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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de ElliotReid13, há 24 minutos:

Mas não gostas?

A verdade é que as pessoas ficaram todas convencidas que a Joana MV ia prender o Sócrates e todos os bandidos corruptos deste país e que por isso era obrigatório que continuasse, e que a nomeação desta procuradora foi a) PS para ajudar Sócrates b) Benfica para se ajudar a si mesmo.

Win-win para a direita que fez todo este frenesim à volta da recondução da Joana Marques Vidal.

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Citação de ElliotReid13, há 59 minutos:

Eu não me chateava que a JMV fosse reconduzida mas qual é o drama mesmo? O normal é não ser reconduzido.

O Governo foi esperto ao não ter aberto o livro sobre a não recondução da procuradora e ter mantido tudo na expectativa. Com outro nome já no lugar da JMV limita muito a crítica à não recondução. Se o governo anunciasse que não reconduzia há 2 meses sem um nome por trás, ia ser caótico.

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Citação de Sumudica by Night, há 9 horas:

Então @ElliotReid13, não estás a ver os IRG Awards na TVI24?

 

Prémios de calhaus e para calhaus :4_joy:

 

Citação de Mayday, há 8 horas:

Mas não gostas?

A verdade é que as pessoas ficaram todas convencidas que a Joana MV ia prender o Sócrates e todos os bandidos corruptos deste país e que por isso era obrigatório que continuasse, e que a nomeação desta procuradora foi a) PS para ajudar Sócrates b) Benfica para se ajudar a si mesmo.

Win-win para a direita que fez todo este frenesim à volta da recondução da Joana Marques Vidal.

 

Estiveram todos mal neste processo. Alguém do PS ou do PSD passou a dica numa entrevista ou debate com o Rui Rio quando se candidatou à liderança, e ele ficou todo chocado por ter sido confrontado com o assunto, mas de certo já tinha decidido para si que ia propor a não recondução, e provavelmente até foi ele a passar a informação para ver se a coisa crescia com o tempo.

Se os processos ainda não deram em nada é porque: estamos em Portugal e os processos não andam; são processos enormes contra mal que tem recursos para impor todo o tipo de manobras delatórias. O facto de haver investigações e acusações é extraordinário, sobretudo para alguém que se interessou por política na altura do Pinto Monteiro :vomito: 

 

Citação de ascom, há 8 horas:

Eu não me chateava que a JMV fosse reconduzida mas qual é o drama mesmo? O normal é não ser reconduzido.

O Governo foi esperto ao não ter aberto o livro sobre a não recondução da procuradora e ter mantido tudo na expectativa. Com outro nome já no lugar da JMV limita muito a crítica à não recondução. Se o governo anunciasse que não reconduzia há 2 meses sem um nome por trás, ia ser caótico.

 

Pois, mas o normal também é fechar os olhos e receber algum por fora para travar investigações. Foi a primeira vez que vi e ouvi falar de uma PGR tão ativa e capaz de apresentar resultados, e não existe mais nenhuma razão para a não recondução que não o medo de ver o que mais poderia vir dali. Essa desculpa que não deve haver reconduções neste tipo de cargos em democracia é história para burro dormir pois, nesse caso, haveria limite de mandatos como existe em mil e uma outra funções.

Claro que foi esperto. Já estava a ver mesmo este desfecho, e ainda devem ter criado alguma indefinição na PGR como bónus nos últimos meses. Nisso o Costa é muito grande.

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Jair Bolsonaro, Latin America’s latest menace

He would make a disastrous president

“GOD is Brazilian,” goes a saying that became the title of a popular film. Brazil’s beauty, natural wealth and music often make it seem uniquely blessed. But these days Brazilians must wonder whether, like the deity in the film, God has gone on holiday. The economy is a disaster, the public finances are under strain and politics are thoroughly rotten. Street crime is rising, too. Seven Brazilian cities feature in the world’s 20 most violent.

The national elections next month give Brazil the chance to start afresh. Yet if, as seems all too possible, victory goes to Jair Bolsonaro, a right-wing populist, they risk making everything worse. Mr Bolsonaro, whose middle name is Messias, or “Messiah”, promises salvation; in fact, he is a menace to Brazil and to Latin America.

Mr Bolsonaro is the latest in a parade of populists—from Donald Trump in America, to Rodrigo Duterte in the Philippines and a left-right coalition featuring Matteo Salvini in Italy. In Latin America, Andrés Manuel López Obrador, a left-wing firebrand, will take office in Mexico in December. Mr Bolsonaro would be a particularly nasty addition to the club (see Briefing). Were he to win, it might put the very survival of democracy in Latin America’s largest country at risk.

Brazilian bitterness

Populists draw on similar grievances. A failing economy is one—and in Brazil the failure has been catastrophic. In the worst recession in its history, GDP per person shrank by 10% in 2014-16 and has yet to recover. The unemployment rate is 12%. The whiff of elite self-dealing and corruption is another grievance—and in Brazil it is a stench. The interlocking investigations known as Lava Jato (Car Wash) have discredited the entire political class. Scores of politicians are under investigation. Michel Temer, who became Brazil’s president in 2016 after his predecessor, Dilma Rousseff, was impeached on unrelated charges, has avoided trial by the supreme court only because congress voted to spare him. Luiz Inácio Lula da Silva, another former president, was jailed for corruption and disqualified from running in the election. Brazilians tell pollsters that the words which best sum up their country are “corruption”, “shame” and “disappointment”.

Mr Bolsonaro has exploited their fury brilliantly. Until the Lava Jato scandals, he was an undistinguished seven-term congressman from the state of Rio de Janeiro. He has a long history of being grossly offensive. He said he would not rape a congresswoman because she was “very ugly”; he said he would prefer a dead son to a gay one; and he suggested that people who live in settlements founded by escaped slaves are fat and lazy. Suddenly that willingness to break taboos is being taken as evidence that he is different from the political hacks in the capital city, Brasília.

To Brazilians desperate to rid themselves of corrupt politicians and murderous drug dealers, Mr Bolsonaro presents himself as a no-nonsense sheriff. An evangelical Christian, he mixes social conservatism with economic liberalism, to which he has recently converted. His main economic adviser is Paulo Guedes, who was educated at the University of Chicago, a bastion of free-market ideas. He favours the privatisation of all Brazil’s state-owned companies and “brutal” simplification of taxes. Mr Bolsonaro proposes to slash the number of ministries from 29 to 15, and to put generals in charge of some of them.

His formula is winning support. Polls give him 28% of the vote and he is the clear front-runner in a crowded field for the first round of the elections on October 7th. This month he was stabbed in the stomach at a rally, which put him in hospital. That only made him more popular—and shielded him from closer scrutiny by the media and his opponents. If he faces Fernando Haddad, the nominee of Lula’s left-wing Workers’ Party (PT) in the second round at the end of the month, many middle- and upper-class voters, who blame Lula and the PT above all for Brazil’s troubles, could be driven into his arms.

The Pinochet temptation

They should not be fooled. In addition to his illiberal social views, Mr Bolsonaro has a worrying admiration for dictatorship. He dedicated his vote to impeach Ms Rousseff to the commander of a unit responsible for 500 cases of torture and 40 murders under the military regime, which governed Brazil from 1964 to 1985. Mr Bolsonaro’s running-mate is Hamilton Mourão, a retired general, who last year, while in uniform, mused that the army might intervene to solve Brazil’s problems. Mr Bolsonaro’s answer to crime is, in effect, to kill more criminals—though, in 2016, police killed over 4,000 people.

Latin America has experimented before with mixing authoritarian politics and liberal economics. Augusto Pinochet, a brutal ruler of Chile between 1973 and 1990, was advised by the free-marketeer “Chicago boys”. They helped lay the ground for today’s relative prosperity in Chile, but at terrible human and social cost. Brazilians have a fatalism about corruption, summed up in the phrase “rouba, mas faz” (“he steals, but he acts”). They should not fall for Mr Bolsonaro—whose dictum might be “they tortured, but they acted”. Latin America has known all sorts of strongmen, most of them awful. For recent proof, look only to the disasters in Venezuela and Nicaragua.

Mr Bolsonaro might not be able to convert his populism into Pinochet-style dictatorship even if he wanted to. But Brazil’s democracy is still young. Even a flirtation with authoritarianism is worrying. All Brazilian presidents need a coalition in congress to pass legislation. Mr Bolsonaro has few political friends. To govern, he could be driven to degrade politics still further, potentially paving the way for someone still worse.

Instead of falling for the vain promises of a dangerous politician in the hope that he can solve all their problems, Brazilians should realise that the task of healing their democracy and reforming their economy will be neither easy nor quick. Some progress has been made—such as a ban on corporate donations to parties and a freeze on federal spending. A lot more reform is needed. Mr Bolsonaro is not the man to provide it.

https://www.economist.com/leaders/2018/09/20/jair-bolsonaro-latin-americas-latest-menace

Não sei se era isto que querias.

Editado por HappyKing

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Acho que a lei do limite de mandatos deveria estar mais explicita. 1 ou varios? Penso que 2 mandatos de 4 anos seria o mais adequado para PGR.

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Citação de ElliotReid13, há 9 horas:

 

Pois, mas o normal também é fechar os olhos e receber algum por fora para travar investigações. Foi a primeira vez que vi e ouvi falar de uma PGR tão ativa e capaz de apresentar resultados, e não existe mais nenhuma razão para a não recondução que não o medo de ver o que mais poderia vir dali. Essa desculpa que não deve haver reconduções neste tipo de cargos em democracia é história para burro dormir pois, nesse caso, haveria limite de mandatos como existe em mil e uma outra funções.

Claro que foi esperto. Já estava a ver mesmo este desfecho, e ainda devem ter criado alguma indefinição na PGR como bónus nos últimos meses. Nisso o Costa é muito grande.

Que exagero. Eu gostava que a JMV continuasse, gostei de ver todos estes casos de corrupção a saírem cá para fora, aliás gostava que fossem ainda mais duros. Mas por outro lado sempre houve está prática de mudar de PGR. E as pessoas, estão tão furiosas porque se está a respeitar uma prática que tem sido a normal nos últimos tempos. Como é que se pode estar tão furioso com algo que é o normal acontecer? E a argumentação do mandato único é perfeitamente aceitável, estar 12 anos num cargo com tanto poder pode realmente ser demais. Para além disso, se aceitarmos a prolongação de mandatos podemos estar a sujeitar a avaliação política o primeiro mandato, algo que não deve acontecer.

A própria Joana Marques Vidal defendeu o mandato único... !! (será que também é burra?)

Uma palavra para o Marcelo, que manteve a coerência duma posição que tem há décadas, não interessando quem é ou deixa de ser o procurador nem vai nas caixas de ressonância de quem não tem absolutamente nada que seja politicamente interessante(pelo menos para já). Não é catavento nenhum como lhe chamou o alpinista político, boy e ex primeiro ministro que escreveu hoje um artigo vergonhoso em que, ele sim, politiza a justiça. Idiota.

E apesar deste mandato da JMV ter sido bom e a procuradoria ter funcionado muito melhor que nos outros, atenção que não foi perfeito. Teve demasiadas violações de segredo de justiça. Que eu acharia normal que tivesse ficado? Sim. Mas se se justifica todo este drama, não de todo.

À nova procuradora, que é alguém a quem toda a gente reconhece qualidades, espero que corrija alguns problemas no MP e que siga com todo o vigor o combate contra a corrupção.

 

Editado por ascom

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O discurso da Theresa May hoje, especialmente o tom foi mais para dentro do que para fora. Ele é vista, pelos conservadores(mais pró brexit) como alguém fraco que não vai ser capaz de estar à altura da frase de lhes dar um Brexit a sério e estar apenas à procura de um brexit só no nome. Ora, o discurso de hoje ela não disse nada de novo à UE, apenas bateu o pé e mostrou que não aceita um Brexit só no nome.

Apesar de tudo, apesar de achar que vai haver acordo, nos dois assuntos que ela mencionou, a questão da fronteira com a Irlanda do norte e o acesso ao single market são dois assuntos em que é muito difícil chegar à acordo, especialmente o último.

Mas o UK está num caos, há ministros a demitirem-se, deputados do partido conservador a destratarem outros, o Partido Conservador para além de ter um grupo que quer continuar na UE, o grupo que quer sair não se entende quanto ao Brexit que quer e, por isso, Johnson e outros estão a afiar as facas para removerem a May.  Para além disso, o próprio Labour têm ainda outra visão para o Brexit diferente dos outros grupos e tem um problema interno porque entre muitas outras coisas existe uma grande pressão para que se faça campanha para um segundo referendo, coisa que a liderança do Labour rejeita boa parte da suas bases e alguns deputados influentes querem. Este fim de semana, o labour vai ter um congresso e isso está em cima da mesa.

 

 

Editado por ascom

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Sinceramente acho um disparate um Segundo referendo em tao pouco tempo. O Reino Unido tem de assumir as consequencias das suas decisoes e acata las. Se nao concordam tivessem pensado melhor nisso no primeiro referendo e se o proprio nao faz sentido entao nao o tivessem feito. Quanto ao Brasil assim superficialmente dou 31% ao partido de ExD e 23% ao candidato do PT. Na segunda volta o PT ganharia com cerca de 55% dos votos nesse cenario que tambem e o mais provavel.

Editado por Ticampos

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Rapaziada dentro da politica, o que acham deste novo partida Aliança? Tem pernas para andar? Estou um bocado fora do tema, gostava de saber mais um bocado dos experts daqui.

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É um partido feito para o Santana ter voz numa eventual geringonça à direita no futuro. Eu particularmente acho que vai conseguir. Vai ser um partido de direita tanto em termos económicos, como em termos sociais e com uns toques levemente eurocépticos(algo que não é feito em Portugal há uns bons anos). 

Acho que vai conseguir porque reconheço ao Santana habilidade política(volto a dizer habilidade política=/habilidade executiva) e além disso a direita vive um momento de grande crise existencial e o Santana pode aproveitar para apanhar os cacos disso mesmo. De referir também que o Santana está muito bem acompanhado em termos de marketing e o próprio nome aliança nasceu de um estudo de opinião.

Para já não há muito mais a dizer, é aguardar para ver no que isto dá.

Estou mais curioso em saber no que vai dar a Iniciativa Liberal.

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O meu programa de humor favorito é o Novos Fora Nada. Tão bom. 

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Hoje ouvi por parte da historiadora Varela algo com que concordo a 100% deveriam haver mais dados nos censos portugueses como Etnia Renda e Nível de escolaridade. Isso facilitaria coisas como as minhas ''sondagens''. Mas pronto... Isso não seria permitido pela constituição como ela afirmou.

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Ha anos que se sabe que as faccoes apoiadas pela America não ganhariam a guerra. E a ganhar não me admiraria que parte dessa faccao se rebelasse contra os americanos formando grupos terroristas como no passado.

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A Arábia Saudita também andou por lá a apoiar umas facções mas foi um desperdício de dinheiro e armamento, creio que algumas viraram as "casacas" ou desapareceram rapidamente de tão irrelevantes que eram no panorama sírio. Talvez seja por pressão deles, e de Israel também, que os EUA e países ocidentais não vão deixar a Guerra chegar calmamente ao fim e ver Rússia, Irão e Turquia a resolver as questões e a limar as arestas da nova Síria.

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No Brasil cada vez estou mais convencido da vitória do Hadad por 2 motivos.

1- Também a Dilma começou nas sondagens nos 10% mas logo que recebeu um apoio convicente do Lula logo se tornou a favorita e futura vencedora.

2 - Ao contrário da maioria dos grandes partidos europeus o PT tem um histórico de ser negligenciado nas suas possibilidades de vitória a nível de sondagem.

Será engraçado uma eleição em que ambos os lados possuem as suas razões de queixa com potencial para uma vitimização legítima mas exagerada. No caso do PT a prisão de Lula e no caso do Partidi de ED a tentativa de assassinato ao seu líder.

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E a brincadeirinha do Governo com Bolonha? Mas andam a gozar com as pessoas?

Eu já terminei o curso com Bolonha mas se tivesse entrado 1 ano antes, saía sem bolonha e com mais 6 meses de curso. E agora estão a armar-se em parvos para equiparar, apenas para o congelamento de carreiras não ter tanto impacto?

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Eu não sei como é que esta embrulhada do Brexit vai ser resolvida.

O Labour anunciou que vai votar contra qualquer que seja o acordo que a Theresa May conseguir e hoje os tipos do European Research Group(por volta de 70 deputados) que têm como objetivo o hard Brexit, anunciaram que também o vão fazer se a Theresa May não mudar os seus planos. Ora o plano original da May foi em larga medida rejeitado pelos líderes europeus.

Já agora os números de deputados a rejeitarem o Brexit seria algo assim:

Labour 257

Conservadores(ERG) 70

Liberal Democrats 12

Scottish National Party 35

Green 1

Plaid Cymru 4

Isto dá 379 deputados. Para obter maioria, é necessário ter 326 deputados, mesmo que exista alguns deputados que acabem por recuar e aceitar o futuro plano da May, isto torna-se virtualmente impossível.

Eu sou contra o uso do referendo para uma questão destas. Nem é pela questão que se levanta de as pessoas não entenderem e não terem capacidade para decidirem. É porque este referendo reduziu uma questão complexíssima como o Brexit a um Sim/não. O Brexit tem tantos assuntos e é algo com tantas variáveis e problemas que um Sim/Não não oferece nenhuma orientação sobre o futuro. O próprio uso deste mecanismo faz os assuntos parecerem mais simples do que realmente são.

Editado por ascom

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