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Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Jornal i e Sol vão encerrar.

 

Tenho pena, são menos dois meios de comunicação social nas bancas. Gostei do i no início, trouxe uma imagem nova e conteúdos interessantes mas com o passar do tempo transformou-se num observador, o site "noticioso". O Sol tentou concorrer com um peso-pesado e quando não se está preparado dá nisso.

 

Por falar no i o editorial deste fim de semana, acerca dos exames, é das coisas mais sem noção alguma vez escrita e foi, claramente, encomendado.

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Não foste tu que falaste no Reino Unido?

 

Fui sim, e só chamei o Reino Unido porque elementos do parlamento disseram que já nenhum país da Europa tirando a Turquia tinha exames antes do ano de acesso à faculdade, isso não corresponde à realidade.

Editado por Ticampos

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O i valia pelas capas.

 

E os artigos do Rui Miguel Tovar.

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Os exames, a existirem, pelo menos da maneira como eu os concebo, só devem ocorrer na transição entre o 12.º ano de escolaridade e a Universidade.

 

O período que decorre entre o 1.º e o 4.º ano é uma fase de novas aprendizagens e da consolidação destas. Os Professores gerem os programas de acordo com as necessidades dos seus alunos, assim há turmas que se vão debruçar mais sobre uns assuntos e outras sobre outros. Ou seja, não há uma homogeneidade na aplicação dos programas curriculares, o que faz todo o sentido dado o objetivo desta fase do ensino. A aprendizagem deve servir para colmatar as limitações sentidas pelos alunos no sentido de reforçar os seus conhecimentos. Ao criar-se um exame está-se automaticamente a criar uma obrigação de cumprir todo o programa, como este costuma ser (demasiado) extenso, há matérias que não vão ficar bem assimiladas e acomodadas, ou seja há aprendizagens que irão ficar incompletas. Em que é que isso beneficia os alunos, tendo em conta este período onde é necessário adquirir um conjunto de bases que lhes vai útil durante toda a vida escolar? A resposta é que não beneficia em nada. É mais importante os alunos estarem solidamente preparados em todas as matérias do que possuírem os conhecimentos necessários para passar no exame. Sim, porque desenganem-se os mais distraídos, os Professores preparam muitas vezes os alunos para passar nos exames, negligenciando outras matérias menos importantes.

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Jornal i e Sol vão encerrar.

 

Não vão, Vaart. O que vai acontecer é que a Newshold vai deixar de ser accionista dos 2 jornais e haverá então uma profunda reestruturação, que passa pelo despedimento de mais de 100 trabalhadores e redução de salários.

Editado por Peplin

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Não vão, Vaart. O que vai acontecer é que a Newshold vai deixar de ser accionista dos 2 jornais e haverá então uma profunda reestruturação, que passa pelo despedimento de mais de 100 trabalhadores e redução de salários.

 

Salvo erro, na SIC, no Jornal da Tarde falaram que ambas as publicações iam encerrar.

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Pelo que li noutros meios (DN e Expresso, mais concretamente) não é isso que vai acontecer. Esperemos para ver.

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Tenho uma amiga no Sol e acho que não é caso de fechar tudo, ela pelo menos diz que mantém o posto de trabalho.

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Segundo se diz vão fechar o Sol e o i e com a malta que sobrar da reestruturação das duas, fazer uma nova publicação.

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Segundo se diz vão fechar o Sol e o i e com a malta que sobrar da reestruturação das duas, fazer uma nova publicação.

 

Supostamente isso acontecerá se as coisas correrem bem em termos de vendas após a reestruturação.

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Um propósito perfeitamente delineado? Isso é tudo muito bonito dito assim, se é assim, porque raio de razão não se transforma o nosso sistema de educação em algo semelhante? E porque razão toda a gente vai buscar a Finlândia como um exemplo, será por acaso uma realidade parecidíssima à nossa?

Não, de todo. E a principal diferença está na mentalidade e na forma como se encara a Educação em cada país. Logo, se quisermos chegar a um patamar semelhante ao deles, é preciso começarmos agora, e esperarmos uma valente porrada de anos, antes de vermos resultados significativos.

 

Esse foi o argumento usado pelo governo, os exemplos vindos do exterior, que os exames estão ultrapassados, não fui eu que comecei com essa história do outros países da Europa.

E estão. Agora, à bela maneira portuguesa, aposto que há gente naquele Ministério da Educação que acredita mesmo que a abolição dos exames, por si só, vai contribuir directamente para o sucesso escolar.

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Logo, se quisermos chegar a um patamar semelhante ao deles, é preciso começarmos agora, e esperarmos uma valente porrada de anos, antes de vermos resultados significativos.

 

Para isso é preciso que haja uma grande reformulação educativa e tu sabe-lo, começando, por exemplo, na formação de professores e no aumento da taxa de participação destes no delineamento das políticas educativas. Aliás, não passa pela cabeça de ninguém, só mesmo cá em Portugal, excluir os principais responsáveis pela formação de futuros cidadãos ativos dos processos de desenvolvimento e implementação de mudanças no setor da Educação.

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Malta, alguém anda a seguir tão atentamente quanto eu a saga PCTP/MRPP? Acho que eu e uma amiga minha vamos fazer trabalho de investigação sobre isto, esta m*rda está impagável :lol:

 

Para quem quiser saber, por alto:

 

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Da glória à queda: Garcia Pereira, "anticomunista primário"

 

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Na mais recente purga do MRPP, a polémica não se fica pelas querelas ideológicas: está em causa saber quem controla o dinheiro proveniente da lei de financiamento dos partidos

 

Um raro momento mediático da campanha do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses - Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (PCTP-MRPP) nas legislativas do passado dia 4 de outubro foi a polémica em torno da palavra de ordem "morte aos traidores". Quem diria então que, pouco mais de um mês depois das eleições, o principal rosto daquele partido seria obrigado a apresentar a sua demissão, acusado de... traidor.

 

Na sequência do desaire eleitoral (60 045 votos contra 62 610 em 2011) que, mais uma vez, deixou o PCTP-MRPP às portas de São Bento, Garcia Pereira foi suspenso, juntamente com os outros membros do comité permanente do comité central, acusados de "incompetência, oportunismo e anticomunismo primário". Nas últimas semanas, a luta entre a autoproclamada "linha marxista-leninista", do líder histórico Arnaldo Matos, e a "linha capitulacionista", assim batizada pelos opositores de Garcia Pereira, azedou no seio do partido maoista.

 

A violência verbal subiu de tom e chegou a ser dirigida à mulher e à filha do conhecido advogado lisboeta, que o tinham defendido no Facebook. Garcia Pereira, que ainda a 13 de outubro tweetava um link para um artigo de Arnaldo Matos, acabou por atirar a toalha ao chão: "Informo que, embora com uma enorme mágoa, mas também com a firme convicção de que a história não nos deixará de julgar a todos, me vi constrangido, como única alternativa com um mínimo de dignidade, a apresentar, no passado dia 18 de novembro, a minha demissão", lê-se no comunicado que enviou aos jornais.

 

A crise no PCTP-MRPP foi desencadeada por uma carta incendiária publicada no jornal online Luta Popular, logo no dia seguinte às eleições. Assinada "Espártaco", exigia a purga dos dirigentes que falharam a missão, apesar de terem "as melhores condições objetivas de sempre para alcançar os seus objetivos políticos imediatos: uma situação política geral de profundo repúdio pela política de austeridade governativa, cerca de 800 mil euros em dinheiro, provenientes da lei de financiamento dos partidos (12 euros por voto obtido nas eleições legislativas de 2011 e durante quatro anos), e um membro do comité permanente do comité central com um programa de televisão semanal na ETV [Garcia Pereira]".

 

Num tom imperativo, a carta exigia, além da suspensão do secretário-geral (Luís Franco) e dos membros do comité permanente, a formação de uma Comissão Política Especial, destinada a preparar um congresso extraordinário. A rematar, duas palavras de ordem: "Viva o partido comunista operário! Morte aos traidores!"

 

Ao mesmo tempo, multiplicaram-se no jornal online do partido os artigos assinados por Arnaldo Matos, de 76 anos, o líder histórico que abandonara formalmente o MRPP há quase quatro décadas. Ao longo dos últimos 30 anos, o advogado madeirense, que ficou conhecido em 1975 como o "grande educador da classe operária" (ver caixa), continuou a ser considerado pelos militantes como um mentor. Mas há muito que, para os media e para os eleitores, o rosto do PCTP-MRPP passara a ser outro advogado: Garcia Pereira.

 

Embora o cargo de secretário--geral fosse ultimamente ocupado por Luís Franco, sindicalista do metro, a figura mais conhecida daquela força política continuou a ser Garcia Pereira, habitual cabeça de lista às legislativas e à Câmara de Lisboa, além de candidato às presidenciais.

 

O litígio que agora opõe os antigos camaradas não se deve, unicamente, a divergências políticas. Logo na primeira carta, Espártaco ordenava: "Os atuais responsáveis pelas finanças do partido devem apresentar o relatório e contas de todo o tempo em que dirigiram financeiramente o partido, entregando a pasta à nova comissão no prazo de 15 dias, sem prejuízo de entregar imediatamente à Comissão Financeira as contas bancárias e os dinheiros do partido."

 

É neste clima de acusações que surge uma ex-secretária de Arnaldo Matos, Sandra Raimundo. Acusada no Luta Popular de "insultar pessoalmente o partido e alguns dos seus militantes nas chamadas redes sociais", é apresentada como sobrinha do dirigente suspenso Domingos Bulhão, "o responsável pelos dinheiros e contabilidade do partido, atualmente sob investigação". A visada escreveu um direito de resposta irreproduzível aqui, mas que foi publicado no blog Insurgente.

 

No meio da lavagem de muita roupa suja, Sandra Raimundo identifica Espártaco como um pseudónimo de Arnaldo Matos. E faz várias referências a questões financeiras, que terão afinal contribuído para tornar desavindos camaradas com mais de quatro décadas de militância em nome do proletariado.

 

DN

 

 

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Quem é Sandra Raimundo?

 

O nome não dirá obviamente nada aos nossos estimados leitores, mas pertence a uma cidadã que, nas últimas semanas, desatou a insultar pessoalmente o Partido e alguns dos seus militantes, nas chamadas redes sociais: no caso concreto, num facebook onde também militam alguns, senão todos, os membros do comité permanente do comité central agora suspensos.

 

Sandra Raimundo, a sandrinha da outra sandrinha nas correspondências trocadas em rede, é sobrinha de Domingos Bulhão, o responsável pelos dinheiros e contabilidade do Partido, actualmente sob investigação.

 

Ora, acontece que esta sandrinha também estava desempregada desde que regressara de França, e o tio, Domingos Bulhão, arranjou-lhe um emprego, a recibos verdes, na sede do Partido à Avenida do Brasil, em Lisboa, com certeza com o apoio do secretário-geral e dos membros do comité permanente suspensos.

 

O leitor já terá ouvido falar de nepotismo, que é o termo português utilizado para designar o favorecimento de parentes e amigos em prejuízo de outras pessoas mais qualificadas ou necessitadas.

 

Vejam só: o Bulhão e os seus amigos do comité permanente não procuraram um dos 700 000 trabalhadores desempregados, entre os quais mais de metade são operários, que estão sem subsídio de desemprego e sem nenhum apoio da segurança social, para o colocar na sede do seu partido comunista operário; não; foram dar emprego à sobrinha do Bulhão…

 

E, de passagem, notem mais um pormenor: foi contratada a recibo verde… O partido, que tem, como figura pública mais conhecida, um advogado que todas as semanas denunciava na televisão a ladroagem dos recibos verdes aos trabalhadores, tinha além da sandrinha do Bulhão, mais três empregados a recibo verde, um dos quais membro do próprio comité central!...

 

Quem é que alguma vez imaginaria que Garcia Pereira e Belmiro de Azevedo recorriam ao mesmo tipo de contrato fraudulento – o recibo verde – para com os seus empregados?!...

 

Quando o camarada Espártaco suspendeu o seu trabalho profissional para dedicar-se a ajudar o Partido a tempo inteiro, foi deslocada pelo comité central para assessorá-lo a sandrinha do Bulhão. O seu trabalho de assessora consistia na gestão da agenda, na gestão do escritório e no processamento de textos manuscritos do camarada.

 

Quando a sandrinha do Bulhão entrou na assessoria de Espártaco foi-lhe explicado qual era o horário de trabalho, atendendo a que a regressada de França foi apresentada como militante do Partido: entrada às 07H30 e sem hora de saída, pois trabalhar-se-ia enquanto houvesse trabalho para fazer, aos sábados e aos domingos também. Fosse como fosse, nunca se saía antes das 20H00.

 

Atendendo a que a sandrinha do Bulhão vivia com um companheiro – que se veio a saber ser um responsável da organização do PSD em Benfica!... – foi dispensada do trabalho nas tardes de sábado e nos dias de domingo.

 

Porém a sandrinha do Bulhão não aguentou duas semanas de trabalho!... Saiu numa sexta-feira, alegando que precisava de levar o companheiro ao médico, e nunca mais voltou, desertando do trabalho e do Partido…

 

Foi um alívio para Espártaco, que deixou de ter uma agente do PSD no controlo directo do seu escritório.

 

Agora, aparece no facebook das sandrinhas a explicar que teve de aturar um ditador durante duas semanas.

 

Pois é: são muito duras as tarefas de um comunista. Um comunista não tem, para o seu Partido e para a luta proletária, horário de trabalho. Trabalha a qualquer hora, noite e dia, e não tem muita hipótese de saber o que são férias.

 

Ora, se um Velho aguenta, porque é que não aguentam as sandrinhas?!

 

12.11.2015

 

Carlos Paisana

Director do Luta Popular Online

e membro do Comité Central

 

Luta Popular Online

 

Direito de resposta de Sandra Raimundo

 

Perante a recusa da comunicação social em publicar a resposta de Sandra Raimundo ao vil ataque de que foi alvo no orgão de comunicação oficial do PCTP-MRPP, o Insurgente, como blog aberto plural, deixa aqui a carta aberta dirigida pela senhora em questão a Arnaldo de Matos:

 

(Nota: A carta foi-nos enviada pela senhora. Nem o blog nem o autor deste post se responsabilizam pelo conteúdo da carta ou pela linguagem utilizada. Leitores mais sensíveis deverão saltar este post.)

 

“Arnaldo Matos (ou João ou Espártaco ou Viriato), seu monte de m*rda.

 

Esperei demasiado tempo para te responder à letra. Já o deveria ter feito em julho de 2014 quando te servia café e tentava decifrar a tua diarreia mental. Lembras-te?

Sabes como é que fui parar ao teu antro?

Eu explico-te. A ti e à comunicação social, que vai receber as explicações em simultâneo.

Para começar, estou em Portugal desde 1995. Portanto revê os teus dados.

Em Abril de 2013, fui sondada pelo Comité Central do PCTP/MRPP, do qual não fazias parte há quase 30 anos, para integrar a Comissão de Imprensa. Já tinha sido voluntária em várias campanhas, o meu desempenho foi apreciado pelo Comité Central e quiseram-me a tempo inteiro. Após análise da situação por ambas as partes, eu rescindi contrato com a empresa onde trabalhava em Portugal e fui contratada pelo Comité Central, decisão tomada por unanimidade pelos então 12 membros, para desempenhar as funções de assessora / secretária.

Não foi o Jaime que me contratou, sarnoso.

Tornei-me funcionária do partido, paga a recibos verdes no dia 1 de Maio de 2013. Funcionária, com horários e local de trabalho fixos.

Por defender a causa e querer o melhor para o PCTP/MRPP, fui para além das minhas funções. Era estafeta, cola-cartazes, piquete de greve, telefonista, senhora da limpeza, candidata, motorista, entre outros sem horários. Fi-lo com gosto e vontade própria.

Nunca te vi na sede. Até pensava que já tinhas morrido.

É engraçado, agora que estou fora da podridão que estás a criar, ler as mentiras que vomitas.

Acho piada falares do Bulhão como o homem das contas fáceis e como o gajo que me contratou.

Dessas contas fáceis, porque não falas na secretária que te passa a limpo o ódio que vomitas e que é paga pelo partido a recibos verdes? E os jornais diários que te são levados? E a loucura da campanha da Madeira onde cada bilhete de avião custava no mínimo 500 euros? Tudo pago pelo partido. Estoiraste o orçamento com a campanha madeirense. Pois… Isso não dizes. Não te ofusca teres uma funcionária precária paga com os “fracos recursos do partido operário”?

O idiota do Jaime não me contratou, seu aldrabão. Sabes porquê? Porque sou sobrinha dele. E porque o salário era uma m*rda. As condiçőes eram uma m*rda. Mas aceitei na mesma. E ao contrário do que inventas, as contas do partido eram rigorosamente analisadas. O deboche foi quando TU voltaste. Começaste a dar um ar da tua graça quando chegou a primeira subvenção. Ao início, fazias análises políticas estrondosas, dignas de um verdadeiro comunista. E depois revelaste manias de ricaço. Com a mania que tudo te é devido e que todas as tuas loucuras têm de ser pagas pelo partido. p*ta que te pariu, velhaco. O p*tedo, foste tu que o trouxeste para o seio do partido.

Sabes como fui parar a ti, ordinário? Lembras-te quando fizeste uma maratona de teatro no Teatro de Almada com o “idiota de Almada”? Lembras-te de ter chamado “filho da p*ta” ao Paulo? E de ter tentado bater-lhe? O Paulo era o teu escravo, secretário, cão. O Paulo era (e voltou a ser graças às tuas manigancias de ‘demite-admite” que ele estúpidamente aceita) o director do Luta Popular. Ou seja o Paulo, ou melhor o Carlos Paisana foi insultado por ti em pleno átrio do Teatro de Almada, demitiste-o das suas funções de cão e ficaste sem secretário. O Comité Central ficou cheio de pena tua e arranjou-te uma secretária à pressão. Eu. Já viste? EU! Eu fui tua secretária! Paga pelo partido a recibos verdes! Eu que nem sou militante mas que fui tua secretária, tenho hoje direito a um artigo de ódio e fulanizador (como tu e os teus cães gostam de dizer!) no Luta Popular que deveria ser um jornal político! Nem sei como foste cair nessa de falares de mim publicamente! Não sigo o culto da personalidade por isso caguei para ti, Arnaldo. Não tenho qualquer ligação ao partido desde que me libertei do teu autoritarismo, qual ditador.

Quando me escolheram para tua secretária, eu recusei. E disseram-me: “vais ou nunca mais voltas a por os pés na sede”. Tão democratas que nós somos… Então lá fui, forçada. Contrariada. E porque não vivo à conta de ninguém e tinha de sair do goulag, enquanto fui tua escrava e te servi café, procurei trabalho. Sim, no teu gabinete da Elias Garcia que cheira a mofo e a esgoto, usei as minhas horas de almoço para me livrar de ti. E consegui. Apresentei a minha demissão ao partido, que era a minha entidade patronal (tenho provas disso). E jurei a mim própria que nunca ninguém iria saber o que se tinha passado. Até ao dia 6 de Outubro, dia em que decidiste, escondido atrás de um pseudônimo que dá para rir devido à ironia, purgar o comité permanente do comité central dos que tinham força para te fazer frente e dizer não aos teus gastos. E escolheste os cães, os fracos: Carlos Gomes (Sebastião), Luís Júdice (Nuno), Carlos Paisana (Paulo), Luís Franco (Conceição), todos uns lambe-cús como tu gostas, e mais um montinho de moscas mortas que te farão as vontades porque são uns cobardes, incapazes de tomar decisões, defender os camaradas purgados e de ter opinião própria.

 

Se quiseres continuar esta guerrinha, é melhor arranjares provas daquilo que vomitas no teu jornal. Prova que estava desempregada. Prova que tinha acabado de chegar de França. Prova que o meu companheiro é do PSD. Ninguém e muito menos tu que andas a chular os “fracos recursos do partido”, tem legitimidade e provas para chamar de ladrão e corrupto seja a quem for. E eu não tenho de ser chamada nas tuas denúncias de ódio. Não te conheço de lado nenhum, não te devo nada e não tenho nada a perder. E muito menos sou porta-voz, peão ou fantoche seja de quem for. Penso por mim, ao contrário dos teus cães.

 

Respeito por ti? Nenhum. Não vales o tempo que perco a responder ao teu lixo. Respeito pelo partido? O Partido morreu no dia 6 de Outubro. Que descanse em paz.

 

Eu espero sinceramente que os traidores que te rodeiam fiquem com a vida penhorada como tu penhoraste a vida dos que eliminaste. Porque isto não fica por aqui.

 

E tu Arnaldo, estimo que te f*das. E já agora, tu também Carlos Paisana. Porque não vales nada.

Sandra Raimundo

(Ex-membro da Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP e ex-secretária de Arnaldo Matos)”

 

O Insurgente

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“Arnaldo Matos (ou João ou Espártaco ou Viriato), seu monte de m*rda."

 

Que entrada. :prayer:

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Que tem?

 

É pai de um antigo colega meu que fez a formação no Benfica. Mora ou morava na mesma rua dos meus pais. Era o cabeça de lista do PCTP-MRPP por Almada.

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É pai de um antigo colega meu que fez a formação no Benfica. Mora ou morava na mesma rua dos meus pais. Era o cabeça de lista do PCTP-MRPP por Almada.

Ach que começamos a adivinhar quem vai ser o alvo do próximo Luta Popular.

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