Jpa Publicado 10 Junho 2021 E se até com a Rússia é isto, nem quero imaginar os favorzinhos que fazemos aos EUA e à China. A única coisa boa disto é que vai servir para enterrar o boneco do Medina. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 10 Junho 2021 (editado) Já se fala que se fez o mesmo com ativistas pró-Palestina e Israel bem como compartilhou nomes com a China e Venezuela. Ainda se descobre que a CML afinal é uma das maiores centrais de Inteligência do mundo. Editado 10 Junho 2021 por SAS_Robben Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 10 Junho 2021 Citação de SAS_Robben, há 1 minuto: Já se fala que se fez o mesmo com ativistas pró-Palestina e Israel bem como compartilhou nomes com a China e Venezuela. Vai-se a ver e a CML afinal é uma das maiores centrais de Inteligência do mundo. Lisboa já nos séculos XV e XVI foi conhecida como um centro de espionagem, e mais recentemente um pólo de intensa acção das Inteligências de ambos os lados da barricada durante a Segunda Guerra Mundial - mais para os lados do Estoril, mas vá. Não deixa de ser irónico que esteja agora no centro desta tremenda trapalhada. O Medina até é bem capaz de nem ter grande culpa no meio disto tudo, mas está enfiado numa bela alhada. 1 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 11 Junho 2021 fórum Tsf. Moderador: Temos agora Carlos Moedas, candidato à presidência da câmara de lisbo Carlos Moedas: Obrigado pelo convite Moderador: Nós não o convidámos, você é que telefonou para cá. lol 9 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 11 Junho 2021 Em relação à taxa global de 15% https://www.reuters.com/business/finance/exception-rule-g7-deal-tax-triggers-carve-out-talk-2021-06-10/ "With the foundations for a global tax deal finally laid down by the G7, officials are limbering up for a clash over exemptions and other carve-outs for specific industries and special economic zones, with China at the centre." " Britain is already angling to get an exclusion for its all-important financial sector in the technical discussions at the G7, sources familiar with the negotiations said. " Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 11 Junho 2021 Citação de Puto Perdiz, há 3 horas: fórum Tsf. Moderador: Temos agora Carlos Moedas, candidato à presidência da câmara de lisbo Carlos Moedas: Obrigado pelo convite Moderador: Nós não o convidámos, você é que telefonou para cá. lol 10 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 11 Junho 2021 O Carlos Moedas vai conseguir a proeza de perder as eleições para um Medina que está a arder numa panela em ebulição. O homem tem o carisma de uma lesma, não tem perfil nenhum para liderar uma candidatura. 2 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 11 Junho 2021 O Moedas é fantástico. Num dia em que apenas tinha que estar sossegado para se falar do caso da Rússia, resolve mudar o assunto do dia para o Manuel Acácio. Nem contado. O Graciano com jeito ainda acaba à frente dele. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 11 Junho 2021 https://amp.sicnoticias.pt/pais/2021-06-11-So-37-dos-portugueses-recusa-ser-governado-por-um-regime-autoritario-d3cfb1b3?__twitter_impression=true A não ser que tenham inquirido estas pessoas à saída do congresso do Chega ou coisa parecida isto é demasiado mau. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 11 Junho 2021 Citação de HappyKing, há 2 horas: O Graciano com jeito ainda acaba à frente dele. Também não exageremos, não estou a ver um brilhante resultado dele. O chega não é assim tão forte na capital. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 11 Junho 2021 (editado) Citação de Ticampos, há 1 hora: Também não exageremos, não estou a ver um brilhante resultado dele. O chega não é assim tão forte na capital. Estava a ser irónico mas já agora como estão as tuas previsões para lá neste momento? Já tens alguns dados depois destas polémicas? Editado 11 Junho 2021 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 12 Junho 2021 Citação de Black Hawk, Em 11/06/2021 at 00:25: Medina até é bem capaz de nem ter grande culpa no meio disto tudo, mas está enfiado numa bela alhada. Passa a ter culpa a partir do momento que não assume a responsabilidade do que aconteceu e assobia para o lado, chegando ao ponto de possivelmente se recandidatar a Presidente. Se ele fosse sério assumiria as consequências como o seu colega de partido Jorge Coelho assumiu. Citação de HappyKing, há 6 horas: Estava a ser irónico mas já agora como estão as tuas previsões para lá neste momento? Já tens alguns dados depois destas polémicas? Ainda não fiz nada no pós. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 12 Junho 2021 Aqui estou, Manuel Acácio. 2 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 12 Junho 2021 Israel suspende exportações de animais vivos a partir de Portugal depois de detetadas fêmeas num lote de ovinos registado como machos "Mete aí umas ovelhas no meio dos carneiros Zé, ninguém nota pela diferença" 1 Compartilhar este post Link para o post
Ion Timofte Publicado 12 Junho 2021 O Manuel Acácio deve ser um dos maiores tesouros da TSF. A forma como o homem tem sempre uma resposta na ponta da língua, mas sempre sem descer de nível e consegue manter um fórum daqueles sem descambar é incrível. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 12 Junho 2021 Citação de HappyKing, há 16 horas: https://amp.sicnoticias.pt/pais/2021-06-11-So-37-dos-portugueses-recusa-ser-governado-por-um-regime-autoritario-d3cfb1b3?__twitter_impression=true A não ser que tenham inquirido estas pessoas à saída do congresso do Chega ou coisa parecida isto é demasiado mau. Desfocagem e manipulação de informação? A manchete de hoje do Expresso é feita para vender. E revolta pela manipulação. O título é sobre um estudo patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian que segue um questionário europeu, realizado há muitos anos, e desta vez foi da autoria dos académicos Alice Ramos e Pedro Magalhães. O questionário é do mais questionável possível - de enviesado que é - e deveria ser pegado com pinças por jornalistas. Mas no Expresso - como em toda a comunicação social - não há tempo para pensar. Primeiro. Um jornal de referência, ainda que encostado à direita, coloca levianamente em manchete - abaixo de um anúncio de praias! - uma formulação tão equívoca como o que se pode ler acima. Pior: na entrada da manchete, sem qualquer explicação do termo "líder político autoritário" (que, como se explicará mais adiante, não aparece no questionário), acrescenta-se: "Há 20 anos que rejeição da autocracia [outro conceito não explicado] está a descer. Portugueses entre os mais desconfiados da Europa. Ciganos, toxicodependentes e alcoólicos são os menos desejados como vizinhos. Marcelo alerta para xenofobia". Não era possível melhor manifesto sound-byte da extrema-direita xenófoba ou do professor Marcelo. Mas revela bem o desnorte em que caiu a direcção editorial do principal jornal do país. Tudo se faz para cavalgar uma onda, mesmo que seja ao arrepio do que devia ser um jornal, produto de jornalistas, salvaguardado por uma Constituição que proíbe taxativamente organizações xenófobas. Essa preocupação de gritar mais alto fez com que os jornalistas do Expresso tivessem pegado unicamente em duas perguntas entre dezenas que o estudo tem e escolhessem precisamente esses temas - uma resposta à uma das perguntas sobre o regime político - em que se refere o "líder político autoritário" - e outra sobre segregação racial ou religiosa. Caso se procure a metodologia seguida pelo estudo europeu, encontrar-se-á (ver Master questionary) questões sobre emprego, salários, sobre trabalhar sem receber, sobre o que é importante num emprego, sobre religião (um pouco orientada), segregação racial no trabalho (muito orientada), sobre interesse em política, divisão esquerda/direita (orientada para a neutralidade), polémica indivíduo/Estado (orientada para o indivíduo), desempregado/emprego (muito orientada para forçar o desempregado a aceitar qualquer emprego), sobre o futuro (pergunta idiota orientada para a resposta "mais crescimento"), sobre prioridades políticas (idiota orientada para o combate à inflação, ordem e dar a palavra "às pessoas"), sobre a importância de sectores sociais (igreja, forças armadas, imprensa, sistema educativo (!), sindicatos...), sobre a democracia, várias e variegadas questões. Mas o Expresso escolheu aquelas. Segundo, pela notícia não se entende qual foi a exactamente pergunta feita aos inquiridos - e não aos "portugueses", já que se refere a um estudo com 1215 respostas em 3032 lares inquiridos - que permitisse chegar àquela conclusão, montada para ser vendida como pãezinhos (veja-se o eco que teve noutros orgãos de comunicação social). E as perguntas são essenciais nos estudos de opinião: Quando se chega à página 8 - que não é lida nas bancas nem nas notas de rodapé das televisões - percebe-se um pouco mais, mas mesmo assim não se percebe muito. Vamos fazer ao contrário. Primeiro, vamos dar-lhe a pergunta - depois de consultada a metodologia que se pode encontrar na internet. Trata-se da pergunta 43. Antes, perguntou-se (pergunta 39) sobre o que se considera mais importante entre nove possibilidades, das quais a primeira possível era: "tributar os ricos e sunsidiar os pobres". Depois, perguntou-se (pergunta 40) "Quão importante é para si viver num país governado democraticamente? (pergunta muito orientada porque todos somos democratas). E a seguir perguntou-se (pergunta 41) "quão democraticamente governado é hoje o seu país?" Depois, pergunta-se (pergunta 42) numa escala de 1 a 10, "quão satisfeito está com o sistema político que funciona no seu país presentemente"? E, finalmente, chega-se à pergunta 43 em que se descreve "vários tipos de sistemas políticos" em que o inquirido é chamado a qualificar entre "muito bom", "bom", "mau" e "muito mau" quatro tipos de regime: 1) "Ter um líder forte que não precisa de se preocupar com o Parlamento e eleições" (Having a strong leader who does not have to bother with parliament and elections, ou seja, já em si, uma frase muito equívoca de múltiplo sentido); 2) "Ter especialistas e não um governo a tomar decisões sobre o que eles melhor para o país"; 3) "Ter o exército a governar o país"; 4) "Ter um sistema político democrático". Ora, onde é que no questionário se refere "líder político autoritário"? Ou seja, como diz Sir Humphrey, os académicos autores do estudo ou os jornalistas desvalorizaram o resto e puxaram pelo assunto que mais lhes interessava - mesmo que menor - , puxaram-no para manchete e colocaram no título um conceito que aparentemente não é usado no questionário, pelo menos, não aparece na metdologia anterior (e se mudou essa é que deveria ter sido a notícia). Ora assim sendo, tudo aponta para manipulação de informação. E muito orientada. Agora, sabendo isto, mas não sabendo os resultados das respostas, apenas de algumas, vamos à notícia. "Os portugueses [conclusão abusiva] rejeitam cada vez menos um líder autoritário [conceito não definido e não referido na questão feita] que não responda perante o Parlamento ou o voto popular. " É autoritário porque não responde perante o Parlamento ou o voto popular? É tudo uma redundância? "Preocupar-se com eleições" é o mesmo que evitar o "voto popular"? Não se percebe. Já se sabe que a pergunta em si era bastante equívoca, mas o jornalista nem se preocupou em descodificar esse aspecto nem em criticar o questionário. Engoliu-o por completo e acrescentou confusão. Mas depois os mesmos "portugueses" que são cada vez mais defensores de "um líder político autoritário", estão contra um Governo de técnicos não eleitos ou regimes militares (não eleitos). Mais: nove em cada dez dos inquiridos acham positivo "ter um sistema político democrático". Que valor tem então um aumento da percentagem de quem prefere um "líder forte", se a esmagadora maioria quer um regime democrático? Que sentido se deve dar à palavra "forte"? Um que tenha maioria absoluta? Isso dá tudo um novo significado, não é? imagine-se a manchete: "Portugueses querem líder com maioria absoluta"... Terceiro, a escolha das palavras. "Líder político autoritário", "líder forte", "líder autoritário que não responde perante o Parlamento ou o voto popular". Diria que estas palavras foram escolhidas com que preocupação? José Sócrates era um líder político autoritário? Toda a gente que conviveu com ele dirá que sim. Mas era um líder forte? Duvida-se. E, apesar de tudo, tinha de respeitar o Parlamento... e as eleições! Cavaco Silva era um líder autoritário que, porque teve duas maiorias absolutas, não tinha de se preocupar com o Parlamento? E Pedro Passos Coelho, com aquela atitude, perante um milhão de portugueses na rua contra os cortes de salário de 7% (através da subida da TSU), de não pedir desculpa nem de se demitir? Não revela um autoritarismo de "quero, posso e mando!" e "daqui não saio"? Passos Coelho era tão "autoritário" que até governava contra a Constituição (tal como Cavaco Silva). Mário Soares, tão violentamente descrito por Rui Mateus no seu livro Contos proibidos, não queria que tudo fosse como ele desejava, mesmo contra a opinião da direcção do seu partido? Era um líder político democrata ou um autoritário? Mas foi nesse sentido que o Expresso usou a palavra "autoritário"? Duvida-se muito. Até porque a palavra é dúbia e muito mais politicamente. "Autoritário" - segundo vários dicionários consultados - pode significar: "arrogante", "dogmático", "dominador", "impositivo", "impulsivo", "violento". Mas a palavra pode também ser usada com o sentido "absolutista", "arbitrário", "despótico", "imperial" e... melhor que tudo... "ditador". Por que não se usou no questionário original - e os académicos por arrasto - , por exemplo em vez de "forte", palavras como "arbitrário", "despótico" ou melhor que tudo,"ditador"? Se calhar, se fosse usada a palavra "ditador", as conclusões do estudo seriam diferentes. As pessoas não gostam de ditadores. Os portugueses não gostam de ditadores (como se viu relativamente à questão da democracia). Rapidamente, mostrariam um sinal negativo ao questionário e colocariam tudo em causa. Por que razão os autores do estudo europeu não usaram então uma formulação menos equívoca e mais clara? Como cientistas tinham tudo a ganhar. Por que razão preferiram a desfocagem à precisão? No caso do Expresso foi mesmo "ir além da troika". Como se disse, o questionário nunca menciona a falava "autoritário"! Preferiu-se, antes, uma palavra que mistura um leve laivo de arbitrariedade com o sentido positivo que a palavra "autoridade" genericamente tem. Os mesmos dicionários dão como sinónimos de "autoridade": "alçada, apoio, aptidão, braço, capacidade, competência, dignidade, direito, disciplina, força, governo,gravidade, influência, ordem, peso, poder, poderio, potência, predomínio, pulso, reputação, superioridade". Ora, o Expresso ao escolher a palavra "autoritário", introduziu uma carga de legitimidade naquele que tinha tudo para ser, na verdade, alguém despótico, instalado ao arrepio da vontade colectiva. Será que - isto pensando benignadamente - quiseram aproximar-se do que acham que é a matriz do novo pensamentos do cidadão comum, supostamente cansado de democracia? Não estarão a ajudar a que a profecia se concretize? Sem qualquer análise do estudo, venderam-no tal e qual. E como tal foram apenas agentes publicitários de uma nova corrente de pensamento - até europeia - que se começa a formar, a querer organizar, promovida pela comunicação social, pelo destaque desproporcionado que lhe é dado. Só que é demasiado perigosa para que se brinque com ela. "Líderes políticos autoritários" precisam de ser "autoritários" para impor programas de austeridade. Está na sua matriz: impopulares, injustos, criadores de desigualdades, ineficazes face aos objectivos pretendidos, eficazes na transferência de rendimentos e riqueza dos portugueses para alguns. E é arrepiante para quem viveu mesmo o fascismo, para quem lutou contra ele, para quem deu anos da sua vida, por que foi preso ou estragou a sua vida ou a sua vida profissional impedido de ser funcionário público, professor, por exemplo, lutando pela liberdade e pela democracia. Pela liberdade de imprensa! Arrepia deveras ver jornalistas a brincar à ditadura, dando fôlego a uma maré negra, como se fosse mais um brinquedo que podem alinhar contra o governo socialista, mesmo que de socialista tenha apenas o nome, já que é um muito desequilibrado partido social-democrata, alinhado no essencial das políticas do neoliberalismo europeu, o qual está precisamemnte na base do fracasso económico e social que fomenta esta procura de "salvadores da Pátria". Não: de "líderes políticos autoritários"... 4 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 12 Junho 2021 Citação de Mica, Em 11/01/2021 at 17:23: Apanhei isto no FB da Scimed relembrar Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 12 Junho 2021 Obrigado @Black Hawk. Assumi que a SIC Notícias (por arrasto do Expresso) não andava a brincar ao jornalismo. 1 Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 12 Junho 2021 que parolada deprimente Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 13 Junho 2021 (editado) Para quem percebe mais de leis isso não pode ser considerado incitamento ao ódio ou não é suficiente? (A parte do tiro ao alvo com as caras dos adversários políticos). Editado 13 Junho 2021 por HappyKing 5 Compartilhar este post Link para o post
Jpa Publicado 13 Junho 2021 O Chega para ter atenção manda vir com os ciganos. Estes gajos têm de organizar arraiais, desafiar as autoridades de saúde e o Governo e ter tiros ao alvo para terem os seus minutos de fama. Mas depois ainda têm a lata de vir falar no PCP... 1 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 13 Junho 2021 Citação de HappyKing, há 8 horas: Para quem percebe mais de leis isso não pode ser considerado incitamento ao ódio ou não é suficiente? (A parte do tiro ao alvo com as caras dos adversários políticos). Na Espanha há gente na cadeia por menos. 1 Compartilhar este post Link para o post