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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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pensei que era o frio crl

Editado por Solero

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Citação de Mayday, há 22 horas:

A Extrema-Direita não tem amigos.

não. Nos anos 20 (ou 30, mas antes da IIWW) a extrema direita tentou fazer uma Internacional, moldada na Internacional Comunista, mas foi um fracasso tremendo por causa disso mesmo. Pq os facistas-nacionalistas só têm inimigos. Aquilo soçobrou logo na primeira reunião pq o fachos de um sítio se recusavam a sentar "com gente do país X que ocupa uma parte do território que devia ser do meu país", e por aí fora. É o que vai valendo.

Mas esta nóvel Internacional Fascistóide de inspiração Bannonista tem tido mais sucesso em conseguir agregar os fachos do mundo até agora. Espero que lhe aconteça como a outra.

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Citação de IlidioMA, há 57 minutos:

não. Nos anos 20 (ou 30, mas antes da IIWW) a extrema direita tentou fazer uma Internacional, moldada na Internacional Comunista, mas foi um fracasso tremendo por causa disso mesmo. Pq os facistas-nacionalistas só têm inimigos. Aquilo soçobrou logo na primeira reunião pq o fachos de um sítio se recusavam a sentar "com gente do país X que ocupa uma parte do território que devia ser do meu país", e por aí fora. É o que vai valendo.

Mas esta nóvel Internacional Fascistóide de inspiração Bannonista tem tido mais sucesso em conseguir agregar os fachos do mundo até agora. Espero que lhe aconteça como a outra.

"Always two there are. No more, no less. A master and an apprentice."

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A ideia máxima da extrema-direita é o conceito de nação, há a nossa nação com os nossos ideais e valores que não podem ser modificados pelos Governos e que são superiores a de todos os outros países. Portanto nunca poderá haver cooperação entre povos porque há sempre um povo superior.

Mas no Comunismo a URSS e a China desentenderam-se na década de 60, separaram-se internacionalmente no movimento comunista e partiram mesmo para uma guerra territorial na Manchúria que só foi resolvida num acerto de fronteiras já no Séc. XXI. Não eram todos amigos.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

A ideia máxima da extrema-direita é o conceito de nação, há a nossa nação com os nossos ideais e valores que não podem ser modificados pelos Governos e que são superiores a de todos os outros países. Portanto nunca poderá haver cooperação entre povos porque há sempre um povo superior.

mas o neo-fascismo-bannonista foi esperto ao dar a volta a isso.

o conceito de nação, em vez de "nação Francesa", "nação Alemã", etc, etc, que levaria a que cada nacionalista acabasse a puxar para o seu lado e inevitavelmente dissesse - no exemplo franco-alemão que estou a usar - "a Alsácia é minha!" (e outras claims irredentistas que cada país tem sempre sobre o seu vizinho), passou-se a um conceito mais amplo de nação, a nação branca.

Assi, faz-se dos inimigos, não do seu vizinho de sempre, com quem cada povo travou guerras incontáveis ao longo dos tempos, criando grudges seculares que os nacionalistas de outroa aproveitava, mas um inimigo externo que por circunstâncias modernas que hj em dia até é interno, que é o não branco. Faz-se inimigo o negros e árabes em França, Itália e Espanha; os ciganos em Espanha, Itália e Portugal; os Turcos e Persas na Alemanha, os Mexicanos e Muçulmanos na América, etc, etc.

E isso é inteligente pq pode evitar os "erros" do passado dos nacionalistas. Em vez de os Franceses e os Alemães, guiados pelo nacionalismo, irem debater pela enésima vez se a Alsácia é francesa ou Alemã, vão debater sobre se os negros, árabes e turcos que emigraram/nasceram nos seus territórios, fazem parte da nação. Mas o branco do outro lado da fronteira é irmão, e não inimigo, como outros nacionalismos anteriores os apresentaram.

 

Editado por IlidioMA

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Citação de IlidioMA, há 13 horas:

Assi, faz-se dos inimigos, não do seu vizinho de sempre, com quem cada povo travou guerras incontáveis ao longo dos tempos, criando grudges seculares que os nacionalistas de outroa aproveitava, mas um inimigo externo que por circunstâncias modernas que hj em dia até é interno, que é o não branco. Faz-se inimigo o negros e árabes em França, Itália e Espanha; os ciganos em Espanha, Itália e Portugal; os Turcos e Persas na Alemanha, os Mexicanos e Muçulmanos na América, etc, etc.

Não, já não é assim. Os inimigos já não são tanto pela cor da pele ou nacionalidade, mas sim são as pessoas que vêm para um país e não assimilam o que eles consideram de cultura nacional/europeia. Eles estabeleceram as balizas do que é ser europeu e uniram-se, o pensamento é mais unificado que o de outros blocos políticos europeus. Se antes havia a divisão por causa de territórios isso agora esbateu-se e agora estão unidos (no que eles consideram) na identidade europeia conservadora.

Basicamente o que foi feito foi pegar na parte do discurso que fazia e faz sucesso na extrema direita e focar-se nisso, eles analisaram o que levou ao crescimento da Le Pen ( que tem um discurso cada vez mais focado na identidade em vez da raça como o pai tinha), do FPO Austríaco, do Pim Fortuyn, etc... O que ainda não conseguiram fazer foi perceber e diminuir as oscilações eleitorais que estes partidos têm.

Outra questão que eles andam focados é na deslocação de empregos para outros países, o desemprego e a imigração ilegal (tudo pontos focados pelo Trump nas eleições (NAFTA, rust belt, mexicanos)

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Citação de Puto Perdiz, há 21 minutos:

Não, já não é assim. Os inimigos já não são tanto pela cor da pele ou nacionalidade, mas sim são as pessoas que vêm para um país e não assimilam o que eles consideram de cultura nacional/europeia. Eles estabeleceram as balizas do que é ser europeu e uniram-se, o pensamento é mais unificado que o de outros blocos políticos europeus. Se antes havia a divisão por causa de territórios isso agora esbateu-se e agora estão unidos (no que eles consideram) na identidade europeia conservadora.

Basicamente o que foi feito foi pegar na parte do discurso que fazia e faz sucesso na extrema direita e focar-se nisso, eles analisaram o que levou ao crescimento da Le Pen ( que tem um discurso cada vez mais focado na identidade em vez da raça como o pai tinha), do FPO Austríaco, do Pim Fortuyn, etc... O que ainda não conseguiram fazer foi perceber e diminuir as oscilações eleitorais que estes partidos têm.

Outra questão que eles andam focados é na deslocação de empregos para outros países, o desemprego e a imigração ilegal (tudo pontos focados pelo Trump nas eleições (NAFTA, rust belt, mexicanos)

então mas....isso é o que eu estava a dizer

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

então mas....isso é o que eu estava a dizer

fiquei com a ideia que estavas a dizer que ainda há o debate em relação à cor da pele. Esse debate já quase que não é feito tendo em conta a etnia ou local de nascimento, mas sim tendo em conta o comportamento que eles consideradam standard culturalmente. O Luc Mombito (ou lá como ele se chama) e aquele velho do PNR e Sporting são considerados portugueses, mas a Joacine já é olhada de lado e os esquerdistas liberais de traidores à pátria. Os ciganos apesar de estarem em Portugal há várias gerações ainda são olhados de lado.

O que o Mário Machado/PNR e comparsas defendem está, cada vez mais, afastado do discurso destes partidos. Eles andam por lá, mas por algum motivo, ideológico ou de propaganda, é um assunto não tocado. Quando um destes partidos se consolidar no poder é que poderá tirar a dúvida se a identidade é só cultural ou se é também étnica.

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Citação de Puto Perdiz, Agora:

fiquei com a ideia que estavas a dizer que ainda há o debate em relação à cor da pele. Esse debate já quase que não é feito tendo em conta a etnia ou local de nascimento, mas sim tendo em conta o comportamento que eles consideradam standard culturalmente. O Luc Mombito (ou lá como ele se chama) e aquele velho do PNR e Sporting são considerados portugueses, mas a Joacine já é olhada de lado e os esquerdistas liberais de traidores à pátria. Os ciganos apesar de estarem em Portugal há várias gerações ainda são olhados de lado.

O que o Mário Machado/PNR e comparsas defendem está, cada vez mais, afastado do discurso destes partidos. Eles andam por lá, mas por algum motivo, ideológico ou de propaganda, é um assunto não tocado. Quando um destes partidos se consolidar no poder é que poderá tirar a dúvida se a identidade é só cultural ou se é também étnica.

ah, sim e não. Não se fica cegamente pela cor da pele. tem muito mais a ver com cultura/integração como dizes. Mas parte disso. Ou seja, um negro, um árabe, um turco, na Europa, para essa gente tem uma presunção de "invasor" até provar o contrário. Mas não se fica, mindlessly, por aí. Está mais refinado.

Mas tb prova que é  uma importação americana, que, inteligentemente, modifica a tradicional direita nacionalista europeia, que se virava Português contra Espanhol; Espanhol contra Francês; Francês contra Alemão; Alemão contra Inglês, para uma irmandade europeia (de cariz branco, essencialmente), frente unida contra os invasores. Ora isso é o clássico nacionalismo Americano: fundir num caldeirão as várias culturas brancas numa só (de preferência protestantes), fundindo gente de origens diversas, como Escandinava, Ilhas Britânicas, Alemanha, etc, dar-lhe um rótulo de cultura americana, para se virarem, essencialmente contra os negros, esses sempre estrangeiros naquela terra, por mais gerações que lá vivam.

Ou seja, ao passo que na Europa, em 1900 um inglês e um alemão eram inimigos figadais, na América esses dois estavam irmanados pela cor, fundidos numa só cultura, porque o inimigo é alguem (negros) que, mesmo tendo nascido em terras de Columbia, era mais estrangeiro que um newcomer da Europa. Essa importação - que não é de agora - foi fundamental para permitir o crescimento actual dos nacionalismos na Europa. Porque a versão original dos nacionalismos já ninguem no nosso continente a compra, porque causou duas guerras mundias que destruiram a Europa, porque a Alemanha e a França não se dão. Mas se se conseguir focar, "hey, senhor Dupond/Smith/Herrera/Gualdini/Schuster, o inimigo é o tipo chamado Abdul Baldé que vem para cá invadir e descaracterizar as nossas terras", isso já permite mobilizar gente para o nacionalismo. Foi genial, de facto.

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Citação de IlidioMA, há 12 minutos:

ah, sim e não. Não se fica cegamente pela cor da pele. tem muito mais a ver com cultura/integração como dizes. Mas parte disso. Ou seja, um negro, um árabe, um turco, na Europa, para essa gente tem uma presunção de "invasor" até provar o contrário. Mas não se fica, mindlessly, por aí. Está mais refinado.

mais ou menos. As comunidades de leste também foram, e continuam a ser, muito escrutinadas. Agora já não são tanto porque cada vez  mais têm semelhanças com o ocidente europeu.

Citação de IlidioMA, há 12 minutos:

Mas tb prova que é  uma importação americana, que, inteligentemente, modifica a tradicional direita nacionalista europeia, que se virava Português contra Espanhol; Espanhol contra Francês; Francês contra Alemão; Alemão contra Inglês, para uma irmandade europeia (de cariz branco, essencialmente), frente unida contra os invasores. Ora isso é o clássico nacionalismo Americano: fundir num caldeirão as várias culturas brancas numa só (de preferência protestantes), fundindo gente de origens diversas, como Escandinava, Ilhas Britânicas, Alemanha, etc, dar-lhe um rótulo de cultura americana, para se virarem, essencialmente contra os negros, esses sempre estrangeiros naquela terra, por mais gerações que lá vivam.

Ou seja, ao passo que na Europa, em 1900 um inglês e um alemão eram inimigos figadais, na América esses dois estavam irmanados pela cor, fundidos numa só cultura, porque o inimigo é alguem (negros) que, mesmo tendo nascido em terras de Columbia, era mais estrangeiro que um newcomer da Europa. Essa importação - que não é de agora - foi fundamental para permitir o crescimento actual dos nacionalismos na Europa. Porque a versão original dos nacionalismos já ninguem no nosso continente a compra, porque causou duas guerras mundias que destruiram a Europa, porque a Alemanha e a França não se dão. Mas se se conseguir focar, "hey, senhor Dupond/Smith/Herrera/Gualdini/Schuster, o inimigo é o tipo chamado Abdul Baldé que vem para cá invadir e descaracterizar as nossas terras", isso já permite mobilizar gente para o nacionalismo. Foi genial, de facto.

Os EUA é um caso especial, deve ser quase o único país onde as pessoas se apresentam como 15% Tailandês, 25% europeu, 50% japonês e 10% judeu. Mesmo o conceito de afro-americano soa esquisito.

A questão actual da América do norte (incluo aqui o Canadá onde os índios são muito mal tratados) ainda provém da guerra de classes sociais a que está inerente à escravatura e à conquista do território americano. O Africano era o escravo que trabalhava  nos campos, com a liberdade foram para as fábricas onde perceberam que de livres só tinham o estatuto. Não deixaram de ser a ralé da sociedade e olhados de lado. O índio foi conquistado e subjugado pelo europeu e colocado em reservas, se andasse na cidade normalmente era um sem abrigo. O asiático era o homem de trabalho e o europeu o conquistador e colonizador do oeste selvagem.

Os primeiros colonos por serem desses países europeus moldaram o pensamento do que é ser um americano. Eles chegavam ao país montavam o arraial, faziam corridas para ver quem ficava com a melhor terra e começavam a trabalhar nela. Eles eram os "donos" da terra. Os escravos iam lá para serem propriedade deles, eles eram os senhores. Enquanto que os asiáticos eram empregados, os africanos eram escravos. O problema é que esta mentalidade de senhor continua, é por isso que há um tratamento diferente em relação aos asiáticos e aos africanos. Cabe na cabeça de alguém um político dizer: "O Obama só foi presidente porque foi o primeiro africano a aparecer a falar articuladamente".

A identidade religiosa dos EUA está ligada à origem dos povos colonizadores, por terem sido povos da europa central e do norte é normal que o protestantismo seja maioria (apesar da maior denominação nos EUA ser a Católica), tal como na américa latina é o catolicismo.

A questão árabe/islâmica é muito complicada, envolve muita coisa.

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O meu facebook já está todo a chorar, parece que o Duda vai ganhar

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Citação de a.lopes, há 17 minutos:

O meu facebook já está todo a chorar, parece que o Duda vai ganhar

duda-malaga-1588685740-37822.jpg

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A Europa ficou mais peligrosa caminhamos a passos largos para uns anos 30 perigosissimos como no século passado 

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Citação de a.lopes, há 1 hora:

O meu facebook já está todo a chorar, parece que o Duda vai ganhar

No Guardian dizem que a margem pode ser de 150 mil votos, o que faz com que talvez o voto dos emigrantes decida isso. Só no UK 180 mil polacos votaram por correspondência.

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Citação de antifa, há 28 minutos:

No Guardian dizem que a margem pode ser de 150 mil votos, o que faz com que talvez o voto dos emigrantes decida isso. Só no UK 180 mil polacos votaram por correspondência.

Um dos meus familiares polacos nunca chegou a receber o boletim para votar

Outra coisa que se fala, nomeadamente em França, é que alguns dos boletins chegaram sem um carimbo especial o que torna o papel inválido

Não quero acreditar em trafulhice propositada...

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51% para o Duda parece oficial

Vou vender o apartamento e mudar-me para outro lado

Alguém arranja emprego para a minha senhora em Portugal? obrigado

 

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Citação de Mayday, há 7 horas:

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Estranho não haver nem um único deputado do Vox.

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Citação de a.lopes, há 2 horas:

51% para o Duda parece oficial

Vou vender o apartamento e mudar-me para outro lado

Alguém arranja emprego para a minha senhora em Portugal? obrigado

 

Arranjar se calhar arranjo, não sei é se é em algo que ela goste ou queira trabalhar.

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