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Longineu

Maioria chumba coadoção por casais do mesmo sexo

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Não que respeita a este assunto estou a borrifar-me para a imagem do país. O que me causa repulsa é que se impede que uma criança possa legalmente chamar pai a um dos seus pais ou mãe a uma das suas mães. Eles continuarão a ser seus pais e suas mães para tudo menos para efeitos legais. O que é, de todo, incompreensível.

 

Isso mesmo, não faz sentido ...

 

Tal como tu também sou a favor da co-adoção mas contra a adoção porque são coisas completamente diferentes, na co-adoção estás juntar mais um a uma familia que já existe, não sei se me faço entender, mas a adoção é algo diferente estamos a falar de formar familia, de adotar por exemplo bebés, ect ... e isso já mexe em muito mais coisas que não vale a pena focar neste momento !

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Isso mesmo, não faz sentido ...

 

Tal como tu também sou a favor da co-adoção mas contra a adoção porque são coisas completamente diferentes, na co-adoção estás juntar mais um a uma familia que já existe, não sei se me faço entender, mas a adoção é algo diferente estamos a falar de formar familia, de adotar por exemplo bebés, ect ... e isso já mexe em muito mais coisas que não vale a pena focar neste momento !

 

Não estás a juntar nada. Estás apenas a reconhecer uma situação de facto. A grande diferença entre a co-adoção e a adoção reside na criança. E seguindo o primado da superior defesa dos direitos da criança temos duas situações diferentes. Na co-adoção a criança está legalmente à guarda do pai ou da mãe e o que se pretende é que, desde que seja comprovado que o pai ou a mãe mantêm uma relação homossexual estável de matrimónio ou união de facto, se reconheça legalmente que o companheiro do pai ou companheira da mãe são igualmente pai ou mãe. Na adoção a criança está legalmente à guarda do Estado. E neste caso eu penso que é discutível que o superior interesse da criança passe pela possibilidade de poder ser adotada por um casal homossexual.

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Acho que coadoção é isto:

Adoptas um puto. Arranjas um gayfriend. Morres. O teu gayfriend pode ficar com a criança.

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Acho que coadoção é isto:

Adoptas um puto. Arranjas um gayfriend. Morres. O teu gayfriend pode ficar com a criança.

 

Não é nada disso.

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Ao menos tentei.

 

:D

 

Co-adoção é isto: tens um filho (biológico ou adotivo) e a mãe não existe. Casas-te ou estabeleces uma união de facto com um companheiro. Passas um determinado período de tempo (penso que a proposta do PS apontava para 5 anos mas não tenho a certeza) nessa relação marital. O teu companheiro poderá, se ambos o entenderem, adotar o teu filho. E a criança passa a ter dois pais. Para todos os efeitos em que legalmente seja exigida essa relação parental, desde as corriqueiras visitas ao hospital ou autorizações escolares até às mais sérias questões de herança e custódia no caso de um falecimento.

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:D

 

Co-adoção é isto: tens um filho (biológico ou adotivo) e a mãe não existe. Casas-te ou estabeleces uma união de facto com um companheiro. Passas um determinado período de tempo (penso que a proposta do PS apontava para 5 anos mas não tenho a certeza) nessa relação marital. O teu companheiro poderá, se ambos o entenderem, adotar o teu filho. E a criança passa a ter dois pais. Para todos os efeitos em que legalmente seja exigida essa relação parental, desde as corriqueiras visitas ao hospital ou autorizações escolares até às mais sérias questões de herança e custódia no caso de um falecimento.

 

Atenção que o mesmo adapta-se tanto ao sexo feminino como ao masculino, podes ter uma mãe que se tornou lésbica e então vive/quer viver com outra mulher e tem um filho de outro marido. Não é apenas tens um filho e a mãe não existe ....

Não se aprovar esta lei não faz sentido, a menos que quisessem juntar a adopção na proposta de lei, o que desconheço ...

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E assim vai Portugal, um país "europeu", onde é preferível deixar crianças abandonadas em instituições que muitas das vezes em vez de os proteger ainda fazem pior ( Casa Pia por exemplo.), de modo a forma-los em alguns casos em marginais, do que dar uma família a essas mesmas crianças, Portugal prefere ter uma criança na rua ao Deus-dará do que com uma família composta por 2 homens ou 2 mulheres. Depois não se admirem de sermos baptizados como país de 3º mundo.

 

Claro que sim, vamos ser mesmo considerados um país do 3º mundo porque os gays não podem coadotar.

Editado por dafuq

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Atenção que o mesmo adapta-se tanto ao sexo feminino como ao masculino, podes ter uma mãe que se tornou lésbica e então vive/quer viver com outra mulher e tem um filho de outro marido. Não é apenas tens um filho e a mãe não existe ....

Não se aprovar esta lei não faz sentido, a menos que quisessem juntar a adopção na proposta de lei, o que desconheço ...

 

É só fazer a devida adaptação. Se for uma mulher exige-se que o pai não exista.

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:D

 

Co-adoção é isto: tens um filho (biológico ou adotivo) e a mãe não existe. Casas-te ou estabeleces uma união de facto com um companheiro. Passas um determinado período de tempo (penso que a proposta do PS apontava para 5 anos mas não tenho a certeza) nessa relação marital. O teu companheiro poderá, se ambos o entenderem, adotar o teu filho. E a criança passa a ter dois pais. Para todos os efeitos em que legalmente seja exigida essa relação parental, desde as corriqueiras visitas ao hospital ou autorizações escolares até às mais sérias questões de herança e custódia no caso de um falecimento.

 

És a favor ou contra a aprovação?

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Qual aprovação? :confuso:

 

... da lei, wtv! Crl, tu percebeste o que eu quis dizer :mrgreen:

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Qual curtes mais? Tetra. :heart:

a Embody é a melhor, tb curto a Kindercut e a Ross Ross Ross

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Isto deveria ter sido logo aprovado ao mesmo tempo que o casamento homossexual. É paradoxal que a união seja reconhecida, mas que ao mesmo tempo seja negado que uma criança, nesse contexto familiar, possa ser coadotada. Eu julgava que era desta, mas após quase um ano chumbam. Antes ainda tiveram a "brilhante" ideia do referendo. Estes joguinhos políticos são de uma inconsciência indescritível.

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... da lei, wtv! Crl, tu percebeste o que eu quis dizer :mrgreen:

 

Não percebi, porque já tinha dito num post anterior que sou favorável à co-adoção.

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Já agora Descartes, a título de curiosidade, podes dizer a(s) razão(ões) pelos quais és contra a adopção?

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Já agora Descartes, a título de curiosidade, podes dizer a(s) razão(ões) pelos quais és contra a adopção?

 

Porque não tenho como adquirido que existam mais crianças para adotar do que candidatos a pais adotivos. Porque a decidir entre um casal heterossexual e um casal homossexual penso que a criança fica mais salvaguardada e protegida no seu crescimento se não tiver esse ónus que a sociedade inevitavelmente lhe imporá. Porque não acho legítimo que o Estado utilize as crianças à sua guarda como instrumentos para transformar a sociedade e as mentalidades. Porque acho mais urgente que se tomem medidas para tornar os processos de adoção mais céleres e menos burocráticos.

 

Como é lógico admito a existência de exceções. Quase todas passando pelo consentimento expresso da criança.

Editado por Descartes

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Perguntei porque estou um bocado no limbo nesse assunto, se por um lado nada tenho contra a adopção de um casal homosexual, por outro, e tendo em conta a sociedade em que vivemos, acho que a vida da criança será mais fácil se tiver como pais um casal "tradicional". Quanto ao número de casais vs número de crianças também gostava de saber qual é o rácio e sim, a burocracia é um grande inimigo neste assunto, apesar de compreender que é preciso cumprirem-se certos critérios, há casos surreais.

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Não percebi, porque já tinha dito num post anterior que sou favorável à co-adoção.

 

Não tinha lido, deve-me ter passado!

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Se coibíssemos de tomar as decisões eticamente certas por receios e medos, ainda viveríamos numa sociedade segregada e retrógrada.

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Se coibíssemos de tomar as decisões eticamente certas por receios e medos, ainda viveríamos numa sociedade segregada e retrógrada.

Sim, concordo, daí estar mais inclinado para o sim apesar do "receio".

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Se coibíssemos de tomar as decisões eticamente certas por receios e medos, ainda viveríamos numa sociedade segregada e retrógrada.

 

Isso seria verdade se a determinação do que é eticamente certo decorresse de uma ciência exata.

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