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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Hans, resumindo: o banco do Estado, afinal, até é bem gerido. Os bancos privados é que estão cheios de produtos tóxicos.

Há alguma explicação para isto (um maior controlo/fiscalização na CGD, por exemplo), ou o Estado consegue ser, afinal, bom gestor nalguma coisa e o privado um péssimo gestor na banca? Certamente não é coincidência que, num curto espaço de tempo, se descubra que os bancos privados estão todos podres por dentro.

 

E já agora, o que raio é um produto tóxico? Ainda não consegui perceber isso.

 

 

deja vu, ou já fizeste um post semelhante há uns tempos?

 

Hey, o Crédito Agricola apresentou resultados positivos este ano. Aliás, vai constantemente apresentado. E não apresentam resultados acima porque o presidente não quer.

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Guest Dpitz

é um activo que vai passar a perda.

Como assim? Consegues dar um exemplo concreto?

Eu não percebo peva disto

 

Hey, o Crédito Agricola apresentou resultados positivos este ano. Aliás, vai constantemente apresentado. E não apresentam resultados acima porque o presidente não quer.

:grin: Esse não é um banco pequenino? raramente ouço falar deles.

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:grin: Esse não é um banco pequenino? raramente ouço falar deles.

 

Nos Açores são o 2º maior banco.

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Como assim? Consegues dar um exemplo concreto?

Eu não percebo peva disto

estás a ver os 900 milhões que a PT meteu ou os empréstimos que o BES fez à Rio Forte ? Basicamente é isso.

 

A expressão ficou mais famosa com a crise porque esteve ligada ao problema do crédito imobiliário.

Eu emprestava-te dinheiro e tinhas que pagar 400 euros por mês, tu ganhavas 500 euros por mês. A taxa de juro subia e tu em vez dos 400 passavas a pagar 550, não conseguias e ficavas em dívida. Eu para não ficar mal, em termos contabilísticos, porque tinha que os meter como perda vendia a tua dívida a um fundo ou a um banco e pronto.

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Hans, resumindo: o banco do Estado, afinal, até é bem gerido. Os bancos privados é que estão cheios de produtos tóxicos.

Há alguma explicação para isto (um maior controlo/fiscalização na CGD, por exemplo), ou o Estado consegue ser, afinal, bom gestor nalguma coisa e o privado um péssimo gestor na banca? Certamente não é coincidência que, num curto espaço de tempo, se descubra que os bancos privados estão todos podres por dentro.

 

E já agora, o que raio é um produto tóxico? Ainda não consegui perceber isso.

 

 

deja vu, ou já fizeste um post semelhante há uns tempos?

Vamos lá a ver uma coisa, isto não implica que a CGD seja bem gerida. Implica que, no BCP, no BPN, no BPP e no BES houve vigarice, trafulhice, roubo. Os gestores da CGD também têm fizeram montes de decisões erradas, mas até ver não andaram a meter ao bolso.

 

Um produto tóxico é, genericamente e de forma muito simplificada, um activo que dificilmente será convertível em dinheiro.

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Guest Dpitz

Nos Açores são o 2º maior banco.

Desconhecia :fixe:

 

estás a ver os 900 milhões que a PT meteu ou os empréstimos que o BES fez à Rio Forte ? Basicamente é isso.

 

A expressão ficou mais famosa com a crise porque esteve ligada ao problema do crédito imobiliário.

Eu emprestava-te dinheiro e tinhas que pagar 400 euros por mês, tu ganhavas 500 euros por mês. A taxa de juro subia e tu em vez dos 400 passavas a pagar 550, não conseguias e ficavas em dívida. Eu para não ficar mal, em termos contabilísticos, porque tinha que os meter como perda vendia a tua dívida a um fundo ou a um banco e pronto.

 

Vamos lá a ver uma coisa, isto não implica que a CGD seja bem gerida. Implica que, no BCP, no BPN, no BPP e no BES houve vigarice, trafulhice, roubo. Os gestores da CGD também têm fizeram montes de decisões erradas, mas até ver não andaram a meter ao bolso.

 

Um produto tóxico é, genericamente e de forma muito simplificada, um activo que dificilmente será convertível em dinheiro.

Entendido ;)

 

Hans, no entanto, implica que a CGD tem uma gestão mais positiva que o BCP, BPN, BPP e o BES tiveram. Ou estou errado?

Mas tb só disse isso para dar aquela alfinetada do público vs privado, como percebeste :mrgreen:

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:grin: Esse não é um banco pequenino? raramente ouço falar deles.

 

 

Pequeno não é. Aliás, se não estou em erro até é o 2º banco com mais agências em Portugal.

Enquanto o CEO se manter não deves ouvir falar deles. Decidiram fazer publicidade uma vez com a Silvia qualquer coisa, a apresentadora da RTP, e mais nada. Referir que a Silivia continua a marcar presença nas festas de Natal todas, não pode ser um banco pequeno ! :mrgreen:

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Angola explica dimensão do resgate ao Novo Banco

 

Dos 4.900 milhões de euros que o Fundo de Resolução injectou no Novo Banco, cerca de dois terços resultam da provisão de 3.300 milhões para precaver o risco de o BES Angola não reembolsar o apoio de liquidez que recebeu do BES.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Salgado identificou "necessidade imperativa" de liquidez dois dias antes de entrada de Bento no BES

 

O semanário Sol teve acesso à última acta do BES antes do resgate. Neste documento pode ler-se que Ricardo Salgado, numa carta enviada ao Banco de Portugal a 12 de Julho, defendia a "necessidade imperativa de adopção de medidas adicionais ao plano de contingência de liquidez " do BES. Um dia depois Carlos Costa exigiu a sua saída. A 12 de Julho, Ricardo Salgado manifestou, em carta enviada ao Banco de Portugal (BdP), "o seu entendimento quanto à necessidade imperativa de adopção de medidas adicionais ao plano de contingência de liquidez em vigor no BES, as quais, na presente fase, apenas se poderão consubstanciar em contribuições privadas, envolvendo parcerias estratégicas e/ou financeiras que não se traduzam no apoio do Estado".

 

Estas informações constam da acta da reunião do Conselho de Administração do "Banco Espírito Santo, S.A.", realizada a 13 de Julho de 2014, a que o semanário Sol teve acesso e que se encontra publicada no seu site.

 

Ricardo Salgado, na época ainda presidente do banco, e de acordo com as informações desta acta, chegou a este "entendimento", após ter estado na sexta-feira, dia 11 de Julho, e no sábado, 12 de Julho, a "analisar detalhadamente, em conjunto com o senhor dr. Amílcar Morais Pires e com a senhora dra. Isabel Almeida, responsável do departamento Financeiro, de Mercados e Estudos, a situação e as perspectivas do banco".

 

A missiva de Salgado terá tido resposta do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, a 13 de Julho. No documento que o Sol publicou no seu site não consta a carta de Carlos Costa. Na acta, é referido que as palavras de Costa constam dos anexos.

 

No entanto, na acta deste encontro é referido que Salgado "destacou a posição de princípio do Banco de Portugal favorável a soluções de aumento de capital que venham a ser acompanhadas do reforço da estrutura accionista, preferencialmente suportada por um consenso entre os principais accionistas de referência".

 

Mas "sem prejuízo", em primeiro lugar "da necessidade de qualquer proposta de aquisição de uma participação qualificada ter de ser avaliada pelo Banco de Portugal de acordo com o quadro legal vigente, avaliando se o proposto adquirente reúne condições que garantam uma gestão sã e prudente da instituição".

 

E, em segundo lugar "de que os contactos e negociações com entidades terceiras tendo esse fito em vista devem ser realizadas pela Comissão Executiva do BES após a cooptação dos novos membros entretanto ocorrida".

 

A 13 de Julho, ao final do dia, o Negócios escrevia que Vítor Bento e Moreira Rato iam assumir funções no BES no dia seguinte, ou seja, 14 de Julho, tal como aconteceu. Contudo, o que estava previsto anteriormente era que estes dois elementos entrassem

 

Necessidade imperativa de adopção de medidas adicionais ao plano de contingência de liquidez em vigor no BES, as quais, na presente fase, apenas se poderão consubstanciar em contribuições privadas, envolvendo parcerias estratégicas e/ou financeiras que não se traduzam no apoio do Estado"

 

Carta de Ricardo Salgado ao Banco de Portugal

em funções apenas após a divulgação dos resultados do primeiro semestre a 25 de Julho.

 

Esta data acabou por ser adiada por alguns dias, tendo os resultados sido apresentados a 30 de Julho. Nos primeiros seis meses do ano o BES registou prejuízos em torno dos 3,5 mil milhões de euros. Um valor histórico e com o qual os novos dirigentes não assumem qualquer responsabilidade. Esta última questão foi, inclusivamente, alvo de uma votação na reunião a que se refere a acta.

 

No comunicado publicado no site da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a 30 de Julho, o banco referia que este prejuízo deve-se a "factores de natureza excepcional ocorridos durante o corrente exercício [primeiro semestre] determinaram a contabilização de prejuízos, de imparidades e de contingências que se reflectiram num prejuízo de 3577,3 milhões de euros (-3488,1 milhões de euros no 2º trimestre)".

 

A 3 de Agosto, um domingo, o governador do Banco de Portugal comunicou ao País e ao mercado que o BES ia ser resgatado, dividindo-se em dois: um "banco bom" e um "mau". O "banco bom" fica com os activos como os depósitos e dos créditos bons. O "banco mau" ficou com o activos tóxicos, perdeu a licença bancária e é lá que se encontram os accionistas, que terão perdido tudo, ou uma grande parte, do investimento.

 

Ainda na acta do encontro de 13 de Julho, o último da "era Salgado", consta um elogio do então CEO ao Conselho de Administração. Agradecendo as palavras de Xavier Musca, do Crédit Agricole, Salgado referiu-se "à Comissão Executiva, a quem teceu um elogio pela forma extraordinária como ao longo do tempo foi capaz de fazer evoluir o BES, tornando-o uma referência incontornável no sistema financeiro nacional, apesar das dificuldades e crises, com especial relevo para a capacidade demonstrada no passado recente em evitar ter de, ao contrario de outras instituições, recorrer a fundos públicos para a recapitalização do banco".

 

"Um exemplo sintomático da coesão invulgar da equipa que teve a honra de dirigir ao longo do tempo foi a de não haver memória da necessidade de em reuniões da Comissão Executiva se proceder a uma votação formal sobre quaisquer deliberações, tendo sido sempre possível estabelecer os necessários consensos entre todos os seus membros", pode ler-se ainda na acta.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Guerra aberta na Portugal Telecom

 

Os minoritários estão contra a gestão. A comissão de auditoria aponta o dedo a alguns administradores. Henrique Granadeiro está demissionário. Zeinal Bava está no Brasil. E até de ex-administradores chovem críticas.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Auditoria forense ao Montepio incide sobre 60 créditos

 

A pedido do Banco de Portugal, a Deloitte está a passar a pente fino 60 contratos de crédito concedidos pelo Montepio de 2009 a 2012. Tomás Correia garante que auditoria forense nada tem a ver com o BES. Já a supervisão do ISP resulta da nova legislação.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Tomás Correia: "Nego completamente" que a exposição do Montepio ao GES supere os 200 milhões

 

O presidente do Montepio realçou que a auditoria que o Banco de Portugal está a realizar no banco é de "rotina", não tem qualquer ligação ao BES e a sua realização foi revelada, pelo regulador ao Montepio, em Outubro do ano passado.

 

"Nego completamente" que a exposição do Montepio ao GES supere os 200 milhões de euros, como noticiado, afirmou em entrevista à TVI o presidente do banco, Tomás Correia.

 

"A exposição que o Montepio tem ao GES está devidamente reportada, é na ordem dos 150 milhões de euros, e está devidamente provisionada. Constituímos reservas ocultas" ou seja, estas perdas potenciais estão provisionadas.

 

Mas o presidente do banco está confiante de que estes empréstimos serão reembolsados. "Não aceito que venha a ter perdas com o GES. É meu convencimento", salientou, realçando que "todas as operações que possam estar em causa não nos oferecem preocupações."

 

Tomás Correia explicou ainda que a auditoria que está a ser realizada pelo Banco de Portugal ao Montepio é uma medida de rotina. "Aquilo que está em causa é apenas a avaliação de procedimentos através de uma amostragem de créditos seleccionado pelo Banco de Portugal, de crédito à habitação. Não integram empréstimos às empresas. É um procedimento de rotina desejável", acrescentou. É um procedimento que tem como objectivo "avaliar a qualidade de práticas" realizadas pelo banco.

 

E para deixar claro que esta auditoria não está relacionada com o caso BES; Tomás Correia afirmou: "esta auditoria foi anunciada ao Montepio por carta 30 de Outubro do ano passado. Não tem associação qualquer com esta matéria", referindo-se ao GES.

 

Quanto aos clientes, Tomás Correia diz que "podem estar descansados. O Montepio é um grupo muito bem capitalizado. Muito líquido e está muito bem provisionado. Posso dizer que o crédito em incumprimento tem mais de 130% de provisões constituídas", sublinhou.

 

O responsável do banco salienta ainda que o Montepio "está preparado para cumprir as regras da actividade seguradora", uma vez que actualmente a associação mutualista é supervisionada pelo Ministério da Segurança Social que aplica "regras prudenciais que são muito mais exigentes quando comparado com a actividade seguradora."

 

@JornaldeNegocios.pt

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Espírito Santo Turismo com situação regularizada

 

As empresas pertencentes à Espírito Santo Turismo já se encontram no Novo Banco e a situação de incumprimento que se verificou recentemente a fornecedores dos hotéis do grupo já se encontra normalizada.

 

Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e presidente do Conselho de Administração da Espírito Santo Viagens, afirmou numa entrevista ao jornal i “que a situação da empresa está actualmente normalizada, com a passagem das contas do Bad Bank para o Novo Banco, depois de terem tido alguns problemas com fornecedores por não terem conseguido realizar movimentos bancários durante 10 dias.”

 

O responsável admitiu ainda que “as contas dos hotéis estão normalizadas”, mas que este problema só existiu porque houve uma demora de 10 dias “para que fosse feita a transferência de saldos do banco antigo para o banco novo e a partir daí não houve mais problemas.

 

“Nunca tivemos propriamente problemas com os operadores. O que aconteceu é que houve uma atenção redobrada por parte dos fornecedores e parceiros de negócios”, garantiu Francisco Calheiros, ressalvando que no grupo existem empresas numa pior situação que outras, daí ser necessária uma “atenção redobrada”.

 

Relativamente ao empreendimento turístico que o grupo iria construir na Comporta, o primeiro resort Aman da Península Ibérica que se encontra neste momento parado, o responsável admite que “é preciso enquadrar o impacto real da paragem dessas obras” e “temos de pensar que se está a atrasar um projecto importante mas não é comparável com a oferta que o País tem.”

 

@Publituris

 

Ao menos isso.

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não é o BPN/BIC o que está melhor em Portugal?

Editado por Victarion

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Malta das economias, a minha mulher é associada montepio (membro da associaçao mutualista) e tenho lá a poupança da minha filhota que tmb é associada, estamos a falar de um valor relativamente baixo, mas que rende juros para o ano, vale a pena arriscar ou é de tirar tudo de lá para debaixo do colchao?

Nao sou leigo em economia, mas estas noticias assustam é possivel estar ali gato escondido com rabo de fora?

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O Hans deve-te saber responder a isso.

E nao só o Hans, mas sim, é dele que espero a resposta mais explicativa.

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O Montepio está um pouco tremido mas é seguro. Por enquanto podes lá deixar.

Editado por Foster

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Malta das economias, a minha mulher é associada montepio (membro da associaçao mutualista) e tenho lá a poupança da minha filhota que tmb é associada, estamos a falar de um valor relativamente baixo, mas que rende juros para o ano, vale a pena arriscar ou é de tirar tudo de lá para debaixo do colchao?

Nao sou leigo em economia, mas estas noticias assustam é possivel estar ali gato escondido com rabo de fora?

 

Estamos a falar de um produto de poupança tradicional, certo? Se sim, podes estar mais que tranquilo. Mesmo numa situação limite de falência (que muito dificilmente acontecerá), os depósitos estão garantidos.

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Estamos a falar de um produto de poupança tradicional, certo? Se sim, podes estar mais que tranquilo. Mesmo numa situação limite de falência (que muito dificilmente acontecerá), os depósitos estão garantidos.

penso que o montepio é diferente, nao é, ao ser associado tens direito de voto na assembleia geral da associaçaoi mutualista que é quem gere a parte financeira (o banco em si), elas recebem cartas quando é na altura das assembleias para exercer direito de voto, é umsistema que me parece mais uma acionista do que uma poupança tradicional, mas como é um sistema um pouco diferente de outros bancos (associaçao mutualista) mete me na duvida.

Editado por P_KOR

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Tens a FIN do produto?

Foi subscrito á 12anos pela minha mulher (renovavel de 5 em 5 anos com juros a pagar no final desse periodo até maximo de 15 ) e á quase 5 pela minha pequena, portanto, nem por isso.

Mas posso pedi lo ao banco!

Editado por P_KOR

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A tua mulher está na mesma situação que eu (mas só tenho o plano há 3 anos).

 

Na altura que o fiz foi me dito que não perderia o dinheiro em casos destes porque é abaixo de 100mil euros e até ai o Estado assume, daí para a frente é que se está sujeito a ficar a arder

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Pois, nessa altura nem era uma imposição legal. O melhor mesmo é então esclareceres isso no banco mas de qualquer forma continuo a achar que podes estar tranquilo, quanto mais não seja por, pessoalmente, achar que o Montepio não estará em dificuldades gritantes ou, pelo menos, ao nível do BES.

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Nos Açores o melhor banco para se ter o dinheiro é mesmo a Caixa Económica da Misericórdia.

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quanto ao Montepio, tá tranquilo. Sem medos.

 

Tb lá tenho conta à ordem e as poupanças na conta a prazo desde que nasci. Tranqui !

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Visitante

A PWC está pior que estragada porque o BES era deles e agora o Novo Banco já não vai ser.

 

Ando a pensar em abrir conta na Caixa Agricola, estou um bocado farto do Santander

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Visitante
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