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Aqui também tivemos à rasca quase 80 mil euros de umas dividas que um cunhado do meu pai que depois de morrer as filhas cagaram no negocio e o meu pai é que arrotou tudo.

Hoje não temos nada por causa disso.

O que o meu pai fez foi negociar as prestações.

Editado por ErrOr

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Estive a falar com o meu papi...

 

Ponto 1: Nunca deviam ter deixado de pagar a prestação a meio do processo. É incumprimento e é uma m*rda fácil de se pegar em tribunal para f*der um recurso/processo, seja o que for... Afinal de contas não estava dada uma sentença...

 

Ponto 2: A história está toda bem contada? Não é normal comprares um carro e andares tanto tempo sem os documentos em dia... Falta aqui uma peça qualquer...

 

Ponto 3: O que é que a tua mãe assinou relativamente ao empréstimo? Eram casados com comunhão de bens? Fizeram divisão de bens aquando do divórcio?

 

Obg.

Editado por infinito

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E já agora...

 

As condições desse empréstimo são no mínimo estranhas...

 

O empréstimo foi direcionado para a compra do carro certo? Inclusivé foi uma financiadora subsidiária do stand que o fez correcto?

 

É que quando fazes um empréstimo para comprar carro tem de ser emitido um registo de propriedade obrigatoriamente e inclusivé quem financia precavê possíveis incumprimentos com a reserva do registo de propriedade do veículo.

 

Além disso se o empréstimo foi concedido é porque teria de haver prova de que o veículo foi realmente adquirido por vocês, porque tu não pedes um empréstimo para um carro e depois fazes o que quiseres ao dinheiro... As entidades controlam isto até ao pintelho...

 

Ou seja, no fundo é estranho que nunca tenha sido emitido um registo de propriedade e que o veículo seja vosso. Roça o impossível que não haja documentação do veículo...

 

Isto há aqui qlq coisa que não está bem...

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Visitante

Ah, um bom conselho que eu te dou é, para evitar danos maiores e se virem que é compensador (pode não ser, dependendo dos rendimentos da tua mãe):

 

- A tua mãe passa todos os bens que possui para o nome de alguém em quem ela confie cegamente (pais, irmãos, o que seja), especialmente imóveis e viaturas;

- Declara a insolvência pessoal. Nesta altura, os credores vão em cima do património dela (que não será nenhum se o primeiro ponto for cumprido. isto só é desagradável, porque é público, mas pronto;

- Não tendo bens, a única coisa que os credores podem sacar são os rendimentos, mas só durante 5 anos. Ao fim desses 5 anos, o nome da tua mãe fica limpo e o que ficar por pagar (tens de ver se compensa), deixa de ser devido.

 

Isso já está feito há algum tempo porque ela esteve também a pagar uma letra que o sócio do meu pai falsificou a sua assinatura quando o meu pai tinha uma empresa em que ela também era titular, como ela não quis prejudicar o meu pai na altura arrotou, acabou em Janeiro, agora entrou esta.

 

Pá, é lixado. Tendo em conta o bem que é, a tua mãe também é responsável pelas dívidas do teu pai. Depois, no caso do financiamento do Banco Mais, a dívida não prescreve em 5 anos. Vendo a prestação que é, o prazo ordinário é de 20 anos. O que eu diria para fazeres era o que o Hans já disse. A tua mãe evitar ter qualquer bem, que possa ser executado, em nome dela e passar pra alguém que confie. A DECO é uma boa solução, sempre podem conseguir negociar os valores da dívida e o prazo de cobrança. Eu agora estou na faculdade, não consigo dizer muito mais.

 

Okay, obrigado se puderes facultar mais informação ;)

 

A mãe até pode passar os bens para nome de outra pessoa, mas vai ter sempre a conta e o ordenado penhorado, durante muito tempo. Depois de fazer uma negociação e acertar um plano de pagamentos a penhora é posta em 2º plano. Fica com a conta penhorada na mesma, mas dá para mexer à vontade desde que se cumpra com o combinado com a instituição.

 

Sim como disse isso já tá feito, mesmo a nossa casa que já tá paga está já há algum tempo doada a mim e ao meu irmão.

 

Estive a falar com o meu papi...

 

Ponto 1: Nunca deviam ter deixado de pagar a prestação a meio do processo. É incumprimento e é uma m*rda fácil de se pegar em tribunal para f*der um recurso/processo, seja o que for... Afinal de contas não estava dada uma sentença...

 

Ponto 2: A história está toda bem contada? Não é normal comprares um carro e andares tanto tempo sem os documentos em dia... Falta aqui uma peça qualquer...

 

Ponto 3: O que é que a tua mãe assinou relativamente ao empréstimo? Eram casados com comunhão de bens? Fizeram divisão de bens aquando do divórcio?

 

Obg.

 

1 - Foi decisão do meu pai e da sua teimosice, a minha mãe não queria mas pronto.

 

2 - Não foi assim muito tempo porque o carro é de 96 e foi comprado em fins de 2000, logo no ano a seguir tem de ir à inspecção mas isto é tudo verdade porque o meu pai assim como eu é um cabeça de vento, perde tudo e esquece-se das coisas, é despassarado pronto.

 

3- Não assinou nada, só era casada na altura. Quanto à divisão de bens isso não sei.

 

E já agora...

 

As condições desse empréstimo são no mínimo estranhas...

 

O empréstimo foi direcionado para a compra do carro certo? Inclusivé foi uma financiadora subsidiária do stand que o fez correcto?

 

É que quando fazes um empréstimo para comprar carro tem de ser emitido um registo de propriedade obrigatoriamente e inclusivé quem financia precavê possíveis incumprimentos com a reserva do registo de propriedade do veículo.

 

Além disso se o empréstimo foi concedido é porque teria de haver prova de que o veículo foi realmente adquirido por vocês, porque tu não pedes um empréstimo para um carro e depois fazes o que quiseres ao dinheiro... As entidades controlam isto até ao pintelho...

 

Ou seja, no fundo é estranho que nunca tenha sido emitido um registo de propriedade e que o veículo seja vosso. Roça o impossível que não haja documentação do veículo...

 

Isto há aqui qlq coisa que não está bem...

 

Sim, tudo correcto.

 

O meu pai chegou a ir ao Porto à Sede e nunca tinha sido emitido nenhum registo de propriedade, o carro continuava em nome de outra pessoa (o anterior dono), por isso é que eu disse, se foi feito um empréstimo (que é um contrato) e a outra parte não cumpriu porque é que agora nós havíamos de cumprir? No espirito da lei não faz sentido nenhum.

 

Obrigado pelo feedback do teu pai!

Editado por Visitante

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o teu pai também usa reticências por tudo e por nada? :)

 

Não gozem...

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Estive a falar com o meu papi...

 

Ponto 1: Nunca deviam ter deixado de pagar a prestação a meio do processo. É incumprimento e é uma m*rda fácil de se pegar em tribunal para f*der um recurso/processo, seja o que for... Afinal de contas não estava dada uma sentença...

 

Ponto 2: A história está toda bem contada? Não é normal comprares um carro e andares tanto tempo sem os documentos em dia... Falta aqui uma peça qualquer...

 

Ponto 3: O que é que a tua mãe assinou relativamente ao empréstimo? Eram casados com comunhão de bens? Fizeram divisão de bens aquando do divórcio?

 

Obg.

 

Esse ponto 2 é mais normal do que tu pensas, ainda há uns dias deu uma reportagem na sic por causa de vendas de viaturas e de como se procede incorrectamente no processo das mesmas.

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O melhor a fazer ainda é como o meu Pai fez quando o meu cunhado o entalou com uma dívida à GE no valor de 15 mil euros. Tinha a conta penhorada, foi à GE e negociou uma forma de pagar a dívida a prestações, depois chegou ao pé do meu cunhado e disse que durante 5 anos tinha aquela prestação para lhe pagar até ao final de cada mês e que se não pagasse ele ia lá e dava-lhe porrada. Até hoje já lá vão dois anos, paga tudo certinho.

 

Fdç :lol:

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Se estiver a decorrer processo em tribunal atenção à mudança de nome do património e bens. Mesmo com nome mudado eles podem ir buscar o que quiserem e podem acrescentar um processo crime porque não é permitido, por lei.

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Isso já está feito há algum tempo porque ela esteve também a pagar uma letra que o sócio do meu pai falsificou a sua assinatura quando o meu pai tinha uma empresa em que ela também era titular, como ela não quis prejudicar o meu pai na altura arrotou, acabou em Janeiro, agora entrou esta.

 

 

 

Okay, obrigado se puderes facultar mais informação ;)

 

 

 

Sim como disse isso já tá feito, mesmo a nossa casa que já tá paga está já há algum tempo doada a mim e ao meu irmão.

 

 

 

1 - Foi decisão do meu pai e da sua teimosice, a minha mãe não queria mas pronto.

 

2 - Não foi assim muito tempo porque o carro é de 96 e foi comprado em fins de 2000, logo no ano a seguir tem de ir à inspecção mas isto é tudo verdade porque o meu pai assim como eu é um cabeça de vento, perde tudo e esquece-se das coisas, é despassarado pronto.

 

3- Não assinou nada, só era casada na altura. Quanto à divisão de bens isso não sei.

 

 

 

Sim, tudo correcto.

 

O meu pai chegou a ir ao Porto à Sede e nunca tinha sido emitido nenhum registo de propriedade, o carro continuava em nome de outra pessoa (o anterior dono), por isso é que eu disse, se foi feito um empréstimo (que é um contrato) e a outra parte não cumpriu porque é que agora nós havíamos de cumprir? No espirito da lei não faz sentido nenhum.

 

Obrigado pelo feedback do teu pai!

 

A outra parte não terá cumprido no âmbito de ter concedido um empréstimo sem prova de que o dinheiro foi investido no bem contratualizado, porém existirá também um incumprimento da vossa parte que não assegurou o cumprimento do contrato. O contrato é uma ação mútua, não é unilateral...

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Visitante

A outra parte não terá cumprido no âmbito de ter concedido um empréstimo sem prova de que o dinheiro foi investido no bem contratualizado, porém existirá também um incumprimento da vossa parte que não assegurou o cumprimento do contrato. O contrato é uma ação mútua, não é unilateral...

 

Sim mas o primeiro incumprimento foi deles, e sendo uma acção mútua o propósito do empréstimo continua sem efeito porque o carro continua sem documentos e sem poder circular. É lógico que isto não é desculpa para nada nem adianta muito mas só para dar algum contexto à situação.

 

Se estiver a decorrer processo em tribunal atenção à mudança de nome do património e bens. Mesmo com nome mudado eles podem ir buscar o que quiserem e podem acrescentar um processo crime porque não é permitido, por lei.

 

Penso que a doação é prévia a este processo

Editado por Visitante

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Situação complicada, não posso ajudar-te mas espero que tudo acabe pelo melhor.

 

Há algum médico na sala? E um forcado?

F*da-se, finalmente o Perdigas teve piada. Vou abrir o champanhe.

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O que é que a minha mãe pode fazer?

 

A tua mãe é responsável pelas dívidas da constância do matrimónio. Suponho que o carro tenha tido proveito para a família e mesmo com o divórcio, os teus pais continuam a responder pelas dívidas contraídas. Se dizes que o teu pai não tem rendimentos declarados nem nada em seu nome, é natural que acabem por se virar para o cônjuge da altura. Eu aconselhava a tua mãe a procurar ajuda para renegociar a divída e explicar a situação. A DECO pode ajudar. Explicam tudo, que não têm possibilidades para suportar uma dívida tão avultada, que o teu pai não está cá e não tem rendimentos declarados, que a tua mãe ainda tem de te sustentar, etc. etc. Essas situações são complicadas, porque a verdade é que os bancos são implacáveis e o que lhes interessa são os €€ a entrar.

 

A dívida já não prescreveu? Do que li as dividas de financiamento prescrevem ao fim de 5 anos

 

Nop. O prazo é o prazo ordinário é de 20 anos. Como é um crédito bancário, o Código Civil imputa-lhe um prazo de 20 anos a partir de quando se exige a prestação. O prazo de 5 anos aplica-se, por exemplo, a juros de mora sobre a dívida em causa. Esses sim, aplicam-se o caso de prescrição de 5 anos.

 

Se a dívida vai ser paga coercivamente não se devia partir do principio que o Banco Mais cumpriu a sua parte do acordado no início? Ou seja, os documentos do carro nunca foram dados, isso não constitui uma falha no acordo da parte deles e o torna tudo o resto inválido?

 

Não me parece. O teu pai devia ter conhecimento do que estava a fazer, essa é a verdade. A única maneira seria provando que o banco o fez de forma voluntária e intencional. Mas como provar isso? É complicado. O teu pai é que acabou por se lixar. E aliás, nunca deviam ter deixado de pagar o carro. Isso ainda piorou mais a vossa situação. O carro está na vossa posse ou já se desfizeram dele? Os gajos do banco recusaram-se a dar o registo de propriedade? São eles que o têm? A história é um bocado estranha.

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Estas coisas de penhoras de ordenados e afins não tem uma espécie de limite? Ou seja, tudo o que for superior ao ordenado mínimo?

Porque tipo uma pessoa a trabalhar durante 1 mês inteiro e ver o seu ordenado a desaparecer do nada é a mesma coisa que saber que vou trabalhar e não vou ter dinheiro para matar a fome e pagar as despesas mensais vitais.

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Visitante

O que é que a minha mãe pode fazer?

 

A tua mãe é responsável pelas dívidas da constância do matrimónio. Suponho que o carro tenha tido proveito para a família e mesmo com o divórcio, os teus pais continuam a responder pelas dívidas contraídas. Se dizes que o teu pai não tem rendimentos declarados nem nada em seu nome, é natural que acabem por se virar para o cônjuge da altura. Eu aconselhava a tua mãe a procurar ajuda para renegociar a divída e explicar a situação. A DECO pode ajudar. Explicam tudo, que não têm possibilidades para suportar uma dívida tão avultada, que o teu pai não está cá e não tem rendimentos declarados, que a tua mãe ainda tem de te sustentar, etc. etc. Essas situações são complicadas, porque a verdade é que os bancos são implacáveis e o que lhes interessa são os €€ a entrar.

 

A dívida já não prescreveu? Do que li as dividas de financiamento prescrevem ao fim de 5 anos

 

Nop. O prazo é o prazo ordinário é de 20 anos. Como é um crédito bancário, o Código Civil imputa-lhe um prazo de 20 anos a partir de quando se exige a prestação. O prazo de 5 anos aplica-se, por exemplo, a juros de mora sobre a dívida em causa. Esses sim, aplicam-se o caso de prescrição de 5 anos.

 

Se a dívida vai ser paga coercivamente não se devia partir do principio que o Banco Mais cumpriu a sua parte do acordado no início? Ou seja, os documentos do carro nunca foram dados, isso não constitui uma falha no acordo da parte deles e o torna tudo o resto inválido?

 

Não me parece. O teu pai devia ter conhecimento do que estava a fazer, essa é a verdade. A única maneira seria provando que o banco o fez de forma voluntária e intencional. Mas como provar isso? É complicado. O teu pai é que acabou por se lixar. E aliás, nunca deviam ter deixado de pagar o carro. Isso ainda piorou mais a vossa situação. O carro está na vossa posse ou já se desfizeram dele? Os gajos do banco recusaram-se a dar o registo de propriedade? São eles que o têm? A história é um bocado estranha.

 

A minha mãe já não me sustenta há alguns anos mas pode argumentar que ainda vive com o meu irmão, vou-lhe dizer isso!

 

O carro continua em nossa posse, bem o meu pai acabou por o arrumar numa garagem do nosso mecânico em troca de serviços, segundo sei, isto há uns meses.

 

O pior é isso, ninguém nos diz nada, nem documentos, nem perguntam pelo carro, nada. Simplesmente executaram a penhora e pronto.

 

Obrigado pelo esclarecimento :compinchas:

 

Que m*rda, boa sorte Lewa.

 

Obrigado :compinchas:

 

Situação complicada, não posso ajudar-te mas espero que tudo acabe pelo melhor.

 

 

F*da-se, finalmente o Perdigas teve piada. Vou abrir o champanhe.

 

Pois foi e logo num tópico meu e desta natureza, o chulo :medinho: :mrgreen:

 

Estas coisas de penhoras de ordenados e afins não tem uma espécie de limite? Ou seja, tudo o que for superior ao ordenado mínimo?

Porque tipo uma pessoa a trabalhar durante 1 mês inteiro e ver o seu ordenado a desaparecer do nada é a mesma coisa que saber que vou trabalhar e não vou ter dinheiro para matar a fome e pagar as despesas mensais vitais.

 

Tem, na outra penhora que falei ela ficava sempre só com o ordenando minimo mas ás vezes ficava só com 300 e muitos euros, subsidios e isso voava tudo. Além disto, só em juros foram alguns 7000 euros. Se ela for pagar esta, nem quando se reformar acabou de pagar isto com os juros.

Editado por Visitante

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Então o teu pai andou pelos tribunais para anular o crédito, foi isso? Mas já têm o registo de propriedade ou é o banco que o tem?

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Lewa, se mencionares qual a documentação que o teu pai possui relativamente ao carro, penso que será extremamente relevante para quem conhece melhor a lei ;)

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Estas coisas de penhoras de ordenados e afins não tem uma espécie de limite? Ou seja, tudo o que for superior ao ordenado mínimo?

Porque tipo uma pessoa a trabalhar durante 1 mês inteiro e ver o seu ordenado a desaparecer do nada é a mesma coisa que saber que vou trabalhar e não vou ter dinheiro para matar a fome e pagar as despesas mensais vitais.

O limite é o salário mínimo,

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Visitante

Então o teu pai andou pelos tribunais para anular o crédito, foi isso? Mas já têm o registo de propriedade ou é o banco que o tem?

 

Não o meu pai andou pelos tribunais para lhe darem os documentos do carro que andava a pagar e nem era dele.

 

Aquele carro na altura era praticamente topo de gama, era carissimo, ainda não tem nada, o carro está arrumado desde 2000 ou 2001, sem poder andar.

 

Skycame: Eu penso que relativamente ao carro ele tem tudo menos o registo de propriedade, na altura era demasiado pequeno para saber quais os documentos necessários para saber agora se ele os tem.

Editado por Visitante

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Mas tem documentos que comprovem que efetuou pagamentos ao banco relativamente ao carro ? Algum comprovativo que o valor em divida se deve a esse carro ?

 

Outra coisa que não percebo é como é que o tribunal aceita que efetivamente existiam pagamentos a serem feitos ao Banco relativamente a algo mas nem se preocupam (?) em saber com o quê...

 

Outra coisa que acho muito estranha é darem razão duas vezes e à terceira não dão razão e avançam para penhoras de ordenado.... Existe algo MUITO estranho por detrás disto tudo, muito mesmo.

Editado por Skycamefalling

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Guest trz

Muita força lewa.

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Guest Rumpas

Chamem o Harvey Spector!

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Situação complicada, não posso ajudar-te mas espero que tudo acabe pelo melhor.

 

 

F*da-se, finalmente o Perdigas teve piada. Vou abrir o champanhe.

Ele costuma ter graça, se calhar não te convém é veres isso.

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Ele costuma ter graça, se calhar não te convém é veres isso.

Editado por Ezequiel Garay

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Ele costuma ter graça, se calhar não te convém é veres isso.

 

LOL

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