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FC Porto - Futebol

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Foi o que eu escrevi, ainda que as ideias se aproximassem, não tinha jogadores para as colocar em prática.

 

A responsabilidade recai sobre ele e só sobre ele.

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A responsabilidade recai sobre ele e só sobre ele.

 

Obviamente, como treinador exige-se que tenha conhecimento das potencialidades e limitações dos jogadores, portanto, não sei mesmo onde estava a piada.

Editado por MichaelAndrews

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Já agora, que tipo de jogadores o Lopetegui precisava para por em prática o seu plano de jogo?

 

Só para me rir um bocado.

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Já agora, que tipo de jogadores o Lopetegui precisava para por em prática o seu plano de jogo?

 

Só para me rir um bocado.

 

Possivelmente, quaisquer tamancos de uma divisão distrital. Não consigo pensar noutro tipo de resposta para perguntas idiotas, ainda por cima quando misturas plano de jogo com modelo.

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Possivelmente, quaisquer tamancos de uma divisão distrital. Não consigo pensar noutro tipo de resposta para perguntas idiotas, ainda por cima quando misturas plano de jogo com modelo.

A única idiotice foi não teres percebido a pergunta mas não me espanta vindo de um gajo que a única coisa que sabe de futebol é o que está no manual do FM.

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Na teoria é tudo fantástico, a questão é ter jogadores para colocar em prática a teoria e por alguma razão só duas equipas jogam como ele queria jogar: Barcelona e Bayern, curiosamente tiveram (têm) o mesmo treinador. Agora também já não interessa, agora queremos o Zé Peseiro com futebol moderno, futebol de ataque :biggrin:

 

 

De forma mais vincada a época passada, as ideias eram semelhantes

Como é óbvio isso está completamente errado. Se para ti o Bayern e o Barça do Guardiola cinge-se a ter posse de bola e pressão alta então sim, mas aí qualquer equipa chega lá.

 

A grande diferença está na (falta) de movimentos trio atacante e, principalmente, do meio campo.

 

Um treinador que sempre preferiu Casemiros ou Danilos a Ruben Neves, ou Herreras e Andrés Andrés a Evandros diz tudo. Não estou a comparar a qualidade dos jogadores mas sim o perfil.

 

Eu não sou de picar, mas isto na minha terra dava direito a porrada.

Nem eu. :mrgreen:

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Como é óbvio isso está completamente errado. Se para ti o Bayern e o Barça do Guardiola cinge-se a ter posse de bola e pressão alta então sim, mas aí qualquer equipa chega lá.

 

A grande diferença está na (falta) de movimentos trio atacante e, principalmente, do meio campo.

 

Um treinador que sempre preferiu Casemiros ou Danilos a Ruben Neves, ou Herreras e Andrés Andrés a Evandros diz tudo. Não estou a comparar a qualidade dos jogadores mas sim o perfil.

 

 

Nem eu. :mrgreen:

 

Enfim, não conseguiste perceber quando referi ter os jogadores para colocar as ideias em prática, sempre tinhas evitado comentários cretinos.

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De forma mais vincada a época passada, as ideias eram semelhantes

 

A ideia é radicalmente diferente. Quanto muito, algumas das ferramentas utilizadas para cumprir a ideia eram semelhantes. Para explicar isto aproveito para meter aqui uma frase que vi por aí e que me parece bastante interessante para esta questão:

 

Possession over position? Position over possession? Pass to play, don't play to pass

 

"Pass to play" e "Play to pass" pode parecer uma simples inversão da ordem das palavras na frase, mas muda completamente o seu significado. E até espelha bem as ideias dos treinadores. "Pass to play" consiste na valorização do jogo posicional, da criação constante de superioridades numéricas e das melhores condições para magoar a estrutura defensiva do adversário, de forma organizada. A posse é uma ferramenta para esse intuito, não o intuito em si, servindo assim quase como um engodo para levar o adversário para onde queremos e criar, assim, os espaços pretendidos para desequilibrar.

 

Pelo contrário, "Play to pass" espelha uma ideia diferente. A bola não é usada para desequilibrar mas sim para equilibrar, com todas as consequências que daí decorrem. Procura-se diminuir ao máximo o risco da posse, circulando preferencialmente em forma de "U" pelos corredores laterais. Isto porque é onde é mais fácil reagir à perda, claro. Os jogadores não são dotados de grandes ferramentas coletivas para resolver problemas(o tal jogo posicional) ofensivos, confiando-se muito mais na qualidade individual dos jogadores e no tempo em que vão ter a bola para tal. Mas tempo não é qualidade, e embora possam ter muitas situações com bola, a complexidade dessas situações requer qualidades individuais muito acima da média. Porque, não nos esqueçamos, é diferente partir para o drible sozinho contra dois jogadores de fazê-lo tendo um ou mais colegas a dar soluções diferentes. Quanto mais não seja, porque vai criar a dúvida no adversário sobre qual vai ser a nossa ação e nós podemos jogar com essa dúvida, até para desequilibrar individualmente se o contexto o ditar(um certo anão em Barcelona faz isto o tempo todo :mrgreen: ).

 

A semelhança entre os dois é quererem ter bola e gostarem de reagir forte e rápido à perda. Nada mais. A ideia principal é radicalmente diferente, como referi acima, porque no caso do jogo posicional tudo se subjuga à ideia ofensiva, ou seja, da criação de espaços e desequilíbrios na estrutura adverária; enquanto que no vulgarmente conhecido como "tiki-taka", a posse é utilizada quase como uma aversão ao risco, para manter ao máximo o adversário longe da nossa baliza e da forma mais segura possível, sendo isso muito mais importante do que propriamente criar espaços e mover adversários.

 

PS: Não acho nada que tenha que ver com os jogadores. Vês várias equipas com jogadores de menos qualidade que o Porto a aplicar alguns ou até a maioria dos princípios do jogo posicional. O Lopetegui não o fez porque essas não são as ideias dele, apenas e só.

Editado por AndreSCP7

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Ai.. o Lopes tinha um modelo semelhante a quem?

 

Trocar a bola nos 4 em linha leva la ao aeroporto e mandar aviões para os extremos não é bem o modelo do Guardiola...

 

O lopes estava mais perto do modelo do tralhao no ano da final da champions sub19. Troca cá atrás e chutao no Guedes lol.

 

O Barca do Enrique já tera mais parecenças. Mas msm assim.. fdx... O futebol do Lopes não é nada. Aquilo é uma equipa de subutteo ou lá o crl q se escreve a trocar a bola até adormecer cá atrás e depois a tentar explorar a profundidade sempre em largura de forma direta e com os mágicos sempre em inferioridade.

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A ideia é radicalmente diferente. Quanto muito, algumas das ferramentas utilizadas para cumprir a ideia eram semelhantes. Para explicar isto aproveito para meter aqui uma frase que vi por aí e que me parece bastante interessante para esta questão:

 

 

 

"Pass to play" e "Play to pass" pode parecer uma simples inversão da ordem das palavras na frase, mas muda completamente o seu significado. E até espelha bem as ideias dos treinadores. "Pass to play" consiste na valorização do jogo posicional, da criação constante de superioridades numéricas e das melhores condições para magoar a estrutura defensiva do adversário, de forma organizada. A posse é uma ferramenta para esse intuito, não o intuito em si, servindo assim quase como um engodo para levar o adversário para onde queremos e criar, assim, os espaços pretendidos para desequilibrar.

 

Pelo contrário, "Play to pass" espelha uma ideia diferente. A bola não é usada para desequilibrar mas sim para equilibrar, com todas as consequências que daí decorrem. Procura-se diminuir ao máximo o risco da posse, circulando preferencialmente em forma de "U" pelos corredores laterais. Isto porque é onde é mais fácil reagir à perda, claro. Os jogadores não são dotados de grandes ferramentas coletivas para resolver problemas(o tal jogo posicional) ofensivos, confiando-se muito mais na qualidade individual dos jogadores e no tempo em que vão ter a bola para tal. Mas tempo não é qualidade, e embora possam ter muitas situações com bola, a complexidade dessas situações requer qualidades individuais muito acima da média. Porque, não nos esqueçamos, é diferente partir para o drible sozinho contra dois jogadores de fazê-lo tendo um ou mais colegas a dar soluções diferentes. Quanto mais não seja, porque vai criar a dúvida no adversário sobre qual vai ser a nossa ação e nós podemos jogar com essa dúvida, até para desequilibrar individualmente se o contexto o ditar(um certo anão em Barcelona faz isto o tempo todo :mrgreen: ).

 

A semelhança entre os dois é quererem ter bola e gostarem de reagir forte e rápido à perda. Nada mais. A ideia principal é radicalmente diferente, como referi acima, porque no caso do jogo posicional tudo se subjuga à ideia ofensiva, ou seja, da criação de espaços e desequilíbrios na estrutura adverária; enquanto que no vulgarmente conhecido como "tiki-taka", a posse é utilizada quase como uma aversão ao risco, para manter ao máximo o adversário longe da nossa baliza e da forma mais segura possível, sendo isso muito mais importante do que propriamente criar espaços e mover adversários.

 

PS: Não acho nada que tenha que ver com os jogadores. Vês várias equipas com jogadores de menos qualidade que o Porto a aplicar alguns ou até a maioria dos princípios do jogo posicional. O Lopetegui não o fez porque essas não são as ideias dele, apenas e só.

 

Exacto, são duas expressões que embora diferentes vão ao encontro do conceito de a bola é que corre, não os jogadores; e ao fazeres correr (circular) a bola, fazes correr o adversário e impões mais desgaste.

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Ao contrário do que foi noticiado o Lichnovsky foi para Espanha sem opção de compra.

 

Assim já é uma boa decisão.

Evolui num campeonato mais competitivo e no verão está de volta com mais experiência.

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Começar a tomar decisões corretas na SAD é preciso e este mês ja tomaram algumas.

Agora temos é de jogar a bolinha em condições!

 

VAMOS PORTO

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Enfim, não conseguiste perceber quando referi ter os jogadores para colocar as ideias em prática, sempre tinhas evitado comentários cretinos.

Comentários cretinos, perguntas idiotas... Responder em relação ao assunto é que está quieto. :mrgreen:

 

Claro que percebi o que quiseste dizer e perguntei-te directamente que tipo de jogadores são esses. Não respondeste por duas vezes, acho que estamos conversados.

 

A ideia é radicalmente diferente. Quanto muito, algumas das ferramentas utilizadas para cumprir a ideia eram semelhantes. Para explicar isto aproveito para meter aqui uma frase que vi por aí e que me parece bastante interessante para esta questão:

 

 

 

"Pass to play" e "Play to pass" pode parecer uma simples inversão da ordem das palavras na frase, mas muda completamente o seu significado. E até espelha bem as ideias dos treinadores. "Pass to play" consiste na valorização do jogo posicional, da criação constante de superioridades numéricas e das melhores condições para magoar a estrutura defensiva do adversário, de forma organizada. A posse é uma ferramenta para esse intuito, não o intuito em si, servindo assim quase como um engodo para levar o adversário para onde queremos e criar, assim, os espaços pretendidos para desequilibrar.

 

Pelo contrário, "Play to pass" espelha uma ideia diferente. A bola não é usada para desequilibrar mas sim para equilibrar, com todas as consequências que daí decorrem. Procura-se diminuir ao máximo o risco da posse, circulando preferencialmente em forma de "U" pelos corredores laterais. Isto porque é onde é mais fácil reagir à perda, claro. Os jogadores não são dotados de grandes ferramentas coletivas para resolver problemas(o tal jogo posicional) ofensivos, confiando-se muito mais na qualidade individual dos jogadores e no tempo em que vão ter a bola para tal. Mas tempo não é qualidade, e embora possam ter muitas situações com bola, a complexidade dessas situações requer qualidades individuais muito acima da média. Porque, não nos esqueçamos, é diferente partir para o drible sozinho contra dois jogadores de fazê-lo tendo um ou mais colegas a dar soluções diferentes. Quanto mais não seja, porque vai criar a dúvida no adversário sobre qual vai ser a nossa ação e nós podemos jogar com essa dúvida, até para desequilibrar individualmente se o contexto o ditar(um certo anão em Barcelona faz isto o tempo todo :mrgreen: ).

 

A semelhança entre os dois é quererem ter bola e gostarem de reagir forte e rápido à perda. Nada mais. A ideia principal é radicalmente diferente, como referi acima, porque no caso do jogo posicional tudo se subjuga à ideia ofensiva, ou seja, da criação de espaços e desequilíbrios na estrutura adverária; enquanto que no vulgarmente conhecido como "tiki-taka", a posse é utilizada quase como uma aversão ao risco, para manter ao máximo o adversário longe da nossa baliza e da forma mais segura possível, sendo isso muito mais importante do que propriamente criar espaços e mover adversários.

 

PS: Não acho nada que tenha que ver com os jogadores. Vês várias equipas com jogadores de menos qualidade que o Porto a aplicar alguns ou até a maioria dos princípios do jogo posicional. O Lopetegui não o fez porque essas não são as ideias dele, apenas e só.

Excelente post, André.

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Comentários cretinos, perguntas idiotas... Responder em relação ao assunto é que está quieto. :mrgreen:

 

Claro que percebi o que quiseste dizer e perguntei-te directamente que tipo de jogadores são esses. Não respondeste por duas vezes, acho que estamos conversados.

 

 

Excelente post, André.

 

Por exemplo, são necessários jogadores com grande precisão no passe e capacidade de circular a bola quando sob pressão do adversário e que essa circulação de bola requer grande mobilidade. Tal como comecei por referir e que posteriormente alguém afirmou por outras palavras, podes ter a ideia de jogo, mas precisas sempre de jogadores que tenham capacidade para a colocar em prática. Ser o modelo de jogo que faz os jogadores ou os jogadores que fazem o modelo são duas opções com toda a legitimidade, portanto, compete ao treinador ter a flexibilidade para compreender qual a que mais beneficia a equipa, sendo que por benefício, entende-se vitórias.

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Por exemplo, são necessários jogadores com grande precisão no passe e capacidade de circular a bola quando sob pressão do adversário e que essa circulação de bola requer grande mobilidade. Tal como comecei por referir e que posteriormente alguém afirmou por outras palavras, podes ter a ideia de jogo, mas precisas sempre de jogadores que tenham capacidade para a colocar em prática. Ser o modelo de jogo que faz os jogadores ou os jogadores que fazem o modelo são duas opções com toda a legitimidade, portanto, compete ao treinador ter a flexibilidade para compreender qual a que mais beneficia a equipa, sendo que por benefício, entende-se vitórias.

Tretas. Os jogadores com boa qualidade de bola foram quase sempre preteridos por jogadores mais desenvolvidos fisicamente. O meio campo para o Lopetegui nunca foi importante na construção mas sim na pressão. Para além de uma posse de bola inócua e a pressão alta, em nada o modelo de jogo do Lopetegui tem a ver com o do Guardiola. Ou está a escapar-me alguma coisa?

 

É como o André diz, há equipas com jogadores de menor qualidade e a praticar futebol muito mais próximo do Guardiola do que o Lopetegui. Se de facto fosse esse os seus ideais, ele tinha conseguido implementar isso cá, com ou sem sucesso.

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Exatamente como o Su1 diz. Jogar para o lado com os jogadores colados à linha com uma rigidez extrema de movimentos em nada tem a ver com o que o Guardiola implementa por onde passa. Ter posse de bola não significa jogar como o Guardiola joga. Muito longe disso.

Editado por Bat

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Exatamente como o Su1 diz. Jogar para o lado com os jogadores colados à linha com uma rigidez extrema de movimentos em nada tem a ver com o que o Guardiola implementa por onde passa. Ter posse de bola não significa jogar como o Guardiola joga. Muito longe disso.

 

Concerteza não reparaste bem em como jogam as equipas do Guardiola....

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Concerteza não reparaste bem em como jogam as equipas do Guardiola....

 

O que eu quis dizer foi que a maneira como o Guardiola põe as equipas a jogar não se baseia só em ter posse de bola. É muito mais do que isso. Ou seja não podemos comparar o estilo de jogo do Lopetegui com o do Guardiola só porque tanto um como outro jogam em posse.

 

Mas percebi a tua dúvida, expressei me mal.

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Estão mais próximos do Guardiola o Jesus e o Fonseca, do que o Lopetegui. Querer ter a bola é relativo e não me parece que seja uma característica das equipas do Guardiola. Ter a bola todos querem, se possível. O que distingue o Guardiola é mesmo aquilo que as suas equipas fazem com a bola, a forma como atacam, a forma como se posicionam para atacar (e defender, consequentemente) e sobretudo, a forma como, por terem uma dinâmica ofensiva tão evoluída e complexa, os jogadores das suas equipas parecem sempre ter uma taxa altíssima de boas acções e boas decisões, sendo a causa disso o grande trabalho do treinador.

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