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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Governo avança com venda de 66% da TAP

 

A decisão foi aprovada no Conselho de Ministros desta quinta-feira, anunciou o ministro dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes. Entre os interessados estarão a espanhola Globalia, um consórcio que juntou o empresário português Miguel Pais do Amaral, o antigo dono e presidente da Continental Airlines, Frank Lorenzo; e o grupo nacional de transportes Barraqueiro. Também houve manifestações de interesse por parte da companhia brasileira Azul e Gérman Efromovich continua na corrida.

tem tudo para dar barraca.

 

badum tsss

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Pessoal, esclareçam-me uma coisa, muito rapidamente e sucintamente: qual a diferença entre a Direita, Esquerda e Centro? Só uma coisa rápida, sff.

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Já há 11 detidos relativamente ao caso dos vistos gold.

E buscas em 60 locais diferentes. Dizem que o próprio Miguel Macedo pode estar implicado... Há pouco ouvi na rádio a ministra da justiça a ser entrevistada por telefone e parecia um bocado perdida.

 

meanwhile

 

Marido da ministra das Finanças processado por insultos e ameaças a jornalista

o jornalista recebeu várias mensagem de António Albuquerque, cujo teor foi confirmado pelo próprio, contendo algumas ameaças: “Tira a minha mulher da equação ou vou-te aos cornos” ou “Não sabes quem é que eu sou. Metes a minha mulher ao barulho e podes ter a certeza que vais parar ao hospital”.

 

Confrontado pela Sábado e pelo i, Albuquerque confirmou ser o autor das mensagens e recusou pedir desculpas: “Antes ser condenado”.

 

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:lol:

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E por motivos puramente humorísticos vou deixar aqui a crónica de hoje do Nuno Melo no jornal Económico:

 

Podemos, PCP e saudades do velho muro:

http://economico.sapo.pt/noticias/podemos-pcp-e-saudades-do-velho-muro_205886.html

 

O parágrafo sobre a Guerra Civil Espanhola é qualquer coisa:

 

A guerra civil espanhola foi uma realidade trágica, que encontrou neste tipo de radicalismo, muito do seu fermento. Custou entre 330 e 450 mil mortos. Até por isso, Pablo Iglesias não é um simples fenómeno de popularidade. É uma pessoa perigosa.

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No entanto, na parte do PCP, e descontando algum ressabiamento, tem uma certa razão.

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o artigo sobre o Muro de Berlim no Avante! é surreal. Verdadeiramente sinistro, em certos pontos.

 

Agora que isto toda este encenação em volta do Muro de Berlim é fachada, lá isso é.

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Vinha hoje num jornal qq que ele se quis demitir e o Passos o segurou.

 

O Passos não curte muito que o pessoal se demita, pois não? :mrgreen:

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Guest Dpitz

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O noticiário do canal TV1 da Rússia abriu com esta imagem "de um satélite estrangeiro" que mostra o jacto ucraniano que abateu o avião da Malaysia Airlines MH17.

Aparentemente, o avião foi atingido primeiro pelo jacto e depois foi lançado o míssil air-to-air que o abateu por completo (e o relatório dos peritos que andaram lá a investigar é tão vago que pode confirmá-la).

 

As imagens de satélite foram enviadas no passado dia 9 aos engenheiros russos que fizeram um estudo da queda do avião e vinham acompanhadas de uma carta/relatório assinado por "George Bilt - um gajo que andou no MIT e um perito da aviação com experiência de mais de duas décadas. Segundo alguns, as imagens são de um dos satélites de vigilância dos EUA, mas na Rússia limitam-se a dizer que é de um "satélite estrangeiro".

 

Quem percebe disto, diz que o jacto que se vê na foto é um MIG-29 usado pelo exército ucraniano - eu sinceramente não percebo nada disto, não confirmo, apesar de saber quais são os jactos.

Editado por Dpitz

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Querem um gira?

 

Adivinhem quem foi promovido na KPMG?

 

 

A revisora do BES.

 

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Não vi, mas mal seria se ele não soubesse...

 

EDIT: De qualquer das formas a minha parte preferida desta história é o SIS vs PJ, só dá mesmo para rir.

Editado por whatever

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e o Luis Marques Mendes ontem? Viram?

O gajo sabe tudo sobre o caso dos Vistos Gold.

vi a tentativa de ilibação completa, a afastar-se do caso à descarada e com informações bastante controversas e estranhas ...

 

Mas tambem neste país ninguém lá de cima vai preso.

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Mais uma notícia sobre o assunto, está a tornar-se banal.

A carta de um médico que se despede de Portugal

 

Centenas de médicos estão a sair do país. Empresas de recrutamento e governos estrangeiros encontram cá o cenário ideal: profissionais bem formados e com condições salariais que conseguem ultrapassar facilmente

 

Erique Guedes Pinto está de malas feitas. Sexta-feira parte para Inglaterra, onde vai liderar uma equipa de radiologia de intervenção, num hospital do sistema de saúde britânico. Desistiu, finalmente, após uma luta de dois anos para ser contratado como especialista no Hospital Amadora-Sintra. É só o último a pedir certificado à Ordem para ir embora.

 

«Ao longo de todo este tempo, vim sempre recusando vários contratos internacionais que me foram propostos (…) Mas, infelizmente, já não é possível encontrar mais motivação para continuar num país no qual a medicina está numa total e completa mercantilização», escreve, na carta de «despedida» à Ordem dos Médicos.

 

 

Cerca de 200 médicos portugueses emigraram só no primeiro semestre deste ano, uma tendência que tem vindo a acentuar-se, sobretudo entre os jovens especialistas. Lá fora, há empresas e governos muito interessados neles. Portugal é agora uma espécie de paraíso do recrutamento destes profissionais de saúde, como já o era dos enfermeiros.

 

«Há países que chegaram à conclusão que é mais rentável contratar médicos já formados do que formar médicos. Os médicos portugueses são muito bem formados e vão para fora ganhar salários 3 a 5 vezes mais altos, em média», explica à TVI24 o bastonário José Manuel Silva.

 

Segundo as contas da Ordem dos Médicos, o Serviço Nacional de Saúde vai perder para o estrangeiro pelo menos 400 médicos só este ano. Isto, contando que a tendência apenas se mantém, mas pode ser pior: «Com as campanhas mais recentes, vão emigrar cada vez mais».

 

No caso de Erique Guedes Pinto, demorou apenas uns dias a encontrar trabalho no estrangeiro. Na passada sexta-feira, a Administração Central do Sistema de Saúde deu o aval ao Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca para que o dispensasse. Uma semana depois, vai-se embora o único especialista em radiologia de intervenção desta unidade. «Desmantelaram completamente esta equipa por razões financeiras, mas até poupavam dinheiro ficando com este médico, porque ele fazia procedimentos em ambulatório, evitando que os doentes tivessem de ser operados», lamenta José Manuel Silva.

 

Os médicos que estão a emigrar são de todas as especialidades. Normalmente, estão no ativo e são sobretudo jovens especialistas, que têm um «salário extraordinariamente baixo, de cerca de 8 euros limpos à hora». «Este é um salário que não retribui minimamente o trabalho médico», constata José Manuel Silva.

 

Os anúncios de empresas de recrutamento no site da Ordem mostram que o dinheiro, lá fora, não é um problema. Entre esta segunda e terça-feira, representantes de hospitais da Arábia Saudita estiveram em Portugal a entrevistar algumas dezenas dos cerca de 200 candidatos com um grande trunfo: um salário entre os 8 e os 11 mil euros por mês, «livre de impostos», com alojamento garantido para a família, seguro de saúde familiar, «até 44 dias de férias», viagens pagas e mais «prémios». Mas não são os únicos interessados:

 

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Os sauditas procuram 30 médicos, de 15 especialidades diferentes, para trabalhar em vários países da península arábica. Já na Europa, são vários os países atentos aos profissionais de saúde portugueses. França e Irlanda oferecem entre 10 mil a 15 mil euros brutos por mês. Na Alemanha, há anúncios de cerca de 5 mil euros por mês. Segundo o bastonário da Ordem dos Médicos, Suíça, Dinamarca e Noruega também estão a duplicar, no mínimo, o salário de um médico português em início de carreira.

 

Há hospitais a contratar diretamente, mas o negócio faz-se sobretudo através de empresas de recrutamento. «Não temos conhecimento de nenhum problema com este processo. O feedback de quem está no estrangeiro é extremamente positivo. Os médicos dizem muitas vezes que, nesses países, o seu trabalho é respeitado», conta José Manuel Silva.

 

Segundo fonte da empresa belga Moving People, que está a recrutar médicos portugueses, há «centenas de candidaturas» para médicos de família em França. Recorde-se que, em Portugal, há cerca de 1,1 milhões de utentes sem médico de família. «Estamos a formar acima das necessidades do país, mas depois temos falta de médicos», denuncia o bastonário.

 

Na Bélgica, dois especialistas portugueses já estão a trabalhar e mais 15 serão colocados em 2015. «Estamos em permanência à procura em várias especialidades», completou a mesma fonte da Moving People.

 

Já na Irlanda, fonte da Stanwood Medical Services Ltd recusou-se a disponibilizar números, por motivos comerciais. No entanto, garantiu que estão a receber «regularmente» candidaturas de médicos portugueses que querem trabalhar neste país e que há um grande interesse em continuar a recrutar por cá: «O padrão de qualidade dos médicos portugueses é muito alto».

 

O Brasil prepara-se para lançar o programa «Mais Especialidades» que, numa primeira fase, tentará atrair só os médicos brasileiros que saíram do país, mas, de acordo com o bastonário, «deverá alargar-se rapidamente aos médicos portugueses, até porque não há a barreira da língua». O salário oferecido será de cerca de 5 mil euros.

 

Estas campanhas e o número de médicos a emigrar devem preocupar o ministro da Saúde, que, contudo, não pretende atrair os mais jovens com uma melhoria salarial. «O valor que nós pagamos aos nossos médicos, quer quando acabam a licenciatura, quer quando acabam a especialidade, é do valor mais alto que pagamos a qualquer licenciado em Portugal», defendeu recentemente Paulo Macedo. Só mais à frente na carreira é que o ministro admite «eventuais problemas de remuneração dos médicos».

 

O dinheiro pesa, mas não é o único fator de decisão. Segundo José Manuel Silva, os médicos continuam a ter emprego em Portugal, ainda que os concursos sejam «um caos», mas «preferem emigrar para melhores condições de trabalho e, sobretudo, para serem mais bem tratados». « Há uma instabilidade muito grande nos nossos hospitais e criou-se um ambiente favorável à emigração», denuncia.

 

Na carta de «despedida» da Ordem dos Médicos, Erique Guedes Pinto lembra que, a trabalhar só com outra médica interna, faziam juntos «cerca de 300 procedimentos anuais». Ganhava 1200 euros líquidos por mês. Diz-se agradecido pela formação que recebeu no Amadora-Sintra, mas vai agora para «um hospital com equipamento de ponta e com projeto organizado nesta área». As palavras antes da emigração são estas:

 

«Sim, de certa forma cedo ao desânimo dos muitos colegas com quem trabalho e que já não acreditam que o SNS consiga sair deste buraco em que está a ser empurrado. Mais não consigo fazer. Desisto, estou cansado, desanimado e magoado de tanta falta de consideração humana e profissional (…) Vou claramente contrariado, pois Portugal é o meu país, mas há algo que não se pode nunca deixar vender ou corromper, e esse algo é a alma e a dignidade do médico e o cumprimento do seu dever para com o doente»

 

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/medicos/a-carta-de-um-medico-que-se-despede-de-portugal

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Acho que isso tem tanto de banal como de triste. Mas triste em relação às decisões desses médicos. É muito bonito e fica muito bem dizer que não é por dinheiro que saem. Claro que é por dinheiro.

Toda a gente tem objetivos de vida, mas muitos destes novos médicos entraram na faculdade a pensar que iam ganhar fortunas. Muitos deles foram para medicina à pala disso.

No meu curto percurso pelos hospitais já lidei com todo o tipo de personalidades e egos e sei bem que quem gosta do que faz, quem veio para medicina por dedicação e não a pensar no ordenado no fim do mês está bem.

Claro que é muito mais fácil dizer que o país está mal e o SNS está uma balbúrdia, que está, e não fazer nada para mudar isso. Deixar isso na m*rda. Que grande exemplo de mentalidade. Não é certamente com estas atitudes que vamos mudar o sistema.

Editado por lucho^

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Eu se emigrasse não era pelo dinheiro. Era mesmo pelo risco de nem ser contratado, até porque como sabes o sistema tende a entupir e o desemprego médico vai ser uma realidade muito brevemente... Além de ser muito triste veres casos em que o conhecimento que tens não pode ser posto em prática porque não há fundos para tratar os doentes, quer em equipamentos, quer em medicamentos. Isso desanima muito boa gente... É evidente que não sou ingénuo e sei que muitos colegas meus só entraram pelo guito e nem sequer lhes reconheço grandes capacidades humanas para serem bons médicos, apesar do conhecimento que têm lol

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