Vitorino Silva. Questionado sobre o lema da campanha, o candidato expôs vários: "O candidato sem Photoshop. Quem não deve não treme. O povo é como o algodão. Só paramos na varanda. A estratégia está toda delineada". Apesar da candidatura, Vitorino Silva sabe que na história vai ficar conhecido não enquanto político, mas como pai da filha Catarina, que, prestes a fazer 18 anos, deverá ser a última das 7.500 assinaturas necessárias para entregar a candidatura. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 24 Outubro 2015 (editado) Chamar o Cavaco (ou outros dirigentes/representantes dos partidos de direita) de fascista acrescenta tanto à discussão como se eu viesse aqui dizer que a Catarina e o Jerónimo são as reencarnações do Estaline e do Lenine. Eu não disse que o Cavaco era fascista, disse que o discurso dele me fez lembrar uma frase famosa do Salazar e que podia ter feito bem o lugar do Marcelo Caetano, que também não era propriamente fascista. De resto já tinha dado a minha opinião sobre o tema. O Cavaco fez o mais acertado mas conseguiu aliar a isso um discurso que tem tudo para entrar na história pelos piores motivos. EDIT: "Quem não deve não treme" :mrgreen: Editado 24 Outubro 2015 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 24 Outubro 2015 Noike, ouve mesmo o discurso do homem ontem, deve ter uns 10 ou 15 minutos, e compreendes melhor a situação. É só um dos momentos mais graves da democracia portuguesa desde o verão quente. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 24 Outubro 2015 Não consigo destacar nenhuma frase porque foram todas muito boas. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Mr. Bacano Publicado 24 Outubro 2015 Depois do Cavaco atacar o bloco e os comunistas, foi vez de Ferro Rodrigues fazer campanha do PS na Assembleia. Às vezes parece que estou a ver os programas de futebol da tvi24. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 24 Outubro 2015 (editado) Depois do Cavaco atacar o bloco e os comunistas, foi vez de Ferro Rodrigues fazer campanha do PS na Assembleia. Às vezes parece que estou a ver os programas de futebol da tvi24. Já agora, em que parte é que ele fez campanha pelo PS? Não digo que não tenha feito mas foi numa parte muito pequena do seu discurso. Ou foi quando falou que não havia partidos de primeira e segunda e que era preciso rever o conceito de democracia? Ele como presidente da AR de um estado democrático tinha a obrigação de defender o PCP e o BE (sem mencionar os nomes) depois das palavras do Cavaco. Porque ali na Assembleia todos têm o mesmo valor, uns mais representados que outros mas todas as opiniões são válidas. E ele fez muito bem em ter tocado nesse ponto e quase todo o seu discurso foi à volta disto. É aqui que está a parcialidade? Editado 24 Outubro 2015 por Enzo Dios Perez Compartilhar este post Link para o post
o Pai já vai Publicado 24 Outubro 2015 O problema não foi a indigitação - essa acho que foi perfeitamente justificada pela falta de acordo da esquerda e pela maioria relativa da PàF - o problema foram as declarações do Cavaco Silva depois da indigitação. Um PR não pode vir para a imprensa lavar roupa suja e condenar uma ideologia em detrimento de outra. Qualquer ideologia partidária é válida, independentemente da opinião dele. Ele é o Presidente da República, a opinião dele tem a legitimidade que o povo lha deu quando venceu as eleições presidenciais. Ao fim e ao cabo queixavam-se dele quando não fazia nada, agora que tomou uma posição é novamente criticado. Independentemente da sua declaração ter o efeito dum tiro pela culatra, pois o que se viu foi a esquerda ainda mais unida, o que ele fez, na minha opinião é legítimo de um presidente da república. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 24 Outubro 2015 (editado) Ele é o Presidente da República, a opinião dele tem a legitimidade que o povo lha deu quando venceu as eleições presidenciais. Ao fim e ao cabo queixavam-se dele quando não fazia nada, agora que tomou uma posição é novamente criticado. Mas que legitimidade tem o presidente para produzir um discurso de ódio em relação a 2 partidos que representam quase 20 % do eleitorado? O papel do presidente é de mediação, não de facção. Editado 24 Outubro 2015 por Peplin Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 24 Outubro 2015 Para mim é uma decisão anti-democrática. Tens uma maioria que está disposta a governar e o PR não o quer permitir. Não que a decisão seja anti-constitucional, mas certamente que vai contra o "espírito da constituição". A constituição diz que o PR tem de ouvir os vários partidos e nomear o PM em função dos resultados eleitorais. Se fosse para cagar de alto em maiorias parlamentares e nomear o partido do partido mais votado, de certeza que era possível escrever o artigo de outra forma... Onde está o programa/medidas dessas pessoas dispostas a governar formalmente? Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 24 Outubro 2015 Onde está o programa/medidas dessas pessoas dispostas a governar formalmente? No mesmo sitio que o da Paf? Compartilhar este post Link para o post
M. Porter Publicado 24 Outubro 2015 f*da-se o Cavaco Silva deve ter algum tipo de protocolo com o A. Costa. Sempre que se lembra de falar torna tudo tão mais fácil para o António Costa :lol: Falar na NATO e na União Europeia :lol: Como a memória é curta e se esquece o que era o CDS, o partido da soberania nacional e anti-europeísta.... Até ao dia que o PSD propôs coligação! Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 24 Outubro 2015 (editado) No mesmo sitio que o da Paf? Não. E quem fala disso tem razão. Nós sabemos que existem reuniões e convergências à Esquerda, mas não sabemos exatamente o que a nova Esquerda unida defende, Precisamos de algo materializado e de uma conferência de imprensa a trẽs (PS, CDU e BE) a reforçar o porquê de estarem unidos. Da PàF tens um PDF. Da Esquerda tens uns disse que disse, a verdade é essa. E eu, que Governo por um regime de Esquerda sólido, espero bem que tudo isto sirva para os unir mais e apresentar um programa de Governo consistente e de preferência em coligação. Para mim acordos por si só não chegam. Editado 24 Outubro 2015 por Mica Compartilhar este post Link para o post
o Pai já vai Publicado 24 Outubro 2015 Mas que legitimidade tem o presidente para produzir um discurso de ódio em relação a 2 partidos que representam quase 20 % do eleitorado? O papel do presidente é de mediação, não de facção. Tem a legitimidade de defender aquilo que 80% dos portugueses pretendem.. Ele tem a legitimidade de defender os pontos que considera essenciais para o seu país e os quase 20% não lhe dão essas garantias. Mas isto sem por em causa a legitimidade dos programas desses partidos. Compartilhar este post Link para o post
Unclouded Publicado 24 Outubro 2015 Mas que legitimidade tem o presidente para produzir um discurso de ódio em relação a 2 partidos que representam quase 20 % do eleitorado? O papel do presidente é de mediação, não de facção. É mesmo isto. Ele pode tomar aquela decisão, não pode é dizer o que disse. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 24 Outubro 2015 No mesmo sitio que o da Paf? Está aqui Não encontrei neste sítio o da coligação de esquerda Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 24 Outubro 2015 É mesmo isto. Ele pode tomar aquela decisão, não pode é dizer o que disse. Nas últimas semanas tem havido tanta gente a dizer coisas que não devia ter dito, que o cavaco até nem tem destoado do resto do(s) rebanho(s). Está aqui Não encontrei neste sítio o da coligação de esquerda :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post