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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Plagio o Original, há 14 horas:

Pagamos pensão ao Oscar Cardozo? Badamerda para o centralismo de Lisboa. Volta pinto da costa

preferia que o cardozo fosse santificado, coroado rei de portugal e que a cara dele fosse o novo brasão do que a pouca vergonha destes tristes andarem a sustentar e condecorar fachos 

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catolicismo tenta não ser a maior praga na sociedade challenge impossible (deu m*rda)

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Citação de Puto Perdiz, Em 29/04/2024 at 09:40:

Fdx, a manchar o nome do Tacuara

Tenham cuidado, ele é idoso! Ele é o Óscar "Tortura" Cardoso

A ditadura só caiu porque as pessoas estavam fartas de comichão: no 25 de abril costuma circular imenso pólen e havia dificuldades em importar anti-histamínicos

Uma das figuras centrais da liderança da PIDE era António Barbieri Cardoso; a sede da política política ficava na Rua António Maria Cardoso; o ex-inspector da DGS que deu este fim-de-semana uma sinistra entrevista ao Correio da Manhã em que desvaloriza a tortura chama-se Óscar Cardoso. Desagradável. É impossível não associar este apelido a alguém que nos persegue com o intuito de nos fazer mal. Em princípio, foi por isso que surgiu a expressão "Ala, que é Cardoso". Enfim. Não tenho alternativa senão dirigir-me aos Registos para solicitar a imediata alteração do meu apelido.

Óscar Cardoso vive na Ericeira, tal como José Sócrates. Afinal, a Ericeira não é apenas um destino de eleição para nómadas digitais. Não só seduz pessoas que se fartaram de salas de escritórios, como deslumbra pessoas que se fartaram de salas de interrogatórios. Vive, segundo o Correio da Manhã, numa casa decorada com retratos de Salazar. Apesar de tudo, são peças esteticamente mais arrojadas do que os quadros que se encontram pelos Airbnbs da vila, como aqueles em que se lê "Keep Calm and Carry On". Curiosamente, um slogan potencialmente ofensivo para Óscar Cardoso, uma vez que terá contribuído para que os britânicos resistissem à Alemanha nazi.

Bom, divago. A entrevista de Óscar Cardoso é fascinante porque, aos 88 anos, os seus olhos azuis só brilham quando fala dos netos. Dos netos? Não, não. Brilham quando fala dos métodos de tortura da polícia política. No entanto, enquanto relata torturas da PIDE, nega que tenha existido torturas na PIDE. "As pessoas não foram torturadas pela PIDE, as pessoas foram chateadas pela PIDE". Sim, sim, chateadas. Consta até que a maior parte dos agentes da PIDE teriam 8 anos e limitavam-se a sentar-se atrás dos presos políticos a dizer "Já chegámos? E agora? Já chegámos? E agora?". Pelo menos, fica claro que a PIDE tinha aconselhamento jurídico. É que há convenções que proíbem a tortura, mas não há nenhum tratado que ilegalize a chatice.

Quando lhe perguntam como conseguia obter confissões, Cardoso empolga-se ao relatar a aplicação de choques elétricos, que qualifica como "brincadeiras". Não sei como é que não dá para escolher a profissão de PIDE na Kidzania. "Não é tortura, faz uma comichão e tal", sossega-nos o ex-agente. Obviamente. Entendo agora o verdadeiro sentido da frase "a PIDE dava coças". Aliás, a ditadura só caiu porque as pessoas estavam fartas de comichão: no 25 de abril costuma circular imenso pólen e havia dificuldades em importar anti-histamínicos.

Após uma descrição dos métodos desumanos a que a PIDE recorria nas colónias, a jornalista pergunta "Isso em Angola. E em Portugal?", como se estivesse a fazer uma entrevista ao Matias Damásio sobre o sucesso dos últimos concertos. Longe de me intrometer no trabalho da repórter, mas verdadeiro serviço público seria questionar qual a marca das gomas de melatonina que este homem toma para conseguir dormir à noite.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Tenham cuidado, ele é idoso! Ele é o Óscar "Tortura" Cardoso

A ditadura só caiu porque as pessoas estavam fartas de comichão: no 25 de abril costuma circular imenso pólen e havia dificuldades em importar anti-histamínicos

Uma das figuras centrais da liderança da PIDE era António Barbieri Cardoso; a sede da política política ficava na Rua António Maria Cardoso; o ex-inspector da DGS que deu este fim-de-semana uma sinistra entrevista ao Correio da Manhã em que desvaloriza a tortura chama-se Óscar Cardoso. Desagradável. É impossível não associar este apelido a alguém que nos persegue com o intuito de nos fazer mal. Em princípio, foi por isso que surgiu a expressão "Ala, que é Cardoso". Enfim. Não tenho alternativa senão dirigir-me aos Registos para solicitar a imediata alteração do meu apelido.

Óscar Cardoso vive na Ericeira, tal como José Sócrates. Afinal, a Ericeira não é apenas um destino de eleição para nómadas digitais. Não só seduz pessoas que se fartaram de salas de escritórios, como deslumbra pessoas que se fartaram de salas de interrogatórios. Vive, segundo o Correio da Manhã, numa casa decorada com retratos de Salazar. Apesar de tudo, são peças esteticamente mais arrojadas do que os quadros que se encontram pelos Airbnbs da vila, como aqueles em que se lê "Keep Calm and Carry On". Curiosamente, um slogan potencialmente ofensivo para Óscar Cardoso, uma vez que terá contribuído para que os britânicos resistissem à Alemanha nazi.

Bom, divago. A entrevista de Óscar Cardoso é fascinante porque, aos 88 anos, os seus olhos azuis só brilham quando fala dos netos. Dos netos? Não, não. Brilham quando fala dos métodos de tortura da polícia política. No entanto, enquanto relata torturas da PIDE, nega que tenha existido torturas na PIDE. "As pessoas não foram torturadas pela PIDE, as pessoas foram chateadas pela PIDE". Sim, sim, chateadas. Consta até que a maior parte dos agentes da PIDE teriam 8 anos e limitavam-se a sentar-se atrás dos presos políticos a dizer "Já chegámos? E agora? Já chegámos? E agora?". Pelo menos, fica claro que a PIDE tinha aconselhamento jurídico. É que há convenções que proíbem a tortura, mas não há nenhum tratado que ilegalize a chatice.

Quando lhe perguntam como conseguia obter confissões, Cardoso empolga-se ao relatar a aplicação de choques elétricos, que qualifica como "brincadeiras". Não sei como é que não dá para escolher a profissão de PIDE na Kidzania. "Não é tortura, faz uma comichão e tal", sossega-nos o ex-agente. Obviamente. Entendo agora o verdadeiro sentido da frase "a PIDE dava coças". Aliás, a ditadura só caiu porque as pessoas estavam fartas de comichão: no 25 de abril costuma circular imenso pólen e havia dificuldades em importar anti-histamínicos.

Após uma descrição dos métodos desumanos a que a PIDE recorria nas colónias, a jornalista pergunta "Isso em Angola. E em Portugal?", como se estivesse a fazer uma entrevista ao Matias Damásio sobre o sucesso dos últimos concertos. Longe de me intrometer no trabalho da repórter, mas verdadeiro serviço público seria questionar qual a marca das gomas de melatonina que este homem toma para conseguir dormir à noite.

Um dos grandes erros quando nos deparamos com esta gente é achar que eles pensam da mesma forma que nós e vir com a história do "como eles dormem a noite?"

Dormem muito bem. Melhor até que nos que temos consciência, remorsos, dúvidas e culpa. 

E enquanto não percebermos isto vamos continuar a acreditar que é essencial normalizar esta gente.

A realidade é que o "thought process" desta gente não é o mesmo das pessoas normais.

 

Editado por SAS_Robben
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Citação de Lebohang, há 3 horas:

 

Sem defender nada. Quem teve prejuízo foi a câmara de Lisboa. O moedas falou em retorno "para a cidade". Não disse para a câmara. 

 

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Citação de Jimpo, há 7 minutos:

Sem defender nada. Quem teve prejuízo foi a câmara de Lisboa. O moedas falou em retorno "para a cidade". Não disse para a câmara. 

https://eco.sapo.pt/2023/07/26/moedas-espera-retorno-absolutamente-extraordinario-da-jornada-mundial-da-juventude-em-lisboa/

Procurando fazer contas ao retorno económico, o autarca de Lisboa indicou que, se um milhão de jovens participar na JMJ, estiver na cidade sete ou oito dias e gastar 40 ou 50 euros por dia, resultará numa “quantia de 200 a 300 euros, no mínimo, que cada pessoa destas traz para Lisboa, multiplicado por um milhão, são 200, 300 ou 400 milhões” de euros.

“Estamos a falar aqui em centenas de milhões de euros [….]. Neste caso, podemos retirar o fator religioso, tirar aqui esse fator de que é um evento religioso, até porque eu penso que o Papa quer que seja um evento para todos os lisboetas, e, retirando esse fator, nós temos aqui um retorno que é muito maior do que qualquer outro evento teve alguma vez para a cidade”, reforçou o presidente da câmara.

Esta(va)mos a falar aqui em centenas de milhões de euros segundo Moedas. 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

https://eco.sapo.pt/2023/07/26/moedas-espera-retorno-absolutamente-extraordinario-da-jornada-mundial-da-juventude-em-lisboa/

Procurando fazer contas ao retorno económico, o autarca de Lisboa indicou que, se um milhão de jovens participar na JMJ, estiver na cidade sete ou oito dias e gastar 40 ou 50 euros por dia, resultará numa “quantia de 200 a 300 euros, no mínimo, que cada pessoa destas traz para Lisboa, multiplicado por um milhão, são 200, 300 ou 400 milhões” de euros.

“Estamos a falar aqui em centenas de milhões de euros [….]. Neste caso, podemos retirar o fator religioso, tirar aqui esse fator de que é um evento religioso, até porque eu penso que o Papa quer que seja um evento para todos os lisboetas, e, retirando esse fator, nós temos aqui um retorno que é muito maior do que qualquer outro evento teve alguma vez para a cidade”, reforçou o presidente da câmara.

Esta(va)mos a falar aqui em centenas de milhões de euros segundo Moedas. 

Comentei o tweet que apareceu ali com as duas notícias lado a lado. Aliás nem acho que as duas coisas tenham a ver uma com a outra. 

Não comentei as declarações megalómanas e aluadas do Moedas. 

Tenho quase a certeza que essa malta da juventude esteve quase toda hospedada em escolas do distrito. Quem lucrou foram os autocarros espanhóis que trouxeram essa malta toda 

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Citação de HappyKing, há 5 minutos:

https://eco.sapo.pt/2023/07/26/moedas-espera-retorno-absolutamente-extraordinario-da-jornada-mundial-da-juventude-em-lisboa/

Procurando fazer contas ao retorno económico, o autarca de Lisboa indicou que, se um milhão de jovens participar na JMJ, estiver na cidade sete ou oito dias e gastar 40 ou 50 euros por dia, resultará numa “quantia de 200 a 300 euros, no mínimo, que cada pessoa destas traz para Lisboa, multiplicado por um milhão, são 200, 300 ou 400 milhões” de euros.

“Estamos a falar aqui em centenas de milhões de euros [….]. Neste caso, podemos retirar o fator religioso, tirar aqui esse fator de que é um evento religioso, até porque eu penso que o Papa quer que seja um evento para todos os lisboetas, e, retirando esse fator, nós temos aqui um retorno que é muito maior do que qualquer outro evento teve alguma vez para a cidade”, reforçou o presidente da câmara.

Esta(va)mos a falar aqui em centenas de milhões de euros segundo Moedas. 

E quantos desses milhões seriam receitas da Câmara?

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Citação de Descartes, Agora:

E quantos desses milhões seriam receitas da Câmara?

É perguntar ao Moedas. Está quase a fazer um ano e ainda não há um relatório do evento em que se indique claramente quais foram os gastos e a receita. 

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Citação de Descartes, há 2 minutos:

E quantos desses milhões seriam receitas da Câmara?

Nenhum a não ser que a câmara tenha aberto restaurantes, discotecas e Airbnb em seu nome. Era esse o meu ponto. O déficit da câmara não tem nada a ver com as jornadas 

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Citação de Jimpo, há 5 minutos:

Comentei o tweet que apareceu ali com as duas notícias lado a lado. Aliás nem acho que as duas coisas tenham a ver uma com a outra. 

Certo e eu coloquei o excerto da noticia da esquerda onde ele diz mais do que o retorno para a cidade, fala em centenas de milhões. 

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Aliás, até tem. Com os gastos das mesmas. Com o lucro que elas possam ter dado, os dados não aparecem nas contas da câmara. 

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Citação de HappyKing, há 9 minutos:

https://eco.sapo.pt/2023/07/26/moedas-espera-retorno-absolutamente-extraordinario-da-jornada-mundial-da-juventude-em-lisboa/

Procurando fazer contas ao retorno económico, o autarca de Lisboa indicou que, se um milhão de jovens participar na JMJ, estiver na cidade sete ou oito dias e gastar 40 ou 50 euros por dia, resultará numa “quantia de 200 a 300 euros, no mínimo, que cada pessoa destas traz para Lisboa, multiplicado por um milhão, são 200, 300 ou 400 milhões” de euros.

“Estamos a falar aqui em centenas de milhões de euros [….]. Neste caso, podemos retirar o fator religioso, tirar aqui esse fator de que é um evento religioso, até porque eu penso que o Papa quer que seja um evento para todos os lisboetas, e, retirando esse fator, nós temos aqui um retorno que é muito maior do que qualquer outro evento teve alguma vez para a cidade”, reforçou o presidente da câmara.

Esta(va)mos a falar aqui em centenas de milhões de euros segundo Moedas. 

Isso é retorno para a economia de Lisboa, não para a câmera em si. O que é que ainda não percebeste?

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

É perguntar ao Moedas. Está quase a fazer um ano e ainda não há um relatório do evento em que se indique claramente quais foram os gastos e a receita. 

É perguntar ao Moedas?

Quer dizer, há alguém que faz um tweet com duas matérias que não têm nada a ver uma com a outra legendando com um "Absolutamente extraordinário". O @Lebohang coloca aqui o tweet sem qualquer comentário, admitindo-se que também acha a questão "absolutamente extraordinária". O @Ghelthon ri-se. O @Jimpo coloca a questão nos seus devidos termos e tu refutas com outras declarações do Moedas.

Quando eu te questiono diretamente sobre a relação entre as duas matérias tu mandas-me perguntar ao Moedas? Não preciso. Eu e o Jimpo sabemos o que ele disse. E sabemos que não tem nada a ver com as contas da Câmara. Tu é que aparentemente não sabes.

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Citação de Elvis, há 6 minutos:

Isso é retorno para a economia de Lisboa, não para a câmera em si. O que é que ainda não percebeste?

O que eu ainda não percebi, nem ninguém dado que esses dados ainda não se conhecem, é quanto é que foi a receita para a cidade. Se foram efetivamente aquelas centenas de milhões que ele referiu. 

Citação de Descartes, há 3 minutos:

 

A questão aqui é que o Moedas vendeu o evento como um retorno financeiro muito significativo para a cidade como um todo. Esse retorno para a cidade não é conhecido ao dia de hoje e a câmara sustenta os prejuízos com gastos superiores ao esperado nas JMJ. 

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 7 minutos:

A questão aqui é que o Moedas vendeu o evento como um retorno financeiro para a cidade. Esse retorno para a cidade não é conhecido ao dia de hoje e a câmara sustenta os prejuízos com gastos superiores ao esperado nas JMJ. 

Sim, o retorno para a cidade não é conhecido. Mas isso não tem nada a ver com a relação feita no tweet entre o retorno para a cidade e os resultados líquidos do exercício de 2023 da Câmara.

E de onde retiras tu a informação de que os gastos da Câmara sustentam prejuízos? Se não conheces o retorno como é que já sabes que houve prejuízo? E de onde retiras a informação que os gastos foram superiores ao esperado? A Câmara tinha orçamentado 35 M € para as JMJ. Sabes quanto é que gastou? Ou só sabes que a Câmara teve um resultado líquido negativo de 18,59 M €? Isto num orçamento superior a 1000 M €, o que implica que as despesas previstas com as JMJ não chegavam sequer a 3,5% do orçamento municipal.

Editado por Descartes

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Citação de Descartes, há 7 minutos:

E de onde retiras tu a informação de que os gastos da Câmara sustentam prejuízos?

Eu não disse que os gastos na câmara sustentam prejuízos.

Disse que a câmara sustenta os prejuízos que apresentou ontem também com acréscimo de gastos onde a JMJ está incluída.

A Câmara de Lisboa terminou 2023 com um resultado líquido negativo, no valor de 18,59 milhões de euros (ME), devido a um acréscimo de gastos, nomeadamente com a Jornada Mundial da Juventude, segundo dados apresentados esta segunda-feira pelo executivo municipal.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, Agora:

Eu não disse que os gastos na câmara sustentam prejuízos.

Disse que a câmara sustenta os prejuízos que apresentou ontem com gastos superiores ao esperado nas JMJ. 

A Câmara de Lisboa terminou 2023 com um resultado líquido negativo, no valor de 18,59 milhões de euros (ME), devido a um acréscimo de gastos, nomeadamente com a Jornada Mundial da Juventude, segundo dados apresentados esta segunda-feira pelo executivo municipal.

Onde é que vês isso? O comparativo dessa afirmação não é o período homólogo?

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Citação de Elvis, há 2 minutos:

Onde é que vês isso? O comparativo dessa afirmação não é o período homólogo?

Eu editei para ficar mais claro o ponto dado que a frase anterior, por culpa minha, não o era. 

A câmara diz que os prejuízos se devem a um acréscimo de gastos. Nesses gastos estão incluídos os gastos na JMJ. 

A dúvida é: o retorno financeiro para a cidade como um todo compensou os gastos que a câmara teve? Se sim, em quanto? Se não, porquê dado que foi dito que o retorno para a cidade seriam centenas de milhões. 

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Tenho também quase a certeza que os ganhos não suportam os gastos mas não consigo afirma-lo porque os ganhos podem ser avaliados de diversas formas e a longo termo.

Sinto uma ligeira estupidez a escrever isto mas um jovem peruano que tenha vindo as jornadas e que tenha adorado Lisboa e daqui a 5 anos venha viver para Portugal e trabalhar como médico/informático/pedreiro e compre casa e pague cá impostos não será um ganho? Como é que se avalia isto? 

É quase o mesmo que o Erasmus. Pode ter ganhos que não são palpáveis. 

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Bom, já chegamos todos à conclusão que o tweet não tem lógica nenhuma, menos mal.

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Citação de HappyKing, há 16 horas:

Esta história do Paupério no Livre é fascinante. A lista foi aprovada pelo partido com uma votação curiosa: 13 votos a favor, 18 abstenções e 6 contra. Hoje, na entrega da lista, nem o presidente do partido nem nenhum atual deputado esteve presente. 

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Não só. Por exemplo a Safaa Dib que está sempre nessas cenas também não apareceu.

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Citação de HappyKing, há 7 minutos:

Eu não disse que os gastos na câmara sustentam prejuízos.

Disse que a câmara sustenta os prejuízos que apresentou ontem também com acréscimo de gastos onde a JMJ está incluída.

A Câmara de Lisboa terminou 2023 com um resultado líquido negativo, no valor de 18,59 milhões de euros (ME), devido a um acréscimo de gastos, nomeadamente com a Jornada Mundial da Juventude, segundo dados apresentados esta segunda-feira pelo executivo municipal.

A Câmara não sustenta coisa nenhuma. Quem faz essa interpretação é o jornalista (da Lusa ou do Eco). Na notícia está lá escrito que os dados se baseiam no" Relatório de Gestão e Demonstrações Financeiras e Orçamentais de 2023 da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a que a Lusa teve acesso".

Nesse Relatório, a única parte que é transcrita para a notícia diz o seguinte: "[foi necessário assegurar a execução de] um conjunto de tarefas, desde a programação do evento à conceção das infraestruturas necessárias à preparação do recinto, implicando a realização de empreitadas de obras públicas, a aquisição e locação de bens móveis e a aquisição de serviços, das quais se releva a obra realizada no Parque Tejo que permaneceu como novo espaço de fruição da cidade".

Ou seja, é descrito o investimento, que todos sabemos que foi feito, que não existiu nos anos anteriores e contribuiu para o aumento da despesa executada em 2023 face a 2022. Em nenhum ponto da transcrição do Relatório se dá a entender a conclusão que o jornalista tirou. E em lado nenhum se retira que houve acréscimo de gastos com a JMJ face ao que estava orçamentado. Pelo menos com a importância que lhe foi dada. Mais relevante, pelo que se lê na notícia é, por exemplo, o processo de descentralização para as autarquias na área da educação que se reflete num défice de 29 M €. Ou os quase 47 M € relativos à devolução de IRS aos munícipes.

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Citação de Puto Perdiz, há 7 minutos:

Não só. Por exemplo a Safaa Dib que está sempre nessas cenas também não apareceu

Sim. Gostava de ser mosca para saber quem se absteve e quem votou contra na votação. 

Citação de Descartes, há 3 minutos:

E em lado nenhum se retira que houve acréscimo de gastos com a JMJ face ao que estava orçamentado

Eu referia-me aos gastos como um todo. E referia-me precisamente pelo que era dito na notícia. A frase anterior no outro post estava mal escrita mas como disse antes editei para a corrigir. 

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