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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

É igual, claro. Como disse em relação ao MST, achei ridícula a postura dele tanto com o Ventura como com o Costa.

E, novamente: o que quis dizer não era que o Morgan não devia ter feito as perguntas que fez. Acho é que não deve ter aquela postura altiva, como se estivesse ali a descobrir a careca do Ministro, e a exigir uma resposta de forma quase agressiva e aos berros. E é também aí que se enquadra o que dizes no bold - quem é o Morgan para, em directo, tecer juízos de valor sobre a opção do Ministro?

E aliás, há formas de o fazer sem ser tão barraqueiro como o Morgan foi nessa entrevista: um simples "Sr. Ministro, numa altura em que os britânicos vão ter os salários congelados, os membros do Governo vão ser aumentados - acha isto justo, e vai aceitar esse aumento?" teria sido igualmente eficaz, sem este show todo.

um taxpayer?

Editado por Longineu

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Citação de Mayday, Agora:

Alguém tem a entrevista que o Ghelthon viu?

 

toda:

 

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os jornalistas têm que fazer perguntas difíceis a quem entrevistam para se saber o que defendem e se o seu pensamento tem bases. Não é com perguntas do tipo se viu a mosca na cabeça do outro no debate que se vai lá.

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Citação de Ed, há 29 minutos:

E porque não? 

Eu acho que eles deveriam sim ser os bastiões de ética e moralidade, pois o dever deles é informar o público da melhor maneira, com ética e moralidade. 

Porque isso não faz parte da realidade dum mercado capitalista. Ao fim do dia, o jornalista está refém daquilo que vende, do sensacionalismo, das meias-verdades, da necessidade de reportar a notícia com a maior celeridade. 

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Citação de Rōnin, há 1 minuto:

Porque isso não faz parte da realidade dum mercado capitalista. Ao fim do dia, o jornalista está refém daquilo que vende, do sensacionalismo, das meias-verdades, da necessidade de reportar a notícia com a maior celeridade. 

Isso é que está mal... 

Eles deveriam de ser o bastião de ética e moralidade. Cronkite foi considerado o homem mais confiável dos Estados Unidos, por algum motivo. E é isso que os jornalistas têm de ser. Alguém que conseguimos olhar e confiar naquela pessoa, que nos está a informar, porque é credível, porque é ética, porque é a moral da nação. 

Mas isto sou eu que sou muito romântico e idealista em relação ao assunto. 

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Citação de Ed, há 6 minutos:

Isso é que está mal... 

Eles deveriam de ser o bastião de ética e moralidade. Cronkite foi considerado o homem mais confiável dos Estados Unidos, por algum motivo. E é isso que os jornalistas têm de ser. Alguém que conseguimos olhar e confiar naquela pessoa, que nos está a informar, porque é credível, porque é ética, porque é a moral da nação. 

Mas isto sou eu que sou muito romântico e idealista em relação ao assunto. 

Pois... Venho duma família de jornalistas e o sentimento não podia ser mais díspar. 😅

O Cronkite é um bom exemplo, mas de outros tempos. Muita coisa mudou para pior nos últimos 10 anos, infelizmente. É quase impossível de competir contra a falta de regulamentos das redes sociais ou de canais privados com interesses políticos subjacentes. Acabam por arrastar todos para o lodo.

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Citação de Rōnin, há 6 horas:

Porque isso não faz parte da realidade dum mercado capitalista. Ao fim do dia, o jornalista está refém daquilo que vende, do sensacionalismo, das meias-verdades, da necessidade de reportar a notícia com a maior celeridade. 

Mais uma vez o capitalismo sucumbido a interpretações enviesadas e infundamentadas.

Em primeiro lugar, o capitalismo foi o grande impulsionador do jornalismo, seja pelo facto de permitir que chegasse a um número cada vez maior de leitores (devido a uma população "enriquecida"/com capital crescente), seja pelo facto de ter optimizado os meios de produção (um maior número de impressões tornaram o seu custo efectivo mais barato, permitindo igualmente aumentar a rentabilidade unitária <<ainda na versão impressa>>, trazendo mais receitas para as diferentes redações), possibilitou que a investigação se tornasse mais eficiente e igualmente de menor custo (permitiu fazer mais com menos investimento), expressa por exemplo na diminuição dos custos (e aumento de rapidez) das viagens (até ao local de um determinado acontecimento reportado, p.ex), aumento do número de fontes de informação, facilidade de contacto, etc, etc.

Tudo isto, sim, acabou também por influenciar os modos de se fazer jornalismo, com a diversificação de matérias e maneiras de abordagem (também com o aparecimento de colunistas/opinadores e outros tantos). Ou seja, num primeiro momento, não só incrementou o sector (mais uma vez, pelo aumento de diversificação, diminuição da necessidade de investimento, expansão no mercado) como, e por conseguinte, foi um veículo de expressão do mesmo.
 

A crise do jornalismo não se deve ao capitalismo (que é o sistema predominante há mais de 2 séculos, anulando por isso essa proposiçãol, julgo) mas devido ao consumismo exponencial das  populações modernas (vulgo século XXI) que procuram o imediatismo, o consumo de informação (no caso) em elevadas doses, de forma sucinta e superficial (levando, inevitavelmente o jornalismo a seguir, de certa forma, pela mesma via) e por sua culpa própria, que ao invés de se resumirem ao seu papel de informador e mediador da sociedade, de defensores da verdade e da liberdade de expressão, passaram a assumir cada vez mais um papel autoritário, influenciador e impositor (das suas próprias verdades e/ou convicções), ou seja, são vitimas das suas próprias manhas /esquemas e do seu papel na desinformação* (através da noticiação tendenciosa e sem contraditório e pela deturpação da realidade), uniformização de pensamento* (e silenciamento de certas opiniões criticas contrárias as convicções das chefias editoriais) e na crescente arrogância do sector e de seus participantes* ao acharem-se "donos da verdade e da moral" e na sua tentativa de influenciação cada vez maior da opinião pública, baseada mais em ideologia do que na verdade. Como disse, ao fugirem do seu papel de inquisidores e mediadores começaram por se descredibilizar a eles próprios. Isto a juntar ao aumento de fontes alternativas (blogs e outros sites de informação, entre outros) tornaram derradeira esta crise no jornalismo.

Ou seja, é um vasto conjunto de situações que explicam o fenómeno, mas, a meu ver (e uma vez mais), a principal explicação prende-se com o desinvestimento no jornalismo de investigação e de referência e da consistência analítica. O trabalho jornalístico passa sim por incomodar e importunar (de forma razoável) o "objecto" de estudo, de forma a poder fazer um escrutínio e averiguação adequada. 

Só mais uma questão, o capitalismo tem na sua génese o aumento de capital (vendas) pelo alcance da exposição do produto (aumento de leitores) de uma maneira contínua. E isso faz-se, não através da diminuição da qualidade do produto, mas, e pelo contrário na preservação do mesmo (dado a existência de concorrência e iniciativa livre que dificultam o arranjo). Ou seja, se a qualidade diminui é natural que o consumidor procure soluções alternativas (como tem sido o caso). Se o capitalismo (digamos assim) influenciou negativamente o jornalismo, foi por esse mesmo facto, ou seja, retirou a monopolização do tratamento de informação aos canais tradicionais, possibilitando o aparecimento de competidores, possibilitando por sua vez, o aumento de escolha ao consumidor de acordo com as suas necessidades e preferências. Se a forma de combater a degradação do sector passou pela igual degradação do produto (notícias mal escritas e de baixo rigor, aumento da aposta no clickbait e no espalhafatismo (?) e do sensacionalismo e redução do aprofundamento da análise), isso foi, em parte, culpa do mesmo sector que não se soube reinventar e adaptar as tendências (pode ter ganho num primeiro momento, mas com perspectivas de queda a longo prazo, como se tem comprovado). Mesmo o fenómeno das redes sociais favoreceram (de certa forma) o jornalismo, com a possibilidade de alcance e presença no meio quotidiano das pessoas (quantas não são as que não acessam directamente um jornal ao não ser aquando da partilha dos próprios de alguma notícia, pelo facebook?).


Para resumir (e desculpem-me o enfado, mas fico indignado com certo tipo de constatações), o jornalismo é vítima de coisas como: Mudança de hábitos e preferencias da sociedade, do seu proprio desinvestimento no tratamento do conteúdo/informação, viciação das matérias, na incapacidade de readaptação e da sua própria altivez (procurar alcançar um poder maior do que aqueles que lhes está reservado, i.e, informar), entre outros. 


Apesar de saber estar certo em alguns pontos, no geral, não passa de uma mera opinião pessoal, embora julgue ter um bom fundo de verdade. Sintam-se livres pra me contradizer e agradeço a quem me proporcione esclarecimentos reais e objectivos (no caso de ter uma visão deformada sobre o assunto). Também não aponto soluções porque não as conheço, procurei apenas abordar sobre a origem da crise do jornalismo. Em todo o caso, a resolução passará sempre por aí.

 

*como é obvio são generalizações, que acabam por se repercutir por todo o segmento (havendo excepções, claro)

Editado por sandiogo
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Citação de Castor, há 23 horas:

Mas pelos vistos só vai ao parlamento depois de ser acordado com Bruxelas. Isto é só para pôr todos os partidos no mesmo barco para depois não ter muitas vozes contra a decisão.

É uma filhadaputice, é o que é.

  • Concordo! 1

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Citação de sandiogo, há 8 horas:

Mais uma vez o capitalismo sucumbido a interpretações enviesadas e infundamentadas.

Em primeiro lugar, o capitalismo foi o grande impulsionador do jornalismo, seja pelo facto de permitir que chegasse a um número cada vez maior de leitores (devido a uma população "enriquecida"/com capital crescente), seja pelo facto de ter optimizado os meios de produção (um maior número de impressões tornaram o seu custo efectivo mais barato, permitindo igualmente aumentar a rentabilidade unitária <<ainda na versão impressa>>, trazendo mais receitas para as diferentes redações), possibilitou que a investigação se tornasse mais eficiente e igualmente de menor custo (permitiu fazer mais com menos investimento), expressa por exemplo na diminuição dos custos (e aumento de rapidez) das viagens (até ao local de um determinado acontecimento reportado, p.ex), aumento do número de fontes de informação, facilidade de contacto, etc, etc.

Tudo isto, sim, acabou também por influenciar os modos de se fazer jornalismo, com a diversificação de matérias e maneiras de abordagem (também com o aparecimento de colunistas/opinadores e outros tantos). Ou seja, num primeiro momento, não só incrementou o sector (mais uma vez, pelo aumento de diversificação, diminuição da necessidade de investimento, expansão no mercado) como, e por conseguinte, foi um veículo de expressão do mesmo.
 

A crise do jornalismo não se deve ao capitalismo (que é o sistema predominante há mais de 2 séculos, anulando por isso essa proposiçãol, julgo) mas devido ao consumismo exponencial das  populações modernas (vulgo século XXI) que procuram o imediatismo, o consumo de informação (no caso) em elevadas doses, de forma sucinta e superficial (levando, inevitavelmente o jornalismo a seguir, de certa forma, pela mesma via) e por sua culpa própria, que ao invés de se resumirem ao seu papel de informador e mediador da sociedade, de defensores da verdade e da liberdade de expressão, passaram a assumir cada vez mais um papel autoritário, influenciador e impositor (das suas próprias verdades e/ou convicções), ou seja, são vitimas das suas próprias manhas /esquemas e do seu papel na desinformação* (através da noticiação tendenciosa e sem contraditório e pela deturpação da realidade), uniformização de pensamento* (e silenciamento de certas opiniões criticas contrárias as convicções das chefias editoriais) e na crescente arrogância do sector e de seus participantes* ao acharem-se "donos da verdade e da moral" e na sua tentativa de influenciação cada vez maior da opinião pública, baseada mais em ideologia do que na verdade. Como disse, ao fugirem do seu papel de inquisidores e mediadores começaram por se descredibilizar a eles próprios. Isto a juntar ao aumento de fontes alternativas (blogs e outros sites de informação, entre outros) tornaram derradeira esta crise no jornalismo.

Ou seja, é um vasto conjunto de situações que explicam o fenómeno, mas, a meu ver (e uma vez mais), a principal explicação prende-se com o desinvestimento no jornalismo de investigação e de referência e da consistência analítica. O trabalho jornalístico passa sim por incomodar e importunar (de forma razoável) o "objecto" de estudo, de forma a poder fazer um escrutínio e averiguação adequada. 

Só mais uma questão, o capitalismo tem na sua génese o aumento de capital (vendas) pelo alcance da exposição do produto (aumento de leitores) de uma maneira contínua. E isso faz-se, não através da diminuição da qualidade do produto, mas, e pelo contrário na preservação do mesmo (dado a existência de concorrência e iniciativa livre que dificultam o arranjo). Ou seja, se a qualidade diminui é natural que o consumidor procure soluções alternativas (como tem sido o caso). Se o capitalismo (digamos assim) influenciou negativamente o jornalismo, foi por esse mesmo facto, ou seja, retirou a monopolização do tratamento de informação aos canais tradicionais, possibilitando o aparecimento de competidores, possibilitando por sua vez, o aumento de escolha ao consumidor de acordo com as suas necessidades e preferências. Se a forma de combater a degradação do sector passou pela igual degradação do produto (notícias mal escritas e de baixo rigor, aumento da aposta no clickbait e no espalhafatismo (?) e do sensacionalismo e redução do aprofundamento da análise), isso foi, em parte, culpa do mesmo sector que não se soube reinventar e adaptar as tendências (pode ter ganho num primeiro momento, mas com perspectivas de queda a longo prazo, como se tem comprovado). Mesmo o fenómeno das redes sociais favoreceram (de certa forma) o jornalismo, com a possibilidade de alcance e presença no meio quotidiano das pessoas (quantas não são as que não acessam directamente um jornal ao não ser aquando da partilha dos próprios de alguma notícia, pelo facebook?).


Para resumir (e desculpem-me o enfado, mas fico indignado com certo tipo de constatações), o jornalismo é vítima de coisas como: Mudança de hábitos e preferencias da sociedade, do seu proprio desinvestimento no tratamento do conteúdo/informação, viciação das matérias, na incapacidade de readaptação e da sua própria altivez (procurar alcançar um poder maior do que aqueles que lhes está reservado, i.e, informar), entre outros. 


Apesar de saber estar certo em alguns pontos, no geral, não passa de uma mera opinião pessoal, embora julgue ter um bom fundo de verdade. Sintam-se livres pra me contradizer e agradeço a quem me proporcione esclarecimentos reais e objectivos (no caso de ter uma visão deformada sobre o assunto). Também não aponto soluções porque não as conheço, procurei apenas abordar sobre a origem da crise do jornalismo. Em todo o caso, a resolução passará sempre por aí.

 

*como é obvio são generalizações, que acabam por se repercutir por todo o segmento (havendo excepções, claro)

f*da-s, está em linguagem intelectual não vou ler

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Citação de sandiogo, há 10 horas:

Mais uma vez o capitalismo sucumbido a interpretações enviesadas e infundamentadas.

Em primeiro lugar, o capitalismo foi o grande impulsionador do jornalismo, seja pelo facto de permitir que chegasse a um número cada vez maior de leitores (devido a uma população "enriquecida"/com capital crescente), seja pelo facto de ter optimizado os meios de produção (um maior número de impressões tornaram o seu custo efectivo mais barato, permitindo igualmente aumentar a rentabilidade unitária <<ainda na versão impressa>>, trazendo mais receitas para as diferentes redações), possibilitou que a investigação se tornasse mais eficiente e igualmente de menor custo (permitiu fazer mais com menos investimento), expressa por exemplo na diminuição dos custos (e aumento de rapidez) das viagens (até ao local de um determinado acontecimento reportado, p.ex), aumento do número de fontes de informação, facilidade de contacto, etc, etc.

Tudo isto, sim, acabou também por influenciar os modos de se fazer jornalismo, com a diversificação de matérias e maneiras de abordagem (também com o aparecimento de colunistas/opinadores e outros tantos). Ou seja, num primeiro momento, não só incrementou o sector (mais uma vez, pelo aumento de diversificação, diminuição da necessidade de investimento, expansão no mercado) como, e por conseguinte, foi um veículo de expressão do mesmo.
 

A crise do jornalismo não se deve ao capitalismo (que é o sistema predominante há mais de 2 séculos, anulando por isso essa proposiçãol, julgo) mas devido ao consumismo exponencial das  populações modernas (vulgo século XXI) que procuram o imediatismo, o consumo de informação (no caso) em elevadas doses, de forma sucinta e superficial (levando, inevitavelmente o jornalismo a seguir, de certa forma, pela mesma via) e por sua culpa própria, que ao invés de se resumirem ao seu papel de informador e mediador da sociedade, de defensores da verdade e da liberdade de expressão, passaram a assumir cada vez mais um papel autoritário, influenciador e impositor (das suas próprias verdades e/ou convicções), ou seja, são vitimas das suas próprias manhas /esquemas e do seu papel na desinformação* (através da noticiação tendenciosa e sem contraditório e pela deturpação da realidade), uniformização de pensamento* (e silenciamento de certas opiniões criticas contrárias as convicções das chefias editoriais) e na crescente arrogância do sector e de seus participantes* ao acharem-se "donos da verdade e da moral" e na sua tentativa de influenciação cada vez maior da opinião pública, baseada mais em ideologia do que na verdade. Como disse, ao fugirem do seu papel de inquisidores e mediadores começaram por se descredibilizar a eles próprios. Isto a juntar ao aumento de fontes alternativas (blogs e outros sites de informação, entre outros) tornaram derradeira esta crise no jornalismo.

Ou seja, é um vasto conjunto de situações que explicam o fenómeno, mas, a meu ver (e uma vez mais), a principal explicação prende-se com o desinvestimento no jornalismo de investigação e de referência e da consistência analítica. O trabalho jornalístico passa sim por incomodar e importunar (de forma razoável) o "objecto" de estudo, de forma a poder fazer um escrutínio e averiguação adequada. 

Só mais uma questão, o capitalismo tem na sua génese o aumento de capital (vendas) pelo alcance da exposição do produto (aumento de leitores) de uma maneira contínua. E isso faz-se, não através da diminuição da qualidade do produto, mas, e pelo contrário na preservação do mesmo (dado a existência de concorrência e iniciativa livre que dificultam o arranjo). Ou seja, se a qualidade diminui é natural que o consumidor procure soluções alternativas (como tem sido o caso). Se o capitalismo (digamos assim) influenciou negativamente o jornalismo, foi por esse mesmo facto, ou seja, retirou a monopolização do tratamento de informação aos canais tradicionais, possibilitando o aparecimento de competidores, possibilitando por sua vez, o aumento de escolha ao consumidor de acordo com as suas necessidades e preferências. Se a forma de combater a degradação do sector passou pela igual degradação do produto (notícias mal escritas e de baixo rigor, aumento da aposta no clickbait e no espalhafatismo (?) e do sensacionalismo e redução do aprofundamento da análise), isso foi, em parte, culpa do mesmo sector que não se soube reinventar e adaptar as tendências (pode ter ganho num primeiro momento, mas com perspectivas de queda a longo prazo, como se tem comprovado). Mesmo o fenómeno das redes sociais favoreceram (de certa forma) o jornalismo, com a possibilidade de alcance e presença no meio quotidiano das pessoas (quantas não são as que não acessam directamente um jornal ao não ser aquando da partilha dos próprios de alguma notícia, pelo facebook?).


Para resumir (e desculpem-me o enfado, mas fico indignado com certo tipo de constatações), o jornalismo é vítima de coisas como: Mudança de hábitos e preferencias da sociedade, do seu proprio desinvestimento no tratamento do conteúdo/informação, viciação das matérias, na incapacidade de readaptação e da sua própria altivez (procurar alcançar um poder maior do que aqueles que lhes está reservado, i.e, informar), entre outros. 


Apesar de saber estar certo em alguns pontos, no geral, não passa de uma mera opinião pessoal, embora julgue ter um bom fundo de verdade. Sintam-se livres pra me contradizer e agradeço a quem me proporcione esclarecimentos reais e objectivos (no caso de ter uma visão deformada sobre o assunto). Também não aponto soluções porque não as conheço, procurei apenas abordar sobre a origem da crise do jornalismo. Em todo o caso, a resolução passará sempre por aí.

 

*como é obvio são generalizações, que acabam por se repercutir por todo o segmento (havendo excepções, claro)

O jornalismo tá na m*rda porque tem de competir com as redes sociais. Como as redes sociais não podem ser "desinventadas" isto é um problema que talvez nunca venha a ser resolvido. 

Para mim uma solução parcial é introduzir mais regulação tanto a nível das redes sociais como do próprio jornalismo. Mas como qualquer tipo de nova regulação introduzida, é preciso ter cuidado não vá levar a perdas na inovação.

Claro que antes das redes sociais o jornalismo já tinha alguns problemas devido à dificuldade muito maior de vender jornais em papel a partir do momento que apareceu a Internet e as notícias tornaram-se instantâneas. Até certo ponto o que está a acontecer não é uma degradação da qualidade do jornalismo, mas sim dar resposta ao que as pessoas realmente querem. E poucas pessoas querem conteúdo profundo exaustivo e intelectual. 

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Citação de noikeee, há 1 hora:

O jornalismo tá na m*rda porque tem de competir com as redes sociais. Como as redes sociais não podem ser "desinventadas" isto é um problema que talvez nunca venha a ser resolvido. 

Para mim uma solução parcial é introduzir mais regulação tanto a nível das redes sociais como do próprio jornalismo. Mas como qualquer tipo de nova regulação introduzida, é preciso ter cuidado não vá levar a perdas na inovação.

Claro que antes das redes sociais o jornalismo já tinha alguns problemas devido à dificuldade muito maior de vender jornais em papel a partir do momento que apareceu a Internet e as notícias tornaram-se instantâneas. Até certo ponto o que está a acontecer não é uma degradação da qualidade do jornalismo, mas sim dar resposta ao que as pessoas realmente querem. E poucas pessoas querem conteúdo profundo exaustivo e intelectual. 

Concordo, mas infelizmente é uma situação complexa e arriscada. Em primeiro lugar, as redes sociais são vistas como um espaço de partilha democrática e livre, onde qualquer um pode produzir, partilhar e/ou replicar conteúdo. Tem igualmente uma particularidade interessante (como no geral da internet) de permitir que uma pessoa participe de uma interacção colectiva a coberto de anonimato (faca de 2 gumes é certo, mas convém relembrar que nem todas as pessoas têm intenções maliciosas, podem querer apenas  manter-se encobertas para não divulgar determinadas posições e/ou convicções por um qualquer motivo, como evitarem serem assediadas, perseguidas, confrontadas, etc, pretendendo muitas vezes evitar apenas exposição pessoal, apenas e só, sem qualquer tipo de objectivo divisório ou fracturante), como acontece em muitas outras situações, como com os pseudónimos, só que com a possibilidade de chegar a um público maior. 

Como se daria essa regulação? Com a introdução de dados pessoais (NIC, NIF, por aí)? Responsabilizando as pessoas pelas suas acções? Obrigando as empresas a uma maior transparência e partilha de dados com "orgãos de regulação estatal e judicial"? Obrigando as empresas a um maior controlo dos seus utilizadores e das respectivas actividades? Surgem aqui alguns problemas relacionados com a protecção de dados dos mesmos utilizadores, com a selecção (e consequente marginalização) de conteúdo e informação disponível, com o aumento do controlo e repressão sobre a informaçao, ideias, liberdade de expressão e do "conhecimento" de uma maneira geral. Nesse quesito, que autoridade moral e ética teriam essas empresas para escolher o que seria certo ou não ser divulgado? Que autoridade teriam essas mesmas empresas para definir qual o tipo de actividade adequada ou errada? Mais, um aumento de repressão e controlo inibiria a partilha de muito material, sendo um entrave ao acesso à informação livre (e ao conhecimento, novamente), acabando no final por prejudicar o consumidor/cidadão. E se essas empresas se aliarem e se submeterem a um regime/ideologia dominante, esses bloqueios seriam baseados em questões morais ou em instrucções doutrinárias? 

Outra possibilidade passaria pela regulamentação dos algoritmos inteligentes (esse sim um verdadeiro cancro), quando usados na gestão da experiencia do utilizador, procurando cruzar dados e informação e personalizar o serviço, oferecendo um produto orientado para as suas pesquisas, escolhas e gostos, forçando o utilizador a contactar com conteúdo "pré-seleccionado" e homogeneizado, diminuindo o seu leque de alternativas e "fechando-o numa bolha". E mesmo que isso acontecesse, como seria feito, através da divulgação dos codigos? Mas isso não colide com os direitos de propriedade intelectual dessa empresa? (e não convém desvalorizá-los pois isso tem sérias implicações nos níveis de inovação e  consequente criação de valor/riqueza, prejudicando a evolução e o consumidor final).

Quero com isto dizer que, sim, é preciso fazer grandes avanços neste assunto para melhorar os serviços e aquilo que chega aos utilizadores, mas isso não poderá passar nem por um controlo repressivo e desajustado nem pelo negação da expressão individual, nem pela inibição da experiencia do utilizador (navegar de uma forma arbitrária e espontânea). Enquanto poderia trazer avanços na diminuição de fake news ou pela protecção das pessoas (que estariam menos expostas a possíveis difamações e calúnias) traria muitos outros retrocessos (como já enunciados). Convém perceber que este tópico não é exclusivo das redes sociais mas sim um problema inerente à internet. Caminharemos então para o quê, para uma internet regulada e controlada do género da Chinesa ou mais recentemente da Russa? 

Quanto à parte a negrito, concordo discordando. Em primeiro lugar, e como ja tinha defendio, isso é em parte verdade (darem as pessoas o que elas querem) mas isso é ao mesmo tempo um ciclo (formam-se tendencias e as pessoas navegam na onda...possível de ser revertido por qualquer das partes...se o jornalismo regressar a um "contéudo profundo, exaustivo e intelectual", claramente que isso irá gerar mais interesse no consumidor, procurando cada vez mais esse tipo de produto. As pessoas querem se manter informadas sobre um maior número de assuntos e temas num menor espaço de tempo (certo), mas querem ao mesmo tempo sedimentar e a aprofundar sobre o que aprendem, para fortalecer a sua compreensão e sustentar as suas bases de conhecimento. Podem adoptar um mix (sem descorar o aprofundamento intelectual), condensando a informação ou desenvolvendo-a (com acrescento de pontos e dados), sem destratar o rigor científico (em qualquer dos casos). Aliás, numa era em que as pessoas buscam se identificar com algo e procuram descobrir a sua individualidade umas das opções passa mesmo por aí, munir as pessoas de capacidades e conhecimentos, despertar paixões e lutar pela verdade dos factos, e para isso, não se pode superficializar a informação e noção das coisas. Um bom exemplo de acompanhamento dos novos costumes são os podcats (confesso q nem sou dos maiores fãs, manias ahah)

p.s. este são tópicos interessantes e de elevada complexidade. Não pretendo elaborar nenhum ensaio nem dar inicio a uma convenção científica 🤣 mas iniciar um debate saudável (mesmo que me abstenha de futuro :P). 

p.s.2. sinto que me tornei repetitivo mas não me consegui expressar melhor.

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Citação de Tio Hans, há 1 hora:

Demitiu-se a diretora do SEF, com uns meses de atraso.

Para lhe darem um cargo de 12k/mensais e promoverem para o lugar dela uma pessoa ainda mais próxima da m*rda do caso.

 

Citação de kareca, há 1 hora:

Mesmo quando o ministro vai ser ouvido no parlamento. Corja.

Com oposição a sério, saia pior a emenda que o soneto.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

Para lhe darem um cargo de 12k/mensais e promoverem para o lugar dela uma pessoa ainda mais próxima da m*rda do caso.

 

Com oposição a sério, saia pior a emenda que o soneto.

vi o posto do insonias e pensava que estava a gozar. Foi para onde?

O estado tortura e assassina uma pessoa e fazem isto à cara podre. Que (censurado)

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Pá é super complexo e tudo tem vantagens e desvantagens, quando falo em regulação falo em relação a impedir certas particularidades dos algoritmos sim, mas de facto não é muito claro como é que isso pode ser fiscalizado. Assim como certas particularidades das aplicações feitas de propósito para viciar as pessoas etc. Também podia haver mais capacidade de moderação, não censura mas sim moderação de conteúdo ilegal ou ofensivo etc

De qualquer maneira a sociedade tem de arranjar maneira de lidar de melhor forma com as redes, seja com legislação ou com as pessoas e as empresas a se adaptarem à nova realidade, a forma actual é um pouco demasiado wild west e ta a gerar todo o tipo de desestabilização da sociedade. Não é uma analogia perfeita mas olha a como a pirataria online atingiu níveis estratoféricos no início quando a Internet chegou em massa e passou a ser possível sacar filmes músicas e software online, e entretanto as coisas estabilizaram e as pessoas renderam-se aos comodismos de Spotifys e Netflixs. As coisas reorganizaram-se de forma menos caótica. 

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Citação de kareca, há 1 minuto:

vi o posto do insonias e pensava que estava a gozar. Foi para onde?

O estado tortura e assassina uma pessoa e fazem isto à cara podre. Que (censurado)

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/05-nov-2020/sef-sob-pressao-ministro-prepara-saida-de-luxo-para-diretora-nacional-12994160.html

Era o plano há um mês. É esperar uns tempos e ver o que acontece.

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Citação de sandiogo, há 15 horas:

Mais uma vez o capitalismo sucumbido a interpretações enviesadas e infundamentadas.

Em primeiro lugar, o capitalismo foi o grande impulsionador do jornalismo, seja pelo facto de permitir que chegasse a um número cada vez maior de leitores (devido a uma população "enriquecida"/com capital crescente), seja pelo facto de ter optimizado os meios de produção (um maior número de impressões tornaram o seu custo efectivo mais barato, permitindo igualmente aumentar a rentabilidade unitária <<ainda na versão impressa>>, trazendo mais receitas para as diferentes redações), possibilitou que a investigação se tornasse mais eficiente e igualmente de menor custo (permitiu fazer mais com menos investimento), expressa por exemplo na diminuição dos custos (e aumento de rapidez) das viagens (até ao local de um determinado acontecimento reportado, p.ex), aumento do número de fontes de informação, facilidade de contacto, etc, etc.

Tudo isto, sim, acabou também por influenciar os modos de se fazer jornalismo, com a diversificação de matérias e maneiras de abordagem (também com o aparecimento de colunistas/opinadores e outros tantos). Ou seja, num primeiro momento, não só incrementou o sector (mais uma vez, pelo aumento de diversificação, diminuição da necessidade de investimento, expansão no mercado) como, e por conseguinte, foi um veículo de expressão do mesmo.
 

A crise do jornalismo não se deve ao capitalismo (que é o sistema predominante há mais de 2 séculos, anulando por isso essa proposiçãol, julgo) mas devido ao consumismo exponencial das  populações modernas (vulgo século XXI) que procuram o imediatismo, o consumo de informação (no caso) em elevadas doses, de forma sucinta e superficial (levando, inevitavelmente o jornalismo a seguir, de certa forma, pela mesma via) e por sua culpa própria, que ao invés de se resumirem ao seu papel de informador e mediador da sociedade, de defensores da verdade e da liberdade de expressão, passaram a assumir cada vez mais um papel autoritário, influenciador e impositor (das suas próprias verdades e/ou convicções), ou seja, são vitimas das suas próprias manhas /esquemas e do seu papel na desinformação* (através da noticiação tendenciosa e sem contraditório e pela deturpação da realidade), uniformização de pensamento* (e silenciamento de certas opiniões criticas contrárias as convicções das chefias editoriais) e na crescente arrogância do sector e de seus participantes* ao acharem-se "donos da verdade e da moral" e na sua tentativa de influenciação cada vez maior da opinião pública, baseada mais em ideologia do que na verdade. Como disse, ao fugirem do seu papel de inquisidores e mediadores começaram por se descredibilizar a eles próprios. Isto a juntar ao aumento de fontes alternativas (blogs e outros sites de informação, entre outros) tornaram derradeira esta crise no jornalismo.

Ou seja, é um vasto conjunto de situações que explicam o fenómeno, mas, a meu ver (e uma vez mais), a principal explicação prende-se com o desinvestimento no jornalismo de investigação e de referência e da consistência analítica. O trabalho jornalístico passa sim por incomodar e importunar (de forma razoável) o "objecto" de estudo, de forma a poder fazer um escrutínio e averiguação adequada. 

Só mais uma questão, o capitalismo tem na sua génese o aumento de capital (vendas) pelo alcance da exposição do produto (aumento de leitores) de uma maneira contínua. E isso faz-se, não através da diminuição da qualidade do produto, mas, e pelo contrário na preservação do mesmo (dado a existência de concorrência e iniciativa livre que dificultam o arranjo). Ou seja, se a qualidade diminui é natural que o consumidor procure soluções alternativas (como tem sido o caso). Se o capitalismo (digamos assim) influenciou negativamente o jornalismo, foi por esse mesmo facto, ou seja, retirou a monopolização do tratamento de informação aos canais tradicionais, possibilitando o aparecimento de competidores, possibilitando por sua vez, o aumento de escolha ao consumidor de acordo com as suas necessidades e preferências. Se a forma de combater a degradação do sector passou pela igual degradação do produto (notícias mal escritas e de baixo rigor, aumento da aposta no clickbait e no espalhafatismo (?) e do sensacionalismo e redução do aprofundamento da análise), isso foi, em parte, culpa do mesmo sector que não se soube reinventar e adaptar as tendências (pode ter ganho num primeiro momento, mas com perspectivas de queda a longo prazo, como se tem comprovado). Mesmo o fenómeno das redes sociais favoreceram (de certa forma) o jornalismo, com a possibilidade de alcance e presença no meio quotidiano das pessoas (quantas não são as que não acessam directamente um jornal ao não ser aquando da partilha dos próprios de alguma notícia, pelo facebook?).


Para resumir (e desculpem-me o enfado, mas fico indignado com certo tipo de constatações), o jornalismo é vítima de coisas como: Mudança de hábitos e preferencias da sociedade, do seu proprio desinvestimento no tratamento do conteúdo/informação, viciação das matérias, na incapacidade de readaptação e da sua própria altivez (procurar alcançar um poder maior do que aqueles que lhes está reservado, i.e, informar), entre outros. 

Há muito desenvolvimento gerado à volta do sistema capitalista, mas estamos há demasiado tempo no fim da carruagem para nos pormos a debruçar sobre se nasceu primeiro a galinha ou o ovo.

Se isto é o resultado da natureza humana e independentemente do sistema económico, a tendência será sempre para descarrilar, ou então se é o sistema económico que influencia a acção humana e que faz com que as decisões tomadas sejam prejudiciais a longo prazo.

Se existe supressão intelectual, é urgente perceber porquê. Se não existe regulamentação, é urgente perceber porquê.

 

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Citação de Tio Hans, há 4 horas:

Demitiu-se a diretora do SEF, com uns meses de atraso.

já vai tarde e nem é por isso.

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Citação de noikeee, há 3 horas:

Pá é super complexo e tudo tem vantagens e desvantagens, quando falo em regulação falo em relação a impedir certas particularidades dos algoritmos sim, mas de facto não é muito claro como é que isso pode ser fiscalizado. Assim como certas particularidades das aplicações feitas de propósito para viciar as pessoas etc. Também podia haver mais capacidade de moderação, não censura mas sim moderação de conteúdo ilegal ou ofensivo etc

De qualquer maneira a sociedade tem de arranjar maneira de lidar de melhor forma com as redes, seja com legislação ou com as pessoas e as empresas a se adaptarem à nova realidade, a forma actual é um pouco demasiado wild west e ta a gerar todo o tipo de desestabilização da sociedade. Não é uma analogia perfeita mas olha a como a pirataria online atingiu níveis estratoféricos no início quando a Internet chegou em massa e passou a ser possível sacar filmes músicas e software online, e entretanto as coisas estabilizaram e as pessoas renderam-se aos comodismos de Spotifys e Netflixs. As coisas reorganizaram-se de forma menos caótica. 

 

O problema não são as redes sociais, são as pessoas.

Pior espécie, de longe.

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