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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de whatever, há 6 minutos:

Por um lado fico contente que estas pessoas ainda estejam vivas e em democracia, assim podem falar abertamente para que toda a gente saiba em quem é que vota quem quer que estes horrores ou 'brincadeiras', como este ser abjecto as descreveu, voltem a ser prática comum.

O problema é que para muitos (todos?) saudosistas quem sofria os horrores e "brincadeiras" eram os que mereciam. E como, hoje em dia, quem merece são sempre "os outros", até votam com maior convicção.

Mas concordo contigo porque continuo a acreditar que a maioria dos que votam nessa gente que defende castrações químicas e prisões perpétuas são politicamente ignorantes. E qualquer "abre-olhos" é importante para que esses ganhem alguma consciência.

  • Concordo! 3

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Citação de challenger, há 2 horas:

Citando alguém: o Otelo matou foi pouco 

Não percebi a necessidade mas gostei do chapéu.

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Citação de bmfpcdm, há 5 horas:

Por último, eu só entro em discussões destas com quem eu entendo que tem um certo estado de espírito aberto a elas. Com o Burkina, por exemplo, há muito que desisti dessas coisas.

Isso e o facto dos teus argumentos e lutas apenas terem levado a mais um extremar de posicoes nos quadrantes politicos, mas continua, insistir no virtue signaling tem trazido tido exactamente o efeito esperado, como se ve nas eleicoes mundo fora...

No outro dia estava aqui uma reportagem sobre voter id nos States com uns putos de umas universidades americanas a dizerem que ser necessario bilhete de identidade para votar era racista porque "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas". Foram a um bairro de maioria negra e sem excepcao, disseram que nao conheciam uma unica pessoa que estive legal e nao tivesse BI, e que malta dizer que "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas", isso sim era racismo, por achar que essas minorias sao menos inteligentes e teem de ser protegidas por uma maioria de brancos virtuosos...

O circulo academico onde tu te moves e que tanto gostas de fazer quotes, 'e exactamente esse, malta que vive na teoria, num mundo que nao existe e que na maioria dos casos tem zero experiencia pratica da aplicacao dessas teorias, logo nao as consegue defender fora desse espectro academico, que para 99% 'e um conjunto de priviligiados sentados num mundo a parte com um discurso que ninguem entende, ou seja um circle jerk.

 

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Citação de Burkina2008, há 6 horas:

Isso e o facto dos teus argumentos e lutas apenas terem levado a mais um extremar de posicoes nos quadrantes politicos, mas continua, insistir no virtue signaling tem trazido tido exactamente o efeito esperado, como se ve nas eleicoes mundo fora...

No outro dia estava aqui uma reportagem sobre voter id nos States com uns putos de umas universidades americanas a dizerem que ser necessario bilhete de identidade para votar era racista porque "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas". Foram a um bairro de maioria negra e sem excepcao, disseram que nao conheciam uma unica pessoa que estive legal e nao tivesse BI, e que malta dizer que "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas", isso sim era racismo, por achar que essas minorias sao menos inteligentes e teem de ser protegidas por uma maioria de brancos virtuosos...

O circulo academico onde tu te moves e que tanto gostas de fazer quotes, 'e exactamente esse, malta que vive na teoria, num mundo que nao existe e que na maioria dos casos tem zero experiencia pratica da aplicacao dessas teorias, logo nao as consegue defender fora desse espectro academico, que para 99% 'e um conjunto de priviligiados sentados num mundo a parte com um discurso que ninguem entende, ou seja um circle jerk.

 

Alguém que não esteja na ignore list deste gajo que lhe peça a fonte desse "estudo" que refere. Fiquei genuinamente curioso

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Citação de smashing_pumpkin , há 13 horas:

Basta ler o que o Marcelo disse para se perceber que não tem que ser sempre em dinheiro. 

E se os países quiserem dinheiro?

Citação de challenger, há 10 horas:

Citando alguém: o Otelo matou foi pouco 

Fdx, a manchar o nome do Tacuara

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Citação de Burkina2008, há 6 horas:

Isso e o facto dos teus argumentos e lutas apenas terem levado a mais um extremar de posicoes nos quadrantes politicos, mas continua, insistir no virtue signaling tem trazido tido exactamente o efeito esperado, como se ve nas eleicoes mundo fora...

No outro dia estava aqui uma reportagem sobre voter id nos States com uns putos de umas universidades americanas a dizerem que ser necessario bilhete de identidade para votar era racista porque "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas". Foram a um bairro de maioria negra e sem excepcao, disseram que nao conheciam uma unica pessoa que estive legal e nao tivesse BI, e que malta dizer que "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas", isso sim era racismo, por achar que essas minorias sao menos inteligentes e teem de ser protegidas por uma maioria de brancos virtuosos...

O circulo academico onde tu te moves e que tanto gostas de fazer quotes, 'e exactamente esse, malta que vive na teoria, num mundo que nao existe e que na maioria dos casos tem zero experiencia pratica da aplicacao dessas teorias, logo nao as consegue defender fora desse espectro academico, que para 99% 'e um conjunto de priviligiados sentados num mundo a parte com um discurso que ninguem entende, ou seja um circle jerk.

 

A Maria Aparecida da Silva Bento (Cida Bento) não tem experiência prática? Essa é boa.

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olha lá @bmfpcdm tás aí armado em esperto a ler em vez de andares a sacar memes do 9gag e do /r/europe

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Citação de bmfpcdm, há 22 minutos:

A Maria Aparecida da Silva Bento (Cida Bento) não tem experiência prática? Essa é boa.

Sim claro aquela que por um lado defende que as empresas teem como único objetivo o lucro e a exploração dos trabalhadores, mas depois vem expor que sāo racistas na hora de contratar e promover…

Ou seja uma empresa que sim tem como objetivo o lucro, caga nesse tema quando é para contratar promover, escolhendo um candidato mais caro ou menos produtivo em detrimento da sua cor…

makes sense…

 

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Citação de Pavel, há 26 minutos:

olha lá @bmfpcdm tás aí armado em esperto a ler em vez de andares a sacar memes do 9gag e do /r/europe

Verdade, os autores anónimos desses memes é que têm toda a experiência prática.

Olhem aqui outro académico sem experiência prática, o malvado Paulo Freire:

Citação

APÊNDICE

PARA MAIOR ESCLARECIMENTO DE AFIRMAÇÕES feitas por nós no corpo dos últimos capítulos deste ensaio, apresentamos agora, em apêndice, as situações existenciais que possibilitam a apreensão do conceito de cultura, acompanhadas de alguns comentários. Pareceu-nos igualmente interessante apresentar as dezessete palavras geradoras que constituíram o curriculum dos Círculos de Cultura do estado do Rio e da Guanabara.

Por nos terem tomado os originais do pintor Francisco Brenand, que expressavam as situações existenciais para a discussão do conceito de cultura, solicitamos a Vicente de Abreu, outro pintor brasileiro, hoje também no exílio, que as refizesse. Seus quadros não são uma cópia de Brenand, ainda que haja necessariamente repetido a temática.

1a SITUAÇÃO

O homem no mundo e com o mundo. Natureza e cultura.

Através do debate desta situação, em que se discute o homem como um ser de relações, se chega à distinção entre os dois mundos — o da natureza e o da cultura. Percebe-se a posição normal do homem como um ser no mundo e com o mundo.

Como um ser criador e recriador que, através do trabalho, vai alterando a realidade. Com perguntas simples, tais como: quem fez o poço? por que o fez? como o fez? quando?, que se repetem com relação aos demais “elementos” da situação, emergem dois conceitos básicos, o de necessidade e o de trabalho, e a cultura se explicita num primeiro nível, o de subsistência. O homem fez o poço porque teve necessidade de água. E o fez na medida em que relacionando-se com o mundo fez dele objeto de seu conhecimento. Submetendo-o, pelo trabalho, a um processo de transformação. Assim, fez a casa, sua roupa, seus instrumentos de trabalho. A partir daí, se discute com o grupo, em termos evidentemente simples, mas criticamente objetivos, as relações entre os homens, que não podem ser de dominação nem de transformação, como as anteriores, mas de sujeitos.

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2a SITUAÇÃO

Diálogo mediado pela natureza.

Na discussão anterior, já se havia chegado à análise das relações entre os homens que, por serem relações entre sujeitos, não podem ser de dominação. Agora, diante desta, o grupo é motivado à análise do diálogo. Da comunicação entre os homens. Do encontro entre consciências. Motivado à análise da mediação do mundo nesta comunicação. Do mundo transformado e humanizado pelo homem. Motivado à análise do fundamento amoroso, humilde, esperançoso, crítico e criador do diálogo.

As três situações que se seguem constituem uma série em cuja análise se ratifica o conceito de cultura, ao mesmo tempo em que se discutem outros aspectos de real interesse.

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3a SITUAÇÃO

Caçador iletrado.

Inicia-se o debate desta situação distinguindo-se nela o que é da natureza do que é da cultura. “Cultura neste quadro, dizem, é o arco, é a flecha, são as penas com as quais o índio se veste.” E quando se lhes pergunta se as penas não são da natureza, respondem sempre: “As penas são da natureza, enquanto estão no pássaro. Depois que o homem mata o pássaro, tira suas penas, e transforma elas com o trabalho, já não são natureza. São cultura.” Tivemos oportunidade de ouvir esta resposta inúmeras vezes, em várias regiões do país. Distinguindo a fase histórico-cultural do caçador da sua, chega o grupo ao conhecimento do que seja uma cultura iletrada. Descobre que, ao prolongar os seus braços cinco a dez metros, por meio do instrumento criado, por causa do qual já não necessita apanhar sua presa com as mãos, o homem fez cultura. Ao transferir não só o uso do instrumento, que funcionalizou, mas a incipiente tecnologia de sua fabricação, às gerações mais jovens, fez educação. Discute-se como se processa a educação numa cultura iletrada, onde não se pode falar propriamente de analfabetos. Percebem então, imediatamente, que ser analfabeto é pertencer a uma cultura iletrada, e não dominar as técnicas de escrever e ler. Esta percepção para alguns chega a ser dramática.

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4a SITUAÇÃO

Caçador letrado (cultura letrada).

Ao ser projetada esta situação, identificam o caçador como um homem de sua cultura, ainda que possa ser analfabeto. Discute-se o avanço tecnológico representado na espingarda em confronto com o arco e a flecha. Analisa-se a possibilidade crescente que tem o homem de, por seu espírito criador, por seu trabalho, nas suas relações com o mundo, transformá-lo cada vez mais. E que esta transformação, contudo, só tem sentido uma vez que contribua para a humanização do homem. Uma vez que se inscreva na direção da sua libertação. Analisam-se finalmente implicações da educação para o desenvolvimento.

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5a SITUAÇÃO

O caçador gato.

Nossa intenção, com esta série, entre outras, era estabelecer uma diferença faseológica entre os dois caçadores e uma diferença ontológica entre eles e o terceiro. É claro que não se iria nos debates falar em faseologia nem em ontologia. O povo, porém, com sua linguagem e a seu modo, percebe estas diferenças. Nunca esqueceremos um analfabeto de Brasília, que afirmou, com absoluta confiança em si: “Destes três, só dois são caçadores — os dois homens. São caçadores porque fazem cultura antes e depois que caçam. [Faltou apenas dizer que faziam cultura enquanto caçavam.] O terceiro, o gato, que não faz cultura, antes nem depois da ‘caça’, não é caçador. É perseguidor.” Fazia assim uma diferença sutil entre caçar e perseguir. Em essência, o que havia de fundamental — fazer cultura — foi captado.

Do debate destas situações surgia toda uma riqueza de observações a propósito do homem e do animal. A propósito do poder criador da liberdade, da inteligência, do instinto, da educação, do adestramento.

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"Educação como Prática da Liberdade", Paulo Freire

 

Citação de Burkina2008, há 14 minutos:

Sim claro aquela que por um lado defende que as empresas teem como único objetivo o lucro e a exploração dos trabalhadores, mas depois vem expor que sāo racistas na hora de contratar e promover…

Ou seja uma empresa que sim tem como objetivo o lucro, caga nesse tema quando é para contratar promover, escolhendo um candidato mais caro ou menos produtivo em detrimento da sua cor…

makes sense…

 

"(...) Quando trabalhava como recrutadora de pessoal, vivenciei diferentes situações em que essa preferência por brancos ficava evidente. Por exemplo: no processo seletivo para a vaga de secretária num banco, enviei duas mulheres negras para a entrevista inicial com a chefia e recebi uma bronca, por telefone, do contratante. “Não te disseram que neste banco não se contratam negras como secretária?”, perguntou ele, que não sabia que falava com uma pessoa negra. Não, ninguém me havia dito.

Com o tempo entendi: secretárias são o “cartão de visita” da empresa, a primeira pessoa que um cliente vê ao chegar. O banco não queria que seus clientes fossem recepcionados e acolhidos por mulheres negras, mas sim por brancas. Fui recrutadora, chefe de seleção e executiva de RH, algo raríssimo para uma mulher negra naquela época, construí uma carreira como especialista em processo de seleção e vi cenas como essa se repetirem incontáveis vezes. (...)"

"O Pacto da Branquitude", Cida Bento

Editado por bmfpcdm

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Citação de bmfpcdm, há 6 minutos:

Verdade, os autores anónimos desses memes é que têm toda a experiência prática.

Olhem aqui outro académico sem experiência prática, o malvado Paulo Freire:

"Educação como Prática da Liberdade", Paulo Freire

 

"(...) Quando trabalhava como recrutadora de pessoal, vivenciei diferentes situações em que essa preferência por brancos ficava evidente. Por exemplo: no processo seletivo para a vaga de secretária num banco, enviei duas mulheres negras para a entrevista inicial com a chefia e recebi uma bronca, por telefone, do contratante. “Não te disseram que neste banco não se contratam negras como secretária?”, perguntou ele, que não sabia que falava com uma pessoa negra. Não, ninguém me havia dito.

Com o tempo entendi: secretárias são o “cartão de visita” da empresa, a primeira pessoa que um cliente vê ao chegar. O banco não queria que seus clientes fossem recepcionados e acolhidos por mulheres negras, mas sim por brancas. Fui recrutadora, chefe de seleção e executiva de RH, algo raríssimo para uma mulher negra naquela época, construí uma carreira como especialista em processo de seleção e vi cenas como essa se repetirem incontáveis vezes. (...)"

"O Pacto da Branquitude", Cida Bento

Portanto anedoctal examples do Brasil nos anos 80…. Parece-me bem, algo de outro pais, passado há décadas e fruto de uma única experiência pessoal.

Queres continuar a citar coisas random como se fossem verdades absolutas ou ficamos por aqui?

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Citação de challenger, há 11 horas:

Citando alguém: o Otelo matou foi pouco 

Citações da entrevista:

Citação

Por exemplo, no mato, apanhávamos um terrorista. Não sabíamos quem era e dizíamos-lhe: "Tu vais dizer a verdade." O terrorista ia dizer a verdade porquê? Ia dizer o que lhe convinha. Então fazia-se assim, isto não é tortura: numa espingarda metia-se o cartucho na ponta do cano, andava-se assim um bocadinho à roda e tirava-se a bala, depois a pólvora do cartucho era posta em cima da cabeça do arguido em papel de tabaco e lançava-se fogo ao papel. Não lhe queimava a cabeça, mas aquecia um bocadinho e a gente dizia que era feitiço, que era a m*rda, desculpe o termo, a sair-lhe da cabeça. Então eles ficavam horrorizados, púnhamos um espelho, eles viam o fumo a sair da cabeça e nós dizíamos está-te a sair a porcaria da cabeça e diziam a verdade toda. Pronto, era fácil, não tinha dor, não tinha nada.

Que memórias tem da sede da PIDE, na António Maria Cardoso?
As melhores. Meteu-se na cabeça das pessoas que as pessoas foram torturadas pela PIDE. Eu digo: as pessoas não foram torturadas pela PIDE, as pessoas foram chateadas pela PIDE. De vez em quando, não quer dizer que não tivesse havido uma bofetada, mas isso há em toda a parte.

Onde estava no 25 de Abril?
Em Lisboa. Por isso é que fui preso, se não ninguém me agarrava. Quando foi o ataque à PIDE, eu estava lá encarregado da defesa: "Atirem para o ar, atirem para o ar". Parece que houve um colega ou outro que em vez de atirar para o ar, se calhar fez muito bem e atirou para baixo e feriu uns três ou quatro [morreram cinco pessoas e muitas ficaram feridas].

"se calhar fez muito bem", pqp.

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Citação de Burkina2008, há 2 minutos:

Portanto anedoctal examples do Brasil nos anos 80…. Parece-me bem, algo de outro pais, passado há décadas e fruto de uma única experiência pessoal.

Queres continuar a citar coisas random como se fossem verdades absolutas ou ficamos por aqui?

É melhor ficarmos por aqui, que os teus 'self-owns' estão a tornar-se confrangedores.

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Sobre a PIDE, vejam o "PIDE Leninha" disponível no RTP Play

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Citação de bmfpcdm, há 3 minutos:

É melhor ficarmos por aqui, que os teus 'self-owns' estão a tornar-se confrangedores.

Certo certo a fugir a responder a qq coisa de forma clara e a pensar pela própria cabeça é um clássico teu

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Citação de Burkina2008, Agora:

Certo certo a fugir a responder a qq coisa de forma clara e a pensar pela própria cabeça é um clássico teu

Que queres que te diga mais? Primeiro é porque são académicos sem experiência com teorias sem aplicação prática; depois quando te é apresentado que não é bem assim, que as suas teorias nascem da experiência prática que tiveram no terreno, já não conta porque foi há muito tempo e é a experiência de uma única pessoa.

Por isso é que eu já nem me dou ao trabalho de tentar interagir contigo dialogicamente.

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para a próxima podes pedir ao chat gpt para dar um output original com base nas citações, pode ser que assim conte 

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Citação de Burkina2008, há 8 horas:

 

No outro dia estava aqui uma reportagem sobre voter id nos States com uns putos de umas universidades americanas a dizerem que ser necessario bilhete de identidade para votar era racista porque "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas". Foram a um bairro de maioria negra e sem excepcao, disseram que nao conheciam uma unica pessoa que estive legal e nao tivesse BI, e que malta dizer que "as minorias teem menos acesso e conhecimento dos procedures para tirar o bi que hoje em dia implica ter internet e conhecimento dessas coisas", isso sim era racismo, por achar que essas minorias sao menos inteligentes e teem de ser protegidas por uma maioria de brancos virtuosos...

 

 

Citação de Burkina2008, há 20 minutos:

Queres continuar a citar coisas random como se fossem verdades absolutas ou ficamos por aqui?

 

Editado por Sandes.
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Citação de bmfpcdm, há 2 minutos:

Que queres que te diga mais? Primeiro é porque são académicos sem experiência com teorias sem aplicação prática; depois quando te é apresentado que não é bem assim, que as suas teorias nascem da experiência prática que tiveram no terreno, já não conta porque foi há muito tempo e é a experiência de uma única pessoa.

Por isso é que eu já nem me dou ao trabalho de tentar interagir contigo dialogicamente.

Respondeste a um ponto de n e baseando toda uma discussão acadêmica num exemplo baseado em anedoctical evidence noutro pais há décadas atrás para explicares algo (que era do que se estava a falar) de Portugal em 2024. Achas isso lógico? Não achas mas como nāo tens outros argumentos

Pergunto-te como ligar a maximização do lucro com esse racismo… tu silêncio, não deve estar no livro que estás a ler.

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Citação de Burkina2008, Agora:

Respondeste a um ponto de n e baseando toda uma discussão acadêmica num exemplo baseado em anedoctical evidence noutro pais há décadas atrás para explicares algo (que era do que se estava a falar) de Portugal em 2024. Achas isso lógico? Não achas mas como nāo tens outros argumentos

Pergunto-te como ligar a maximização do lucro com esse racismo… tu silêncio, não deve estar no livro que estás a ler.

Das reparações? Eu dei a minha opinião logo no início, entendo ser a posição moral correta. Crimes contra a humanidade foram cometidos, logo é moralmente correto reparar esse mal.

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E gosto aí dos teus fãs. Tudo malta que anda desesperada por em votação atrás de votação estarem cada vez mais irrelevantes

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Alguém lhe responda que até se pode pegar no exemplo dado e dizer a empresa é racista na contratação de secretarias porque sabem que os clientes são racistas e não querem ver uma secretária preta.

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Citação de bmfpcdm, Agora:

Das reparações? Eu dei a minha opinião logo no início, entendo ser a posição moral correta. Crimes contra a humanidade foram cometidos, logo é moralmente correto reparar esse mal.

Então isso aplica-se para qualquer crome contra a humanidade independente do tempo que passou sobre isso ou das pessoas hoje terem responsabilidade ou não pelo sucedido, certo?

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Citação de Burkina2008, Agora:

Então isso aplica-se para qualquer crome contra a humanidade independente do tempo que passou sobre isso ou das pessoas hoje terem responsabilidade ou não pelo sucedido, certo?

O Ocidente lucrou imenso com o trabalho escravo, permitindo uma enorme vantagem no desenvolvimento desses Estados; assim as novas gerações têm os privilégios que têm devido a essa exploração historicamente recente.

Uma lógica semelhante pode ser aplicada à dívida climática; daí que eu gostasse de ver estes dois tópicos debatidos em paralelo, publicamente.

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