Vaart10 Publicado 31 Julho 2014 Afinal, o nome do Comissário Europeu só será conhecido amanhã. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 31 Julho 2014 Isto parecem-me boas notícias. Alguém mais entendido nestas coisas me consegue dizer o que significa realmente? Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 31 Julho 2014 Trabalhar para aquecer :lol: Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 31 Julho 2014 O TC vai tomar uma decisão importante daqui a 15 dias e se for de chumbo, então é possível que tenhamos eleições em Outubro/Novembro. Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 31 Julho 2014 Acham provável que seja o Portas a provocar eleições antecipadas no início do próximo ano? Teria muito a perder se acabasse o mandato Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 1 Agosto 2014 Acham provável que seja o Portas a provocar eleições antecipadas no início do próximo ano? Teria muito a perder se acabasse o mandato Eu duvido. O CDS e PSD já vieram dizer que eleições antecipadas não fazia sentido. Se isso acontecer será por iniciativa do PR e sinceramente é algo que pode acontecer. Agora volto a referir, se o TC chumbar medidas importantes daqui a 15 dias, podemos ter eleições antecipadas e aí o Portas e o PAssos já aceitam melhor porque vão apanhar o PS na ressaca das primárias. anyway, anda aí a circular que a CGD vai ser o BES 2.0, não sei se é verdade, mas se sim vai ser gravíssimo. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 1 Agosto 2014 Carlos Moedas será o Comissário Europeu português. PS: A CGD nunca poderá viver uma situação semelhante à do BES, uma vez que é uma instituição estatal. Desta forma, o Governo iria intervir, de imediato, para remediar a situação. Compartilhar este post Link para o post
FMplayerslayer Publicado 1 Agosto 2014 (editado) Carlos Moedas outro sociopata, devem ter levado o gajo ao poste todos os dias e até cenouras lhe devem ter metido no cu e ele cheio de raiva chegava a casa e batia nos Teddy Bears, depois usou os poderes das cunhas e dos fellatios para subir na vida e agora vinga-se nos seus excell's todos mal feitos remetendo milhares de pessoas para a fome e miséria. Editado 1 Agosto 2014 por FMplayerslayer Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 1 Agosto 2014 Carlos Moedas será o Comissário Europeu português. PS: A CGD nunca poderá viver uma situação semelhante à do BES, uma vez que é uma instituição estatal. Desta forma, o Governo iria intervir, de imediato, para remediar a situação. e se o estado estiver interessado em privatizar a CGD? Compartilhar este post Link para o post
FMplayerslayer Publicado 1 Agosto 2014 e se o estado estiver interessado em privatizar a CGD? Então mete a dar prejuízo para depois dar a amigos que metem lá a malta dos partidos a bulir e dão dinheiro aos grandes cranios da nossa sociedade, como o Vara, Berardo, Lima, família Cavaco Silva etc. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 1 Agosto 2014 E hoje foram outros 50%, já vão nos dez cêntimos. :lol: Compartilhar este post Link para o post
RicardoBarbosa Publicado 1 Agosto 2014 Opa 10 cêntimos é irrisório. Isto não é boa altura para investir em ações deles? Está um leigo a perguntar :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 1 Agosto 2014 Opa 10 cêntimos é irrisório. Isto não é boa altura para investir em ações deles? Está um leigo a perguntar :mrgreen: Ao preço a que estão, investir em acções do BCP ou do BES não difere muito de jogar no totoloto. ainda por cima no BES que não se sabe quando vão descobrir outro buraco nas contas lol Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 1 Agosto 2014 Mais uma holding a pedir insolvência. Ninguém tem aí a uma lista das que já pediram e das que ainda falta pedir? Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 1 Agosto 2014 Parece um castelo de cartas, aquela m*rda. Compartilhar este post Link para o post
FMplayerslayer Publicado 1 Agosto 2014 Sistema financeiro quer permite ter empresas que não produzem nada <3 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 1 Agosto 2014 ainda estou para ver quanta sucata do grupo meteram nos fundos de investimento que andaram a "vender" no BES. Compartilhar este post Link para o post
paladino77 Publicado 1 Agosto 2014 Mas o Barclays ainda tem gente para despedir em Portugal? Mais do que pensas :funny: A moda deles agora é fazer banca através de um iPad. Compartilhar este post Link para o post
Marlo Stanfield Publicado 1 Agosto 2014 Um amigo meu no outro disse-me que era a altura perfeita para investir no BES. Passado uns dias o BES desvaloriza mais 40 e tal %. Investir no BES hoje em dia é como pegar em € e emprestar aquela pessoa que sabemos que nunca vai pagar a sua dívida, ou que vai gastar mal o dinheiro e a meu ver pior que a desvalorização do banco o que fará com que se afundem cada vez mais e não recuperem é a perda total de credibilidade... sem credibilidade não há milagres. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 2 Agosto 2014 BES perdeu em dois dias 1,2 mil milhões de euros em capitalização bolsista Mercado aguarda anúncio de plano de recapitalização. Ao segundo dia de quedas brutais e nunca vistas na bolsa portuguesa, que geram um perda de 65,4% no valor das acções, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) suspendeu a negociação do título, à espera de informação relevante ligada ao plano de recapitalização do banco. A suspensão aconteceu a pouco menos de uma hora do fecho do mercado, quando as acções perdiam 49,7%, para um mínimo histórico de 10 cêntimos, que elevava para 90% a perda desde o início do ano. O fecho foi ligeiramente acima, nos 12 cêntimos. Em apenas dois dias, o banco perdeu 1,2 mil milhões de euros de capitalização bolsista, passado a ter um valor de 675 milhões de euros, abaixo do até agora quarto banco cotado no PSI 20, o Banif, que ainda assim tem uma capitalização acima dos mil milhões de euros. O plano de recapitalização é a a informação revelante que falta depois da apresentação de um prejuízo semestral de 3577 milhões de euros, de forma a cumprir os rácios legalmente exigidos o que pode implicar uma injecção, segundo vários analistas, até quatro mil milhões de euros. O novo presidente executivo, Vítor Bento, e o Banco de Portugal já afirmaram que vão investigar as suspeitas de violações de normas legais. O mercado está a admitir que um aumento de capital de tal grandeza e em face das incertezas da perdas que possam ainda aparecer pela insolvência em cadeia do Grupo Espírito Santo, poderá ter de ser feito apenas ou maioritariamente com fundos estatais. A ajuda estatal, de valores elevados, esvazia o capital existente, o que é bastante negativo para os accionistas, mas é positivo para os clientes particulares do banco, designadamente os depositantes. Foi esse tipo de receio que levou aos investidores a inundar o sistema com ordens de venda e a gerar uma queda que já ia em 49,7%, que levou a CMVM a determinar a suspensão até que seja divulgada informação, que puderá ocorrer no fim de semana. Em declarações ao PÚBLICO, Gualter Pacheco, corretor do Banco Carregosa, nota que a decisão da CMVM foi tomada “quando a queda dos títulos já estava a ser muito forte”. Este corretor destaca que depois da apresentação de resultados do banco que “superaram as piores expectativas”, a reacção negativa dos investidores era esperada, o que deixaria em aberto que as acções “pudessem ter sido suspensas” mais cedo. Sem querer antecipar cenários sobre o plano de recapitalização do BES, Gualter Pacheco diz apenas que, a ser conhecida uma solução durante o fim-de-semana, a suspensão dos títulos em bolsa poderá ser levantada. Caso contrário, é expectável que os títulos continuem sem negociar na segunda-feira, para evitar que “continue este certo descontrolo das acções”, diz. Num dia cheio de más notícias, a divulgação de um comunicado a dar conta de que a Goldman Sachs vendeu cerca de 4,4 milhões de acções do BES, reduzindo a participação para menos de 2%, também não ajudou, tal como uma notícia da Agência Lusa. Amplamente divulgada nas redes sociais, a notícia dava conta de que “mais de 200 clientes do BES já pediram ajuda à ABESD por falta de reembolsos”. A notícia referia-se apenas reembolsos de papel comercial, mas gerou outras leituras. O banco assumiu que paga no caso de investidores particulares. Já os investidores considerados qualificados ficam fora desta garantia. Mais insolvências Entretanto, já após o fecho do mercado, a ESFAG, comunicou o pedido de insolvência de mais duas empresas, que controla a 100%: a Espírito Santo Financière (ESFIL), e a ESF(P) - Espírito Santo Portugal , SGPS. O pedido de protecção de credores da ESFIL, que controla os bancos BPES Polónia e BPES Dubai, vai correr no Luxemburgo, juntando-se à ESI, Rioforte e ESFG . Já o processo de insolvência da ESF(P), A ESF(P) controla uma participação de 19,1% do BES, vai correr nos tribunais portugueses, ao abrigo do Código de Insolvência e Recuperação de Empresas (CIRE). A queda a pique do BES arrastou a bolsa de Lisboa para uma queda de 3,04%, com forte contágio aos restantes bancos nacionais cotados. O BCP perdeu 5,7%, o BPI 4,8% e o Banif 2,2%. A queda do BES também teve reflexos nas restantes bolsas europeias, mas essa foi apenas foi um factor negativo a juntar ao default da Argentina e o aumento de tensão gerado pelas sanções à Rússia. @Publico.pt Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 2 Agosto 2014 Mais uma holding a pedir insolvência. Ninguém tem aí a uma lista das que já pediram e das que ainda falta pedir? O pedido de insolvência apresentado pela ESFP (o quinto no universo GES) surge no mesmo dia em que a Espírito Santo Financière (ESFIL), 'holding' detida a 100% pelo ESFG e que é dona do suíço Banque Privée Espírito Santo, pediu gestão controlada no Luxemburgo, sendo a quarta empresa do Grupo Espírito Santo (GES) a fazê-lo. A ESFIL foi assim a quarta companhia do GES, do qual o BES é o principal ativo, a avançar com um pedido de gestão controlada no Luxemburgo, depois de a Espírito Santo International (ESI), da Rio Forte e do ESFG. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 2 Agosto 2014 SIC e TVI: Estado vai entrar no capital do Banco Espírito Santo Segundo a SIC Notícias, o anúncio da recapitalização do banco com a ajuda do Estado vai ser feito no domingo à noite. O Estado vai entrar no capital do BES, avançaram esta sexta-feira à noite a SIC e a TVI. A estação de Queluz diz que fontes oficiais do Governo confirmam que o modelo encontrado para resolver rapidamente o problema do BES passa pela entrada de dinheiro público no banco. A estação de Carnaxide acrescenta ainda que a decisão vai ser comunicada já no próximo domingo à noite. "A solução está a ser negociada pela nova administração do BES e pelo Banco de Portugal, em ligação com o Ministério das Finanças", refere a SIC, acrescentando que autoridades adiantaram já à estação que os depósitos estão completamente garantidos. A entrada do Estado no capital do BES "deverá ser feita por duas vias: uma entrada directa através da subscrição de acções pelo Estado português e um empréstimo em regime de capital contingente. Este regime consiste em obrigações que serão convertíveis em acções se não forem pagas no final do prazo previsto", destaca a SIC. "Esta solução mista é idêntica à que foi aplicada no Banif, em que o Estado subscreveu directamente 700 milhões de euros e emprestou mais 400 milhões em capital contingente", indica ainda a mesma estação. Já a TVI apurou que "a solução vai passar por dois tipos de intervenção do Estado. Uma delas é pela entrada directa do capital - nacionalização parcial do banco, como aconteceu no Banif, qure ainda hoje tem o Estado como maior accionista". A outra intervenção do Estado será através de um empréstimo, que foi a segunda parte do plano para recapitalizar o Banif e que foi também a forma encontrada para reforçar a estrutura de capitais do BCP e do BPI, recorda a estação de Queluz. "Este empréstimo será feito através da emissão de títulos de capital contigente. Contam para o cálculo dos capitais próprios, que no caso do BES se encontram muito degradados depois dos prejuízos históricos apresentados esta semana. Este tipo de obrigações vai obrigar o BES a pagar uma taxa de juro ao Estado que se pode aproximar dos 10% ao ano. Qualquer uma das opções obriga os accionistas do BES a reunirem em Assembleia Geral para aprovarem a proposta a apresentar pela administração", indica ainda a TVI. Na edição desta sexta-feira, o Negócios sublinhava o facto de o Banco de Portugal considerar "desejável" que o Banco Espírito Santo aumente o seu capital apenas com recurso ao mercado, mas acrescentava que o BdP estava já a trabalhar numa solução que juntasse a participação conjunta de fundos públicos e privados. Recorde-se que a ministra das Finanças já acautelou também a eventual necessidade de o banco precisar de utilizar parte dos 6.400 milhões de euros da linha da troika para capitalizar a banca. Na semana passada, Maria Luís Albuquerque confirmou ao Banco Central Europeu a manutenção do mecanismo de apoio à solvabilidade dos bancos, designadamente das instituições que vão ficar sujeitas à supervisão do BCE, como acontece com o BES. As Finanças estão ao corrente da solução de capitalização mista em que o BdP está a trabalhar. Mas deixam para o BES e para os seus accionistas a responsabilidade de requer o eventual apoio público. "Apesar de estar tudo preparado para accionar a ajuda estatal, há grandes fundos de "private equity", especializados no investimento em empresas que necessitam de processos de reestruturação, que já entraram no BES ou preparam-se para o fazer. Em causa estão algumas das maiores carteiras de gestão de activos do mundo, cujos representantes em Lisboa têm mantido contactos ao mais alto nível com o BdP e o Governo, além da equipa de Vítor Bento", salientava o Negócios na edição de hoje. Além da recapitalização, exclusivamente através do mercado ou resultante da conjugação de fundos públicos e privados, existe um plano B para lidar com os problemas do BES. Esta alternativa, com menor grau de viabilidade, prevê a utilização do Fundo de Resolução para financiar a reestruturação do banco imposta pelo Banco de Portugal, sabe o Negócios. Uma das primeiras medidas deste cenário passaria pela criação de um "bad bank" para onde seriam transferidos os activos problemáticos do BES, como os financiamentos às "holdings" de controlo do Grupo Espírito Santo que pediram a gestão controlada no Luxemburgo, no valor de 1.400 milhões. Acções em queda e suspensas pela CMVM Recorde-se que o banco liderado por Vítor Bento continuou a afundar em bolsa na sessão desta sexta-feira. Chegou a cair perto de 50%, tal como ontem, e atingiu um mínimo histórico de 10,1 cêntimos. Estas quedas sucederam-se à apresentação de resultados do BES, na quarta-feira, que reportou um prejuízo semestral de 3.577 milhões de euros e imparidades superiores a 4.000 milhões. Pelas 15h45, a CMVM suspendeu a negociação em bolsa das acções do BES, quando estavam a valer 12 cêntimos, dizendo que aguardava a divulgação de informação relevante. O Negócios sabe que o regulador do mercado de capitais está à espera da divulgação do plano de recapitalização do banco. Hoje, o valor do BES em bolsa caiu para 675 milhões de euros, sendo o banco com a capitalização bolsista mais baixa do PSI-20. @JornaldeNegocios.pt Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 2 Agosto 2014 (editado) É o dinheiro da Troika que entra, certo? Que eu não quero salvar estes cabrõ*s! Editado 2 Agosto 2014 por Lifehouse Compartilhar este post Link para o post