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Escola de Tomar cria turma só de crianças de etnia cigana

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Na Escola Básica do 1.º Ciclo dos Templários, em Tomar, foi criada uma turma composta exclusivamente por alunos de etnia cigana, cujas idades variam entre os 7 e os 14 anos. Os pais destes alunos estão indignados face àquilo que qualificam como uma atitude discriminatória. “Isto é desrespeito pela etnia. Ainda se fossem todos da primeira classe, podia fazer algum sentido, mas juntarem estes miúdos todos só porque são ciganos é encostá-los a uma parede para não aprenderem nada”, indignou-se ao PÚBLICO José António Pascoal, pai de um dos alunos.

 

Com um filho de 11 anos a frequentar o 3.º ano de escolaridade, José António Pascoal reconhece as dificuldades no percurso. “O meu filho chumbou por causa das faltas, mas isso é porque tem problemas respiratórios, fica doente. Mas se anda na terceira classe devia estar numa turma com alunos do mesmo ano. Como é que um professor vai conseguir ensinar ao mesmo tempo quem entrou este ano na escola pela primeira vez e quem já tem 14 anos?”.

 

Ao PÚBLICO, o director do agrupamento, Carlos Ribeiro, nega qualquer intuito discriminatório por detrás desta concentração de alunos de etnia cigana. “Criámos uma turma mais pequena com meninos que são repetentes”, adiantou, para explicar que a ideia foi “tentar precisamente que eles progridam e não fiquem a marcar passo, como tem acontecido em anos anteriores”.

 

Reconhece que são todos de etnia cigana. Mas assevera que na EB1 dos Templários continua a haver alunos de etnia cigana integrados em turmas ditas normais. “Neste caso, procurámos juntar os alunos que, independentemente das idades, estão ao mesmo nível em termos de aprendizagem. São alunos com muitos problemas de assiduidade, é difícil mantê-los na escola, e a ideia é apostar neles e tentar que tenham sucesso, porque o que se verificou nos anos anteriores, em que estes alunos estavam integrados nas turmas normais, é que eles avançaram na idade física mas em termos de aprendizagens não evoluíram”, justificou o director do agrupamento. Carlos Ribeiro reconheceu que não foi dada qualquer explicação prévia às famílias. “Nunca nos ocorreu que as pessoas pudessem entender esta situação como tendo algo de racista”.

 

São argumentos que não convencem António Pascoal, que foi, ele próprio, aluno da mesma escola, onde concluiu a antiga 4.ª classe. “E então entre os filhos dos doutores e engenheiros não há quem chumbe? Isto que fizeram foi encostar os miúdos de etnia cigana a um canto. É racismo. Parece que se esqueceram que na escola não há brancos nem pretos nem amarelos: todos têm o sangue vermelho”.

Estudiosa destas práticas, a socióloga Maria José Casanova garante que a este tipo de soluções se associam sempre resultados desastrosos. “Quase sempre fazem estas turmas para lhes dar um percurso curricular alternativo de menor exigência académica”, começa por enquadrar a também coordenadora do Núcleo de Educação Para os Direitos Humanos da Universidade do Minho. Sem conhecer este caso, nota desde logo que desviar um aluno com apenas sete anos de idade para uma turma com estas características significa haver “crianças nas quais não foi feito nenhum investimento”. E mostra-se, por princípio, “completamente contra” este tipo de agregação. “Primeiro porque inviabiliza qualquer possibilidade de interacção no processo de aprendizagem”. E depois, “porque as crianças ciganas aprendem como qualquer outra criança, desde que nas aprendizagens os professores tornem significativas as experiências que elas trazem da sua vida quotidiana”. Um dos problemas é que “muitos professores já olham para as crianças ciganas com o preconceito de que elas não vão conseguir aprender os conhecimentos científicos normais”. “Não devemos esquecer que a escola é um espaço hostil para as crianças ciganas, porque funciona segundo regras e normas que a criança desconhece”, alerta, adiantando assim uma explicação para o elevado grau de absentismo entre estes alunos.

 

Com progenitores quase sempre detentores de uma “baixíssima escolarização”, até porque “a entrada da etnia cigana no ensino oficial em Portugal ocorreu apenas após o 25 de Abril”, “tem de haver da parte do corpo docente uma compreensão deste fenómeno”. A realidade, porém, nem sempre o confirma. “As turmas só de crianças ciganas são uma realidade em muitas escolas. E muitas vezes as escolas fazem isso até com um sentimento de generosidade, sem intenção de discriminar”. Não é ilegal. “Apesar da lei anti discriminação racial proibir a constituição de turmas só de uma minoria, ressalva ao mesmo tempo que essa constituição é possível se for para melhorar a situação destas minorias”.

 

Fonte

 

 

Portugal do Século 21 :facepalm:

Editado por HappyKing

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OMG portugal no seu melhor

epá se a ideia fosse criar turmas com miudos mais ou menos da mesma idade para nao serem descriminados por outros alunos por serem ciganos a ideia nao era muito descabida mas...

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OMG portugal no seu melhor

epá se a ideia fosse criar turmas com miudos mais ou menos da mesma idade para nao serem descriminados por outros alunos por serem ciganos a ideia nao era muito descabida mas...

 

Sim, se fosse uma turma por exemplo do 1ºAno, sendo todos de etnia cigana até podia facilitar a integração, mas assim :facepalm:

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Excluir os ciganos, colocando-os à parte podia facilitar a integração... :estrelas:

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Excluir os ciganos, colocando-os à parte podia facilitar a integração... :estrelas:

 

Se te estás a referir ao que eu disse, secalhar expliquei-me mal:

 

O que eu digo é: eles na turma em que estariam iam sofrer descriminação, ou seja, teriam receio de participar nas aulas . Isso levaria a um desinteresse da escola.

 

Se as turmas deles fossem apenas da etnia deles, não seriam descriminados nas aulas e assim poderiam ter um melhor aproveitamento.

 

Claro que isso apenas resolveria um pequeno problema que era o rendimento nas aulas visto que no recreio e assim seriam descriminados novamente.

 

E portanto o que eu acho é que a escola deveria tomar medidas de integração e não do contrário.

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O problema aqui é que eles não são descriminados por serem de etnias diferentes mas sim pela porcaria que fazem.

 

Sempre achei que o principal problema estava "em casa", e que eles acabam por ser vitimas do ambiente em que vivem.

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[PNR mode]

Acho bem porque sou a favor da reciclagem. Gosto de ver o lixo separado!

 

Eles até vão ter disciplinas diferentes:

Introdução ao Gamanço, Comêrcio na Feira, Fugir da Moina I e II

[\PNR mode]

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O que resolvia facilmente o problema da falta de aprendisagem dos alunos ciganos, era por cada falta que o miudo desse, e se o mesmo não apresentasse rendimento escolar dentro que seria esperado, lhes cortassem os subsideos.

 

Iam ver como os putos deixavam de faltar às aulas, e como começavam a estudar.

 

Eles são tão capazes como todos os outros, só que vivem numa comunidade, que se exclui socialmente e que tem todos os direitos e mordomias, sem que tenha qualquer tipo de deveres para com essa mesma sociedade.

 

Daqui por 50 anos os unicos que poderão trabalhar em portugal serão os ciganos, porque todos os outros actualmente estão de tal forma estragulados por impostos, e obrigações que foram "impedidos" de ter filhos de forma a conseguir substituir as gerações anteriores.

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Não me parece que a solução passe por juntar todos numa turma, mesmo que fossem do mesmo nível.

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150.000 imigrantes ilegais,

20.000 tóxico-dependentes,

220.000 subsidio-dependentes, onde inclui casas a fundo perdido e cheques mensais de 700€ mensais da SS.

15.000 criminosos nas prisões.

 

valores aproximados,

 

posto isto não creio que a solução seja a que foi tomada pela escola de tomar.

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Sim, se fosse uma turma por exemplo do 1ºAno, sendo todos de etnia cigana até podia facilitar a integração, mas assim :facepalm:

 

 

Não me parece que a solução passe por juntar todos numa turma, mesmo que fossem do mesmo nível.

 

Ou não lidas /lidaste com ciganos ou eles são diferentes dos de Tomar, a integração deles em Tomar é nós não estudamos mas a escola é nossa que temos de cá vir para os paizinhos receberem o subsidio, estudar os pais ameaçam o profes e nós vamos passando de ano, e repetem isto de geração em geração. Por isso o idal até era haver uma escola só para eles para não baterem e roubarem (have mais segurança para os outros alunos) dentro da escola, assim pelo menos durante as aulas não fazem nada mas tambem não estorvam os outros.

Quando chegam a adultos continuam a fazer o que querem e lhes apetece porque a policia não se intromete, e fazerem-se de vitimas são eles bons.

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150.000 imigrantes ilegais,

20.000 tóxico-dependentes,

220.000 subsidio-dependentes, onde inclui casas a fundo perdido e cheques mensais de 700€ mensais da SS.

15.000 criminosos nas prisões.

 

valores aproximados,

 

posto isto não creio que a solução seja a que foi tomada pela escola de tomar.

 

arranja lá fonte desses dados :happy:

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150.000 imigrantes ilegais,

20.000 tóxico-dependentes,

220.000 subsidio-dependentes, onde inclui casas a fundo perdido e cheques mensais de 700€ mensais da SS.

15.000 criminosos nas prisões.

 

valores aproximados,

 

posto isto não creio que a solução seja a que foi tomada pela escola de tomar.

E esses imigrantes ilegais também andam nesta escola em Tomar?

 

TheTwilightZoneLogo.png

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O que resolvia facilmente o problema da falta de aprendisagem dos alunos ciganos, era por cada falta que o miudo desse, e se o mesmo não apresentasse rendimento escolar dentro que seria esperado, lhes cortassem os subsideos.

 

Iam ver como os putos deixavam de faltar às aulas, e como começavam a estudar.

 

Eles são tão capazes como todos os outros, só que vivem numa comunidade, que se exclui socialmente e que tem todos os direitos e mordomias, sem que tenha qualquer tipo de deveres para com essa mesma sociedade.

 

Daqui por 50 anos os unicos que poderão trabalhar em portugal serão os ciganos, porque todos os outros actualmente estão de tal forma estragulados por impostos, e obrigações que foram "impedidos" de ter filhos de forma a conseguir substituir as gerações anteriores.

 

Sai daí, SAS.

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Neste momento há escolas com turmas onde estão alunos do 1º e 4º ano juntos!! A nova lei prevê a criação de turmas com base em níveis de aprendizagem.

 

"Tu sabes muito ficas nesta turma. Tu és burro vais para a turma do primeiro ano outra vez!

 

Meter ciganos à parte não é assim tão grave neste momento.

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