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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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-Bom dia. Como é que se sente, hoje?

-Munto mal, sô doutor.

-Pois. Tenho más noticias. 

-Estou pior, é?

-Está. Mas não é isso.

-Então?

- É que acabou-se-lhe o plafond.

-O plafond?

-O plafond.

-Ah.

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Citação de antifa, há 1 hora:

Ouvi essa entrevista e pareceu-me só propaganda ao seu novo projecto e uma oferta de trabalho encapotada porque deve estar à rasca de staff. No fim até acabou a pedir à malta para lhe mandar currículos e tudo.

Não duvido, mas ao menos não se escondeu na ladainha habitual do "é tudo uma cambada de preguiçosos que não quer trabalhar". E mostrou que, afinal, os empresários do ramo sabem perfeitamente o que fazem e sabem perfeitamente os motivos que levam à actual situação, simplesmente escolhem vir para os media vitimizar-se.

  • Concordo! 2

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Citação de Plagio o Original, Em 09/08/2022 at 19:31:

 

estou sempre a dizer isto

 

 

Não temos liberdade desde que temos democracia. Mas antes de sermos democratas tínhamos muita liberdade.

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[OBSERVADOR] Ministra da Saúde ligou para diretores de serviço de obstetrícia a pedir cancelamento de férias a profissionais de saúde

Spoiler

A ministra da Saúde fez vários telefonemas a diretores de serviço de Obstetrícia e Ginecologia devido às escalas de trabalho dos médicos. O Observador sabe que Marta Temido se mostrou preocupada com as falhas nas escalas — que têm levado ao encerramento de vários serviços — e que sugeriu até cancelar férias a alguns profissionais de saúde para colmatar essa situação.

Um dos diretores de serviço da ARS Lisboa e Vale do Tejo, que prefere o anonimato, conta ao Observador que a ministra da Saúde lhe ligou diretamente a questionar se havia a possibilidade de “melhorar a escala” que tinha sido divulgada. “Exaltada” e “em pânico” por ter percebido a gravidade da situação, Marta Temido procurava junto do responsável uma solução rápida e eficaz para evitar dias de caos naqueles serviços.

O responsável pelo serviço diz que “foi um telefonema desagradável“, garantido que a ministra o “culpou” e responsabilizou pela falta de médicos nas escalas que tinham sido desenhadas, quando o hospital está “numa situação muito difícil” e com “poucos recursos humanos”.

O diretor de serviço admite que a escala estava com enormes falhas, mas que foi sendo melhorada ao longo do tempo. Porém, recusou o cancelamento de férias a profissionais de saúde, até porque em setembro o cenário é “pior”. De acordo com o mesmo responsável, a solução poderia “agravar a situação” a médio prazo e levar os médicos a recusarem horas extras que são fundamentais para as escalas.

 

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Citação de rcoelho14, há 4 horas:

[OBSERVADOR] Ministra da Saúde ligou para diretores de serviço de obstetrícia a pedir cancelamento de férias a profissionais de saúde

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A ministra da Saúde fez vários telefonemas a diretores de serviço de Obstetrícia e Ginecologia devido às escalas de trabalho dos médicos. O Observador sabe que Marta Temido se mostrou preocupada com as falhas nas escalas — que têm levado ao encerramento de vários serviços — e que sugeriu até cancelar férias a alguns profissionais de saúde para colmatar essa situação.

Um dos diretores de serviço da ARS Lisboa e Vale do Tejo, que prefere o anonimato, conta ao Observador que a ministra da Saúde lhe ligou diretamente a questionar se havia a possibilidade de “melhorar a escala” que tinha sido divulgada. “Exaltada” e “em pânico” por ter percebido a gravidade da situação, Marta Temido procurava junto do responsável uma solução rápida e eficaz para evitar dias de caos naqueles serviços.

O responsável pelo serviço diz que “foi um telefonema desagradável“, garantido que a ministra o “culpou” e responsabilizou pela falta de médicos nas escalas que tinham sido desenhadas, quando o hospital está “numa situação muito difícil” e com “poucos recursos humanos”.

O diretor de serviço admite que a escala estava com enormes falhas, mas que foi sendo melhorada ao longo do tempo. Porém, recusou o cancelamento de férias a profissionais de saúde, até porque em setembro o cenário é “pior”. De acordo com o mesmo responsável, a solução poderia “agravar a situação” a médio prazo e levar os médicos a recusarem horas extras que são fundamentais para as escalas.

 

🌈

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Deve ser a Catarina Maia que anda a escolher os quotes do Salman Rushdie que a IL anda a partilhar nas redes sociais.

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Citação de Mayday, há 2 horas:

Deve ser a Catarina Maia que anda a escolher os quotes do Salman Rushdie que a IL anda a partilhar nas redes sociais.

Isto? 

Editado por HappyKing

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a dinamarca é liberal:

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logo, podemos impor um teto máximo nas rendas é uma medida liberal

o liberalismo funciona e faz falta

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A quantidade de cinzento é espectacular. Imagino as discussões para meter ou não certos países.

 

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Dinamarca país liberal

Gronelândia, território autónomo dinamarquês, não é liberal.

🤷‍♂️

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Aquele momento em que o Boom Festival faz melhor crítica política que 90% dos opinadores que aí andam

 

Citação

“To unlock the potential of new technologies to boost human wellbeing, there has to be something human left to defend. But each of the crises we face - economic, geopolitical and technological - is rooted in the erosion of what it means to be human.” (Paul Mason)

O Boom Festival advoga a unidade e interdependência entre todas as formas de vida. Quaisquer manifestações de fobias, nacionalismo, racismo, preconceito ou divisionismos entre e/ou contra humanos não são toleráveis. O tema do Boom 2023 é uma reflexão sobre a polarização a que assistimos no mundo. E uma proposta de soft skill, de escuta e empatia activas, que nos possam reunificar numa cultura positiva.

Uma pandemia parou o mundo. Uma guerra na Europa acordou os ocidentais para refugiados de tez clara e instabilidade geopolítica, apesar do Yemen ser a pior crise humanitária actual. A História continua a escrever-se a partir do confronto entre homo sapiens.

O Covid-19 iluminou uma tendência clara na sociedade actual: a polarização. Os seres humanos estão contaminados por dinâmicas tribais, de poder, nós vs eles, ingroup vs outgroup.

A consequência é que a liberdade de expressão está sob ataque. A cultura de cancelamento é sexy. A censura está a ser exercida sob a capa do politicamente correcto ou do neo-panopticon tecnológico irradiado a partir da China.

Assistimos em paulatina à morte da dialética, da capacidade de unir opostos. Hoje, ou se está a favor ou contra, estamos perdendo a capacidade de nuance no discurso. Toda a gente grita, ninguém se ouve.

Conspirituality, alt right, Qanon, intersectionality, red pill, religião radical, nacionalismo, populismo autoritário, democracias iliberais, sistema de créditos sociais, castas são alguns movimentos que colocam a tónica na dinâmica de poder e oposição entre humanos. Pequenas elites contaminam e manipulam a opinião pública.

 

Vivemos um período de hostilidade à ciência, lógica e racionalidade. A luta de classes do séc.XIX virou luta de géneros, confronto entre pessoas. O sistema reprodutor (espermatozóide ou óvulo) deixou de significar homem ou mulher, quem o defende arrisca-se a ser cancelado - a biologia está a sucumbir à ideologia, quem o questiona é visto como fundamentalista biológico. A própria luta da igualdade de género - que é imperativa continuar para terminar o desequilíbrio da representação homem vs mulher na sociedade - ou a possibilidade de existir fluidez na sua concepção sucumbe às dinâmicas de poder actuais.

Durante o pico do COVID-19 em 2020/21 quem ousava questionar a visão dominante era cancelado, ostracizado e perseguido. A sociedade entricheirou-se, foi manipulada pela lógica da maioria: os pró vs os negacionistas - perdemos a possibilidade de averiguar alternativas. Importaram-se modelos opressivos, de cancelamento, para lidar com uma pandemia.

Neste momento forças e ideologias com interesses próprios geram teorias que destilam, sumarizam, minimizam os seres humanos a poucas características de si próprios(as) - estes são os meus genitais, a minha cor, a minha nação, o meu secto, a minha cidade, o meu país.

Estão a reduzir-nos a poucos atributos. Para nos minimizar, controlar e gerar identidades sociais que se afirmam pelo conflito ingroup vs outgroup. Estandardizam-nos para permitir compreender os nossos comportamentos, nos encaixarem em novas ideologias simplistas e sermos manipuláveis por algoritmos digitais que minimizam a condição humana. Estes estarão ao serviço de estados de techno ditadura ou de mega corporações como as Big Tech/Big Five que visam o lucro sem ética.

Em 1971 o grande Gil Scott Heron cantou “The revolution will not be televised”. Hoje poderíamos dizer: “We are being summarised”.

 

Contudo, o ser humano é muito mais do que a sua identidade e de um número limitado de qualidades. Somos além de cor, forma, genitais, dos comportamentos, do que compramos, onde navegamos na net, ou da bandeira da nação onde nascemos. Os humanos são uma espécie multidimensional, heterogénea, complexa, social que floresceu com base numa premissa: a cooperação entre si.

Neste mundo tenso a liberdade de expressão e o discurso livre são fundamentais para uma sociedade onde as pessoas colaborem e não se confrontem. Numa fase em que se assiste a uma nova onda de militarização, a incapacidade de ouvir, de empatizar com o “outro” pode trazer um futuro negro.

A erupção da estupidez aprendida acontece na era com mais informação disponível na história. Precisamos persuadir conservadores, simplistas e quem nos deseja reduzir para abraçar um novo modelo de interacção entre pessoas onde emoção, razão, factos, intuição, lógica, respeito tenham valor.

 

É necessária mais escuta activa, mais empatia, mais compaixão, uma nova dialética. É urgente o amor. É fundamental questionar teorias, ideologias de contexto, e continuar a lutar pela igualdade entre seres humanos.

Temos de nos erguer com sabedoria e conhecimento para não sermos manipulados. Qualquer que seja a tua posição sobre algo, ela é importante. Temos de entrar numa dialética positiva, que una diferenças e encontre sínteses.

Para não sermos sumarizados por algoritmos ou ideologias opressivas precisamos de nos armar com o tema do Boom Festival 2023: Radical Love.

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Editado por antifa

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Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

a dinamarca é liberal:

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logo, podemos impor um teto máximo nas rendas é uma medida liberal

o liberalismo funciona e faz falta

Isto é o pior cartaz de sempre, f*da-se

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Citação de antifa, há 5 minutos:

 

Aquele momento em que o Boom Festival faz melhor crítica política que 90% dos opinadores que aí andam

 

lol

Citação

 

Conspirituality, alt right, Qanon, intersectionality, red pill, religião radical, nacionalismo, populismo autoritário, democracias iliberais, sistema de créditos sociais, castas castas são alguns movimentos que colocam a tónica na dinâmica de poder e oposição entre humanos. Pequenas elites contaminam e manipulam a opinião pública.

A consequência é que a liberdade de expressão está sob ataque. A cultura de cancelamento é sexy. A censura está a ser exercida sob a capa do politicamente correcto ou do neo-panopticon tecnológico irradiado a partir da China.

Vivemos um período de hostilidade à ciência, lógica e racionalidade. A luta de classes do séc.XIX virou luta de géneros, confronto entre pessoas. O sistema reprodutor (espermatozóide ou óvulo) deixou de significar homem ou mulher, quem o defende arrisca-se a ser cancelado - a biologia está a sucumbir à ideologia, quem o questiona é visto como fundamentalista biológico. A própria luta da igualdade de género - que é imperativa continuar para terminar o desequilíbrio da representação homem vs mulher na sociedade - ou a possibilidade de existir fluidez na sua concepção sucumbe às dinâmicas de poder actuais.


 

interseccionalidade, os wokes, a cultura de cancelamento e argumentos usados por transfóbicos no mesmo saco que conspiração, alt right, qanon

deve ter sido escrito por um português de excepcionalidade, como o ricardo pereira ou o bruno nogueira

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Citação de Lebohang, há 7 horas:

Dinamarca país liberal

Gronelândia, território autónomo dinamarquês, não é liberal.

🤷‍♂️

A Gronelandia funciona efectivamente como um pais independente. Alias o estado social nao existe na Gronelandia na mesma medida que na Dinamarca. Se nao fosse eles necessitarem de $ da Dinamarca todos os anos, ja seriam ha muito independentes.

Citação de Mayday, há 10 horas:

E A MINHA LIBERDADE, HÃN?

Já existe ha pelo menos 30 anos a grande diferenca é que antes era definido por varias comunas (municipios) e agora vai ser ser a nivel nacional por tempo extraordinario. Nas 2 comunas de copenhaga os aumentos para renovacao de renda teem um cap de 4% anual, mas com esta lei o tecto vai aumentar provavelmente para 5-5.5% (que é o que se fala).

Na parte continental é que ha varias comunas que nao tinham cap sobre a renovacao de contratos e onde agora se estava a assistir a aumentos de mais de 10% em alguns casos (especialmente em Velje)

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Citação de Plagio o Original, há 10 horas:

a dinamarca é liberal:

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logo, podemos impor um teto máximo nas rendas é uma medida liberal

o liberalismo funciona e faz falta

Hmmmm. O governo espanhol difere assim tanto do portugues? O Macron nao e liberal? O Bolsonaro e socialista? O Zelensky tambem? A Nova Democracia Grega tambem?

Editado por Ticampos

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Vocês tambem são uns piconinhas...tanta discussão por causa de um mapa. 

Editado por Liberblue

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Citação de Ticampos, há 10 horas:

Hmmmm. O governo espanhol difere assim tanto do portugues? O Macron nao e liberal? O Bolsonaro e socialista? O Zelensky tambem? A Nova Democracia Grega tambem?

mano é um mapa da IL, nem eles sabem o que dizem

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